Casal usa criatividade para transformar ônibus antigo em casa rústica

Se antes uma casa precisava ser grande para ser aconchegante, a ideia atual de lar doce lar tem metros quadrados reduzidos. Seguindo a linha das casas pequenas, o casal norte-americano Julie e Andrew Puckett decidiu reformar um antigo ônibus escolar e, com criatividade e muito bom gosto, hoje pode chamá-lo de casa.

Conhecido como House Bus, o ônibus costumava ser usado no trajeto entre escolas, servindo de condução para crianças. Com a estrutura reformada, porém, o veículo dá vez a uma casa completa, com direito a cozinha e até a um pequeno banheiro com chuveiro – tudo o que o casal precisa para viver com o mínimo de conforto.

Embora no pequeno espaço não caibam muitos pertences, o casal tem aproveitado uma das principais vantagens de se morar em um ônibus: a mobilidade.

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Foto © House Bus

Agora nós podemos viver onde queremos e viajar para onde nosso coração mandar. As férias são muito mais baratas já que não precisamos pagar por hospedagem, o que significa que conseguimos bancar mais experiências e atividades. O mais importante de tudo é que nós não estamos colocando nosso suado dinheirinho em no aluguel de algo que não é nosso. Esse ônibus é nosso. Bem como nossa liberdade“, afirmou Julie ao The Coolist.

Conheça a casa e tente não se apaixonar:

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Fotos © Samuel Laubscher

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Fotos © House Bus

Série de fotos histórica mostra as primeiras paradas LGBT dos EUA na década de 70

No dia 28 de junho de 1969, Nova York amanheceu com um violento protesto de manifestantes após a política invadir o Stonewall Inn, um bar gay que funcionava na época. Dali surgia um movimento ainda tímido da comunidade LGBT norte-americana, que começava a se articular em busca de seus direitos. Um ano depois, surgia a primeira parada LGBT dos Estados Unidos.

Foi justamente no aniversário dos protestos que a parada tomou as ruas de Nova York, Los Angeles, São Francisco e Chicago. As fotos abaixo, retiradas dos arquivos da Biblioteca Pública de Nova York, mostram como eram os protestos por igualdade em uma época em que ser homossexual era considerado ilegal em praticamente todos os estados do país (a exceção ficava por conta de Illinois).

Espia só:

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Times Square, Nova York, 1969. Foto © Diana Davies / The New York Public Library

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New York City Gay Liberation Day, 1970. Foto © Diana Davies / The New York Public Library

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Gay Liberation Day, Nova York, 1970. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

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New York City Gay Liberation Day, 1970. Foto © Diana Davies / The New York Public Library

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New York City Gay Liberation Day, 1970. Foto © Barbara Gittings e Kay Tobin Lahusen/The New York Public Library

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New York City Gay Liberation Day, 1970. Foto © Barbara Gittings e Kay Tobin Lahusen/The New York Public Library

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Primeira parada do orgulho gay da Filadélfia, 1972. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

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Primeira parada do orgulho gay da Filadélfia, 1972. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

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Primeira parada do orgulho gay da Filadélfia, 1972. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

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Primeira parada do orgulho gay da Filadélfia, 1972. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

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Primeira parada do orgulho gay da Filadélfia, 1972. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

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Parada do orgulho gay de Chicago, 1972. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

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Parada do orgulho gay de Toronto, 1972. Foto © Kay Tobin Lahusen / The New York Public Library

Artista submerge vestido no Mar Morto por 2 anos e ele se cristaliza

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A artista israelense Sigalit Landau decidiu submergir um vestido preto no Mar Morto, e o resultado final tem um toque mágico.O projeto começou em 2014, quando ele colocou a peça nas águas ricas em sal, das quais o vestido foi recentemente removido para uma exposição.

Como você pode ver nas imagens impressionantes abaixo, o fruto da concepção parece saído de um conto de fadas.

O projeto faz parte de uma série de fotografias chamada “Salt Bride” (algo como “Noiva de Sal”), inspirado pela peça de 1916 “Dybbuk”, de S. Ansky. A peça é sobre uma mulher hassídica jovem, que é possuída pelo espírito de seu amante morto. O vestido incrustado de sal de Landau é uma réplica do usado na produção dramática da década de 1920.

Landau verificou o vestido várias vezes em intervalos de três meses, a fim de capturar o processo gradual de cristalização, como é possível observar nas fotos abaixo.

A peça de roupa ficará em exibição no Marlborough Contemporary, em Londres, até 3 de setembro.

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[BoredPanda]

As piores ferroadas do mundo organizadas por um cientista que levou todas elas

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No início de sua carreira, Justin Schmidt, um entomologista, e sua esposa zoóloga viajaram ao redor dos Estados Unidos recolhendo diferentes espécies de formigas-cortadeiras, insetos com picadas desagradáveis cuja química do veneno era desconhecida.

Para saber os detalhes de tal veneno para a sua dissertação, eles tiveram que analisar um número incrivelmente grande de criaturas, o que significa que levaram bastante picadas.

Debbie, a esposa de Schmidt, descreveu sua primeira ferroada no livro que eles escreveram, “The Sting of the Wild”, como “se alguém estivesse alcançando abaixo da sua pele e rasgando seus músculos e tendões”.

As piores picadas

Para analisar a toxicidade dos insetos, Schmidt usou medidas já existentes. Mas não havia nenhuma escala existente para medir a dor das picadas. Assim nasceu a “Escala de Schmidt”, uma escala de dor para ferroadas de insetos.

O sistema de quatro pontos é ancorado pela picada bem conhecida de uma abelha (que, aliás, é um 2), algo que pessoas de todo o mundo podem já estar familiarizadas. Para subir ou descer um ponto cheio, a picada tem que ser perceptivelmente mais ou menos dolorosa.

Ao longo dos anos, Schmidt foi picado por diferentes insetos mais de 1.000 vezes, e pelo menos 83 espécies diferentes foram avaliadas no seu índice. Ele não levou as ferroadas de propósito; foram ossos do ofício.

Confira algumas espécies e como elas se encaixam na classificação do entomologista:

Formiga-de-fogo

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Gama: Nativa da América do Sul
Nome científico: Solenopsis invicta
Descrição da picada: “Aguda, súbita, levemente alarmante”.
Nível de dor: 1

Cigarra

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Gama: América do Norte
Nome científico: Sphecius grandis
Descrição da picada: “Dor à primeira vista. Como o veneno do carvalho, quanto mais esfregar, pior fica”.
Nível de dor: 1,5

Abelha-europeia

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Gama: Nativa da África e da Europa
Nome científico: Apis mellifera
Descrição da picada: “Queima, é corrosiva, mas dá para lidar com ela. Como uma cabeça de fósforo flamejante que cai em seu braço, e é apagada primeiro com soda cáustica e depois ácido sulfúrico”.
Nível de dor: 2

Vespa

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Gama: América do Norte
Nome científico: Vespula pensylvanica
Descrição da picada: “Quente e fumegante, quase irreverente. Imaginem W. C. Fields apagando um charuto em sua língua”.
Nível de dor: 2

Vespa

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Gama: América Central
Nome científico: Polybia simillima
Descrição da picada: “Como um ritual que vai mal, satânico. Parece uma velha lâmpada de gás que explode em seu rosto quando você a acende”.
Nível de dor: 2.5

Vespa

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Nome científico: Dasymutilla klugii
Gama: América do Norte
Descrição da picada: “Explosiva e de longa duração, você soa insano quando grita de dor. Como óleo quente de fritura derramando sobre toda a sua mão”.
Nível de dor: 3

Formiga da Flórida

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Gama: América do Norte
Nome científico: Pogonomyrmex badius
Descrição da picada: “Corajosa e destemida. Como uma broca escavando sua unha encravada”.
Nível de dor: 3

Vespa caçadora

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Gama: América do Norte, América Central e América do Sul
Nome científico: Pepsis spp.
Descrição da picada: “Cegante, feroz, chocantemente elétrica. Como um secador de cabelo que cai ligado em sua banheira”.
Nível de dor: 4

Formiga-cabo-verde

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Gama: América Central e América do Sul
Nome científico: Paraponera clavata
Descrição da picada: “Pura, intensa, dor brilhante. Como caminhar ao longo de carvão vegetal flamejante com um prego enorme incorporado em seu calcanhar”.
Nível de dor: 4

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Gama: América Central e América do Sul
Nome científico: Synoeca septentrionalis
Descrição da picada: “Tortura. Como estar acorrentado ao fluxo de um vulcão ativo”.
Nível de dor: 4

Cópias limitadas do livro mais misterioso do mundo serão lançadas

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Uma editora espanhola finalmente recebeu permissão para fazer cópias exatas do Manuscrito Voynich, um livro do século 15 considerado por muitos o mais misterioso do mundo. Isso porque está escrito em uma linguagem codificada que ninguém até hoje conseguiu decifrar.

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898 réplicas exatas do Voynich estarão disponíveis para o público em breve, a um custo de cerca de US$ 9.000 cada.Quem sabe com mais olhos no manuscrito, podemos finalmente obter algumas respostas.

Sinal verde

Durante séculos, pesquisadores têm tentado decifrar o texto. Alguns dos melhores criptógrafos do mundo dedicaram suas vidas para resolver o quebra-cabeça, e não chegaram nem perto.

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O manuscrito está atualmente trancado no cofre da biblioteca de livros raros da Universidade de Yale, nos EUA. Devido à sua idade e raridade incrível, pouquíssimas pessoas realmente já tocaram o manuscrito.

“Tocar o Voynich é uma experiência”, disse Juan Jose Garcia, diretor da editora espanhola Siloé, à Agence France-Presse. “É um livro que tem uma aura de mistério que quando você o vê pela primeira vez, preenche-o com uma emoção que é muito difícil de descrever”.

Até agora, nenhuma editora tinha obtido acesso ao manuscrito para fazer cópias. Depois de dez anos de insistentes requisições, Siloé finalmente conseguiu o sinal verde.

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Autor emblemático

Por um bom tempo, acreditou-se que o livro tinha sido escrito por um frade inglês franciscano e “bruxo” alquimista do século 13, Roger Bacon.

A datação por carbono, por entanto, indicou que o manuscrito se originou entre 1404 e 1438.

Embora já tenha se teorizado que Voynich foi criado por um jovem Leonardo da Vinci e até por aliens, ninguém foi capaz de descobrir quem foi seu autor.

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Assim, o manuscrito foi nomeado em homenagem ao antiquário lituano Wilfrid Voynich, que supostamente o adquiriu em 1912 a partir de uma coleção de livros raros pertencente a jesuítas da Itália, e foi responsável por torná-lo famoso.

Desenhos bizarros

O que é imediatamente incomum sobre a obra consiste em suas várias ilustrações coloridas e surreais de plantas bizarras, figuras humanas e constelações desconhecidas.

Algumas das imagens são realmente perturbadoras, como mulheres com abdomens inchados que estão imersas ou boiando em fluidos, interagindo estranhamente com tubos e cápsulas.

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Mas a bizarrice dos desenhos é ofuscada por um texto indecifrável. A linguagem não coincide com qualquer outra vista em qualquer outro livro. Enquanto os desenhos muitas vezes têm rótulos, que parecem oferecer um caminho para decifrar o código, essa expectativa se provou uma ilusão, já que ninguém conseguiu identificar a ligação.

A esperança é a última que morre

Com certeza, alguns entusiastas vão conseguir agarrar uma cópia do manuscrito. Entretanto, bibliotecas e instituições de pesquisa vão acabar com a maior parte das 898 réplicas.

Talvez alguém finalmente tenha um momento Eureka, ou todos nós vamos ficar loucos sem conseguir entender o Voynich, e seu autor misterioso vai rir para sempre de nossas caras da sua sepultura.

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Se você quiser dar uma passeada por algumas de suas páginas, pode conferir algumas que foram digitalizadas aqui. [ScienceAlert]