O que aconteceu na empresa que adotou 9 gatos para compartilhar o escritório com seus funcionários

Você gosta de ver vídeos de gatinhos escondido enquanto está no trabalho? Mas já imaginou como seria trabalhar cercado por 9 felinos? Essa é a realidade de quem trabalha na empresa Ferray Corporation, no Japão, que adotou 9 gatos para compartilhar a rotina de trabalho de seus funcionários.

Como resultado, o estresse no escritório diminuiu muito e os funcionários ganharam mais um pretexto e quebra-gelo para interagirem entre si, o que gera boas trocas que podem servir para melhorar o ambiente pessoal, mas também o desempenho profissional. O mais interessante é que a empresa oferece um bônus para os funcionários que adotarem um bichinho e também estimula eles a trazerem seus gatos para o escritório.

gato1

Além da Ferray Corporation, outra empresa japonesa adotou um esquema similar. É a fabricante de suplementos para animais Mars Japan, que permite que funcionários levem os bichanos para o trabalho, além de oferecer folgas, bônus salarial e até auxílio funeral para quem tem um animal de estimação. São ideias como essas que gostaríamos de ver replicadas no Brasil.

Mas, se às vezes os gatos são teimosos em casa e insistem em sentar bem na frente – ou em cima – do computador, no escritório não seria diferente, como as fotos abaixo mostram. Mesmo assim, a gente garante que ninguém se incomoda com a companhia felina. Olha só:

 gato2

gato3

gato4

gato5

gato7

gato8

gato9

gato10

gato11

gato12

Todas as fotos © V and Ume Twitter

Anúncios

15 ideias criativas para cobrir tatuagens que você não gosta mais

Ao longo da vida, nós carregamos conosco todas as decisões que tomamos, boas ou ruins. As marcas definitivas das boas decisões ficam orgulhosamente à mostra, como troféus ou medalhas. O problema é que também ficam expostas as marcas das decisões ruins. Ainda assim, por pior que tenha sido uma decisão tomada, e por mais perpétuas que essas marcas sejam, sempre há um jeito de contorna-las, e amenizar essa difícil permanência.

Sim, as tatuagens podem ser uma metáfora para a vida. Quem nunca planejou tatuagens mirabolantes na adolescência, ou mesmo sob certa euforia passageira quando adulto, e agradeceu aos deuses, passado o momento, por não ter de fato marcado o corpo para sempre?

Nem todos, no entanto, tiveram a sabedoria de repensar uma tatuagem ruim. Como para todo problema na vida, por pior que seja, sempre há uma saída para uma tatuagem desastrosa. Uma das soluções mais funcionais e menos dolorosas é escolher um belo artista para cobrir o arrependimento com uma nova tatuagem. Os exemplos aqui expostos revelam que, por cima de um desenho horroroso em sua pele, sempre pode haver algo harmonioso e belo.

cobrir tatuagens (1) 
https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/07/TATTOO_COVERUP6.jpg 
cobrir tatuagens (2) 
cobrir tatuagens (3) 
cobrir tatuagens (4) 
cobrir tatuagens (5) 
cobrir tatuagens (6) 
cobrir tatuagens (7) 
cobrir tatuagens (8) 
cobrir tatuagens (9) 
cobrir tatuagens (10) 
cobrir tatuagens (11) 
cobrir tatuagens (12) 
cobrir tatuagens (13) 
cobrir tatuagens (14) 
cobrir tatuagens (15) 

TATTOO_COVERUP2

https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/07/TATTOO_COVERUP11.jpg


https://i2.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/07/TATTOO_COVERUP12.jpg 

 https://i0.wp.com/www.hypeness.com.br/wp-content/uploads/2016/07/TATTOO_COVERUP1.jpg
[BoredPanda]

Fotografias captam a leveza e a força da primeira bailarina de hijab do mundo

Quando a jovem bailarina Stephanie Kurlow se converteu ao islamismo com sua família, há nove anos, ela pensou que sua ambição artística estaria encerrada; que sua crença religiosa não poderia coincidir com seu amor pelo balé. Stephanie tem somente 14 anos de idade, e ainda que tenha vestido o hijab aos 9, seu primeiro tutu de bailarina ela vestiu aos 2.

 hijabale9

Stephanie cogitou abandonar o balé depois de sua conversão, mas hoje esse temor já ficou para trás, conforme ela caminha para se tornar a primeira bailarina profissional a vestir um hijab. Vivendo em Sidney, na Austrália, seu caminho não tem sido fácil, porém – especialmente em seu esforço para encontrar uma escola que a aceite. Para tal, Stephanie criou uma campanha de financiamento coletivo, que reuniu 7 mil dólares a fim de bancar os custos gerais de seus estudos profissionalizantes.

 hijabale8

Sua ambição, no entanto, é maior: Stephanie sonha em um dia utilizar sua experiência para criar uma escola de artes pela diversificação, reunindo crianças e adolescentes das mais diversas origens religiosas, raciais e sociais. “Essa escola terá programas especiais para religiões específicas, grupos de apoio para jovens e pessoas oriundas de comunidades diversas”, ela afirma. “Será uma chance para as gerações futuras de se expressarem e se curarem através da arte e da criatividade”.

 hijabale7

As críticas por ela dançar de hijab vieram tanto da comunidade islâmica quanto de outras bailarinas e bailarinos, mas Stephanie não se abala. “Acho que posso unir as pessoas através da dança, e inspirar jovens de diferentes raças que possam se sentir desencorajados”, ela afirma, coberta, dos pés à cabeça, de razão e emoção.

hijabale6

hijabale5

hijabale4

hijabale3

hijabale2

hijabale1

Você pode seguir os passos de Stephanie em sua página oficial no Facebook.

© fotos: Lisa Maree Williams/ Getty Images

Duas árvores “extintas” foram encontradas no Jardim da Rainha, na Escócia

Uma espécie de olmo que era considerada extinta no Reino Unido pelos últimos 50 anos foi descoberta em um dos jardins da Rainha em Edimburgo, na Escócia.

Dois exemplares Ulmus wetworthii pendula foram encontrados em uma vistoria dos jardins que estão ao redor do Palácio de Holyroodhouse, a residência oficial da Rainha na Escócia.

O mais estranho dessa história é que as árvores não estavam tão camufladas assim. Com mais de 30 metros de altura, elas estão entre as árvores mais fotografadas no parque. O que faltou foi que algum botânico a identificasse como a espécie que teoricamente não existia mais.

Ao identificar as folhas brilhantes e aparência chorosa da árvore, os botânicos envolvidos nesta última vistoria perceberam que estes poderiam ser os últimos exemplares do olmo que restaram em todo o Reino Unido.

“Uma descoberta dessas em que as árvores estão a apenas 30 metros e em plena vista realmente parece estranha”, diz Max Coleman, biólogo do Jardim Botânico Real de Edimburgo.

Coleman acredita que a identificação correta levou tanto tempo para acontecer porque esse tipo de olmo nunca foi comum. “Se você olhar no livro das árvores, não vai encontrar este olmo”, justifica. Além disso, a espécie desapareceu quase que completamente do Reino Unido na década de 1970, quando uma epidemia matou entre 25 e 75 milhões de olmos na região.

Especialistas agora querem criar mudas das árvores para reintroduzi-las no Reino Unido. Eles também precisam descobrir por que apenas esses dois exemplares sobreviveram à epidemia.

“É muito provável que esses olmos raros tenham sobrevivido porque a cidade de Edimburgo tem vistoriado e removido olmos doentes desde 1980”, argumenta Coleman. “Sem esse trabalho, milhares de olmos de Edimburgo teriam se perdido”.

Mistério dos olmos alemães

olmo-raro
Outro coisa está mal explicada nessa história: em 1902, três olmos da espécie rara foram levados da Alemanha para o Jardim Botânico de Edimburgo, mas depois de sua chegada, todos os registros mencionam apenas um exemplar, que morreu por causa da doença dos olmos.

Os botânicos envolvidos na vistoria agora questionam se os dois exemplares encontrados no Jardim da Rainha não seriam os outros dois que vieram da Alemanha em 1902.

“É muito tentador especular que as árvores do Palácio são as duas árvores desaparecidas do Jardim Botânico de Edimburgo. Há evidência de que as mudas tenham chegado ao Jardim para crescer um pouco antes de serem plantadas em suas posições finais”, diz Coleman.

“Certamente, havia uma relação próxima entre o palácio e o Jardim Botânico no início do século XX, e o jardineiro-chefe do Jardim da Rainha, William Smith, foi treinado aqui”, relata o botânico. [Science Alert]

Morre (feliz) aos 91 anos a senhora que trocou a quimioterapia por um ano na estrada

 

Quando foi diagnosticada com câncer aos 90 anos de idade, Norma Jean Bauerschmidt contrariou todas as recomendações que lhe foram oferecidas – começar um intenso e devastador tratamento ou se mudar para uma casa de cuidados – e decidiu por se juntar ao filho e à nora, que viviam na estrada, cruzando os EUA em um motor home para curtir seu último ano de vida. Depois de um ano de muita estrada, alegria, de uma “nova página da minha vida”, como ela própria disse, no ultimo dia 30, Norma enfim veio a falecer, em sua cama no motor home.

norma5

Juntos os três visitaram parques, feiras, faunas e floras diversas por todo o país, como nós  mostramos aqui, em uma verdadeira celebração da vida como um todo, através da longa e próspera vida de Norma. A família cumpriu seu desejo de ser cremada e enterrada ao lado de Leo, seu marido por 67 anos. Leo faleceu quatro dias após Norma descobrir sua condição.

norma_home

A saga da família pelas estradas dos EUA foi contada na página Driving Miss Norma (Conduzindo a Sra. Norma), por onde a informação de seu falecimento foi noticiada. Mais de 30 mil comentários e quase 3 milhões de views na página oferecerem tributos sinceros e deram adeus à felicidade aventureira de Norma.

norma4

norma6

Afinal, por suas fotos e seu sorriso, não restam dúvidas que, apesar da evidente falta, não há motivos para se entristecer. A inspiração de Norma permanece viva e jovem.

norma2

norma7

© fotos: Facebook