Conheça os incríveis hóteis temporários feitos de areia na Holanda

Os castelos de areia passaram de brincadeira de criança para gente grande, entrando em grandes competições de quem faz o maior e melhor nas praias pelo mundo. Mas quem não está para brincadeira mesmo é o Zand Hotel, na Holanda, o primeiro hotel feito de areia que se tenha conhecimento.

Com unidades nas cidades de Oss e Sneek, os hotéis pop up têm duração limitada, mantendo-se em pé apenas durante os festivais de construções de areia Friesland, que se encerra dia 28 de setembro, e deBrabant, com final no dia 4 de outubro. Compostos por apartamentos com uma suíte, os empreendimentos foram erguidos com paredes arenosas, tetos e esculturas decorativas, além de janelas, eletricidade e wi-fi.

Em meio a outros castelos de areia, os hotéis cobram diárias de 150 euros, que incluem passeio guiado pela área de exposição, com outras 30 grandes esculturas. Com o sucesso, a produtora de eventos Global Pow Wow já prometeu lançar o hotel de areia novamente em 2016.

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Todas as fotos: Divulgação

Mais de 44 mil pessoas se juntaram no Equador para bater o recorde de reflorestamento em um só dia

 

Enquanto muita gente anda por aí reclamando sobre o desmatamento e pedindo mais árvores, mais parques e mais verde pelas cidades, um grupo de mais de 44 mil pessoas no Equador decidiu trocar o descontentamento pela ação. E por uma ação nada modesta, diga-se de passagem: ao todo, foram plantadas cerca de 650 mil árvores em apenas um dia.

Ao investir no reflorestamento, o grupo alcançou um recorde mundial pela façanha, devidamente registrado pela equipe do Guinness Book. Uma área de cerca de 5 mil acres foi preenchida com mais de 220 espécies diferentes de plantas. Mais importante do que o recorde obtido é o fato de que a ação irá permitir que o Equador atinja sua meta de conservar e restaurar mais terras do que as que foram desflorestadas entre os anos de 2008 e 2017.

O reflorestamento pode ser ainda uma ótima saída para reduzir a quantidade de dióxido de carbono na atmosfera – e as pessoas que fizeram parte deste dia mostraram que boa vontade também pode ajudar o meio ambiente.

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Fotos © Rodrigo Buendia/AFP/Getty Images

Foto de topo © AP Photo/Dolores Ochoa

Estudo revela que veneno de vespa brasileira pode eliminar células cancerígenas

Um estudo realizado pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) em parceria com Universidade de Leeds, na Inglaterra, publicado na última terca-feira (01) na revista Biophysical Journal, revelou que a vespa da espécie Polybia paulista possui um veneno que atrapalha o desenvolvimento de células cancerígenas e mantém intactas as células saudáveis.

A nova aposta para tratamentos oncológicos está apenas no início, ressaltam os pesquisadores, que realizaram o estudo em parceria com o pesquisador da Universidade inglesa Leeds, Paul Beales, que declarou: “Isso poderia ser útil no desenvolvimento de novas terapias combinadas, em que múltiplas drogas são usadas simultaneamente para tratar um câncer ao atacar diferentes partes das células cancerígenas ao mesmo tempo”.

A picada da vespa provoca reações desagradáveis, causando coceira, inchaço ou dor. O veneno expelido, porém, contém uma toxina chamada MP1, que o inseto usa para atacar ou se defender. A novidade é que essa substância pode atacar e destruir células cancerígenas.

João Ruggiero Neto, do Departamento de Física da Unesp em São José do Rio Preto e um dos autores do estudo, contou ao Estadão que “desde que descrevemos a toxina do veneno dessa vespa, em 2009, sabíamos que ela contém peptídeos com uma forte prioridade antibacteriana, funcionando como antibiótico potente. Mais tarde, pesquisadores coreanos e chineses começaram a fazer trabalhos com esses peptídeos sobre células de câncer e nós fomos estudar sua ação em linfócitos com leucemia”.

A Polybia paulista é encontrada no sudeste do país. Pode ser que estejamos mais próximos da resolver uma das maiores questões que tem afetado a humanidade. Acesse aqui para ler a pesquisa completa.

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Considerada extinta, ararinha-azul é vista na natureza depois de 14 anos

As ararinhas-azuis são um símbolo da luta contra a extinção de animais, tema que ganhou muita força desde o fim dos anos 1990. Quinze anos atrás o último indivíduo da espécie que vivia na natureza desapareceu, mas na última semana o aparecimento de uma delas surpreendeu os moradores de Curaçá, na Bahia.

A cidade é o habitat natural da ararinha, e os moradores vêm sendo preparados para um projeto que busca reinserir na natureza alguns dos 100 exemplares de ararinhas mantidos em cativeiro. O agricultor Nauto Oliveira foi o primeiro a ver e reconhecer a ave, e no dia seguinte sua mulher, Lourdes, e sua filha, Damillys, conseguiram registrá-la em vídeo.

Pedro Develey, diretor da SAVE Brasil, a Sociedade para a Conservação das Aves do Brasil, foi avisado e logo se encaminhou para o local, mas não conseguiu encontrar a ararinha. Segundo ele, o vídeo não deixa dúvidas de que é mesmo uma ararinha-azul que foi avistada, por causa de seu canto característico.

Pedro considera praticamente impossível que a ave tenha vivido solta e despercebida nesses últimos anos. O mais provável é que ela fosse mantida em cativeiro e que seu dono tenha a soltado – a teoria faz sentido, até porque o Ibama fez uma grande ação de combate ao tráfico de animais na região há pouco tempo.

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Nunca ouviu o barulho feito pela ararinha-azul? Confira no vídeo gravado por Damillys.

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Imagens: reprodução


Raio mata 323 renas na Noruega

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A cena encontrada no sul da Noruega na última sexta-feira (29) faria Papai Noel (e qualquer outra pessoa) passar mal: 323 renas foram encontradas mortas em um parque que permite caça. A Agência Ambiental da Noruega informou que 70 eram filhotes e que cinco animais que ainda estavam vivos tiveram que passar por eutanásia.

Autoridades acreditam que o que causou as mortes foi uma descarga elétrica durante uma tempestade que atingiu a região de Hardangervidda naquele dia.

Esta é a tempestade mais mortal já registrada. “Já ouvimos falar de animais que foram atingidos por raios e morreram, mas não lembro de um raio ter matado animais nesta escala antes”, diz o porta-voz da Fiscalização da Natureza da Noruega (FNN), Knut Nylend. “Não sabemos se foi um ou mais raios; isso seria apenas especulação”, completou.

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Nylend encontrou as carcaças em uma parte remota de uma área particular de caças, e funcionários da FNN foram enviados para colher amostras dos animais. O Parque Nacional Hardangervidda abriga cerca de 10 mil renas selvagens que migram pela região durante o ano.

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Recorde de mortes

O raio mais mortal envolvendo animais matou 68 vacas na Austrália, em 2005, de acordo com o Livro dos Recordes Guinness. Já envolvendo pessoas aconteceu em 1971, quando um avião peruano foi atingido por uma descarga e caiu na Amazônia, matando 91 pessoas. [The Verge, Gizmodo]