A formiga panda

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A formiga panda (Euspinolia ornatula), conhecida internacionalmente como Panda Ant, é, na verdade, uma vespa sem asa. Pertencente a família Multilidae, a designação de “formiga” se espalhou pela semelhança com o pequeno inseto.  O nome “panda”, por motivos claro, foi dado em referência à coloração da vespa, que possui tons pretos e brancos.

Endêmica de regiões do Chile, ainda existem poucas informações sobre a espécie por ter sido descoberta há pouco tempo. Contudo, especula-se que a picada da espécie é tão dolorosa que poderia derrubar um grande animal, como um boi.

Nesta espécie de vespa os machos possuem asas e as fêmeas não, e são tão diferentes um do outro que não parecem de uma mesma espécie.  As Formigas-Panda habitam quase que por todo o mundo, em especial áreas arenosas e desertos.

Aqui não são encontrados nem rainhas e nem operárias como nas formigas verdadeiras: São vespas de corpo extremamente duro, difíceis de serem perfurados. Sua picada é muito dolorosa e com algumas picadas, podem abater animais muito maiores do que elas, sendo que somente a fêmea pode picar por apresentar um órgão sexual modificado, longo e maleável.

A Formiga-Panda prefere a parte da noite para suas atividades, mas isso não a impede de se aventurar durante o dia. Se alimentam de néctar. Durante o acasalamento o macho localiza, voando, uma fêmea e a leva em suas costas enquanto copulam. Ela depois, irá procurar um ninho de um inseto, e se neste tiver ovos ou pupa deste inseto, ela fará a postura de ovos bem ao lado, para que quando seus ovos se abram, as larvas da Formiga-Panda tenham alimento, consumindo os indefesos que ali se encontram.

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Umbonia Spinosa

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A espécie Umbonia spinosa , vulgarmente conhecido como bug espinho, perfeitamente imita a coluna de algumas plantas para camuflar-se e sobreviver. é uma espécie de Membracidae (também conhecido como membracídeos ).Spinosa Umbonia pode ser encontrado no México, Guatemala, Honduras, El Salvador, Costa Rica, Panamá, Colômbia, Venezuela, Guiana, Suriname, Peru e Brasil.Alimenta-se da seiva das plantas, geralmente a família Fabaceae .

As fêmeas colocam seus ovos no interior dos novos ramos das árvores e permanecer com eles até que choquem. Mais tarde também proteger as ninfas.É considerada uma espécie prejudicial em frutas e plantas ornamentais.Este hemíptero tem um tamanho de entre 12 e 16 milímetros. Sua cor varia do amarelo ao verde com um pronotum com seis linhas vermelhas.Um exemplo perfeito de mimetismo . Neste caso, imitando a parte menos atraente para os herbívoros história: suas espinhas.

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Este casal trocou a cerimônia do casamento por uma pequena celebração em paisagens incríveis

 
Muitas pessoas têm o sonho de casar, mas todos sabemos que não é nem um pouco barato fazer festa ou a menor cerimônia que seja. O casal Jeremy e Rachelle Garrett também queria juntar as escovas de dentes e celebrar, porém decidiu fugir à regra e com a grana do casamento resolveu viajar e trocar alianças em meio à paisagem da Islândia.
Ao invés de escolher bufê, docinhos, selecionar convidados e jogar o buquê, os até então noivos preferiram deixar a tradicional festança de lado para ir em busca do lugar perfeito, do qual saberiam exatamente quando o vissem, para realizar sua cerimônia simbólica e repleta de amor, como há-de ser o matrimônio.
Bem longe de casa, a dupla seguiu com uma van pelos glaciares do país, explorando todas suas belezas naturais e encantos. Para registrar os momentos juntos nas terras gélidas, contrataram o fotógrafo Troy Moth para seguir seus passos durante a viagem, o que resultou em registros incríveis desses momentos.
Num belo dia, encontraram as ruínas de uma antiga igreja, o único local que permaneceu naquele terreno que sofreu danos com uma erupção vulcânica há muito tempo. Ali fizeram seus votos, trocaram alianças, se beijaram e se abraçaram, prontos para retornarem a sua jornada na estrada, mas agora como marido e mulher.
Todas as fotos © Troy Moth

Conheca a oficial da marinha machão que se tornou uma mulher

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Identidade de gênero se refere ao gênero em que a pessoa se identifica (se ela se identifica como sendo um homem, uma mulher ou se ela vê a si como fora do convencional). Sendo assim, menos compreendida,  pois é facilmente confundida com orientação sexual. Enquanto a orientação sexual se refere a quem nos relacionamos, a identidade de gênero faz referência a como nos reconhecemos dentro dos padrões de gênero estabelecidos socialmente.

Atualmente há casos famosos de transfobia – o ódio por transgêneros – espalhados pelo mundo, e na maioria dos casos, o que abre portas para o preconceito é a falta de informação. O Brasil é o lugar onde ocorrem mais assassinatos à transgêneros. Pensando nisso, é sempre bom mostrar o diferente, e mais que isso, mostrar que o diferente também pode e deve ser considerado normal e digno de respeito.

Com isso, descobrimos a história de Sona Averian, que foi batizada como Mattew. Sona decidiu que iria realizar seu sonho em 2012, quando começou os tratamentos necessários para se tornar fisicamente mulher. Começou perdendo 40 kg, fez terapia hormonal, colocou silicone e passou por vários procedimentos cirúrgicos para se adaptar ao restante das mudanças.

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Em entrevista para o The Sun, Sona revelou: “Eu tinha uma ótima esposa, uma filha linda e um trabalho bem remunerado”. O que a levou a mudar não só a aparência, mas seu comportamento e rotina. “Durante todos esses anos, eu estava vivendo uma mentira e percebi que estava na hora de ser verdadeira comigo mesma”. Esse foi o motivo pelo qual Sona foi atrás de sua própria identidade.

Desde os 7 anos, Sona já dava indícios de que não estava satisfeita com sua condição. Os sinais começaram quando ela percebeu que se sentia muito melhor quando vestia os vestidos de sua irmã, do que suas próprias roupas. Obviamente, Sona foi repreendida pelos pais por estar tendo um comportamento “inadequado”.  “Eu fiquei devastada e me senti muito envergonhada. Eu sabia que queria ser uma garota, mas a sociedade não permitiria isso”, desabafou.

As represálias que sofreu dos pais só fizeram com que Sona se sentisse pior. Pressionada, na adolescência tentou entrar no time de basquete da escola para se encaixar nos “padrões de garoto” exigidos por todos a sua volta. Além de se sentir extremamente mal por não poder ser quem queria, o (até então) garoto comprava roupas femininas escondido dos pais, para que pudesse se trancar no quarto e ser quem gostaria de ser por alguns instantes.

Além de todo esse transtorno familiar e social, Sona também sofreu muito bullying no colégio. Os outros garotos achavam que ela tinha “trejeitos femininos” e não a deixavam participar das brincadeiras ou fazer parte dos grupos de estudo. Isso se deu até a fase adulta. Traumatizada, Sona buscou formas de se tornar mais masculina, foi aí então que se juntou à Marinha dos EUA: “Eu compensei o meu lado feminino me tornando mais e mais masculinizada”.

 

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Afim de construir uma vida “normal” e longe de preconceitos, Sona fazia musculação 6 vezes por semana, e buscava ter uma aparência de “macho alfa”, como ela mesma definiu. Com isso, esperava que a vontade de se tornar mulher desaparecesse com o tempo. O que, claro, não aconteceu.

Em 2005, Sona, (ainda Matthew), se casou com Lucy, uma neurologista. Afim de tentar amá-la e constituir uma família – mais uma tentativa frustrada de tentar se encaixar aos padrões – e se manter longe do preconceito das pessoas. Em 2010 o casal teve uma filha, o que para Mattew seria sua “salvação” definitiva. Acontece que, com o nascimento da criança, as coisas pioraram ainda mais:“Eu me perguntava como eu poderia ser um bom pai e ensinar minha filha sobre como aproveitar uma vida honesta e autêntica enquanto eu estava vivendo uma mentira”.

Em 2012, já desesperada com a situação, Sona enfim conseguiu coragem para contar à Lucy, até então sua esposa, o que estava acontecendo: “Nós conversamos a noite inteira e ambas choramos. Ao final da noite, Lucy prometeu me dar suporte durante a minha jornada” – quando essa decisão aconteceu, a filha do casal tinha apenas um ano e meio de idade.

A partir daí, tudo começou a mudar na vida de Sona: “Eu não queria que a mudança fosse muito drástica para a minha filha, então eu comecei me vestindo como mulher na parte de cima, depois fui deixando o cabelo crescer. Ela estava totalmente despreocupada e apenas contente porque seu papai estava feliz”.

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Lucy e Sona se separam em 2013. Quando isso aconteceu, ela não estava mais na Marinha, e enfim estava se sentindo feliz e satisfeita consigo mesma. Sua jornada, no entanto, só será finalizada quando ela passar pela cirurgia de construção de canal vaginal.

Lucy, que ainda é amiga de Sona, diz que nunca a viu tão feliz. A libertação de sua ex é, para ela, um grande motivo de orgulho e felicidade, e a história de Sona é hoje um exemplo para tantas outras pessoas que ainda têm medo ou receio do olhar da sociedade e até mesmo dificuldades de autoaceitação. Que assim como Sona, todos possam ser felizes da maneira que acharem melhor.via The Sun