Ensaio mostra realidade de crianças que aprendem em casa ao invés de ir pra escola

Depois de muita obrigação, eis que chega a hora de se divertir. Pelo menos é o que vem, enfim, acontecendo na área da educação, que está passando por boas mudanças ao redor do mundo. Cansados de temas martelados em suas cabeças, atividades contínuas e cansativas, os alunos têm encontrado novas formas de aprender, inclusive em casa. A fotógrafa Rachel Papo se dedicou a clicar crianças e adolescentes que não frequentam a escola e são felizes assim.

Para a série Homeschooledtermo utilizado para o ensino em casa, a fotógrafa baseada em Berlim foi até Catskills, um conjunto de montanhas dentro de Nova York, em busca de personagens que pudessem contribuir com seu trabalho. Documentando esta contracultura emergente entre 2012 e 2013, se aprofundou no assunto e passou a ver a modalidade com outros olhos.

O mais legal é que as fotografias captam o espírito frágil da infância, rodeada de brincadeiras no jardim, aventuras na neve, atividades como pintura e desenho, e muitas outras atividades que são tão essenciais na formação de um indivíduo quanto os estudos seriam. As crianças brincam livremente em meio a natureza e praticam aquilo que mais lhes agrada, como por exemplo, cozinhar.

Assim se desenvolvem talentos livres de amarras impostas por instituições de ensino, que agora começam a abrir suas mentes para a novidade. A ideia de Rachel é transformar a série em fotolivro, do qual ela pretende arrecadar fundos por meio de financiamento coletivo. Para acompanhar o trabalho da fotógrafa, siga seu Instagram.

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Todas as fotos © Rachel Papo

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As super-heroínas da vida real que estão lutando pela aceitação do corpo feminino

Foi-se o tempo em que magreza era sinônimo de beleza. Claro, sabemos que ainda existe muito preconceito em torno das mais cheinhas mas, graças a grupos como este que vamos apresentar abaixo, cada vez mais e mais mulheres estão se aceitando como realmente são. E se achando lindas. E se amando muito.

Conhecidas como “The Succulent Six”, o grupo tem a missão de lutar contra a gordofobia. Cada uma das integrantes assumiu um personagem relacionado à comida, como a Cookie Cutta ou a Dirty Dottie Donuts.

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A série “Stop the Food Fight”, clicada pelo canadense N. Maxwell Lander, questiona o chamado corpo ideal imposto pela sociedade e por algumas mídias, e convida a todas as mulheres se amarem como são, além de desafiarem os padrões de beleza pouco realistas.

“Acima de tudo, queremos celebrar um dia sem regimes e obsessões com o peso. Acreditamos de verdade que se conseguirmos começar com um dia sem patrulha do corpo, talvez consigamos o mesmo nos outros 364.” disse Steff Ivory Conover, também conhecida como Cupcake Charlie.

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Rachel Marcus é Cookie Cutta

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Annika Reid é Bubblegum Betty

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Belle Jumelles é Sammy Sundae

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Steff “Ivory” Conover é Cupcake Charlie

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Ashley Sharman é Cotton Candy Sandy

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Julia Connelly é Dirty Dottie Donuts

Trazendo consigo uma imagem extremamente positiva de seus corpos, as “garotas suculentas” posaram para um ensaio pra lá de divertido em abril passado, com o objetivo de incentivar as pessoas a pararem com a guerra contra a comida.Estas meninas estão dando uma lição de vida, celebrando a beleza do jeito que ela for. É isso aí, garotas! 
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Todas as fotos © N. Maxwell Lander

Fotógrafos brasileiros criam projeto para ressaltar beleza dos cemitérios do mundo

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Os fotógrafos araçatubenses Clayton Khan e Duda Maués criaram um projeto inusitado que, embora à primeira vista possa parecer um pouco mórbido, possui um apelo bastante poético.

“Escaping From Life” visa registrar fotograficamente cemitérios de todas as partes do mundo, para retratar a cultura de cada povo, os personagens que vivem desta vertente de trabalho e também ajudar a desmistificar o tabu que a morte representa.Os primeiros lugares que foram fotografados foram cemitérios da região de Araçatuba, São Paulo, Campinas e Itu. Depois foi estendido para outros países da América Latina: Peru, Bolívia, Argentina e Uruguai.

Nestes destinos, os fotógrafos fizeram trilhas, conversaram com os moradores de cada cidade e imergiram na cultura local.Através de uma página no Facebook a dupla compartilha fotos e vídeos contando sobre a experiência e contando as histórias por trás das imagens.

A morte sempre foi um dos maiores temores do homem. Seja em qualquer crença ou em sua ausência, o que vem após tal passagem para muitos pode ser obscuro ou a certeza de uma nova vida. Onde muitos veem escuridão, nós procuramos luz”, diz a página do projeto.

Confira algumas fotos:

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As ilustrações de Alice no País das Maravilhas feitas por Salvador Dalí são incríveis

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Talvez você se considere um grande apreciador de Salvador Dalí. Mesmo assim, muita gente não conhece a parte de sua carreira que aconteceu longe das telas de pintura. O gênio do surrealismo só não estrelou um filme de Alejandro Jodorowski porque a obra foi cancelada, fez uma animação para a Disney e chegou a ilustrar uma edição do livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll.

A história do livro é fascinante por si só, mas ganhou um toque especial com as ilustrações de Dalí. O artista assinou as capas de uma edição ilustrada da obra publicada em 1969 pela New York’s Maecenas Press-Random House. É incrível ver como o universo onírico de Alice no País das Maravilhas parece parte da grande obra do pintor, que deu um toque ainda mais maluco à edição com suas heliogravuras.

Espia só algumas das ilustrações da obra, que pode ser adquirida aqui.

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Esta incrível caverna na China tem 100 pessoas lá morando, quadra de basquete e até uma escola

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Acredita-se que a vila de Zhongdong, na província de Guizhou, China, seja a única habitada da região, isso porque estamos falando de uma caverna natural! É isso mesmo. Dentro de uma rocha um grupo de pessoas se organiza como sociedade nos dias de hoje!

A 1800 metros acima do nível do mar, a caverna só pode ser acessada por uma caminhada de uma hora, e por conta das dificuldades  geográficas, a comunidade luta para sobreviver. Para piorar a situação, o governo afirmou que “a China não é uma sociedade de homens das cavernas” e fechou a escola da aldeia no início de 2011 negando uma cultura rica. Agora, as crianças devem caminhar a pé por duas horas, todas as manhãs, e à noite – na volta -, para frequentar uma outra escola.

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Foto © Carsten Peter

A fim de melhorar os meios de subsistência dos moradores da caverna – literalmente –, um grupo tenta negociar com o governo local para a construção de uma estrada que liga a caverna para infra-estrutura existente mais próxima.

Mas, enquanto Zhongdong comemora o acesso à televisão e ao jornal, ainda assim a aldeia permanece em grande parte desconectada do mundo exterior. O que não faz dela menos sociedade – e sim diferente do que nós hoje estamos acostumados. Dá só uma olhada:

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Foto © avantgardica

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Foto © metro.co.uk

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Foto © Carsten Peter

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Foto © Carsten Peter

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Foto © Reprodução