Em ação invadora, Uber leva pets para adoção de casa em casa em cidades do Brasil

No último domingo (04) foi o Dia Nacional de Adotar um Animal. Todos sabemos que há milhares de cachorros e gatinhos por aí esperando uma família . Para estimular a adoção responsável, o Uber lançou uma campanha bastante criativa em que se propôs a levar cãezinhos disponíveis para adoção até a casa de pessoas interessadas.

Chamada de uberPET, a campanha aconteceu em São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, das 11h às 14h do domingo, e os motoristas da Uber levavam gratuitamente de dois a três cães para as pessoas interessadas, que podiam brincar até 15 minutos com os bichinhos e, se o coração batesse forte, adotá-los na hora com os promotores da ação.

É muito amor, né? Veja como foi:

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Todas as fotos: Divulgação Uber/Instagram

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Estas estudantes estão criando uma bactéria que come o plástico dos oceanos e o transforma em água

A poluição dos oceanos é um problema sério e que tende a piorar. Hoje são despejados 8 milhões de toneladas de plástico no ano – é até difícil de processar esse número -, e estima-se que, em 2050, teremos mais plástico do que peixes nos mares. Procurando uma saída, duas universitárias estão desenvolvendo uma bactéria capaz de degradar o material.

Miranda Wang e Jeanny Yao moram em Vancouver, Canadá, e vêm trabalhando na ideia desde que estavam no colégio. Em 2013 elas já davam palestras sobre o trabalho, que vem recebendo incentivos financeiros e já ganhou alguns prêmios de inovação tecnológica.

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O objetivo delas é criar uma bactéria que se alimenta dos resíduos plásticos, retornando água e CO2 para os oceanos. O sistema funciona em duas etapas: na primeira, o plástico é dissolvido com o uso de solventes, depois as bactérias entram em ação. A estimativa é que cada litro de solução com bactérias possa remover nove gramas de plástico das águas.

As duas vão testar o produto na prática ainda em 2016, e esperam que ele seja viável comercialmente em até dois anos. Wang acha o plástico um material essencial e que não será deixado de lado tão cedo, por isso é necessário criar um jeito de torna-lo biodegradável.

Mas claro que isso não é motivo para descartar os plásticos de qualquer jeito, né? A coleta seletiva de materiais recicláveis ainda é o melhor que podemos fazer!

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Todas as fotos: Reprodução

10 megaestruturas antigas e incríveis

Pequenos artefatos antigos já são descobertas incríveis, mas, ocasionalmente, algo muito maior aparece.Quando enormes ruínas são encontradas, é sempre emocionante poder dar uma espiada no passado e conhecer a nossa história. Veja:

10. Templo de Pan

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Enquanto arqueólogos escavavam a antiga cidade de Hippos, no norte de Israel, eles encontraram uma máscara de bronze representando o deus grego Pan. Logo depois, descobriram uma enorme entrada para um grande edifício de pedra, que acredita-se ser os restos de um templo dedicado a Pan.

O complexo remonta ao tempo do imperador romano Adriano (cerca de 117 a 138 dC) e está localizado fora dos limites da cidade, semelhante a outros lugares dedicados à Pan. Esse deus meio-homem, meio-cabra representava os pastores. Celebrações para Pan eram conhecidas por sair do controle. Muitas vezes, o culto tomava a forma de rituais de êxtase incluindo beber vinho e dançar nu.

Devido à natureza dos rituais para o deus selvagem, as festas eram realizadas fora da cidade em ambientes rústicos, como uma caverna ou uma floresta, mas um templo longe do perímetro urbano também poderia funcionar.

9. O monumento de Petra

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Petra tem sido um importante sítio arqueológico por séculos, mas uma inteiramente nova descoberta foi feita recentemente na área – um monumento maciço encontrado por satélites.

A plataforma elevada, do comprimento de uma piscina olímpica, não tem paralelo com qualquer outra estrutura em Petra. O local, agora uma atração turística, era parte de uma cidade caravana movimentada – cidade caravana é uma cidade situada em uma importante rota de comércio que deriva sua prosperidade de sua localização.

Quando Petra foi mapeada pela primeira vez em 1812, estruturas antigas foram encontradas no que era seu núcleo urbano, mas este monumento tinha permanecido obscuro até agora. Cerâmica encontrada perto do monumento indica que ele foi erguido durante os primeiros anos da cidade, como parte de um programa de construção pública.

8. Portões de Golias

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A Bíblia frequentemente menciona os filisteus em todo o Antigo Testamento, mas evidências da existência desse povo permaneceram uma incógnita por muito tempo.

Em 2015, uma escavação em Israel descobriu portões maciços que teriam sido a entrada para a metrópole famosa de Gath. Os portões foram apelidados de “Portões de Golias”, devido ao seu tamanho enorme.

Durante os tempos bíblicos, Gath teria sido uma das maiores cidades da região. As ruínas de Gath foram investigadas desde 1899, mas foi só nos últimos anos que o tamanho da cidade foi reconhecido. Os portões monumentais recém-descobertos ilustram ainda mais claramente o quão impressionante este local foi um dia.

7. Superhenge

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A apenas 3,2 km de distância de Stonehenge, encontra-se um monumento de pedra 15 vezes maior. Localizado em Durrington Walls na Grã-Bretanha, as origens do apelidado “Superhenge” são tão obscuras quanto as de Stonehenge.

Ao contrário do sítio arqueológico mais famoso, Superhenge não é mais visível acima do solo. Porém, suas pedras enterradas descobertas em 2015 fornecem uma imagem de como teria sido em seu tempo. As rochas com 4,5 metros de altura foram erguidas durante o período neolítico. Por alguma razão desconhecida, caíram cerca de 4.500 anos atrás e foram enterradas.

Devido à proximidade e semelhança com Stonehenge, acredita-se que ambos os locais estejam relacionados de alguma forma, embora só podemos supor qual era seu verdadeiro propósito, devido à falta de registros históricos.

6. Tzompantli

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Uma descoberta macabra foi feita atrás de uma catedral da era colonial na Cidade do México: um tzompantli, ou altar de crânios, uma estrutura de madeira maciça que teria servido para chocar e aterrorizar quem chegasse na então capital asteca.

Construído entre 1485 e 1502, o altar possuía 35 metros de altura e 12 metros de largura. Era uma visão imponente, com certeza, com suas centenas de crânios, muitos dos quais haviam sido obtidos por meio de sacrifício humano. Aliás, os crânios não pertenciam a pessoas comuns; eram de guerreiros inimigos que foram capturados e decapitados.

O altar era simbólico de duas características importantes dos astecas: guerra e espiritualismo.

5. Ponte de Gales

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Em 2012, arqueólogos descobriram restos de três toras de madeira colocadas juntas em Monmouth, no País de Gales. As toras eram enormes e provavelmente foram esculpidas a partir de troncos de árvores inteiras.

A princípio, os pesquisadores pensaram que a madeira era apenas uma viga antiga, mas quando perceberam que a área onde as toras foram encontradas costumava ser um lago, começaram a teorizar que poderiam ter sido uma ponte.

Tal ponte pode ter sido construída durante a Idade do Bronze, cerca de 4.000 anos atrás, mas uma data mais provável coloca sua edificação durante a Idade do Ferro. Houve outros usos para a estrutura; restos de carvão queimado foram encontrados debaixo da ponte, sugerindo que ali existia algum tipo de calha para aquecimento de água.

4. Vila romana

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Em 2016, trabalhadores de construção civil que estavam escavando o quintal de uma casa residencial em Wilshire, na Inglaterra, descobriram um mosaico vermelho, branco e azul. Logo, ficou claro que a propriedade tinha sido construída em cima de uma antiga vila romana.

O mosaico foi datado de cerca de 175 a 220 dC. A casa de campo era espaçosa e luxuosa, sugerindo que foi construída por alguém de grande importância na era romana na Grã-Bretanha. Possuía três andares de altura e 20 a 25 quartos, antes de ser derrubada cerca de 1.400 anos atrás.

A moradia permitiu que historiadores tivessem um vislumbre da vida dos aristocratas romanos que ocupavam a Grã-Bretanha, e é um dos achados mais importantes da região.

3. Círculos neandertais

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Na caverna Bruniquel no sul da França, centenas de estalagmites esculpidas foram encontradas projetando-se a partir do chão. O local foi originalmente descoberto em 1990, mas só pode ser estudado em 2013.

Os pesquisadores examinaram os círculos misteriosos construídos a partir das estalagmites, e há evidência de que eles foram alterados e usados por homens primitivos para gerar calor e iluminação, e para cozinhar.

Acreditava-se que os círculos tinham sido construídos cerca de 40.000 anos atrás, mas a datação por carbono indicou que as estruturas tinham surpreendentes 165.000 anos de idade. A única espécie na área naquele momento era os neandertais, que antes pensávamos serem brutais e pouco inteligentes.

As 400 estruturas de estalagmite contam uma história diferente. Os neandertais aparentemente possuíam conhecimento e astúcia para criar tais construções elaboradas.

2. Base naval grega

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Milhares de anos atrás, a cidade movimentada de Atenas, na Grécia, começava a se preparar para uma guerra contra o Império Persa através da construção de centenas de triremes, antigos navios com remos.

Esses navios foram alojados em uma grande base naval. Levou mais de uma década para os pesquisadores estudarem plenamente os restos de tal base, uma vez que a estrutura teria sido um dos maiores edifícios do mundo no momento da sua conclusão.

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Devido à grande poluição da água, havia muito pouca visibilidade quando os mergulhadores tentaram investigar o local, mas agora temos informações suficientes para fazer um palpite quanto à finalidade da estrutura. Construída entre 520 e 480 aC, o estaleiro provavelmente existiu durante a época de uma das batalhas navais mais cruciais na história grega: a Batalha de Salamina. Acredita-se que muitos dos navios de Salamina foram alojados no galpão naval de Atenas.

1. Old Sarum

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Localizado perto de Salisbury, na Inglaterra, Old Sarum é um local histórico que fica acima das ruínas de uma cidade medieval. A cidade remonta ao final do século 11 e continha uma catedral e um castelo. Foi extinguida no século 13, cerca de 300 anos após a sua construção.

Há muito tempo se sabe que havia uma cidade em Old Sarum, mas foi só recentemente que os pesquisadores puderam estudar o local, que é protegido. Escavação à moda antiga não é permitida, de forma que os cientistas precisam usar técnicas de laser para ter uma noção das estruturas subterrâneas.

Com a alta tecnologia empregada, os pesquisadores descobriram restos de construções defensivas formando uma parede exterior, com muitas das outras estruturas da cidade localizadas dentro dessa área. Ruínas de casas residenciais estão espalhadas na região, e depósitos minerais indicam que havia fornos.

Por que a cidade foi abandonada permanece um mistério. [Listverse]

Médicos removem cirurgicamente 40 facas de estômago de homem na Índia

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Um homem na Índia passou dois meses engolindo facas, de forma que os médicos removeram 40 delas cirurgicamente do seu estômago.

“Ele tinha um desejo selvagem de consumir metal. Mesmo para nós, cirurgiões experientes, foi assustador”, disse o Dr. Jatinder Malhotra, que fez a operação, ao portal CNN. “Nós estávamos muito nervosos. Um pequeno erro poderia tirar a vida do paciente. Em meus 20 anos de prática, eu nunca vi nada parecido”.

Situação complicada

A equipe de Malhotra levou cerca de dois dias para formar um plano de diagnóstico e cirurgia. A operação durou cinco horas e foi concluída na última sexta-feira, 19, na cidade de Amritsar, no estado de Punjab.

No estômago do homem, foram encontradas 40 facas dobráveis, algumas totalmente estendidas, com mais de 17 centímetros de comprimento. Algumas já haviam começado a enferrujar, e tinham quebrado.

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Bizarro

O paciente é um pai de 42 anos de idade. De acordo com a CNN, ele se arrependeu de seu comportamento, e está se sentindo muito melhor agora, depois da cirurgia.

“Me desculpe, eu decepcionei minha família. Eu serei eternamente grato aos médicos e funcionários do hospital por salvar a minha vida”, disse ele.

Malhotra disse que o homem está “fora de perigo” e deve ser liberado do hospital em breve. Porém, ele vai precisar de tratamento psiquiátrico.

O próprio paciente não sabe explicar porque engolia as facas. “Eu apenas gostava de seu sabor e era viciado. Como as pessoas ficam viciadas em álcool e outras coisas, a minha situação era similar”, contou à CNN.

Distúrbio

Malhotra acredita que o paciente tenha um transtorno mental muito raro. Ele está atualmente sob a supervisão contínua da equipe psiquiátrica do hospital, e será visitado por especialistas de saúde mental em casa.

Aparentemente, ele prometeu que não vai sequer tocar em uma faca nunca mais.Se o desejo por metal do homem ficar grave, os médicos aconselharam o paciente a tentar comer espinafre, para saciar a vontade de mais ferro em seu corpo. [CNN]

10 fatos horripilantes sobre a vida na Roma antiga

Quantos filmes sobre a Roma antiga você já assistiu? Com certeza, essa civilização ocupa um lugar mítico na nossa imaginação.

Mas a vida real na Roma antiga tinha menos a ver com carros de passeio, armaduras douradas e imperadores recebendo uvas na boca, e mais a ver com a falta de saneamento moderno e medicina.Sobreviver a um dia normal era uma tarefa difícil e muito mais nojenta do que você jamais poderia imaginar. Por exemplo:

10. As pessoas lavavam suas bocas com urina

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Na Roma antiga, xixi era um negócio importante. Tanto que o governo tinha impostos especiais para a venda de urina, já que algumas pessoas ganhavam a vida a partir de coleta desse excremento, tanto de mictórios públicos quanto de casas particulares.

E pra que eles usavam a urina? Para muitas coisas, como limpar as roupas e os dentes, por exemplo. Não é zoeira.

No caso das roupas, trabalhadores enchiam uma banheira com xixi e pisavam nas togas para lavá-las. No caso dos dentes, as pessoas simplesmente usavam a urina como antisséptico bucal, alegando que isso mantinha seus dentes brilhando. Diversos autores romanos, como Catullus, atestaram que pessoas usavam urina humana e animal para limpar os dentes.

Ou seja, xixi, para os romanos antigos, era um excelente produto de limpeza. Faz sentido, conforme explica a Revista Galileu, já que, depois de um bom tempo, a urina se decompõe em amônia, substância comum em produtos de higiene.

9. As pessoas compartilhavam uma única esponja para se limpar em banheiros públicos

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Roma era avançada em certos aspectos – por exemplo, tinha banheiros públicos e sistemas de esgoto, algo que mesmo sociedades posteriores não teriam por séculos. Mas nem tudo pode ser perfeito, não é mesmo?

Os arqueólogos acreditam que esses banheiros eram raramente, ou nunca, limpos. Eles eram recheados de parasitas – tanto que os antigos romanos iam ao banheiro com pentes especiais para raspar piolhos. A pior parte, no entanto, era quando a pessoa “terminava” o que tinha ido fazer. Cada banheiro público, compartilhado com dezenas de outras pessoas, tinha uma única esponja em uma vara usada por todos para limpar-se.

8. Os banheiros públicos às vezes explodiam

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Quando você entrava em um banheiro romano, havia um risco muito real de morrer. O primeiro problema era que as criaturas que viviam no sistema de esgoto podiam rastejar e morder as pessoas enquanto elas faziam seus negócios.

Pior do que isso, porém, era o acúmulo de metano, que por vezes podia incendiar e explodir o local. Era tão perigoso que as pessoas recorriam a bruxaria para tentar permanecer vivas. “Fórmulas mágicas” destinadas a manter demônios longe foram encontradas nas paredes das casas de banho, além de estátuas de Fortuna, a deusa da sorte, para proteção.

7. O sangue de gladiadores era usado como medicamento

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A medicina romana tinha seu quinhão de excentricidades. Muitos autores romanos, por exemplo, relataram que as pessoas recolhiam o sangue de gladiadores mortos para vendê-lo como medicamento. Os romanos aparentemente acreditavam que ele tinha o poder de curar a epilepsia. Outras pessoas iam mais além, retirando os fígados dos gladiadores para comê-los crus.

Esse tipo de “remédio” era tão popular que, quando Roma proibiu o combate de gladiadores, as pessoas mantiveram o tratamento bebendo o sangue de prisioneiros decapitados. Estranhamente, alguns médicos romanos juraram que a bizarra terapia funcionava, informando que pessoas que beberam o sangue humano se recuperaram de seus ataques epilépticos.

6. Mulheres esfregavam células mortas da pele de gladiadores em seus rostos

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Os gladiadores que perdiam (ou seja, os que morriam) viravam remédios para epiléticos, enquanto os vencedores tornavam-se afrodisíacos.

Na época romana, sabão não era muito comum. As pessoas se limpavam cobrindo seus corpos em óleo e raspando as células mortas da pele com um instrumento chamado strigil. Normalmente, essas células eram simplesmente descartadas, a não ser que você fosse um gladiador. Seu suor e pele, nesse caso, eram colocados em uma garrafa e vendidos para as mulheres como um afrodisíaco.

Muitas mulheres esfregavam esse “creme facial” em seus rostos, esperando que isso as deixassem irresistíveis para os homens.

5. Pompeia era cheia de arte obscena

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A erupção vulcânica que enterrou Pompeia a deixou maravilhosamente preservada para os arqueólogos. Quando eles deram a primeira olhada na cidade, porém, ficaram um pouco chocados. Tinha tanta arte obscena que ela foi escondida dos visitantes por anos.

Pompeia era cheia das mais loucas obras de arte eróticas, como a estátua do deus Pan abusando sexualmente de um bode.

Também é de amplo conhecimento que a cidade era lotada de prostitutas. Ao percorrer Pompeia, os mais atentos podem reparar em pênis esculpidos no chão, cujas pontas apontavam o caminho para o bordel mais próximo.

4. Amuletos de pênis eram usados para dar sorte

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Pênis eram muito populares em Roma. Os antigos romanos não partilhavam do nosso nervosismo em relação ao membro masculino; pelo contrário, o exibiam com orgulho.

Um pênis em um colar em torno do pescoço era uma escolha de moda romana bastante comum para jovens meninos. De acordo com os escritos romanos, estes seriam como amuletos para “evitar males” às pessoas que o usavam.

E não parava por aí. Os pênis da sorte também eram desenhados em lugares perigosos para manter viajantes seguros, como curvas acentuadas e pontes frágeis de Roma.

3. Os romanos fizeram o primeiro “bundão” registrado da história

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Roma tem a distinção de ser a primeira civilização a fazer um bundão registrado na história. Flavius Josephus, um sacerdote judeu, escreveu sobre esse comportamento ao relatar um motim em Jerusalém.

Durante a Páscoa, soldados romanos foram enviados para Jerusalém para o caso de as pessoas se revoltarem. Eles deveriam manter a paz, mas um soldado foi um pouco além. Nas próprias palavras de Josephus, o soldado levantou suas vestes, agachou-se de uma forma descarada e liberou um som com odor fétido, no local onde os judeus estavam oferecendo sacrifício.

Os judeus, é claro, ficaram furiosos. Primeiro, eles exigiram que o soldado fosse punido, e então começaram a arremessar pedras contra todo o exército romano. Logo, um motim eclodiu.

2. Os antigos romanos vomitavam para que pudessem continuar comendo

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Os antigos romanos gostavam de excesso. Nos banquetes, eles comiam até não poder mais, e em seguida vomitavam para poder continuar comendo.

Algemas pessoas faziam isso em bacias ao redor da mesa, mas outras não eram tão educadas e vomitavam no chão mesmo. Os escravos tinham os piores trabalhos durante esses banquetes. Sêneca escreveu sobre os pobres coitados que ficavam recolhendo saliva e restos de vômito dos bêbados nessas festas malucas.

1. Corredores de biga bebiam esterco de cabra

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Romanos não tinham Band-Aids, de forma que encontraram outra maneira de proteger suas feridas. De acordo com Plínio, o Velho, eles cobriam seus arranhões e machucados com esterco de cabra. Plínio escreveu que o melhor esterco era o coletado durante a primavera e secado, mas que estrume fresco poderia ser usado “em uma emergência”.

Soa horrível? Esse nem era o pior uso de esterco de cabra que os romanos tinham. Corredores de biga, um esporte famoso na Roma antiga, bebiam a nojeira porque achavam que isso lhes dava energia. O esterco era fervido em vinagre ou triturado e misturado em outras bebidas.

Esse energético de dar ânsia não era uma solução criada pelos pobres que não podiam pagar por Red Bulls. De acordo com Plínio, ninguém gostava mais de beber esterco de cabra do que o próprio imperador Nero. [Listverse, Galileu]