A livraria na República Tcheca que foi considerada a mais bonita do mundo

Uma das coisas boas de viajar é poder voltar com a mala cheia de livros que, além das histórias que retratam, também têm uma boa história de viagem por trás. E se esses livros forem comprados na livraria mais bonita do mundo, a história fica melhor ainda, não acha?

Quem quiser incluir um exemplar com essa característica na sua própria biblioteca, precisará visitar a República Tcheca em sua próxima viagem. Afinal, é lá que está localizada a livraria Klementinum, detentora do título de mais bonita do mundo, que pode ser facilmente encontrada no centro histórico de Praga.

Além de uma imensa coleção de livros, que inclui algumas raridades, a Klementinum também é um lugar para os amantes da arquitetura barroca. Seus quase três séculos de história foram capazes de somar um acervo de mais de 20 mil livros.

Dá uma olhada na beleza do espaço:

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Foto Vit Svajcr/Wikimedia Commons

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Foto © Rijn Collins

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Foto © Klementinum

5 casamentos na praça que provam que é preciso de pouco para celebrar o amor

Quando falamos em casamento, a maioria das pessoas já pensa em grandes festas, daquelas que costumam doer no bolso. Afinal, o mercado de casamentos virou uma verdadeira máquina de fazer dinheiro, movimentando aproximadamente R$15 bilhões ao ano somente aqui no Brasil.

É um universo onde todo tipo de extravagância é possível, desde show de cantores famosos até bebidas servidas por drones. Acabamos transformando o amor em um verdadeiro evento social, onde os convidados passam das centenas, sendo que algumas vezes muitos deles nem conhecidos pelos noivos são.

E um dos grandes investimentos feitos para a festa, muitas vezes atrás apenas do almoço/jantar e bebidas, acaba sendo o local onde ela será realizada. Fazendas, clubes, buffet luxuosos e até castelos costumam absorver 10% da verba dos noivos, em média. Por conta disso, e pensando também em cerimônias mais aconchegantes e minimalistas, muitos noivos têm recorrido a lugares alternativos para celebrar o amor, como a utilização dos espaços públicos.

Mas, quando falamos em espaço público, você imagina logo uma praia? Ledo engano! O queridinho do momento pelos pombinhos apaixonados vai te surpreender: são as boas e velhas pracinhas. Isso mesmo, aquele lugar perto do trabalho que você costuma ir para matar o tempo restante do almoço, ou então aquele pertinho da sua casa, onde está lotado de crianças nos fins de semana.

Casar em uma praça não envolve nenhum custo de locação, porém, é preciso ficar atento as regras de cada cidade, se informando na prefeitura sobre autorizações e licenças necessárias. E é bom se prevenir e não contar com a boa vontade dos fiscais do local ou de guardas municipais. Guarde e leve consigo todos os documentos, para não haver nenhum tipo de contratempo no grande dia.

Abaixo, separamos alguns casamentos incríveis realizados em praças públicas, recheados de amor para você se inspira.

Samantha & Fabio – Praça da Igreja Perpétuo Socorro, em São Paulo

Samantha, uma conhecida assessora de imprensa da capital paulista, conta que queria um casamento menor e diferente de tudo o que já tinha visto por aí. Ela e o noivo gostavam da ideia de casar ao ar livre, mas não queriam fazer a festa fora de São Paulo para não dar trabalho aos convidados. Foi quando pensaram, por que não casar numa praça?! A cerimônia, que foi realizada por amigos do casal, contou com muita pipoca, sorvete, docinhos, águas saborizadas e champanhe.

“Não queríamos nada grande, nada fechado. Por isso escolhemos um local com vegetação, área verde, espaço livre para crianças. Queria que minha celebração fosse algo prazeroso para todos e acho que uma pracinha agrada a todo tipo de pessoa”, contou Samantha.

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Fotos © Carola Montoro

Ana Helena & William – Praça Dolores Ibarruri (Praça das Corujas), em São Paulo

O casamento da Ana e do William aconteceu numa praça conhecida dos paulistas, a Praça das Corujas. Após a cerimônia, foi servido bolo e espumante para os 120 convidados, além de um mix de castanhas elaborado pela própria noiva, que também fez toda a identidade visual do casamento, além da sua própria maquiagem e cabelo. Mas, para a organização da festa e a decoração do dia, Ana conta que optou por contratar uma assessoria, que já tinha realizado outro casamento na mesma praça. Assim, ficaria livre no dia para apenas curtir sua festa! #ficadica

“A assessoria foi essencial pois não tínhamos ideia de como funcionava uma cerimônia de casamento e foram elas que decoraram toda a praça, já que o casamento foi num domingo de manhã e não teríamos como decorar a praça e depois nos arrumarmos!”, disse a noiva.

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Fotos © Nivea Alves, Tatiane Nuvolari e Patricia Moreira

Carol & Marks – Praça do Papa, em Belo Horizonte

Essa celebração, além de ter sido num lugar alternativo, contou com um friozinho na barriga a mais: foi uma surpresa do noivo para a noiva. Carol achava que teria um simples casamento no cartório, mas Marks, o noivo, convidou amigos e parentes do casal para comparecerem a um dos cartões postais mais bonitos de Belo Horizonte, a Praça do Papa, sem que Carol soubesse de nada. Emocionante!

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Fotos © Frank Bitencourt

Letícia & Luís – Praça André Foster, em Porto Alegre

Letícia e Luís optaram por uma pracinha na frente da casa dos pais do noivo, já que a ideia era fazer a celebração no salão de festas de lá para, na sequência, todos comemorarem com um piquenique na Praça André Foster, em Porto Alegre. A ideia da festa na praça surgiu pelo fato dos noivos não concordarem com a quantidade de dinheiro que se gasta em um casamento tradicional, além de estarem economizando para a viagem de lua de mel: uma road trip de um ano pela América do Sul, tendo a festa servido também como uma grande despedida dos amigos e familiares. Para as lembrancinhas, eles optaram por distribuir mudas de plantas e temperos que foram colhidos do jardim do antigo apartamento em que moravam. Mais pessoal, impossível!

“O casamento foi a maneira perfeita de representar tudo o que sentíamos, nossa alegria e nervosismo pelo que estava por vir. Foi um jeito mágico de juntar todas as pessoas importantes para nós, além de podermos nos despedir para a lua de mel que terá duração de 1 ano.”, contou Letícia.

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Fotos © Felipe Secco e amigos do casal

Silvia & Pablo – Saiu da Praça Horácio Sabino e foi até a Praça das Corujas, em São Paulo

Este casamento foi um verdadeiro bloco de Carnaval, que começou na Praça Horácio Sabino, onde a celebração foi feita, e percorreu várias ruas da cidade, até chegar na Praça das Corujas, onde foi realizada a festa. As madrinhas foram todas vestidas de fadas e, para a decoração, foi utilizada uma moldura de flores móvel, para acompanhar todo o trajeto da festa. No caminho havia bebidas, pipoca e algodão doce à disposição dos convidados, que receberam uma pulserinha personalizada para terem acesso aos comes e bebes.

“É muito emocionante pensar que cada amigo, com sua habilidade especial, deu sua contribuição pra festa. Foram músicos, cantores, fotógrafos, produtores, video maker, especialista de som, aqueles que cuidavam do trânsito pro bloco passar, grandes amigos que discursaram palavras de amor na hora da cerimônia, entre muitos outros!”, agradeceu a noiva, que é designer e também trabalha com casamentos.

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Fotos © Emiliano Capozolli e João Gold

Ele foi até ao Havaí fazer fotos incríveis da Via Láctea

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O fotógrafo Ulderico Granger sempre achou terapêutico observar o céu à noite e capturar imagens das estrelas. Durante o último verão, ele perdeu o sono e passou diversas noites relaxando ao ar livre, enquanto capturava imagens da Via Láctea no Havaí.

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Enquanto estava por lá, ele passava as noites explorando a ilha e capturando estas fotografias incríveis das estrelas. Praticamente todas as fotos foram feitas na Ilha Havaí (também conhecida como “Big Island”) e serviram como uma bela lembrança das noites em que passou sem dormir.

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Ulderico tem apenas 19 anos, mas fotografa desde os 12. Entre os assuntos que mais lhe interessam estão as fotografias da natureza, paisagens e vida selvagem. Para ver mais imagens capturadas por ele, não deixe de segui-lo no Instagram, onde o fotógrafo já conta com 7 mil seguidores.

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Todas as fotos © Ulderico Granger

Ensaio bucólico e inédito de Marilyn Monroe no auge de seus 24 anos é descoberto

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Marilyn Monroe foi uma das pessoas mais fotografadas e publicadas de todos os tempos. Ainda assim, aparentemente sempre haverá um ensaio fotográfico inédito de Marilyn perdido em algum arquivo para saciar o incessante desejo de vermos um pouco mais da atriz, mesmo mais de 50 anos após sua morte. Um novo ensaio, nunca antes publicado, mostra um pouco mais do seu lado Norma Jean (o nome de batismo da atriz): uma Marilyn natural, terna e mais relaxada, mesmo nas fotos mais posadas, com somente 24 anos.

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As fotos foram descobertas no arquivo da revista americana Life, e foram tiradas em um parque em Los Angeles, em 1950. Marilyn era ainda uma atriz iniciante, mais conhecida então como modelo. A razão pela qual as fotos jamais haviam sido publicadas permanecem um mistério, mas entre os arquivos foi achado um bilhete, dirigido ao editor de fotografia, dizendo que a sessão era “excessiva e mal impressa”. Mal sabia ele que poucos anos depois Marilyn seria não só capa da revista, como um dos rostos mais famosos de todos os tempos.

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© fotos: Life

9 expressões populares com origens ligadas à escravidão; e você nem imaginava

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Certas expressões populares se tornam de tal forma parte de nosso vocabulário e repertório que é como se sempre tivessem existido. Dor de cotovelo, chorar as pitangas, dar com os burros n’água, engolir um sapo ou salvo pelo gongo, tudo é dito como se fosse a coisa mais natural e normal do mundo.

Mas se mesmo as palavras mais corriqueiras possuem uma história e sua própria árvore etimológica, naturalmente que toda e qualquer expressão popular, das mais sábias e profundas às mais bestas e sem sentido, possuem uma origem, ora curiosa e interessante, ora sombria e simbólica de um passado sinistro.

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Pois muitas das expressões que usamos no dia a dia, e que hoje comunicam somente seu sentido funcional – aquilo que atualmente a frase “quer dizer” – são originarias de um vergonhoso e longo período da história do Brasil: a escravidão.

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/d/de/Alberto_Henschel_-_Baba_com_o_menino_Eugen_Keller.jpg(Foto:Escrava babá e ama de leite com o menino Eugen Keller na província de Pernambuco, 1874.)

Ainda que os sentidos originais tenham se diluído em algo trivial, essa origem permanece, como em toda palavra ou frase comum, feito um DNA marcando nossa própria história.

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O Brasil foi o país que mais recebeu escravos no mundo, e o último país independente do continente americano a abolir a escravidão. Conhecer o sentido original e a história de uma expressão é saber, afinal, o que é que estamos falando. Por isso, essa seleção de nove expressões populares criadas durante o período da escravidão no Brasil – uma época que faz parte de nosso passado, mas que possui ainda forte influência sobre nossa realidade atual.

1. Tem caroço nesse angu

A expressão, que significa que alguém estaria escondendo algo, tem sua origem em um truque realizado pelos escravos para melhor se alimentarem. Se muitas vezes o prato servido era composto exclusivamente de uma porção de angu de fubá, a escrava que lhes servia por vezes conseguia dar um jeito de esconder um pedaço de carne ou alguns torresmos embaixo do angu. A expressão nasceu do comentário de um ou outro escravo a respeito de certo prato que lhe parecesse suspeito.

2. A dar com pau

“Pau” é um substantivo utilizado em algumas expressões brasileiras, e tem sua origem nos navios negreiros. Muitos negros capturados preferiam morrer a serem escravizados e, durante a travessia da África para o Brasil, faziam greve de fome. Para resolver a situação, foi criado então o “pau de comer”, uma espécie de colhe que era enfiada na boca dessas pessoas aprisionadas por onde se jogava a comida (normalmente angi e sapa) até alimenta-los enfim. A população incorporou a expressão.

A única foto que se tem notícia de um navio negreiro, tirada por Marc Ferrez

A única foto que se tem notícia de um navio negreiro brasileiro, tirada por Marc Ferrez

3. Disputar a nega

Essa expressão, que significa disputar mais uma partida de qualquer jogo para desempatá-lo, possui sua origem não só na escravidão, como também na misoginia e no estupro (o que espanta que até hoje seja utilizada com tanta naturalidade). Sua história é simples e intuitiva: quase sempre, quando os senhores do passado jogavam algum esporte ou jogo, o prêmio era uma escrava negra.

https://vivimetaliun.files.wordpress.com/2014/12/b163d-007ngbmf1824cx102-12.jpg Escrava trabalhando mesmo  com o filho a tiracolo

4. Nas coxas

A origem da expressão, que quer dizer algo mal feito, realizado sem capricho, é imprecisa, e não há consenso sobre se ela viria de fato do período da escravidão. De todo modo, há vertente mais popular afirma que a expressão viria do hábito dos escravos moldarem as telhas em suas coxas que, por possuírem tamanhos e formatos diferentes, acabavam irregulares e mal encaixadas.

5. Espírito de porco

Ainda que a origem da expressão venha da injusta má fama associada ao animal, por uma ideia de falta de higiene, sujeira e impureza, tal má fama é oriunda de princípios religiosos. Durante o período escravocrata, os escravos se recusavam e eram obrigados a matar o animal, para que servisse de alimento. A recusa vinha porque se acreditava que o espírito do animal abatido permaneceria no corpo de quem o matasse pelo resto de sua vida e, para complementar tal crença, a incrível semelhança que o choro do porco possui com um lamento humano tornava o ritual ainda mais assustador.

6. Para inglês ver

Essa expressão tem sua origem na escravidão, e também no mal hábito ainda atual brasileiro de aprovar leis que não “pegam” (que ninguém cumpre e nem é punido por isso). Em 1830, a Inglaterra exigiu que o Brasil criasse um esforço para acabar com o tráfico de escravos, e impusesse enfim leis que coibissem tal prática. O Brasil acatou a exigência inglesa, mas as autoridades daqui sabiam que tal lei simplesmente não seria cumprida – eram leis existentes somente em um papel, “para inglês ver”.

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7. Bucho Cheio ou Encher o bucho

Expressão mais comuns em Minas, eram usadas tanto pelos escravos quanto por seus exploradores, evidentemente que com outra conotação da que se usa hoje. Atualmente significando estar bem alimentado, de barriga cheia, na época significavam a obrigação que os escravos que trabalhavam nas minas de ouro possuíam de preencher com ouro um buraco na parede, conhecido como “bucho”, para só então receber sua tigela de comida.

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https://vivimetaliun.files.wordpress.com/2016/10/f3509-007ngbmf1824cx077-081.jpg Escravos trabalhando em Minas, em rara fotos da época

8. Meia tigela

A partir da expressão anterior, a história segue, dando origem a expressão “meia tigela”, que significa algo sem valor, medíocre, desimportante. Quando o escravo não conseguia preencher o “bucho” da mina com ouro, ele só recebia metade de uma tigela de comida. Muitas vezes, o escravo que com frequência não conseguia alcançar essa “meta” ganhava esse apelido. Tais hábitos não eram, porém, restritos às minas, e a punição retirando-se parte da comida era comum na maioria das obrigações dos escravos.

9. Lavei a égua

Por fim, a expressão “lavar a égua”, que quer dizer aproveitar, se dar bem, se redimir em algo, vem também da exploração do ouro, quando os escravos mais corajosos tentavam esconder algumas pepitas debaixo da crina do animal, ou esfregavam ouro em pó em sua pele. Depois pediam para lavar o animal e, com isso, recuperar o ouro escondido para, quem sabe, comprar sua própria liberdade. Os que eram descobertos, porém, poderiam ser açoitados até a morte.

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© imagens: Arquivo/Marc Ferrez