Experimento revelador mostra as diferentes formas com que tratamos a pobreza

 

Uma experiência feita pelo canal MoeAndET através de um vídeo gravado nas ruas de Nova York, EUA, tem dado o que falar por nos dar uma noção de como moradores de rua são tratados. Um garoto foi convidado a atuar como mendigo ao lado de um sem teto de verdade para saber quem receberia mais atenção e, acima de tudo, perceber como as pessoas reagem perante a pobreza conforme a aparência. A reação é tristemente surpreendente.

Não vamos estragar a surpresa, mas apenas dizer que a atitude do verdadeiro morador de rua, mesmo quando confrontando com situações difíceis de aceitar, restaura nossa fé no ser humano:

semteto1

semteto2

semteto3

semteto5

semteto6

semteto7

Todas as imagens: Reprodução YouTube; Legendas: Best of Web

Poon Lim, o homem que sobreviveu 133 dias em uma balsa de madeira

Poon Lim era um chinês que trabalhou como mordomo em um navio britânico durante a Segunda Guerra Mundial, o qual viajava desde a Cidade do Cabo até Suriname. Os alemães interceptaram o barco a cerca de 1200 km a leste da Amazônia e um par de torpedos afundou o barco em dois minutos. Lim foi o único homem dentre os 53 a bordo que sobreviveu ao ataque. Ele bateu o recorde como o homem que sobreviveu por mais tempo em uma jangada no mar como um náufrago. Ele nasceu em Hainan, no maior arquipélago do Mar do Sul da China e foi para a escola, não como a maioria das crianças da sua idade, graças ao dinheiro enviado por seus irmãos que trabalhavam em fábricas.

Quando Lim tinha 16 anos, seu pai, acreditando que a vida seria melhor em qualquer lugar e impulsionado pelo medo de ter que enviar seu filho para a luta contra os japoneses, enviou Lim com um de seus irmãos em um barco de passageiros britânicos para trabalhar como garçom.
Leia para saber sua história fascinante e não se esqueça de clicar em “Página seguinte” para continuar.

O navio no qual embarcou Lim, o Ben Lomond, estava armado, mas movia-se lentamente e navegava sozinho e sem rota da Cidade do Cabo até o Suriname. O barco alemão U-172 o interceptou em 23 de novembro e o bombardeou com dois torpedos. Enquanto o navio estava afundando, Poon Lim pegou um colete salva-vidas e saltou ao mar antes que as caldeiras do navio explodissem. Após cerca de duas horas na água, ele encontrou um quadrado de madeira de dois metros quadrados e meio e pousou sobre ele.

A balsa tinha várias latas de biscoitos, uma garrafa de 40 litros de água, um pouco de chocolate, um saco de torrões de açúcar, dois pacotes de fumo e uma lanterna. À princípio, Poon Lim se manteve vivo bebendo a água potável e comendo os alimentos encontrados na balsa, mas, em seguida, começou a se manter através da pesca e da água da chuva, a qual ele recolhia com a lona de seu colete salva-vidas.

 

Ele não nadava muito bem e às vezes amarrava uma corda em seu pulso, a qual prendia ao barco, para caso ele caísse no oceano. Ele utilizou o cabo da lanterna para fazer um gancho e usou uma corda para a linha. Ele também pregou pregos ao longo da balsa de madeira e os dobrou em forma de ganchos para capturar peixes maiores. Quando capturava peixes, ele os abria com uma faca que tinha sido criada a partir de uma lata de biscoitos e afiada e secada com o cânhamo da balsa. Uma vez, uma grande tempestade o alcançou e levou consigo tudo aquilo que ele possuía à bordo. Poon, que mal se mantinha vivo, caçou um pássaro e bebeu seu sangue para sobreviver.

Quando via tubarões, não fugia. Em vez disso, ele tentava pegá-los. Ele utilizou os restos do pássaro que havia caçado como isca. O primeiro tubarão que mordeu a isca não media mais que um metro. O tubarão agarrou a isca e puxou a linha de pesca muito fortemente, mas, anteriormente, Poon havia trançado a linha de corda a deixando mais espessa e resistente. Além disso, ele envolveu as mãos em uma lona para pegar o animal.

 

Uma vez, um tubarão o atacou quando ele conseguiu montar na balsa e usar a garrafa de água, já preenchida com água do mar, como uma arma. Depois de capturar o tubarão, Poon Lim o cortou, o abriu e bebeu o sangue de seu fígado. Não tinha chovido por dias e ele não possuía água. Sendo assim, o sangue acalmou sua sede. Ele cortou vários bifes e os secou ao sol, uma iguaria de Hainan. Além disso tudo, Poon também teve de lidar com queimaduras solares, o mar dos mares e a agonia de ver alguns barcos passando à distância. Na primeira vez, um carregador passou não muito longe de onde estava, mas não o viu. Em seguida, também assistiu a uma patrulha de aviões dos Estados Unidos passando por ali.

Poon acreditava não ter sido resgatado por ser chinês. Ele também sabia que era típico dos navios alemães deixar náufragos para emboscar seus inimigos. Um barco alemão chegou a ver o pobre Poon, mas não o salvou. Poon contou os dias fazendo nós em uma corda, mas depois de passar tanto tempo em alto mar decidiu que era inútil contar os dias e começou a contar as luas cheias. No entanto, após 133 dias no mar, três pescadores brasileiros descobriram a jangada.

 

Ele havia perdido 9 kg e passou quatro semanas em um hospital, onde se recuperou totalmente. Até hoje ninguém sobreviveu tanto tempo em uma jangada no mar. É um registro de um recorde… Como disse Poon em seu testamento antes de morrer: “Espero que ninguém precise quebrá-lo.” O Rei George VI concedeu-lhe a Medalha do Império Britânico e a Marinha Real incorporou sua história nos manuais de sobrevivência. Após a guerra, Poon Lim decidiu emigrar para os Estados Unidos, mas a quota de imigrantes chineses já tinha sido ultrapassada.

No entanto, por causa de sua fama e a ajuda do senador Warren Magnuson, recebeu tratamento especial e ganhou cidadania dos Estados Unidos. O que você achou da sua história? Ele realmente se armou de coragem para permanecer vivo…

Via: thevintagenews

 

Artista urbano cria intervenção para defender a vida em comunidade quilombola

https://scontent.fssa2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/14595751_1797451603864593_4115820577731058926_n.jpg?oh=bc7cdfc3f3248efc0966518e8892910c&oe=58D59120

O artista de rua Emol é natural de Diadema, em São Paulo, mas desde 2009 vive de forma nômade, sem residência fixa para poder conhecer melhor nosso país. Ele faz o possível para vivenciar culturas locais e captar suas questões fundamentais, como em sua última obra, no mangue cearense.

Chamado Quilombo do Cumbe, o trabalho é uma forma de alerta sobre a resistência da Associação Quilombola do Cumbe, localizada em Aracati, no Ceará. A comunidade é, tradicionalmente, produtora de alimentos como coco e manga, além da captura de caranguejos.

Nos últimos anos, porém, a harmonia local vem sendo desequilibrada por causa de novas atividades econômicas, como a atuação da Companhia de Água e Esgoto do Ceará, a carcinicultura (criação de camarões em viveiros) e a geração de energia eólica.

Segundo Emol, os empreendimentos da carnicicultura “criam conflitos entre os próprios moradores, poluem as águas e desmatam o mangue, constituindo uma ameaça ambiental, cultural e socioeconômica na região”.

emol-caranguejo

Na intervenção Quilombo do Cumbe ele criou um lindo caranguejo, símbolo do mangue, com o ideograma Akoben, que significa “chifre da guerra” e cimboliza a vigilância, pairando sobre sua cabeça. Alguns moradores locais nomearam a pintura como “o caranguejo guerreiro pronto pra guerra”.

Confira outros trabalhos de Emol:

emol-fortaleza-2016-red

12191369_1684004825171288_2302114365376299723_o-1

02

3_emol

04

07-l_1000

recife-2011_1000

Todas as imagens © Emol

O Lonely Planet já divulgou sua lista de ‘destinos tendência’ para o ano que vem

https://scontent.fssa2-1.fna.fbcdn.net/v/t1.0-9/14666219_1797477143862039_7314535713834484033_n.jpg?oh=b77a785528b3345284fc221151c77a81&oe=588873A8

O site Lonely Planet divulgou a lista dos melhores destinos para visitar em 2017. Eles são divididos em quatro categorias: top 10 cidades, as 10 melhores regiões para visitar, os 10 destinos mais em conta e os dez melhores países, que nós listamos aqui para você. Confira e comece já a planejar seu próximo embarque!

Mongólia

certo

Foto: Pixabay

Omã

oman

Foto: Wiki Commons

Etiópia

etopia-flickr

Foto: Flickr

Myanmar 

myanmar-pixabay

Foto: Wiki Commons

Bermuda 

bermuda

Foto: Wiki Commons

Nepal 

nepal

Foto: Wiki Commons

Dominica

640px-dominica_panorama_5

Foto: Wiki Commons

Finlândia

finla%cc%82ndia

Foto: Wiki Commons

Colômbia

colombia

Foto: Wiki Commons

Canadá

1200px-peyto_lake-banff_np-canada

Foto: Wiki Commons