O estranho caso da mulher com um distúrbio raro que realizou o sonho de ser cega

A mente humana é capaz de coisas incríveis, mas também sabe caprichar nas doses de esquicitice. É o caso de um raro transtorno conhecido como Distúrbio de Identidade de Integridade Corporal, cujos pacientes, apesar de fisicamente saudáveis, sentem um estranho e incontrolável desejo por serem deficientes físicos.

Nos Estados Unidos, Jewel Shuping, 30 anos, sempre teve uma fascinação pela cegueira. Aos quatro anos de idade, ela gostava de caminhar pelos corredores escuros de sua casa, à noite, e aos seis, tinha pensamentos obsessivos com a deficiência visual. Na adolescência, ela ganhou sua primeira bengala e quando chegou aos 20 anos já era fluente em braille. Basicamente, ela vivia a vida de um deficiente visual sem de fato sê-lo.

Para mudar isso, a moça tomou uma atitude radical: começou a pingar em seus olhos gotas de um produto de limpeza usado para desentupir ralos – em outras palavras: um químico pra lá de forte! – e, eventualmente, acabou conseguindo realizar seu “desejo”.”Os meus olhos gritavam e algum do químico escorreu pela cara e sentia-o a queimar-me a pele. Mas eu só pensava que estava a ficar cega e que iria ficar tudo bem“, afirmou Jewel à Barcroft TV.

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Frente a uma doença tão complexa, Jewel foi abandonada pela família, mas recebeu apoio de seu ex-noivo, nascido deficiente visual. Agora, ela quer ajudar pessoas cegas a viverem de forma mais independente, além de levantar o debate sobre o Distúrbio de Identidade de Integridade Corporal, cujos tratamentos ainda são obscuros. “Isso não foi uma escolha, é uma necessidade baseada em um distúrbio do cérebro. Ser cega preenche uma necessidade intrínseca em mim“, disse.

Segundo o Dr. Michael First, especialista na doença, o tratamento e as pesquisas em torno do distúrbio ainda são intrincados, o que leva os pacientes a tomarem atitudes chocantes como a de Jewel – há casos em que pessoas se colocam na frente de trens para perder a perna ou se jogam de penhascos para tentar ficar paraplégicos.

Saiba mais sobre a história no vídeo abaixo:

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Todas as imagens © Barcroft TV

Via Barcroft TV

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Onde vivem mais tubarões? Pesquisa global revela os pontos mais populosos

 
Cientistas visitaram 100 recifes por todo o mundo e recolheram mais de 5.000 horas de filmagens subaquáticas para descobrir em quais lugares do mundo vivem mais tubarões, e em quais lugares eles são escassos.
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Os resultados preliminares do projeto sugerem que alguns pontos são lotados desses predadores do oceano, enquanto outras áreas têm pouco ou nenhum sinal dos animais.

Empreendimento gigante

O projeto, maior do tipo até à data, é chamado de Global FinPrint.Os pesquisadores estão usando iscas com equipamentos submarinos de vídeo (“baited remote underwater vídeo” ou BRUV) para capturar imagens de tubarões e outros animais em mares de todo o globo.
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Até o final do projeto de três anos, que começou no ano passado, os pesquisadores esperam catalogar tubarões e raias em cerca de 400 recifes.Quase um quarto das mais de 500 espécies de tubarões que nadam em oceanos do mundo estão ameaçadas de extinção. Os dados recolhidos a partir deste censo podem ajudar os cientistas e os políticos a proteger melhor as populações em risco. 

Cenas excelentes

Pelo menos 30 espécies de tubarões e raias foram observadas nos primeiros 100 recifes catalogados.De acordo com Demian Chapman, professor de Ciências Marinhas na Universidade Internacional da Flórida, nos EUA, a equipe implantou mais de 5.000 BRUVs e, em alguns locais, tubarões e raias foram tão comuns que os pesquisadores começaram uma competição no Twitter usando a hashtag #BRUVbattle para quem fotografava mais deles em uma única imagem.A equipe da Austrália atualmente detém o recorde, com 12 tubarões registrados juntos em Jarvis Island, no Oceano Pacífico.
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Mas e aí: onde todos os tubarões estão?

Locais como a Grande Barreira de Corais da Austrália e as Bahamas mostraram uma abundância de tubarões e raias.No entanto, câmeras rodaram por horas em alguns locais com muitos peixes, mas poucos ou nenhum tubarão. Os pesquisadores coletaram mais de 100 vídeos ao largo da costa da Malásia, por exemplo, e apenas um tubarão foi visto. Vídeos na Jamaica resultaram em nenhum avistamento destes animais.
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“Algumas dessas áreas estão com excesso de peixes, e não temos os grandes predadores que desempenham os papéis ecológicos que costumavam”, disse Mike Heithaus, biólogo marinho da Universidade Internacional da Flórida e pesquisador do FinPrint, ao portal Live Science. “Nós provavelmente precisamos criar uma regulamentação que irá ajudar a reconstruir essas populações”.
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Banco de dados

À medida que mais dados forem recolhidos, os pesquisadores saberão onde as populações de tubarões são saudáveis e onde estão ameaçadas. Também poderão compreender como esses animais são vitais para a saúde e funcionamento dos ecossistemas de recifes.O Global FinPrint irá compartilhar as informações do seu censo em um banco de dados de acesso aberto, mas o projeto não vai parar na coleta de dados.“O próximo passo é realmente trabalhar com governos e comunidades locais para formular planos para a gestão e conservação destes animais e seus habitats”, disse Heithaus. [LiveScience]

Estas cabanas na floresta são refúgios perfeitos

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Deu vontade de fugir? Do concreto, dos ruídos da cidade, da sociedade, para refrescar a mente, respirar ar puro, renovar as energias do corpo e do espírito? Uma casinha no meio das montanhas é perfeita para isso, não? Pense: um lugar rústico e aconchegante no meio da floresta, com uma lareira crepitante e o mais importante: paz. Ninguém por perto. Só a sua casinha e a floresta. O que poderia ser melhor do que isso?

Sabemos porém que, as vezes, você simplesmente não pode fugir. Talvez por causa do trabalho, da família ou por conta de outras obrigações, nem sempre é possível escapar. E pensando nisso, o site Bored Panda selecionou refúgios no meio do nada para fugir da realidade, mentalmente, ou para inspirar a sua próxima viagem. Dá uma olhada!

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Você pode ficar em uma ilha por menos de R$ 150

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Com ilhas paradisíacas, as Filipinas são um destino perfeito para quem ama praias de areias brancas e águas cristalinas. Não por acaso o setor de turismo é um dos principais da economia do país, responsável por mais de 7% do PIB.

Mas, entre as mais de 7 mil ilhas do arquipélago, há uma que oferece opções de hospedagens econômicas, com diárias a partir de US$ 35 (cerca de R$ 115). É a ilha Pandan, descoberta em 1980, que conta com apenas 16  quartos e bangalôs para alugar.

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Como não há eletricidade na ilha, toda a energia é produzida através de um sistema de energia solar e os bangalôs foram construídos utilizando materiais nativos, criando uma atmosfera simples sem perder o conforto. Além disso, uma política de proibição da pesca existe desde 1994 no local, fazendo com que a vida marinha nas proximidades da ilha seja exuberante.

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Os viajantes que dispõem de um orçamento mais folgado também podem alugar uma ilha inteirinha só para eles! As opções são muitas e os preços variam de acordo com o local escolhido: desde US$ 1.500 (cerca de R$ 4,8 mil) pela ilha Bamboo, até cerca de US$ 20 mil (cerca de R$ 65 mil) por noite na ilha ocupada pelo Resort Amanpulo.

Clica aqui para ver todas as opções.

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Todas as fotos: Reprodução

Veja o que aconteceu quando esse fotógrafo usou uma câmera de 160 anos para fazer retratos

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A revolução provocada pelo advento do fotografia foi sem precedentes – podendo-se afirmar sem exageros que a invenção de uma máquina capaz de reproduzir e registrar imagens “reais” mudou para sempre o mundo. Pois o artista Giles Clement utiliza esses equipamentos e técnicas para realizar suas fotos – e, se hoje o resultado não causa mais espanto pela novidade, as imagens ainda impactam e muito pela beleza e peculiaridade.

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Tanto os equipamentos quanto os métodos de “revelação” das fotos utilizados por Giles datam da metade do século XIX, em torno de 1850 e 1860. As imagens são reveladas em placas de estanho fino ou sobre vidro, e os equipamentos são de uma época em que as câmera eram feitas por artesãos como peças únicas, cheias de pequenas falhas e imprecisões que trazem personalidade e singularidade para as imagens. Desde então até o mundo da fotografia digital, a única coisa que não mudou é a necessidade do olhar humano para que a melhor foto se dê – isso não há tempo que mude, nem tecnologia que resolva.

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© fotos: Giles Clement