Playboy inova e deixa de ter mulheres nuas a partir do próximo ano

 

A revista Playboy, fundada em 1953 com Marilyn Monroe na capa de estreia, comunicou que sua edição estadunidense não publicará mais ensaios com mulheres nuas a partir de março 2016, de acordo com o presidente-executivo da companhia Scott Flanders.

O novo posicionamento da publicação se deu, principalmente, pelo advento da Internet. Eles alegam que não existe relevância em consumir pornografia por esta mídia quando se tem o mundo virtual: “Mesmo as revistas mais respeitadas como a Playboy, perderam seus valores comercial e de choque e sua relevância cultural“.

Segundo Flanders, o fundador e editor-chefe Hugh Hefner, de 89 anos, concordou com essa decisão no mês passado, quando o editor da revista Cory Jones sugeriu em parar de publicar imagens de mulheres nuas. A Playboy seguirá, então, publicando ensaios femininos sensuais, sem que suas modelos posem completamente nuas.

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Hugh Hefner com a 1ª edição da revista, de 1953, em mãos. Foto © Elayne Lodge

A polêmica publicação sempre foi alvo de críticas por parte dos feministas por abordar a nudez feminina sem critérios relevantes. Sua circulação caiu de 5,6 milhões de exemplares em 1975 para cerca de 800 mil em 2015. Jones alegou que outras mudanças virão por aí; uma mulher assumirá a coluna sobre sexo, por exemplo.

A própria Playboy lançou um comunicado oficial nesta terça-feira (13): “Os tempos mudam. […] Sim, nós estamos assumindo um risco ao fazer isso, mas esta é uma empresa – como todas as grandes empresas que têm o ‘risco’ em seu DNA […]. Nosso jornalismo, arte, fotos e ficção têm desafiado as normas, desafiaram as expectativas e agora precisam estabelecer um novo tom”.

Já por aqui, o diretor de redação da Playboy Sérgio Xavier informou que num primeiro momento essa mudança talvez não ocorra no Brasil: “Nós não recebemos nenhum informe ainda sobre essa orientação da Playboy americana. Não chegou nada para nenhuma das licenciadas. Eu tenho minhas desconfianças de que isso não vai acontecer num primeiro momento aqui no Brasil”.

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Closes mostram como a expressão das pessoas muda quando elas ficam nuas

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Já parou para pensar em como o rosto é capaz de demonstrar coisas sobre nosso estado de espírito mesmo sem que percebamos? O fotógrafo canadense Dylan Hamm já, e, para tentar documentar essas microexpressões, ele criou o ensaio Naked Faces (“Rostos Nus”), em que fotografou pessoas com roupa e peladas.

Para deixar a dúvida na nossa cabeça, ele decidiu não divulgar em qual das imagens cada pessoa estava sem roupa, e fez questão de, aleatoriamente, distribuir as fotos das pessoas sem roupa na direita ou na esquerda de cada montagem.

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Dylan se surpreendeu com as diferentes reações dos fotografados: algumas pessoas mudaram totalmente de expressão após tirar as roupas, outras permaneceram praticamente iguais. As reações no momento em que ele pedia para que os modelos ficassem nus também variaram, entre risadas, gritos e piadas.

A experiência acabou não respondendo tão bem a questão de Dylan, mas levantou outras, em uma “investigação que vai continuar”, segundo ele. Fotografar as pessoas nessa situação lhe fez pensar sobre estereótipos de gênero, o subconsciente e como às vezes mudamos de forma insignificante para nós, mas perceptível para os outros.

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Todas as fotos © Dylan Hamm

Os excêntricos personagens das ruas de Tóquio captados em retratos poderosos em preto e branco

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O fotógrafo Shinya Arimoto gosta de mostrar o que ele vê nas ruas de Tóquio, cidade repleta de personagens excêntricos. Nascido em Osaka, Arimoto Atualmente é professor de fotografia na Escola de Artes Visuais de Tóquio e também atua como diretor do Totem Pole Photo Gallery. Quando não está no trabalho, Arimoto pode ser encontrado perambulando pelas ruas, interagindo com as pessoas.

Arimoto tem o cuidado de falar com todos e obter sua permissão antes de fotografar. Desta forma, seu trabalho é menos sobre a sociedade e mais sobre as pessoas, o que reflete na maneira respeitosa ele capta cada uma delas. Ele abre uma janela para mostrar sociedade japonesa fora dos estereótipos.

Arimoto passou dez anos no Tibete fotografando pessoas em todos os tipos de circunstâncias. “Eu acredito que o organismo humano é a cidade e é tudo parte de um ecossistema. Eu faço estas fotografias que formulam a cidade como o ambiente e habitat do homem”, disse em entrevista ao Japan Exposures.

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Todas as fotos © Shinya Arimoto

Fotógrafo visita abrigos pra retratar animais recém-nascidos e as imagens são de derreter qualquer coração

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O trabalho da fotógrafa norte-americana Traer Scott é, como diz o título acima, de derreter o coração de qualquer ser humano.Através do projeto Wild Animals (que virou livro – disponível na Amazon) Traer fotografa animais bebês, ainda nas primeiras semanas de vida. Quase todos os bichinhos são residentes temporários em centros de reabilitação da vida selvagem, que foram resgatados para, após se recuperarem, serem reintegrados ao seu habitat natural.

Traer conta que a ideia do projeto surgiu quando, durante um casamento ao ar livre, sua filha encontrou um bebê esquilo ferido. Imediatamente, a família procurou um desses centros especializados. Foi quando a fotógrafa, que se encantou com o trabalho dos voluntários, teve a ideia de clicar os bichinhos, como uma maneira de sensibilizar as pessoas para a importância desse tipo de trabalho.

Prepare-se para momentos de muita fofura:

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Todas as fotos © Traer Scott