Marca de moda sustentável cria lenços para lutar pela preservação do planeta

Num planeta que pede socorro, até as roupas que usamos podem ser uma atitude prejudicial para o bem da natureza. Devemos pensar, portanto, sobre o que vestir e o impacto que isso causa no mundo. A marca ativista de roupas Slow Factory tem pensado muito além de produzir roupas sustentáveis.

Em parceria com a WWF – World Wildlife Fund, a companhia criou uma coleção de lenços chamada Petit Atlas. Feitos com tecidos de alta qualidade como seda e crepe da China e totalmente eco-friendly, suas estampas são resultado de impressões de alta definição de imagens científicas captadas pela NASA.

A tiragem de mil unidades conta com as temáticas que ajudarão a WWF a preservar: água limpa, reflorestamento, oceanos e Ártico. O objetivo da campanha é alcançar, no mínimo 100 pessoas dispostas a comprar as peças para que as metas de arrecadação sejam alcançadas.

Nós pedimos um monte de nossos oceanos. Apesar de sua aparência aparentemente saudável, as tensões que colocamos em animais marinhos e nas regiões costeiras estão cobrando um pedágio enorme. Em muitos casos, estes impactos negativos resultam da atividade humana que podemos controlar – ou evitar todos juntos”, alerta David Miller, Presidente e CEO da WWF-Canadá.

A juntar aos ótimos objetivos, há que dizer que os lenços são incríveis, olha só:

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Todas as imagens via Slow Factory

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Mãe capta imagens de seu próprio parto e o resultado é maravilhoso

A última coisa que a maioria das mães pensaria na hora de dar a luz a um bebê é em tirar fotos. Isso quando a mamãe em questão não é uma fotógrafa profissional, é claro. No caso de Lisa Robinson-Ward, especializada em registrar casamentos e retratos, ela sabia que seria a melhor pessoa para clicar seu próprio parto – e foi o que ela fez!

Lisa vinha tentando engravidar há alguns anos e havia sofrido dois abortos espontâneos durante esse tempo. Quando ela e o marido descobriram que ela estava grávida de Anora, Lisa soube que queria registrar cada momento com seu próprio olhar. Além disso, a fotógrafa imaginou que isso a ajudaria a manter o foco e a calma durante o parto.

Quando sua bolsa estourou às 3 da manhã, ela e o marido pegaram a câmera e suas coisas e foram direto para o hospital. Na hora, a fotógrafa imaginou que nunca seria capaz de segurar a câmera durante o parto. Mas, por sorte, não foi isso o que aconteceu e ela conseguiu registrar cada momento no hospital – o equipamento só foi colocado de lado quando ela pegou a filha no colo pela primeira vez.

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Todas as fotos © Lisa Robinson-Ward

A maior piscina infinita do mundo fica no 57º andar de um prédio e sua vista é imperdível

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Nadar ou relaxar tendo uma vista maravilhosa para a cidade é a proposta da piscina a 200 metros de altitude do hotel Marina Bay Sands, em Cingapura. O deslumbrante terraço só poderia ficar em um enorme hotel com 2.561 quartos, um museu, cassino, restaurantes, bares e ainda um shopping.

A piscina nas alturas, no 57º andar, chamado SkyPark, tem quase 150 metros de comprimento e foi feita com 200 mil  toneladas de aço para controlar a pressão da água. Essa “pequena” obra, segundo o hotel, é a mais alta e maior piscina infinita do mundo, e pega boa parte do orçamento de US$ 5,7 bilhões da construção.

Dá uma olhada nessa vista privilegiada:

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Fotos: luxuryhomes, tipsandsecrets, almocodesexta, aldeiatem, healthfreakmommy, tracygallagher

FINALMENTE: voluntários se juntam e salvam os 15 animais que ainda viviam no “pior zoológico do mundo”

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Manter os animais em uma jaula não costuma ser uma boa atitude. E embora muitos zoológicos sejam locais de recuperação da vida selvagem por onde alguns espécimes passam antes de voltar à natureza, essa não era uma das funções deste zoológico localizado em Khan Younis, na Faixa de Gaza, considerado por alguns como o pior zoológico do mundo.

Para se ter uma ideia, o zoológico abrigava animais empalhados ao lado dos espécimes vivos. Estes, por sua vez, tinham uma alimentação restrita e viviam em gaiolas apertadas. Além disso, o espaço, aberto há nove anos, abrigava animais contrabandeados do Egito através de túneis, segundo o The Times of Israel.

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Agora, graças à atuação da Four Paws, o zoológico de Khan Younis está finalmente fechado e o proprietário do investimento teria concordado em não voltar a trabalhar com animais. A organização já havia visitado o zoológico duas vezes no último ano para auxiliar nos cuidados aos animais, que estavam sendo negligenciados e chegaram a ser abandonados por três semanas durante os ataques aéreos a Gaza.

Na data marcada para o encerramento das atividades, uma equipe enviada pela Four Paws realizou o resgate de 15 animais. Um tigre, uma ema, um pelicano, duas tartarugas, dois pássaros, um cervo, cinco macacos e dois porcos-espinhos foram retirados do local e já estão recebendo os cuidados necessários.

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A maior parte dos animais está sendo transportada a uma reserva de vida selvagem na Jordânia. No entanto, o tigre deverá ter outro destino: o santuário para grandes felinos Lionsrock, na África do Sul.

Através do Facebook, a organização publicou imagens e vídeos do resgate ocorrido nesta terça-feira, 23.

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Todas as fotos: Four Paws

Fotógrafo registra a beleza do abandono em imagens do Expresso Oriente

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O Expresso Oriente, operado pela Compagnie Internationale des Wagons-Lits, operou entre 1883 e 2009, mas teve suas atividades encerradas por causa dos trens de alta velocidade e do barateamento de tarifas aéreas. Luxuoso, seu trecho mais famoso ia de Paris a Istambul.

Hoje sem utilidade, alguns dos trens usados no Expresso Oriente se transformaram em um hotel em Viena e outros tiveram um destino bem mais triste: o abandono. No entanto, mesmo em um cenário depreciado pelo tempo, os vagões que faziam o trajeto de sofisticadas viagens (quem não se lembra do clássico “Assassinato no Expresso Oriente” de Agatha Christie?) ainda remetem ao bucólico.

Conhecido apenas como Brian, um fotógrafo holandês especializado em cliques urbanos, conseguiu capturar um pedaço da história que está desaparecendo lentamente. Na Bélgica ele fotografou o que sobrou do trem que permanece intocado desde sua última viagem em dezembro de 2009.

“Quando entro em um local abandonado me sinto como se entrasse em uma máquina do tempo. Eu tento sentir as emoções do passado e é isso que quero mostrar em minhas imagens”, Brian escreve em seu site. “Quando as pessoas veem meu trabalho e levantam questões como ‘o que, porque e quando’ então sinto que consegui.”

Confira as imagens:

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 Todas as fotos © Precious Decay