Rato indonésio recém-descoberto tem o nariz mais estranho que já visto

A beleza está nos olhos de quem vê, certo?

Uma equipe internacional de pesquisadores que estuda animais isolados na ilha montanhosa de Sulawesi, na Indonésia, descobriu um bicho que tem uma cara que, realmente, só uma mãe poderia amar incondicionalmente. Com um nariz rosa peculiar, ele era até então completamente desconhecido para a ciência.O rato com focinho de porco ganhou o nome de Hyorhinomys stuempkei.

 

Uma espécie bastante singular

Os cientistas rapidamente descobriram que a nova espécie era significativamente diferente de outras. Na verdade, geneticamente falando, o rato com focinho de porco é tão singular que os pesquisadores o descreveram como um gênero totalmente novo.

O H. stuempkei se destaca de outros roedores. Além do seu nariz distintivo, também ostenta dentes mais frontais, orelhas extremamente grandes e longas patas traseiras que usa para impulsionar seus pulos.

Ambos os gêneros masculino e feminino desta espécie crescem pelos pubianos anormalmente longos, mas os cientistas não sabem ao certo porque exatamente. O palpite de um dos pesquisadores da equipe, Kevin Rowe, é que, provavelmente, estes pelos ajudam os ratos em alguma função reprodutiva.

Hyorhinomys stuempkei não têm músculos mastigadores, comumente encontrado na maioria dos outros mamíferos. Em outras palavras, esta nova espécie têm mandíbulas fracas, por isso sua dieta consiste de rapina macia, como minhocas e larvas do besouro.

Mais descobertas pela frente?

Este é o terceiro novo gênero de roedores descritos por este grupo de cientistas desde 2012, e provavelmente haverá mais. Sulawesi é uma grande ilha continuamente encharcada de chuva, tornando-se um lugar difícil para conduzir estudos. Este rato com nariz de porco, por exemplo, foi descoberto no Monte Dako a uma altitude de 1.580 metros, a uma caminhada de dois dias da aldeia mais próxima.Estamos ansiosos para ver que outras novas espécies esta remota ilha indonésia tem para nos oferecer. [via]

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Projeto inspirador se une a ilustradora para criar cartões que ajudam a lidar com o luto

Todo mundo sabe que a morte é uma certeza, mas mesmo assim é bem difícil encará-la quando ela chega a alguém próximo. Sentindo na pele a dificuldade, um grupo de mulheres criou um site para levar informação e relatos pessoais para ajudar as pessoas a viver o luto, e uma ilustradora desenhou belos cartões para o projeto.

O Vamos Falar Sobre o Luto? foi criado por sete amigas que passaram pela experiência de perder alguém querido e se perguntaram o que poderiam fazer para ajudar quem passasse pela experiência. Graças a um financiamento coletivo, elas colocaram no ar o site e produziram um minidocumentário.

Entre novembro de 2014 e junho de 2015, elas realizaram uma pesquisa com mais de 170 pessoas, entre especialistas e pessoas que viveram o luto, para entender as diferentes formas de encarar a morte. Foi a partir desses relatos que o minidocumentário foi produzido.

O site reúne relatos inspiradores de gente que precisou encarar a morte de pessoas amadas e conta com uma loja virtual que ajuda a manter o projeto. Foi para ela que a ilustradora Marina Papi criou 10 cartões com mensagens confortantes que podem ajudar nesses momentos difíceis.

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Eles são vendidos em um kit por 35 reais, mas as responsáveis pelo site não se importam que você repasse as versões digitais por e-mail ou pelas redes sociais. Só pedem ajuda para divulgar o projeto para que ele alcance mais e mais gente com dificuldades de lidar com as perdas.

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Todas as imagens © Marina Papi/Vamos Falar Sobre o Luto?

Conheça a “Deusa da Melanina”, que está conquistando a internet com seu maravilhoso tom de pele

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Enquanto o clareamento de pele for aumentando em tantos países africanos, enquanto o preconceito, o bullying e outras formas de agressão forem se perpetuando com base no tom de pele, é nossa obrigação contar a história de pessoas que fazem diferente. Khoudia Diop é uma delas. E se sua pele nos conquista, sua atitude nos apaixona e traz esperança.

A jovem senegalesa não escapou dos ataques. Sua infância e adolescência foram marcadas pelo bullying, fazendo com que Diop escutasse todo o tipo de apelidos por conta da pele que ela própria apelida como ‘carvão-escuro’. Felizmente para ela e para a comunidade negra, Diop não só não se deixou abater, como utilizou esse tom invulgar para se empoderar. “Eles achavam que conseguiriam me tirar do sério ou me fariam sentir mal com a minha pele, mas bem… Adivinhem? Eu os mostrava quanto não me importava com o que pensavam”.

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Recentemente, Diop chamou a atenção ao se destacar em uma foto de uma campanha do projeto Colored Girl, que celebra os diferentes tipos de pele feminina. A foto, abaixo, viralizou e fez com que Diop fosse uma das novas sensações da internet. O melhor? Ela não só usa alguns dos apelidos que lhe deram, como ‘Filha da Noite’, como compartilha suas fotos em uma conta de Instagram chamada Deusa da Melanina.

Vale a pena ver:

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Todas as fotos © Melaniin Goddess

A incrível estrada francesa que desaparece duas vezes por dia

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Os pouco mais de 4 quilômetros que ligam o Golfo de Burnëf à ilha de Noirmoutier, na França, formam uma das estradas mais peculiares e arriscadas do mundo. Feito fosse algo misterioso, como um desafio aos viajantes mais corajosos, só é possível atravessar a estrada conhecida como Passage Du Gois duas vezes por dia por somente algumas horas; no resto do tempo, a estrada simplesmente desaparece.

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Trata-se, porém, de fenômeno oposto ao sobrenatural: cercada de água por ambos os lados, a estrada funciona somente durante as baixas da maré que, no resto do tempo, cobre a estrada de água ao ponto dela realmente desaparecer no mar.

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Quando a maré está baixa e a estrada própria para ser cruzada, o caminho não oferece perigos especiais. Uma série de painéis nas laterais da via informam se atravessar a Passage du Gois está seguro ou não naquele momento. É evidente, contudo, que anualmente muitos aventureiros acabam presos, capturados pela velocidade por vezes intensa com que a maré sobe.

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É por isso que existem uma porção de torres elevadas ao longo do caminho, que permite que o motorista as suba com facilidade para esperar pelo resgate. O único porém é que é preciso dar adeus ao seu carro que, diferentemente da Passage du Gois, provavelmente não reaparecerá intacto assim que a maré baixar.

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© fotos: divulgação

As melhores cidades do mundo para viver em 2016

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Pensando em mudar de ares? Que tal experimentar a vida em alguma destas 10 cidades que foram eleitas como as melhores do mundo para se viver em 2016 segundo a Metropolis Magazine?

A lista de selecionados pela publicação é um refinamento de uma listagem inicial de 65 cidades que foram sugeridas pelos editores da revista. Para chegar ao ranking, foram considerados fatores como moradia, transporte, sustentabilidade e cultura, que incluíam métricas como valor do aluguel até existência de subsídios para artistas.

Confere só quais foram as cidades selecionadas.

1. Copenhagen, Dinamarca

Espaços para ciclistas e um tempo de locomoção médio de apenas meia hora são alguns dos destaques que elevaram a cidade ao topo desta lista.

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Foto © Anne Mie Dreves

2. Berlim, Alemanha

Com nômades digitais em busca do melhor da tecnologia, jovens criativos e refugiados que encontram abrigo na cidade, Berlim tem a atmosfera perfeita para se viver.

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Foto © Andrea Kroth

3. Helsinki, Finlândia

Uma educação de altíssima qualidade, boas opções de transporte público, segurança e proximidade com a natureza renderam a Helsinki o terceiro lugar nesta lista.

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4. Cingapura

A cidade-estado de Cingapura aparece entre os países mais ricos do mundo e vive um boom econômico. Com poucos recursos próprios, a cidade importa quase tudo de outros países. Por isso mesmo, tem desenvolvido cada vez mais soluções em sustentabilidade.

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Foto © Kua Chee Siong/The Straits Times

5. Viena, Áustria

Com foco na igualdade social, Viena se destaca pelo desenvolvimento planejado. Atualmente, muitas iniciativas locais buscam melhorar a qualidade de vida dos refugiados que chegam ao país.

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Foto © Vienna Biennale

6. Tóquio, Japão

Apesar de imensa, a capital do Japão possui baixos índices de criminalidade, ruas limpas e um sistema de transporte público incrivelmente pontual. Além disso, o contraste entre o tradicional e o moderno dão um charme especial à cidade.

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Foto © Yoshio Shiratori

7. Oslo, Noruega

Florestas e colinas próximas fazem com que Oslo seja uma cidade buscada pelos amantes da natureza. Mas, além disso, a cidade também chama a atenção por suas novas iniciativas com foco na cultura.

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Foto © Nancy Bundt

8. Melbourne, Austrália

Com um sistema de transporte público de qualidade, Melbourne também é considerada a capital cultural da Austrália, por suas diversas opções de eventos e festivais.

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Foto © Hannah Photography/City of Melbourne

9. Toronto, Canadá

Toronto aparece com frequência em rankings de melhores cidades para se viver. Agora, a cidade está inovando ao investir cada vez mais na mobilidade com foco nos pedestres.

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Foto © Waterfront Toronto

10. Portland, Estados Unidos

Com muitas oportunidades de trabalho e um ambiente criativo cercado de natureza, Portland se destaca como uma ótima cidade para se viver nos Estados Unidos.

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A comovente história do cachorro que, mesmo à beira da morte, levou sua humana até o altar para ela se casar

Toda a vida adulta da veterinária Kelly O’Connell foi dividida com seu amado cachorro, o labrador Charlie Bear. Por 15 anos, Kelly cuidou de Charlie, que retribuiu com o afeto e o companheirismo peculiares aos cães. Conforme Charlie foi envelhecendo, Kelly passou a querer ter sua própria família – não só para ela, mas também para o cachorro. Quando ela enfim construiu uma família para os dois, porém, descobriu que Charlie estava doente.

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Por conta de uma convulsão súbita, Kelly descobriu que Charlie estava com um tumor no cérebro, já em estado avançado. Outras convulsões vieram, e ela e então seu noivo decidiram por sacrificar o pobre cão, que vinha sofrendo em demasia. Aos poucos, porém, as convulsões se acalmaram um pouco, e Kelly entendeu que Charlie poderia chegar a participar do seu casamento, marcado para pouco tempo depois – que, à sua maneira, essa era a vontade de Charlie.

Resolveram então adiar o sacrifício.

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E, de fato, no dia da cerimônia – segundo conta a própria Kelly – seu melhor amigo parecia um outro cachorro. Apesar do corpo cansado, ele não parecia sofrer, estava jovial, mais forte e participativo. Quando Charlie conseguiu caminhar com Kelly até o altar, a noiva não aguentou e caiu em lágrimas.

Charlie não conseguiu sequer voltar andando, e teve de ser carregado por Kelly.

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Mas ele conseguiu participar daquele momento tão importante para sua família – e, por isso, foi muito comemorado naquele dia de festa. Pouco mais de uma semana depois, o cão foi enfim posto para dormir, de frente à lareira, rodeado por sua melhor amiga e, enfim, sua família.

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Todas as fotos © Jennifer Dziuvenis/Facebook

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