Como um bebê que viveu menos de 2 horas ajudou a salvar a vida de uma pessoa

Algumas vezes, o que pode parecer uma péssima notícia para uma pessoa acaba sendo uma mudança transformadora para outras. E, sem dúvida, foi esse o caso do bebê Teddy Houlston, que acaba de se tornar o doador de órgãos mais jovem da Grã-Bretanha, com menos de duas horas de vida.

O bebê havia sido diagnosticado com anencefalia enquanto ainda estava na barriga da mãe, Jess. A doença rara impede o desenvolvimento do cérebro e do crânio da criança e faz com que bebês com a doença sobrevivam no máximo por algumas horas.

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Após o diagnóstico, os médicos sugeriram que a mãe realizasse um aborto, mas ela decidiu que, mesmo que passasse apenas 10 minutos com o bebê, o tempo seria precioso. Mike Houlston e Jess Evans, pais de Teddy, comentam a doação: “Ele viveu e morreu como um herói. É impossível explicar o orgulho que sentimos dele“.

Os rins de Teddy foram transplantados através de uma cirurgia inovadora apenas 3 minutos após sua morte, no Hospital da Universidade do País de Gales, e salvaram a vida de um adulto. Os pais comentam ainda que o transplante os ajudou a lidar com o luto de uma maneira positiva.

Veja as imagens dessa incrível história de amor entre seres humanos:

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Foto © Rowan Griffiths/Daily Mirror

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Foto © Cardiff and Vale/University Hospital Health Board

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Foto © Ignacio Mardones

Arquitetos transformam caverna em cidade medieval na Itália em hotel

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É bem provável que a sua ideia de hospedagem ideal durante uma viagem passe bem longe de dormir em uma caverna. Porém, na comuna de Matera, no sul da Itália, esta pode ser uma ótima opção – e com todo o conforto incluído.
As cavernas da cidade foram escavadas desde a pré-história, quando os habitantes da região começaram a cavar pedras para criar seus lares. Recentemente, o escritório de arquitetura Manca Studio decidiu transformar estes espaços em um ambiente moderno e acolhedor para fazer parte do La Dimora di Metello Hotel.
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Ao todo, o espaço irá contar com quatro suítes, uma área comum, um terraço e um spa em uma área de quase 300 metros quadrados. Os espaços foram divididos com o uso de paredes brancas para maximizar a entrada de luz natural, buscando criar ambientes luminosos em contraste com a escuridão que se esperaria de uma caverna. O projeto visou também tornar o ambiente menos claustrofóbico para permitir que os hóspedes desfrutassem do máximo de conforto no local.
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As cavernas de Matera são consideradas um Patrimônio Mundial da Humanidade pela Unesco desde 1993 e estavam praticamente abandonadas desde os anos 80. Porém, recentemente, alguns locais estão buscando transformar os espaços para dar lugar a hotéis, restaurantes e centros culturais.
E as fotos abaixo deixam claro que o resultado dessa transformação pode ser surpreendente.

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Todas as fotos ©  Pierangelo Laterza

Cinco destinos de serra no Brasil para quem quer fugir do calor

Se você é daqueles que não gostam de derreter, fugir para as montanhas é a melhor opção quando começa o calor. Além de encontrar hospedagens com valor mais baixo, engana-se quem pensa que na serra não dá para curtir o sol e tomar aquele banho de cachoeira. A diferença é que quando ele baixa as temperaturas caem, e você pode curtir o friozinho com vinho na lareira. Conheça aqui alguns lugares para fazer isso!

São Francisco Xavier

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Nessa vilinha na Serra da Mantiqueira, a 250 km de São Paulo, você pode se refrescar em quedas d’água e ter uma panorâmica do cenário bucólico em clima de aventura, na tirolesa do de dois estágios que totalizam 770m do Parque de Aventuras da pousada Portal do Equilibrium. Na mesma área encontra ainda grutas e trilhas na mata para curtir a natureza.

Urubici

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Quem pensa que não neva no Brasil nunca ouviu falar de Urubici. Pois nesse vilarejo, a 915 metros do nível do mar em Santa Catarina, ela vira e mexe dá o ar da graça!  Provavelmente você não a verá nos meses de verão, mas pode aproveitar as temperaturas mais altas para fazer canoagem pelos rios da região, cavalgar por vales e montanhas e fazer descida de rapel em cachoeiras, caso procure por mais emoção. Saiba mais aqui!

Gonçalves

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Neste vilarejo de Minas Gerais, situado na microrregião de  Pouso Alegre, você pode curtir a vida devagar, deliciar-se com a comida mineira no forno a lenha e clima de interior do restaurante Zé do Ovídio, comprar frutas e verduras fresquinhos na feira de orgânicos que ocorre em todos os sábados e ainda abastecer a adega com vinhos e cachaças para curtir o frio das montanhas, no Bar do Marcelo.

Petrópolis

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Antigo refúgio da família imperial, a bucólica Petrópolis está localizada na Serra dos Órgãos (RJ), e abriga construções antigas como o Palácio de Cristal e o Imperial. Este último pertencia a Dom Pedro II e hoje abriga o Museu Imperial, ainda decorado com móveis daquela época e onde encontram-se outras relíquias, como a pena de rubis e ouro usada Princesa Izabel para assinar a abolição da escravatura.

Fotos: Wiki Commons

Fotógrafo clica todos os gatinhos que encontra pelas ruas e lojas de Hong Kong

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Qual é a melhor coisa da vida de um fotógrafo? Clicar modelos perfeitas nas passarelas ou estar em meio aos acontecimentos e eventos mais importantes do mundo? Pois o fotógrafo holandês Marcel Heijnen acaba de sanar esta dúvida.

Quando o profissional se mudou para Hong Kong, notou algo muito interessante sobre as lojas tradicionais da cidade: a maioria delas têm gatos como moradores ilustres do estabelecimento.

Ele ficou tão fascinado com essa cultura de gatos nas lojas, que decidiu fotografar esses felinos. Ele até criou uma conta Instagram com os gatinhos chineses e sempre que encontra um peludo pela frente, adiciona novas fotos.

Heijnen encontrou gatos em mercearias, supermercados e na rua e clicou todos eles. O resultado ficou tão encantador que as imagens farão parte de uma exposição e de um livro lançados simultaneamente no dia 9 de dezembro na cidade chinesa.

Veja alguns de seus cliques:

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* Todas as fotos: Marcel Heijnen

Que tal viajar na ‘rota dos contos de fadas’?

Imagine dormir no castelo da Bela Adormecida, ver a vista da torre onde Rapunzel teria jogado suas tranças e conhecer a casa em que os sete anões abrigaram a Branca de Neve. Vivenciar esses roteiros na pele é a proposta da Rota Alemã dos Contos de Fadas, que percorre mais de 600km de estradas que ligam cidades medievais alemãs.

A rota segue a partir da cronologia da história de seus autores, os irmãos Grimm, e passa por Hanau, sua cidade natal, Steinau, onde tours são guiados por atores que representam personagens clássicos de Jacob e Wilhelm, como o Gato de Botas e ruma para Marburg, onde os Grimm estudaram direito e entraram em contato com os primeiros contos infantis.

Continua em Bergfreiheit, onde é possível visitar a casa da Branca de Neve, cujos jardins abrigam estátuas dos setes anões e o interior suas respectivas camas; e em Kassel, onde está o Museu dos Irmãos Grimm, que abriga raridades como suas anotações feitas a mão, que geraram muitas das histórias que conhecemos.

Quem vai passa ainda por Schwalmstadt, cidade onde começou a história da Chapéuzinho Vermelho e por Sababurg, onde está o castelo de 1334 que foi tido como morada oficial da Bela Adormecida. Atualmente, lá funciona o hotel Dornröschenschloss Sababurg, que organiza jantares em que a princesa e seu príncipe participam.

Veja algumas fotos aqui:

Museu dos Irmãos Grimm

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Castelo da Bela Adormecida

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Irmãos Grimm

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Fotos: reprodução

15 fotos antes & depois que mostram como a arte urbana pode transformar cidades

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Para os artistas de rua, o mundo é como uma tela em branco.Paredes chatas ou espaços negligenciados podem ser transformados em uma galeria de arte pública vibrante, dando uma nova vida às cidades.Confira alguns murais que imprimiram mais cor e alegria por todo o mundo:

 

1. “Conhecimento Fala – Sabedoria Escuta”, Atenas, Grécia

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2. “Juliette et les Esprits”, Montpellier, França

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3. Mural 3D em Poznan, Polônia

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4. “Renaissance”, Le Puy en Velay, França

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5. Mural de estorninho em Berlim, Alemanha

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6. “Au Fil De Loire”, Brives Charensac, França

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7. Mural fotorrealístico em Glasgow, Escócia

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8. Cidade inteira é pintada com grafite, Palmitas, México

9. Topart, Budapeste, Hungria

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10. Full Moon Hostel, Bristol, Reino Unido

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11. “Etnias”, maior mural de rua do mundo feito para os Jogos Olímpicos, Rio de Janeiro, Brasil

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12. Mural de cachorro em Mechelen, Bélgica

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13. Degraus coloridos em San Francisco, Califórnia, EUA

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14. Mural de guaxinim em Lisboa, Portugal

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15. “Brick Kidz”, Montreal, Canadá

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 Todas as imagens Boredpanda.com

Evento para promover inclusão na moda cria desfile com modelos anãs

 

Modelos não precisam ser altas, magras e todas iguais. Prova disso é a jovem com Síndrome de Down que venceu barreiras e hoje já é sucesso no mundo da moda. Mas as passarelas também estão se abrindo a pessoas com outros tipos de dificuldades, como mulheres com menos de 1,30 metro de altura, que acabam de ganhar um desfile só para elas: o Dwarf Fashion Show.

A iniciativa teve sua terceira edição em Paris, onde os desfiles ocorreram no Ministério de Cultura da França, com o objetivo de combater a ditadura discriminatória da beleza, ao mesmo tempo em que apresenta uma perspectiva de moda mais inclusiva. A Dwarf Fashion Show já passou também pelas passarelas de Nova Iorque e o desfile viajará a Dubai e Tóquio nos próximos meses.

Durante o evento, 10 modelos anãs não profissionais de diferentes nacionalidades vestiram roupas criadas especialmente para seus tipos de corpo pela agência nova-iorquina Creative Business House, empresa de referência para estilistas e desenhistas que buscam assessoria nos negócios. “Mais do que um evento, se trata de uma organização que pretende ajudar as pessoas de tamanho pequeno e encontrar um lugar no mundo da moda“, conta Doniya, co-organizadora do desfile.

Vale a pena prestigiar essa iniciativa:

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Todas as fotos: Divulgação

Exposição reune o corajoso e impactante trabalho de mulheres como fotojornalistas de guerra

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Ser mulher é quase que por definição ser corajosa. Não por acaso, em um campo profissional que exige coragem como premissa, as mulheres tem se destacado cada vez mais: o fotojornalismo de guerra. Por isso, uma exposição em Turim, na Itália, contempla justamente imagens registradas por mulheres em campos de batalha ou em países atravessando as mazelas de conflitos e guerras civis sem fim.
São fotografas do mundo todo, que passaram por ameaças, tiros, bombas, fugas, roubos, acusações de espionagem, assédio sexual, ameaças de sequestro e lutas reais pela própria vida para registrarem e mostrarem para o mundo o horror das batalhas ainda hoje – e ainda com apuro estético, beleza nas imagens e o importante sentido de denúncia. Todas as fotos abaixo pertencem à exposição, e foram registradas pela força e a coragem femininas. A exposição é dedicada à memória de Camile Lepage, uma fotógrafa francesa morta durante um conflito na República Centro-Africana, em 2014.
A fotógrafa Andreja Restek, à esquerda, fugindo de tiros em Aleppo, na Síria 
A fotógrafa Andreja Restek, à esquerda, fugindo de tiros em Aleppo, na Síria
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© Diana Zeyneb Alhindawi
© Laurece Geai 
© Laurece Geai
© Andreja Restek 
 ©Andreja Restek
© Capucine Granier Deferre  
© Capucine Granier Deferre
© Virginie Nguyen Hoang 
© Virginie NguyenHoang
© Alison Baskerville 
© Alison Baskerville
© Andreja Restek  
© Andreja Restek
© Annabelle Van den Berghe 
© Annabelle Van den Berghe
© Camille Lepage 
© Camille Lepage
© Monique Jacques 
© Monique Jacques
© Shelly Kittleson 
© Shelly Kittleson
© Matilde Gattoni 
© Matilde Gattoni
© Maysun 
© Maysun
A própria Maysun, que não usa seu sobrenome profissionalmente, trabalhando em campo 
A própria Maysun, que não usa seu sobrenome profissionalmente, trabalhando em campo
© Alison Baskerville 
© Alison Baskerville
Andreja Restek trabalhando na Síria 
 Andreja Restek trabalhando na Síria
Camille Lepage morta em trabalho, a quem a exposição é dedicada 
 Camille Lepage, morta em campo, a quem a exposição é dedicada

Vlogger com condição rara quebra estereótipos de beleza com tutoriais de maquiagem na internet

A americana Marimar Quiroa nasceu com uma má-formação chamada de linfangioma. Por conta disso ela possui grandes cistos no rosto e pescoço que alteram sua aparência. No entanto, a rara condição da jovem de 21 anos residente da Califórnia não é maior do que ela. Tanto que ela se tornou conhecida e admirada justamente em uma atividade dominada por meninas perfeitas e padronizadas: Marimar cria vídeos-tutoriais de maquiagem e faz o maior sucesso.

Em sua infância Marimar se submeteu a várias cirurgias para diminuir o tamanho dos tumores que eram ainda maiores e por toda sua vida utiliza tubos no pescoço para se alimentar e respirar. Marimar também não consegue se comunicar utilizando comunicação verbal, mas utilizando a linguagem dos sinais ela publica vídeos em seu canal no Youtube (são 170 mil assinantes) e dá dicas de beleza habilidosas.

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Diante de tantos problemas que poderiam desmotivar qualquer pessoa, Marimar segue firme e forte.

“Quando eu era pequena, eu falava comigo mesma em frente ao espelho. Eu falava a mim mesma que eu era bonita. Eu encorajava a mim mesma e listava coisas positivas sobre mim. Foi assim que adquiri confiança através dos anos. Foi assim que eu passei a me aceitar como sou“, contou em entrevista a Barcroft TV.

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“As pessoas dizem que eu sou bonita e que amam a minha maquiagem. Mas já encontrei pessoas negativas, tanto no YouTube quanto no meu cotidiano. (…) Quando vejo que estão me encarando, digo para que parem ou apenas as ignoro. Mas se elas estão olhando para mim, eu as encaro de volta. E me recuso a virar até elas pararem de fazer isso“, relatou.

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Estudando pedagogia, Marimar pretende se formar para ajudar crianças com deficiência auditiva.

Veja alguns de seus vídeos:

Todas as imagens: Reprodução YouTube

Tocante animação brasileira expõe os danos que o ser humano causa aos animais selvagens

Uma incrível animação criada para o Wildlife Conservation Film Festival, festival que visa alertar o público em geral sobre a importância da conservação da biodiversidade, tem dado o que falar.

Batizada de Dream (Sonho), o filme foi produzido pelo estúdio brasileiro Zombie, com criação da DDB NY, e levou 5 meses para ficar pronto, além de envolver 40 profissionais em torno do projeto.

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Ao longo dos 3 minutos, animais selvagens cantam a música I Dreamed a Dream, do musical Os Miseráveis, enquanto assistem diversos seres humanos acabando com a vida selvagem, em alguns casos até mesmo indiretamente, quando degradam o meio ambiente que, consequentemente, destrói o habitat dos animais.

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Os artistas Natalie Bergman, Ryan Merchant, Keenan O’Meara e Tal Fisher Altman emprestam suas vozes aos animais, e a música emocionante cai como uma luva, parecendo ter sido escrita para a animação.

Confira:

Todas as imagens © Reprodução Youtube

Saiga (Saiga tatarica)

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Saiga (Saiga tatarica) é uma espécie de antílope em perigo crítico que originalmente habitava uma vasta área da zona de estepes da Eurásia, do sopé das montanhas dos Cárpatos, além de regiões do Cáucaso, da Dzungaria e da Mongólia. Eles também viveram na região da Beríngia, entre a Ásia e a América do Norte, durante o Pleistoceno.

Características

A característica que mais se faz notar na saiga é o seu nariz flexível parecido com o do elefante que serve para aquecer o ar no inverno e impedir a inalação de poeiras e areias. A saiga mede de 0,6 a 0,8 metros até ao ombro e pesa entre 36 e 63 kg. Vivem de 6 a 10 anos. Os machos são maiores do que as fêmeas e só eles apresentam chifres. Geralmente um macho possui um harém de 5 a 50 fêmeas.

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Durante o último período glacial, a presença da espécie saiga abrangia os territórios das Ilhas Britânicas, da Ásia Central, do Estreito de Bering, no Alasca, e de Yukon e dos Territórios do Noroeste, no Canadá. Na era clássica eles aparentemente eram considerados um animal característico da região da Cítia, a julgar pela descrição do historiador Estrabão de um animal chamado “Kolos” e que tinha o tamanho que variava “entre o de um veado e de um bode” e que ele acreditava que bebia pelo nariz. No início do século XVIII, o saiga ainda estava distribuído nas margens do Mar Negro, no sopé das montanhas dos Cárpatos, no extremo norte do Cáucaso, na Dzungaria e na Mongólia.

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Depois de um rápido declínio na década de 1920, em que eles foram quase completamente exterminados, os saigas conseguiram se recuperar. Em 1950, dois milhões deles ainda eram encontrados nas estepes da União Soviética. Sua população diminuiu drasticamente após o colapso da URSS devido à caça descontrolada e à procura de chifres para uso na medicina chinesa. Alguns grupos de conservação, como o World Wildlife Fund, chegaram inclusive a incentivar a caça desta espécie, visto que seu chifre era visto como uma alternativa para o do rinoceronte.

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Atualmente, a população do animal têm diminuído enormemente novamente – cerca de 95% em 15 anos – e o saiga é classificado como uma espécie em perigo crítico pela IUCN. Um número total estimado de 50 mil saigas sobrevivem hoje em Kalmykia, em três regiões do Cazaquistão e em duas áreas isoladas da Mongólia. Outra pequena população vive em uma região da Rússia e continua sob ameaça extrema.

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O chifre do antílope saiga é usado na medicina tradicional chinesa e pode valer cerca de 150 dólares. A demanda pelos chifres tem dizimado a população do animal na China, onde o antílope saiga é uma das espécies protegidas, sendo sua caça e contrabando ilegais.

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Sob os auspícios da Convenção sobre Espécies Migratórias de Animais Silvestres (CMS), também conhecida como a Convenção de Bona, o “Memorando de Entendimento (MoU) Referente à Conservação, Restauração e Uso Sustentável do Antílope Saiga” foi concluído e entrou em vigor 24 de setembro de 2006. O declínio do saiga é um dos mais rápidos colapsos populacionais de grandes mamíferos recentemente observado, sendo que o “Memorando de Entendimento” visa reduzir os níveis de exploração atuais e restaurar a população desses animais nômades que vivem nas estepes da Ásia Central.

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Em junho de 2014, funcionários de alfândega chineses que trabalhavam na fronteira com o Cazaquistão descobriram 66 caixas contendo 2 351 chifres de antílope saiga, carga estimada em 11 milhões de dólares. A esse preço, cada chifre custaria mais de 4 600 dólares.

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Pandemia de 2015

Em maio 2015 um grande número de saigas começaram a morrer de uma doença misteriosa suspeita de ser a pasteurelose. A mortalidade do rebanho é de 100% depois de infectado, sendo que estima-se que 40% da população total da espécie já esteja morta. Mais de 120 mil carcaças haviam sido encontradas no fim de maio, enquanto que a população total estimada era de apenas 250 mil indivíduos no mundo todo. Em novembro de 2015 estimava-se que mais de 70% dos indivíduos da espécie morreram e as causas não haviam sido descobertas.

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Google: Imagens

Diego, a tartaruga que ficou famosa por salvar sua espécie da extinção

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Alguns ficam famosos por causa de seu intelecto ou criatividade insaciável. Mas a tartaruga Diego se fez legendário por caminhos mais sensuais.
Com 100 anos de idade, Diego é de uma raça rara de tartaruga chamada Chelonoidis hoodensis – a tartaruga-das-galápagos. Estes animais são tão raras que só existem em uma das ilhas mais antigas do arquipélago de Galápagos. Em 1976, quando Diego vivia no Zoológico de San Diego, os cientistas perceberam que este herói era realmente uma das últimas tartarugas-das-galápagos existentes no planeta. Então, ele se tornou o macho dominante em um programa de reprodução em cativeiro em Galápagos.

Ao longo das décadas, Diego gerou mais de 800 descendentes e efetivamente salvou sua espécie da extinção. Por seus esforços, ele rápida e obviamente se tornou uma celebridade internet.

Hoje, mais de 2 mil tartarugas vivem na ilha e Diego é o pai de 40% delas. Especialistas esperam que 5 mil tartarugas viviam na ilha em algum ponto. Infelizmente, três espécies de tartarugas gigantes de Galápagos já foram extintas – a última delas desapareceu apenas quatro anos atrás. Mas, graças a Diego, a Chelonoidis hoodensis pode não ter esse mesmo destino trágico. [Gizmodo]

Série de imagens poderosa mostra a Nova York dos anos 80 pela lente de um adolescente

Entre 1982 e 1983, o novaiorquino Ken Stein trabalhou como repórter para um jornal da comunidade do Bronx. Com apenas 17 anos de idade, ele percorreu as ruas da região nessa década para documentar o mundo a sua volta, num espírito livre do medo. Recentemente o fotógrafo digitalizou tais imagens, permitindo-nos vislumbrar o pulso da cidade daquela época.

A falta de presença da polícia, combinada `a criminalidade desenfreada do metrô naqueles anos, deram a Stein um espírito aventureiro para retratar e ir além dos riscos. Suas imagens representam uma cápsula do tempo, nos permitindo refletir sobre aquele Bronx. Veja aqui:

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Veja mais trabalhos do fotógrafo no Flickr

Todas as fotos © Ken Stein