A “biblioteca fashion” onde você pode pegar roupas emprestadas ao invés de livros

Muitas mulheres reclamam que estão sem roupas mesmo com o guarda-roupa lotado. Acontece que, muitas vezes, compram roupas que não gostam ou ficam cansadas de usar o mesmo modelito várias vezes. Para evitar tanto consumismo e também contribuir com o meio ambiente, a loja LENA (The Fashion Library), localizada em Amsterdã, criou o conceito de biblioteca fashion, onde você pode alugar roupas e depois devolvê-las, assim como você faz com livros nas bibliotecas comuns.

A loja é exclusiva para roupas femininas e inclui saias, vestidos, shorts ou bolsas. No local, você pode encontrar coleções de alta qualidade, vintage e com designer e marcas ecológicas. A biblioteca funciona assim: as clientes fazem uma assinatura, a partir de € 19,95 (pouco menos de 70 reais) por mês e têm direito a uma quantidade de pontos, e cada item da coleção está associado a uma quantidade específica de pontos. Se você aumentar o valor de taxa mensal, terá mais pontos acumulados. Assim, você escolhe as roupas que quiser emprestada por um determinado período utilizando seus pontos.

Ao se inscrever, as clientes ganham uma sacola da loja, para levar suas roupas sem ter que usar sacolinhas de plástico. Não importa a estação, você vai encontrar todos os tipos de roupas, para inverno, verão, sem se preocupar com a forma como elas foram feitas. Como uma biblioteca, a loja aceita doações de roupas em bom estado. 

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Se vestir com moda sustentável e com roupas fashion é o objetivo da loja, que mostra ser contra o consumismo desenfreado com os slogans: “Collect moments, not things” (“Colecione momentos, não coisas”), “Fast fashion is like fast food” (“Moda descartável é como fast food”).

Assista ao vídeo e inspire-se:

LENA The Fashion Library from doortjevintage on YouTube

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 Todas as fotos © LENA The Fashion Library

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Túnel de fuga cavado a mão é encontrado em local de massacre do Holocausto

Uma equipe de arqueólogos e cartógrafos descobriram um túnel pelo qual 80 judeus tentaram escapar de um local de extermínio nazista na Lituânia, cerca de 70 anos atrás. Ele foi cavado principalmente à mão.O local, chamado de Ponar, detém sepulturas em massa onde até 100.000 pessoas foram jogadas ou queimadas durante o Holocausto.

É verdade

Usando ondas de radar e rádio para fazer a varredura sob o solo, os pesquisadores descobriram a passagem de 30 metros a cerca de 1,5 e 3 metros abaixo da superfície.Uma tentativa anterior feita por uma equipe diferente em 2004 de encontrar a estrutura subterrânea só tinha localizado sua boca, que foi deixada sem marcação.A nova descoberta segue o túnel da entrada até a saída e fornece evidências que apoiam relatos de sobreviventes que escaparam de Ponar.

Marco zero

Richard Freund, arqueólogo da Universidade de Hartford, nos EUA, e seus colegas encontraram covas contendo as cinzas de até talvez 7.000 pessoas. 12 delas foram identificadas em Ponar.De 1941 até 1944, dezenas de milhares de judeus da cidade vizinha de Vilnius, conhecida como a Jerusalém da Lituânia, foram trazidos para Ponar para serem queimados e enterrados nestas covas.“Eu chamo Ponar de ‘marco zero’ do Holocausto”, disse Freund. “Pela primeira vez temos assassinato sistemático sendo feito pelos nazistas e seus assistentes”.Os eventos que aconteceram ali ocorreram cerca de seis meses antes dos nazistas começarem a usar câmaras de gás em outros lugares para os seus planos de extermínio.

O túnel e a fuga

Estima-se que 100.000 pessoas, incluindo 70.000 judeus, tenham morrido em Ponar. Ao longo de quatro anos, cerca de 150 colaboradores lituanos mataram prisioneiros, geralmente em grupos de cerca de 10.
Em 1943, quando ficou claro que os soviéticos iriam invadir a Lituânia, os nazistas começaram a encobrir a evidência dos assassinatos em massa, forçando um grupo de 80 judeus a exumar os corpos, queimá-los e enterrar as cinzas.Durante meses, os prisioneiros judeus desenterraram e queimaram os corpos. Existe um relato de um homem que identificou sua esposa e duas irmãs entre os cadáveres.O grupo sabia que, uma vez que seu trabalho estivesse terminado, eles também seriam executados, por isso desenvolveram um plano de fuga.
Assim, cerca de metade do grupo passou 76 dias cavando um túnel com a mão e com colheres que acharam entre os corpos. Em 15 de abril de 1944, se arrastaram pela entrada da passagem. O barulho alertou os guardas, que perseguiram os prisioneiros com armas e cães. Dos 80, 12 conseguiram escapar, e 11 sobreviveram à guerra para contar esta história ao mundo.

Ferramentas importantes

Dr. Freund e sua equipe usaram a informação de relatos de sobreviventes para tentar localizar o túnel.Em vez de escavar e perturbar os restos, ele e sua equipe usaram duas ferramentas não invasivas – tomografia de resistividade elétrica e radar de penetração no solo – para pesquisar a região.A tomografia de resistividade forneceu uma imagem clara do subsolo. Com a ferramenta, eles também encontraram uma cova previamente desconhecida que eles acham que é a maior já descoberta na área – pode ter contido até 10.000 corpos.
Já o radar de penetração no solo digitaliza cerca de 3 metros abaixo da superfície. Essa ferramenta foi usada, entre outras coisas, para encontrar a Grande Sinagoga de Vilnius, que foi destruída pelos nazistas.

Pedaço da história e cultura

Antes da Segunda Guerra Mundial, Vilnius era um centro judaico movimentado. Quando os soviéticos tomaram a Lituânia, erigiram uma escola primária sobre os escombros da Grande Sinagoga da cidade.Usando o radar, a equipe descobriu artefatos desta antiga sinagoga, incluindo a sua casa de banho ritual. [NYTimes]

Esta é a primeira mostra de arte do mundo inteiramente pensada para cachorros

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Já pensou em levar seu cachorro para uma exibição de arte? Se a ideia parece meio maluca, é porque está na hora de você conhecer a mostra de arte contemporânea criada pelo artista Dominic Wilcox em parceria com a companhia de seguros para animais More Th>n.

Aberta ao público nos dias 19 e 20 de agosto, em Londres, a exposição trazia quatro instalações criadas por Dominic para aguçar os sentidos dos cães. Entre as obras estavam um simulador de passeio de carro, uma piscina de bolinhas, entre outras atrações.

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O vídeo abaixo mostra que o público de quatro patas adorou a iniciativa:

A mostra faz parte da campanha Play More, lançada pela More Th>n para estimular as pessoas a passarem mais tempo brincando com seus cães e gatos. Como parte da campanha, para cada pessoa que subisse uma foto brincando com seus animais no site da empresa e compartilhasse ela através das redes sociais, a seguradora se comprometeu a doar £ 1 para ajudar cães e gatos abandonados a conseguir um lar.

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Todas as fotos: Divulgação

Cabras que escalam árvores fascinam viajantes no Marrocos

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Entre tantas paisagens e peculiaridades existentes no Marrocos, existe ao menos um fato capaz de deixar dez entre dez pessoas completamente impressionadas. No país, mais precisamente na região de Essaouira, cabras sobem em árvores para comer o fruto local argan.

Este estranho comportamento é incentivado por agricultores, pois os animais ajudam a manter a economia local. Por lá, os agricultores costumam seguir os rebanhos coletando as sementes que não são digeridas pelas cabras e por isso são cuspidas ou excretadas. A semente é usada para fazer o famoso óleo de argan, famoso suas propriedades cosméticas, principalmente para os cabelos.

Para os viajantes, as cabras ‘escaladoras’ e ‘equilibristas’ tornaram-se um assunto fantástico para fotos, afinal elas ultrapassam os limites de tudo o que imaginamos ser possível no reino animal.

Confira:

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* Imagens: Reprodução My Modern Met

Este projeto está reunindo e ajudando negros a viajar pelo mundo e combater paradigmas

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Entre em um site de viagens, folheie uma revista promocional de agências de turismo… Quantos negros você vê representados nestes locais? Eles existem, é verdade, mas em menor número do que pessoas de outras etnias.

Foi para mostrar que a população negra também pode e quer viajar, que nasceu o coletivo Nomadness Travel Tribe (algo como “A tribo de viagem nômade-louca”), nos Estados Unidos. Hoje com mais de 13 mil membros, 80% dos quais são mulheres e 85% negros, o grupo planeja viagens ao redor do mundo, buscando mostrar que “viajar não tem limitações étnicas, religiosas ou econômicas“.

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O grupo foi criado por Evita Robinson em 2011, como uma maneira de mudar o cenários das viagens urbanas. Desde então, mais de 20 viagens internacionais foram realizadas por eles. Para fazer parte da tribo, existe o pré-requisito de ter ao menos um carimbo no passaporte.

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Os pacotes de viagens lançados pelo grupo costumam se esgotar em apenas cinco minutos. O ingresso na tribo permite ter acesso a estes pacotes e é gratuito, porém, é preciso aplicar com antecedência através deste link.

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Todas as fotos: Reprodução