Série fotográfica impactante mostra os insultos que casais inter-raciais ouvem no dia a dia

 Ver um rapaz branco abraçado a uma mulher negra é uma cena banal, mas para muita gente isso ainda é visto como motivo para insultos. Em uma série fotográfica impactante, a norte-americana Donna Pinckley clicou casais inter-raciais e relatou as duras experiências e agressões verbais pelos quais já passaram.

Nas imagens, o insulto vem logo abaixo e isso tem um bom motivo: “eu quero que o espectador olhe para o retrato antes e depois olhe para baixo e leia o escrito. Eu quero que eles vejam antes o quão lindo é [o casal] e quanto amor eles têm“.

Confira algumas das fotografias da série, intitulada Sticks and Stones (“Gravetos e Pedras”, em tradução livre):

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“Aposto que seus pais estão orgulhosos de você”

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“Você nunca vai conseguir dar a ela o que um homem branco conseguiria”

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“Você não gosta de mulheres negras?”

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“Você não prefere sair com mulheres da sua raça?”

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“El@s são nojent@s”

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“Por que você está com ela?”

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“Há outras garotas negras por aí”

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“Os homens brancos nos tiraram tudo, inclusive nossas mulheres”

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“Olhe para você tirando de nós outro bom homem negro”

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“Tudo o que ela quer de você é um Green Card”

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“Por que ele está com ela? Ele pode escolher entre todas aquelas  mulheres negras lindas!”

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“Eu te falei que uma mulher negra vivia com um homem branco naquela casa!”

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“Se ela não pode usar a sua escova, não a traga para casa!”

Todas as fotos © Donna Pinckley

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GALERIA: Tucano de bico arco íris (Ramphastos sulfuratus)

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Com 97 anos, ela conseguiu finalmente se formar no colegial, que abandonou no passado por um motivo doloroso

Aqui no Brasil muitos ainda deixam de se formar para trabalhar ou por falta de escola, ou por péssimas condições, por não conseguir chegar nela, enfim. Mas o que aconteceu com essa senhorinha norte-americana foi diferente. Margaret Thome Bekema, 97, nunca se formou na Grand Rapids Catholic Central High em 1936, pois em 1932, foi forçada a deixar a escola, pois sua mãe foi diagnosticada com câncer.

E você aí reclamando que tem que estudar! :s

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“Eu não tenho como expressar o quanto estou agradecida… Me desculpe, eu sou muito chorona”, disse Margaret com o rosto coberto de lágrimas.79 anos depois da data a qual deveria ser sua formatura, ela comemora, pois na época teve que cuidar de sua mãe doente e da família. E para retribuir tal cuidado, os familiares de Margaret entraram em contato com a escola que lhe concedeu um diploma honorário. 
“Após todos esses anos, representando todo os valores que a nossa escola possui, nós orgulhosamente reconhecemos Margaret como uma graduada”, disse o diretor a ela que, mesmo sem diploma, trabalho no escritório das forças armadas e como professora em uma pré-escola.

Agora imagina só a alegria dela! 

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Fotos via Bored Panda

Fotógrafa explora sua própria bipolaridade e transtornos mentais com série de fotos intensa

Para Maren Klemp, a fotografia é um mergulho nos lados mais obscuros da mente. Diagnosticada com transtorno bipolar, a norueguesa tenta usar a arte para chamar a atenção para a saúde mental, falando sobre “não sentir pertencimento, viver em um mundo à parte em que poucos ou ninguém conseguem entrar”.

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Usando a si mesma ou seus filhos como modelos da maioria de suas obras, Klemp considera que muitas de suas fotografias são “representações visuais de condições ligadas a transtornos mentais”. Seu objetivo é que as imagens falem sobre pessoas acompanhadas pela escuridão e pelo isolamento, e suas relações com familiares próximos.

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Outra grande inspiração do trabalho é a natureza e sua ligação com a mente humana. Klemp gosta de passear nas florestas norueguesas por horas, sempre acompanhada de seu cachorro, e é lá que a maioria das imagens que ela compõe surgem em sua cabeça.

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A maioria das obras é em preto e branco, e a fotógrafa diz que, de certa forma, vê o mundo assim. Uma de suas metas como artista é “transmitir emoções escondidas na mente de quem vê as imagens. Emoções para as quais as pessoas não costumam prestar atenção, mas que reconhecem quando veem as fotografias”.

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Todas as fotos © Maren Klemp

Artista cobre casa de 100 anos com crochê e o resultado é impressionante

Se você acha que o crochê é um passatempo para senhoras de idade, é bom se atualizar: a técnica é uma forma de arte, que inclusive tem representantes brasileiros e pode dialogar com outros estilos, como o grafite. E uma polonesa parece querer levar a coisa a outro nível.

Olek gosta de usar o crochê para levar mais cor, vida e energia para os espaços urbanos. Ela inclusive já veio ao Brasil, em 2012, para transformar um enorme crocodilo com sua arte. Outra obra que ficou conhecida foi uma locomotiva que ela tornou muito mais divertida, na Polônia.

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Sua última aventura foi cobrir casas inteiras com crochê. E, como se não bastasse, as residências têm dois andares. Os trabalhos foram feitos em Kevara, na Finlândia, e Avesta, na Suécia, e foram inspirados, segundo Olek, nos “tempos desafiadores em que vivemos, um mundo em mudança, cheio de conflitos, guerras e desastres naturais, mas também recheado de amor”.

Refugiados vindos da Síria e da Ucrânia colaboraram com os projetos, que demoraram dias para serem concluídos. Os crochês são decorados com flores e padrões geométricos, e, para a artista, são “símbolos de um futuro formado por esperança; símbolos do que pode ser feito quando se trabalha em comunidade”.

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Todas as fotos © Olek

Série de fotos inspiradora mostra como são algumas cidades do mundo vistas da janela do avião

Existem muitas maneiras de se conhecer e descobrir uma cidade. Pode ser visitando suas ruas, passeando pelos museus ou mesmo dentro de um quarto de hotel. Mas, para alguns viajantes, nada se compara àquele momento em que veem uma cidade pela primeira vez, da janela do avião.

É graças a estes exploradores aéreos que insistem em reparar na beleza de cada novo destino antes mesmo de colocar os pés no solo, que diversos grupos no Flickr reúnem fotografias tiradas da janela de um avião. Entre os mais populares estão o From the Airplane Window (“Da Janela do Avião”, em inglês), com mais de 15 mil imagens; ou o  Window Seat Please (“Banco da janela, por favor”, em tradução livre), com mais de 88 mil imagens.

Algumas delas você confere abaixo – o que só vai fazer sua vontade de viajar aumentar . e a agente deixa o desafio: consegue adivinhar qual a cidade antes de ver a legenda?

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Ho Chi Min, Vietnã. Foto: Passenger32A/Flickr

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Doha, Qatar. Foto: Charlie Gilbert/Flickr

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Mai Koaw Beach, Phuket, Tailândia. Foto: Passenger32A

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Vista do Monte Fuji, Japão. Foto: Yama Tomo/Flickr

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Dubai, Emirados Árabes Unidos. Foto: Timothy LaBranche/Flickr

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Bangkok, Tailândia. Foto: Passenger32A/Flickr

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Hokkaido, Japão. Foto: Yama Tomo/Flickr

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Bangkok, Tailândia. Foto: Passenger32A/Flickr

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Bangkok, Tailândia. Foto: Passenger32A/Flickr

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Kuala Lumpur, Malásia. Foto: Passenger32A/Flickr

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Changi, Singapura. Foto: Passenger32A/Flickr

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Ko Samui, Tailândia. Foto: Passenger32A/Flickr

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Narita, Japão. Foto: Passenger32A/Flickr