Arte na pele: brasileira faz sucesso com tatuagens delicadas e criativas

Tatuagem não precisa ser tudo igual. Prova disso são os desenhos delicados e cheios de criatividade da tatuadora capixaba Brunella Simões. Com apenas 29 anos de idade – e oito de profissão – ela já conquistou mais de 100 mil seguidores no Instagram, graças à qualidade de sua arte na pele.

Ela costuma viajar o Brasil levando consigo suas composições mas, infelizmente, a agenda da tatuadora, baseada em Vitória, no Espírito Santo, está fechada por enquanto.

Os desenhos de Brunella tem um quê de minimalistas, mas também apostam em símbolos e desenhos geométricos para passar as suas mensagens. Pode parecer uma mistura maluca, mas as fotos abaixo mostram que a combinação deu certo nas mãos da artista.

Vem ver:

tattoo1

tattoo2

tattoo3

tattoo4

tattoo5

tattoo6

tattoo7

tattoo8

tattoo9

tattoo10

tattoo11

tattoo12

tattoo13

tattoo14

tattoo15

Todas as fotos © Brunella Simões

Você precisa conhecer as tattoos simples e estilosas de Johanna Olk

Estilo, ativismo e originalidade são os traços marcados desta tatuadora e ilustradora francesa. A paixão pelo desenho trouxe um processo criativo com imagens que fogem do convencional e nos fazem imaginar quais histórias existem por trás delas.

Com o traço fino, suas tatuagens são conduzidas por linhas simples, delicadas e elegantes – com uma devida peculiaridade ao primeiro olhar. A maioria dos desenhos assumem formas de mulheres bonitas e elegantes, bem como animais estranhos e vegetais fofinhos.Aqui embaixo tem um prévia do trabalho de Johanna Olk para você conferir e se inspirara para o próximo rabisco: 
Capture+d’écran+2016-06-23+à+18.02.44 

print-2 

tatouage-3 

tattoo-chipiron-10 

tattoo-chipiron-2 

tattoo-chipiron-3 

tattoo-chipiron-4 

tattoo-chipiron-5 

tattoo-chipiron-6 

tattoo-chipiron-7 

tattoo-chipiron-9 

tattoo-fini-2 

tattoo-chipiron 

tattoo-fini-5 

tattoo-fini-3 

tattoo-fini-4 

tattoo-fini-7 

tattoo-fini-6

Fotos: ©Johanna Olk’s

Como os peixes como o linguado veem o fundo do mar?

peixes achatados olhos fundo do mar (2)

Os pleuronectiformes são uma ordem de peixes bizarros que possuem olhos no topo da cabeça. Ou seja, para eles, as coisas estão sempre viradas para cima.Este tipo de animal, que inclui o linguado e a solha, está presente em todas as partes do mundo, em águas tanto doces quanto salgadas. O grupo evoluiu a partir dos tetraodontiformes, há cerca de 15 milhões de anos, no Miocénico médio. Eles existem em uma variedade de tamanhos, de oito centímetros a três metros de comprimento.

Eles enxergam o quê?

Ter os olhos no topo da cabeça não parece um bom negócio, não é mesmo? Como esses peixes achatados veem o que está acontecendo ao seu redor, no fundo do oceano?

De fato, eles não podem ver o que está diretamente debaixo deles, mas podem ver o que está no entorno deles, conforme explica Jackie Cooper, do Aquário Nacional dos EUA em Baltimore, ao portal National Geographic.Seus olhos também podem se mover de forma independente, alargando o seu campo de visão. Ou seja, eles giram os olhinhos bizarros para todos os lados, registrando o que está em sua volta.

Camuflagem

Os pleuronectiformes ainda são mestres do disfarce, se camuflando com a paisagem.Uma vez que os olhos desses animais “escaneiam” os seus arredores, mandam a mensagem do cérebro, que por sua vez envia sinais para sua pele.

George Burgess, do Museu de História Natural da Flórida, nos EUA, afirma que a pele desses peixes contém células que mudam de cor, tipo melanóforos, que se expandem ou contraem de acordo com o visual que o animal está tentando corresponder. Tal façanha leva entre dois a oito minutos.

peixes achatados olhos fundo do mar (1)

Olhos que migram

Ainda mais impressionante do que o formato dos olhos desses peixes é o fato de que eles não começam no topo da cabeça dos animais.Os pleuronectiformes, quando nascem, possuem olhos com uma aparência bem regular. No entanto, conforme se desenvolvem, eles começam a migrar, movendo-se para a parte superior da sua cabeça, acabando por se estabelecer em um lado ou outro de seus rostos, virados para cima.

De acordo com Burgess, isso também requer que os ossos em suas cabeças se movam. Felizmente, os ossos desses peixes achatados são bastante maleáveis, como o ponto fraco (ou ponto mole) no crânio de um bebê. Conforme os olhos se movem, os ossos da cabeça do peixe acompanham a direção.Um osso adicional, encontrado apenas nesses peixes chatos, desenvolve bem debaixo do olho que migra, dando-lhes sua famosa aparência assimétrica. [NatGeo]

Tigresa doente tinha apenas 1/4 do peso normal, mas faz bela recuperação após ser resgatada do circo

tigresa resgatada (1)

Aasha era apenas uma filhote de tigre de Bengala quando foi resgatada. Apesar de ter nove meses de idade, ela pesava somente 13 quilos, o que seria normal para um animal de três meses.A pobre tigresa pertencia a um circo itinerante onde não só era maltratada, como também era comumente ferida por um tigre muito maior.

Felizmente, Vicky Keahey, fundadora do “Texas ‘In-Sync Exotics Wildlife Rescue and Educational Center”, uma organização de resgate de animais exóticos, tomou Aasha sob os seus cuidados em 2011.

A recuperação

“Aasha tinha pontos carecas por quase todo o corpo, e sua pele estava seca e rachada, com áreas escurecidas e sangrando”, disse Keahey ao portal The Dodo.

Além disso, a filhotinha estava sofrendo de micose e tinha feridas abertas.

“Todos os dias, duas vezes por dia, eu dava medicamentos a Aasha e passava tempo com ela”, explica Keahey. A tigresa também tinha que tomar banhos medicinais, que detestava tanto que Keahey tinha que persegui-la para conseguir dá-los.

Seus esforços valeram a pena. Após oito semanas de tratamento, a pele de Aasha começou a curar e ela passou a gostar de nadar. “Dentro de oito meses, ela finalmente parecia uma tigresa real”, conta.

Um par

Depois de sua bela recuperação, Aasha foi apresentada a um tigre chamado Smuggler. Ele gostou dela de cara, se exibindo para a parceira o tempo todo.

Agora, os dois vivem juntos no mesmo recinto e Aasha é uma tigresa saudável e muito amada.

tigresa resgatada (1)

tigresa resgatada (8)

tigresa resgatada (2)

tigresa resgatada (3)

tigresa resgatada (4)

tigresa resgatada (5)

tigresa resgatada (6)

tigresa resgatada (7)

[BoredPanda]

10 descobertas enterradas reveladas por tempestades

https://scontent-gru2-1.xx.fbcdn.net/v/t1.0-9/14034931_1762280037381750_181319778265984757_n.jpg?oh=e06baccdf1c81befe8bdc911f3665960&oe=5858B167

Artefatos históricos e interessantes podem estar profundamente enterrados sob a areia ou depositados no fundo do mar, mas temos sempre uma boa tempestade e clima selvagem para revelá-los.Confira alguns achados raros e estranhos descobertos graças a um tempo maluco, ajudando arqueólogos e caçadores de fósseis a poupar tempo e dinheiro:

10. Banha da Segunda Guerra Mundial

artefatos descobertos tempestade 10
Durante décadas, a banha de porco de um naufrágio da Segunda Guerra Mundial tem aparecido na praia depois de fortes tempestades em St. Cyrus, na Escócia. Mais recentemente, quatro pedaços apareceram na costa.As relíquias da guerra começaram a aparecer depois que um navio mercante foi bombardeado e afundou nas proximidades. Acredita-se que os destroços se quebram sistematicamente a cada tempestade na região, liberando um pouco mais da sua carga.

Os locais estão bem familiarizados com a visão e afirmam que a banha é boa o suficiente para ser usada hoje em dia, apesar de sua crosta de cracas. Os grandes pedaços eram uma dádiva durante a guerra, quando a banha não estava disponível para a maioria das pessoas.

9. Ruínas de Baile Sear

OLYMPUS DIGITAL CAMERA

Em 2005, uma violenta tempestade atingiu a Escócia. Tragicamente, matou cinco membros de uma mesma família em Benbecula, mas também revelou ruínas que tinham se escondido na região por 2.000 anos.

Os locais sempre acharam que havia algo antigo nas margens de Baile Sear, mas as pedras e areia obscureciam os restos e ninguém sabia o que eram. Depois da tempestade, as estruturas ficaram visíveis na praia. Temendo que as ruínas fossem destruídas com outra tempestade poderosa, os arqueólogos as mudaram rapidamente. Eles identificaram os restos como duas cabanas pertencentes à Idade do Ferro.

8. Naufrágio no Alabama

artefatos descobertos tempestade 8

Revelado pouco a pouco por três furacões diferentes, o casco de um navio no Alabama foi finalmente recolhido quando o furacão Isaac atingiu a costa.

Existem dois mistérios que rodam o navio. O primeiro é a sua identidade. Historiadores locais acreditam que era uma escuna da Primeira Guerra Mundial chamada “Rachel”. Outros acreditam que era um navio desconhecido de antes da Guerra Civil.

Se for Rachel, um segundo mistério pode ser considerado. Qual era exatamente a sua carga? A escuna foi construída para transportar madeira serrada, mas foi operada durante a Proibição. Construída durante a guerra, com três mastros e 45 metros de comprimento, Rachel foi destruída durante uma viagem tempestuosa em 1923. Sua tripulação queimou o navio na costa, após sua carga (rumores de que era bebida ilegal) ser removida.

7. Tempestades de Connacht

artefatos descobertos tempestade 7
Tempestades atacaram a costa irlandesa de Connacht em 2014, resultando em uma tragédia arqueológica. Valiosos tesouros históricos foram danificados ou perdidos, enquanto novos foram desenterrados.

Dois cemitérios, que faziam parte de um mosteiro medieval encontrado na década de 1990, vieram à tona. Outras descobertas incluem casas afundadas dos séculos 18 e 19 e restos de 6.000 anos de idade do Neolítico.

Apesar dos achados, muito foi perdido também, como depósitos de cozinha antiga que nos davam pistas do que nossos ancestrais comiam. Todos da região foram arruinados, incluindo o mais antigo sítio remontando ao período Mesolítico final.

6. Bombas da Segunda Guerra Mundial

artefatos descobertos tempestade 6
Em 2014, tempestades excepcionalmente perigosas do Reino Unido causaram a inundação do rio Tâmisa. Também revelaram uma cena sinistra, quando marés e ventos desvendaram a localização de 244 bombas da Segunda Guerra Mundial.

Muitas cobriam o único local nas praias no qual guias de viagem diziam para as pessoas se divertirem. Algumas bombas eram alemãs, outras eram de treinamento britânicas.

Enterradas por um longo tempo, as bombas começaram a aparecer em meados de dezembro, quando o clima ficou inconstante. Quase todos os dias, telefonemas alertavam autoridades da descoberta de uma unidade.

Até hoje, elas continuam sendo encontradas. No ano anterior, 108 foram removidas das praias britânicas para a segurança do público. A parte realmente assustadora é que quanto mais tempo elas permanecem ativas sob a areia, mais instáveis ficam.

5. Moinho misterioso

artefatos descobertos tempestade 5
Uma peça histórica do passado da Carolina do Sul veio à tona após as inundações devastarem Richland County.

Arqueólogos examinaram vigas de madeira e pregos de aço descobertos depois que as águas se retiraram. Até a madeira de séculos de idade aparecer, os pesquisadores acreditavam que aquele era o local do moinho de Garner.

Mas o moinho é uma parte obscura do passado do condado americano. Especialistas não sabem o que produzia, e a comunidade do início do século 18 à qual pertencia também é um mistério. Quanto a finalidade das grandes vigas, poderiam ter parte de uma estrada que levava até Winnsboro, ou até uma ponte que hoje já não existe mais.

4. Ictiossauro

artefatos descobertos tempestade 4
Os ossos de um ictiossauro foram descobertos durante uma tempestade costeira em 2014, em Dorset. Com um tamanho de 1,5 metros, esse dinossauro se assemelhava a um golfinho, mas era na verdade um réptil marinho predatório.

Restos completos desta espécie não são comuns, por isso o achado se transformou em um momento de cinco estrelas quando se tornou claro só faltava uma parte do focinho deste esqueleto.

Caçadores profissionais de fósseis perceberam que a descoberta estava em perigo, no entanto, porque outra tempestade poderosa estava se aproximando. Como fósseis precisam ser cuidadosamente removidos durante um período de dias ou semanas, a escavação de oito horas foi quase como uma cirurgia de emergência. Pouco antes de uma nova tempestade aparecer, o predador de 200 milhões de anos de idade foi levado para a segurança.

3. A floresta de Galway

artefatos descobertos tempestade 3
Depois de tempestades assolarem a costa irlandesa de Galway, uma paisagem assombrosa surgiu da antiguidade. Cerca de 7.500 anos atrás, as águas subiram tão rápido que mataram uma grande floresta de carvalhos, pinheiros e bétulas. O clima recente revelou os tocos de árvores petrificados, alguns dos quais tinham quase um século de idade quando morreram.

O cobertor maciço de matéria orgânica que um dia enfeitou o chão da floresta foi também revelado. Em seguida, um residente encontrou um artefato de madeira de cerca de 1,5 metros por 1 metro. Ele foi identificado como um objeto de carvalho que remonta a 4.500 anos atrás.

Tal achado é uma evidência de que povos do neolítico ou da Idade do Bronze viviam na floresta antes de Galway Bay sequer ser formada.

2. Floresta subaquática

artefatos descobertos tempestade 2
A uma curta distância da costa do Alabama, há uma cápsula do tempo. Sob sedimentos marinhos, uma floresta primitiva foi preservada por 50.000 anos. O furacão Katrina mudou as areias de lugar e revelou os tocos de ciprestes, enormes e tão bem preservados que se pode sentir o cheiro da seiva quando eles são cortados.

Alguns troncos possuem 2 metros de largura e contêm milhares de anéis de crescimento, o que significa que possuem o segredo de milhares de anos de história sobre o clima no Golfo do México. No entanto, a vida selvagem submersa é hoje um pouco diferente do que costumava ser. Peixes, crustáceos e anêmonas são abundantes. Assim, os cientistas temem que o estado primitivo das árvores não vá durar, nem mesmo alguns anos. Desde que a floresta tornou-se um recife artificial, a vida marinha está destruindo lentamente a madeira.

1. Assassinato na árvore

artefatos descobertos tempestade 1
Depois de uma tempestade costeira derrubar uma árvore de 215 anos de idade na Irlanda, suas raízes revelaram o esqueleto de um adolescente medieval assassinado. Por acaso, alguém tinha plantado a árvore de faia na sepultura, por volta de 1800.

Quando a árvore caiu, o sistema radicular arrancou a metade superior do corpo do chão, levantando o garoto do seu túmulo. De acordo com os pesquisadores que analisaram o cadáver, com 17 a 20 anos de idade, o jovem comia bem o suficiente para ter pertencido a uma classe superior na época medieval. No entanto, ele já tinha doença da coluna vertebral por realizar trabalho físico desde muito novo.

Ele tentou, mas não conseguiu combater uma morte violenta. Dois danos às suas costelas se encaixam com golpes de faca. A evidência mais forte de que uma lâmina causou sua morte foi uma clara ferida de facada na mão esquerda, como se ele estivesse tentando afastar seu atacante. [Listverse]