Avô constrói incrível casa na árvore com três andares para seus netos

O empreiteiro Jay Hewitt foi, provavelmente, uma criança bastante ambiciosa. Não contente com a casa na árvore que teve no passado, ele criou um projeto que ultrapassa o imaginário de qualquer pessoa.

Eu tive uma casa na árvore quando eu era criança, mas era basicamente uma folha de madeira compensada de 4×8”. Foi então que, após o incentivo de seu filho e assistir a todos os episódios do programa Treehouse Masters, ele decidiu criar uma casa na árvore para seus netos: “Na época, eu disse que iria construir a melhor casa na árvore que qualquer criança já teve“.

Construída na cidade Attleboro, Massachusetts (EUA), a casa é sustentada por quatro árvores numa altura de mais de 12 metros e conta com escada espiral externa, sala de estar e loft para eventuais festas do pijama. Orgulhoso com a obra construída ao longo de dois anos, o avô declara: “Eu nunca sonhei que uma casa na árvore seria algo parecido com isso”.

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Além dos dois netos residentes de 4 e 6 anos, os adultos também desfrutam do local. A casa é cenário de refeições de verão e reuniões familiares e de outras visitas. Apesar de ter sido construída a pensar nos netos, Jay e sua esposa colocam a hipótese de vender o imóvel no futuro. No entanto, caso isso não aconteça, eles pretendem ampliá-lo ainda mais.

Assista ao relato de Jay sobre essa casa dos sonhos:

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Todas as fotos: Reprodução

‘Restival’: conheça o festival no deserto feito para desacelerar, relaxar e desconectar

Esqueça as multidões enlouquecidas se empurrando atrás de um lugar na primeira fila, o som ensurdecedor dos graves e agudos tirando os pés do chão, a infalível cerveja quente e as filas quilométricas para se conseguir uma comida qualquer. A nova tendência no universo dos festivais são justamente os anti-festivais – locais silenciosos e tranquilos, feitos para desintoxicação física, auditiva e mental, mirando o reequilíbrio, em locais livres de internet. O nome não poderia ser mais apropriado: Restival (misturando as palavras “rest”, ou descanso, e festival)

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O convite é para um mergulho absoluto à desconexão, a fim de justamente se reconectar. Na maior parte dos casos, os restivals são realizados em locais remotos, de natureza exuberante, e sem sinal de internet. De qualquer forma, os organizadores sugerem que os participantes deixem seus smartphones para trás.

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Não há cronograma ou lineup nos festivais de descanso, e a adesão às atividades, como yoga, astrologia, fogueiras em grupo e meditação, é opcional. A chave para a experiência da reconexão se dar por completo é, no entanto, o luxo. Os ingressos partem de obscenas 1.500 libras (quase 7 mil reais na cotação atual), garantindo assim água corrente, lençóis limpos em camas macias, tendas maravilhosamente decoradas, mesmo que no meio de um deserto.

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Outros exemplos de restivals são o Unplugged Weekend, o Obonjan Island e o Samphire Festival.

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Pra quem está acostumado com o caos e o desconforto dos grandes eventos, pode fazer falta dançar até a exaustão ao som da melhor banda de todos os tempos da última semana – mas a ideia de poder repousar em uma confortável tenda depois de um belo banho ao fim de um dia de relaxamento em um cenário exuberante parece mesmo imbatível.

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© fotos: divulgação


4 praias incríveis para você curtir (numa boa!) o ano novo no Brasil

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Icaraí de Amontada

Tenho uma amiga que passou a virada do ano em Icaraí de Amontada em 2015 e na volta fez um comentário inesquecível: “nossa, lá é tão desconhecido que não tem nem hippie!”. Nada contra eles, mas a observação é pura realidade. Enquanto os turistas lotam Jericoacoara (a 150km), principalmente na alta temporada, em Icaraí de Amontada, bem no meio do caminho ( a 200km de Fortaleza, CE) as dunas ainda dançam em silêncio conforme o sopro do vento e o mar de água morninha convida a relaxar.

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Mangue Seco

A última praia divide Bahia e Sergipe fica numa península banhada por águas doce e água salgada. É preciso parar o carro em Pontal (SE) e atravessar o rio Real para alcançar o vilarejo de Mangue Seco, dividido por um paredão de dunas que é obrigatoriamente percorrido para se chegar até o mar, e te faz sentir no meio do nada. Na praia, barracas com rede para ver a tarde passar.

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São Francisco do Sul

A vila, construída em 1504, fica em Santa Catarina e é perfeita para quem quer curtir as praias do sul sem muvuca e sem pegar trânsito no final da tarde para voltar para a casa. A 190km de Floripa, São Chico, como é apelidada, é uma ilha que ainda conserva clima de cidade do interior e tem praias de mar esverdeado, que podem ser percorridas a pé.

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Alter do Chão

Percorrer as praias de água doce e areia branquinha do rio Tapajós e Arapiuns, em meio a floresta amazônica é a proposta do Ano Novo 2016/2016 Alter do Chão (PA). A viagem acontece num barco, e no caminho você tem o privilégio de conhecer os projetos comunitários que visam fortalecer as comunidades ribeirinhas da região e incentivar a conservação do meio ambiente. Aulas de yoga e meditação, entre outras atividades, também estão inclusas na programação, que culmina numa festa de ano novo.

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Fotos: Wiki Commons

As cidades mais baratas e as mais caras para conhecer na Ásia

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Cada vez mais, a Ásia vem se tornando um destino de desejo para os brasileiros. Isso não apenas porque o continente oferece belezas de tirar o fôlego, mas também por que por lá, nossa tão desvalorizada moeda ainda possui poder de compra.

Ir para Ásia pode significar conhecer lugares exóticos, culturas únicas, gastronomia diferenciada e, o melhor de tudo: com economia. De praias paradisíacas a cidades agitadas e repletas de atrações, a Ásia oferece uma infinidade de atrações capazes de agradar até mesmo o mais exigente dos viajantes.

Baseado na pesquisa do site Price of Travel, o Skyscanner elaborou uma lista com as cinco cidades mais baratas e as cinco cidades mais caras do continente. Confira!
Cidades mais baratas

1º Hanói, Vietnã

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Bastante interessante para compreender a história do Vietnã, a capital Hanói abriga diversos lugares importantes. A começar pelo mausoléu e pelo museu de Ho Chi Minh, o herói nacional responsável pela reunificação do Vietnã, em 1976 – entre 1955 e 1975, o país esteve dividido entre o norte, comunista, e o sul, capitalista.

Hostel: a partir de R$ 12 – Hanoi Blues Hostel Hotel: a partir de R$ 47 – Hanoi Blue Sky Hotel 2 Custo de vida: 48% mais barato que São Paulo

2º Chiang Mai, Tailândia

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Considerada capital do norte da Tailândia, Chiang Mai reúne uma dezena de atrações diferentes. O quarteirão principal, todo amuralhado, hoje chamado de Old City, foi a capital do Reino de Lanna, entre os séculos 13 e 18. Um dos templos mais impressionantes é o Wat Phra That Doi Suthep, localizado nas montanhas; o ingresso custa 30฿ (a moeda tailandesa chama-se baht), menos de R$ 3.

Hostel: a partir de R$ 9 – The Kozy House Hostel Hotel: a partir de R$ 30 – Zzhouse Custo de vida: 45% mais barato que São Paulo

3º Pokhara, Nepal

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Segunda maior cidade do Nepal, aos pés da porção central da Cordilheira do Himalaia, Pokhara é um destino ideal para os viajantes que buscam aventura, especialmente trekking. Ladeada pela famosa Annapurna, Pokhara é referência para quem encara a trilha desta montanha, a célebre Annapurna Trail.

Hostel: a partir de R$ 16 – Sun Shine Hotel: a partir de R$ 30 – Hotel Butter Cup Custo de vida: 35% mais barato que São Paulo

4º Cidade de Ho Chi Minh, Vietnã

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Após a reunificação do Vietnã, Saigon passou a atender pelo nome de Ho Chi Minh City (HCNC), e, hoje, é a maior e mais rica cidade do país. Alguns lugares ajudam a contar os tempos difíceis vividos durante a Guerra do Vietnã como o Museu de Memórias da Guerra, os túneis do distrito de Cu Chi (na época, capazes de abrigar milhares de pessoas) e o Palácio da Reunificação.

Hostel: a partir de R$ 16 – Rou Hostel Hotel: a partir de R$ 47 – Phan Lan 2 Hotel Custo de vida: 37% mais barato que São Paulo

5º Vientiane, Laos

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Por certo, Laos é um dos destinos menos procurados no Sudeste Asiático. Sua capital, Vientiane (também traduzida como Vienciana) na fronteira com a Tailândia, é relativamente pequena – são apenas 800 mil habitantes. Talvez explorar uma cidade asiática de ritmo menos acelerado e turístico (mas igualmente barata), seja o que há de mais interessante a se fazer aqui.

Hostel: a partir de R$ 19 – Vientiane Backpackers Hostel Hotel: a partir de R$ 53 – La Ong Dao Hotel 2 Custo de vida: 16% mais barato que São Paulo

As cidades mais caras da Ásia

1º Tóquio, Japão

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Tudo em Tóquio chama a atenção, a começar pela população: 13 milhões somente na capital e mais de 38 milhões em toda a região metropolitana. Em função de guerras e de terremotos, Tóquio foi destruída e reconstruída diversas vezes. Ainda assim, hoje a cidade surpreende por aliar o tradicional ao moderno e por funcionar de maneira exemplar.

Hostel: a partir de R$ 74 – Tokyo Backpackers Hotel: a partir de R$ 164 – Ueno Terminal Hotel Custo de vida: 60% mais caro que São Paulo

2º Hong Kong, China

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É impressionante perceber como a superpopulosa Hong Kong, região administrativa da China, é um mundo à parte em relação ao país ao qual pertence. Aqui, a moeda é o dólar de Hong Kong, o idioma inglês é bem difundido (lembrando a dominação britânica, de 1842 até 1997), a alfândega tem regras diferentes (brasileiros não precisam de visto, ao contrário da China) e até o sistema econômico é outro, capitalista em vez de comunista.

Hostel: a partir de R$ 69 – Yesinn – Fortress Hill Hotel: a partir de R$ 177 – Oriental Lander Hotel Custo de vida: 69% mais caro que São Paulo

3º Cingapura, Cingapura

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Situada no extremo sul da Península da Malásia, a cidade-estado de Cingapura revela uma população formada majoritariamente por imigrantes e descentes de malaios, chineses e indianos, o que garante uma curiosa diversidade cultural. A estrutura da cidade e o fato de quase todos os habitantes falarem inglês também a aproxima das grandes metrópoles ocidentais.

Hostel: a partir de R$ 38 – Kawan Hostel Hotel: a partir de R$ 146 – Bright Star Hotel Custo de vida: 57% mais caro que São Paulo

4º Macau, China

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Região administrativa da China, Macau é o paraíso para os amantes de cassinos, o que a torna uma espécie de “Las Vegas asiática”. No entanto, para viajantes brasileiros, o que chama mais atenção é perceber nomes de rua em nosso idioma, estilo arquitetônico semelhante ao do Brasil colonial e pratos com bacalhau nos diversos restaurantes. Tudo isso porque Macau foi colônia portuguesa por mais de 400 anos e voltou a pertencer à China somente em 1999. Se você for adepto dos jogos de azar, certamente terá onde gastar e onde se distrair aqui.

Hotel: a partir de R$ 190 – Macau Masters Hotel Custo de vida: 18% mais caro que São Paulo

5º Seul, Coreia do Sul

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Assim como em outras cidades asiáticas, em Seul o clássico e o moderno se misturam de maneira exemplar, mas aqui ainda existe a combinação de uma dose de cultura pop muito peculiar, a exemplo do fenômeno Psy e sua Gangman Style.

Hostel: a partir de R$ 40 – Bong Backpackers Hotel: a partir de R$ 139 – Sunny House Dongdaemun Custo de vida: 15% mais caro que São Paulo

Fonte/Imagens: Skyscanner 

Na Alemanha, este museu ao ar livre te permite viajar no tempo

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Conhecer a história da Alemanha através de monumentos atuais e antigos que refletem as épocas do país é a proposta do Museu Renano ao ar livre inaugurado em Kommern, em 1961. E não só isso, mas vivenciar o modo de vida dos moradores locais ao assistir a encenações que ocorrem dentro das suas dependências para transportar-se para outras épocas,  é mais uma parte que enriquece o projeto.

Quem vai pode conhecer de perto diversos grupos de edifícios que reproduzem as regiãos da Renânia, como Eifel ou Westerwald, a arquitetura e a decoração das casas de acordo com as épocas, como por exemplo as pré-fabricadas que pipocaram durante o período do milagre econômico alemão.

O folclore do país também é desvendado no Museu Renano ao Ar Livre de Kommern, que guarda utensílios utilizados pelos locais no período do pós-guerra, como objetos e móveis do século passado. Além das construções, personagens como gansos e galinhas caipiras, que ilustram a vida rural, caminham livres sobre os vilarejos.

Como o museu visa mostrar as características de cada região, e não apenas a parte arquitetônica, desde 1990 também é possível vivenciar reconstituições históricas, como a da atriz Anna Ippendorf (foto abaixo), que encena para os espectadores suas tarefas diárias no campo durante a exposição. As encenações são ainda filmadas, para serem arquivadas para as gerações futuras.

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Fotos: divulgação e Wiki Commons