Tóquio: dicas preciosas e nada óbvias para aproveitar o melhor da capital nipônica

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O mundo é muito grande e a vida muito curta para viajar sempre para o mesmo lugar. Por isso, ao invés de se ater a destinos óbvios como Nova York ou Paris, que tal dar uma chance para uma metrópole igualmente instigante, mas muito mais inusitada?

Estamos falando de Tóquio, a capital da Terra do Sol Nascente, o famoso ‘outro lado do mundo’. Morada de culturas milenares e mangás, e que está, cada vez mais, caindo no gosto de viajantes inquietos e curiosos do mundo todo.

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E não é por acaso. Esteja você em busca de gastronomia, design, tecnologia, arte, moda, arquitetura ou natureza, o Japão deve ser o seu destino, e Tóquio pode ser uma eletrizante e inesquecível porta de entrada. A Emirates tem excelentes opções de passagens para lá, além de oferecer uma experiência de voo única.

Vem dar uma espiada:

Shibuya: compras e mais compras

Shibuya é um dos bairros mais famosos de Tóquio e uma das principais ‘caras da cidade’. Mas o fato de ser muito conhecido não faz do local um ponto menos atrativo ou interessante. As ruas movimentadas com seus imensos letreiros e telões já inspiraram muitos filmes futuristas e são um convite às compras, grande atrativo da região. O mar de gente, os sons caóticos, as formas, cores e luzes dão a sensação de que, de alguma forma, o mundo inteiro está ali.

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As áreas de Udagawacho e Jinnan são o destino perfeito para quem está em busca de restaurantes e lojas. Na estação de Shibuya tem uma loja de cheesecake chamada Pablo (sim, o nome é esse mesmo!) e só os doces de lá já valem a ida ao outro lado do mundo.

Em Shibuya fica também o Yoyogi Park, perfeito para um passeio ou caminhada depois do almoço. A rua Takeshima com seu clima jovem e descolado também vale uma visita. Quando as lojas fecham, os letreiros dos clubes noturnos começam a piscar e uma infinidade de karaokês e bares te convidam a uma noitada muito divertida.

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Um outro local muito interessante é Akihabara, o famoso bairro dos eletrônicos em Tóquio. Quem é super high tech vai simplesmente adorar aquelas lojas incríveis repletas com os últimos lançamentos eletrônicos de tudo quanto é cor, forma, tamanho, etc. Todos os lançamentos tecnológicos acontecem em Akihabara com preços bem acessíveis.

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Tokyo Metropolitan Government Office: vista perfeita

O prédio do Tokyo Metropolitan Government Office tem a melhor vista da cidade sem sombra de dúvida. A entrada é gratuita e a vista panorâmica fica no 45º andar. Uma boa dica é ir pela entrada sul pois de lá, dependendo do tempo, dá pra ver o Monte Fuji!

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Shinjuku Golden Gai: noite e muita diversão

Se bateu aquela vontade de conhecer a boemia da cidade, essa região é o lugar certo. O local reúne uma infinidade de barzinhos. Escolha o que mais te chamar a atenção e entre sem muita cerimônia. Nossa recomendação é beber saquê (por favor!) e ir em pelo menos mais de dois bares na noite, pois um é completamente diferente do outro e eles são divertidíssimos.

Aqui não adianta querer ir de dia, a região funciona mesmo depois que o sol se põe. Outra dica preciosa é: quando for em qualquer bar ou restaurante peça o prato indicado pela casa. É sempre a melhor pedida! Para isso fale: OSUSUME, ONEGAI (O indicado, por favor).

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O Lamen mais maravilhoso da sua vida

O lamen vendido na própria estação de Shinjuku é a própria definição de amor verdadeiro. Não deixe de ir, por nada nesse mundo. Se tiver fila, encare! Outra dica: japoneses só entram em fila por coisas muito boas. Num país extremamente eficiente, perder tempo em fila só quando vale MUITO a pena. Quando chegar a sua vez você entenderá o motivo da espera.

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Izakaya: o típico boteco japonês

Quer escolher UM bar para visitar em Tóquio? Não pense duas vezes. O Bakawarai é um típico bar japonês, onde você vai poder tomar saquê de excelente qualidade e saborear petiscos e quitutes inesquecíveis. O Simon e a Martina, casal canadense de youtubers que morava na Coréia e agora vive no Japão, fizeram esse vídeo lá. Dá pra ter uma ideia de como esse lugar é maravilhoso.

Chibiusa Café: cores, sabores e Sailor Moon

Um outro lugar que vale super uma visita é o Chibiusa Café, um café temático da Sailor Moon. Não se deixe enganar pela aparência inocente da personagem do mangá. O Chibiusa é um lugar para viajar em cores e sabores e levar seu paladar a uma outra dimensão. Tantos os pratos salgados como os doces e bebidas são convites a experiências visuais e gastronômicas inesquecíveis. É possível que você tenha que enfrentar filas para conseguir se deliciar com as criações da casa, mas como dissemos há pouco, no Japão, as filas valem a pena.

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Tokyo-to, Minato-ku, Roppongi 6-10-1, Roppongi Hills 52nd floor.

Ama-San: as mulheres do mar

O Japão possui um dos maiores cultivos de pérolas do mundo, principalmente na Ilha de Mikimoto, que fica na Província de MIE-KEN a 278 Km de Tóquio. Desde 1987, quando o Sr Mikimoto inaugurou sua primeira empresa, ele cunhou a frase “Meu sonho é colocar um colar de pérolas no pescoço de cada mulher desse mundo”, e assim vem cumprindo sua promessa!

Para criar as pérolas cultivadas, as AMA-SAN são as mulheres mergulhadoras treinadas desde pequenas para pegar ostras, equipadas apenas com muita coragem e muito fôlego. Vestidas com uma combinação branca, um lenço branco na cabeça e uma máscara de mergulho, elas coletam ostras no fundo do mar e as colocam em tinas de madeira que ficam boiando na superfície. Essa é uma atividade tradicional que é feita da mesma maneira há séculos. Parece que ainda hoje, existem cerca de mil AMA-SAN em atividade no Japão. Vale a pena ir até lá e conferir essa tradição.

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Museu Nezu: a delicadeza da arte japonesa

Os admiradores da arte nipônica não podem deixar de visitar o Museu Nezu, com seus jardins tradicionais e seu rico acervo de arte asiática. Os objetos expostos foram colecionados por Nezu Kaichiro, presidente da Tobu Railways, falecido em 1940. O museu foi inaugurado em 1941 no local que havia sido sua residência. Além das peças milenares e centenárias de diversas partes da Ásia e do Japão, ali é possível contemplar ainda alguns dos famosos painéis de Ogata Korin.

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Working Title/Artist: Yatsuhashi, Ogata Korin Department: Asian Art Culture/Period/Location: HB/TOA Date Code: 09 Working Date: Japanese. Paintings-screens. 53.7.2 (flat) Edo Period, 18th Century Screen, six-panel, one of a pair: Iris and Bridge (Yatsuhashi) Ink, Color and gold leaf on paper H. 70-1/2 in. W. 146-1/4 in. transparency 5, photographed in 1993 scannned for burke cd-rom in 1999 (phc) Working Title/Artist: Yatsuhashi, Ogata Korin

5 pratos indianos que você precisa conhecer – e provar pelo menos uma vez na vida

A Índia possui mais 1.3 bilhão de habitantes e num país com tanta gente, o que há de melhor é justamente sua pluralidade cultural derivada da influência de colonizadores de diversos cantos do mundo. Conhecida pelas cobiçadas especiarias que atraíram tantas expedições a seu território, não é de se estranhar que a gastronomia indiana seja uma das mais apreciadas do mundo.

Fizemos uma lista de cinco pratos indianos que você precisa experimentar o quanto antes. Detalhe: para comer como um autêntico indiano, sempre use a mão direita!

Confira!

1. Vada Pav

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O sanduíche vegetariano que possui ‘hambúrguer’ de batata em um pãozinho (o pav) é uma típica comida de rua muito popular em Mumbai. Para preparar, primeiro é preciso fazer um tipo de purê de batatas e temperar com pimentões, alho, assa-fétida, açafrão, sementes de mostarda e alho. A massa é então revestida em farinha e frita para ser colocada no pão. O lanche geralmente é servido acompanhado de chutney, uma espécie de molho feito com frutas, açúcar, vinagre e especiarias.

2. Palak Paneer

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É sem dúvida uma das mais saborosas e solicitados pratos vegetarianos de comida indiana. Seu nome vem da combinação de Palak (espinafre) e paneer (um queijo parecido com o nosso queijo minas). O molho curry é feito à base de espinafre e molho de tomate. Arroz cozido é o complemento ideal, embora algumas pessoas prefiram comer com pão. Este prato é típico da região do Punjab.

3. Frango na manteiga

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Este é um dos pratos mais populares no país e consiste em um frango marinado em iogurte e uma mistura de especiarias cozidas com um molho feito com manteiga, pasta de tomate e outros ingredientes. Ele é frequentemente servido com lentilhas pretas, salada verde e um pão chamado naan. É considerado um dos pratos mais saborosos da região de Punjab, localizada no norte da Índia.

4. Curry de peixe

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O curry de peixe pode ser comparado à nossa famosa moqueca. É um prato típico em todo país, mas cada região possui uma maneira diferente de preparo que pode incluir ingredientes distintos. O curry de peixe da Costa de Malabar, leva óleo de coco e, às vezes, leite. Sua cor avermelhada vem da pimenta em pó, por isso, é bem picante.

5. Vindaloo

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O vindaloo é um curry tradicional da ex-colônia portuguesa de Goa. O nome vem do prato português “carne de vinha-d’alhos”. Tradicionalmente é feito com carne de porco, embora muitos restaurantes de outras cidades utilizem outras carnes. Apesar das suas origens na Europa, o prato indiano geralmente é bem picante. Seu preparo possui cardamomo, pimenta, canela, gengibre, alho, pó de mostarda e vinagre.

Todas as fotos: Reprodução

As maiores montanhas do Brasil para quem curte ‘altas’ aventuras

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Que tal encarar subidas para contemplar vistas inesquecíveis de diferentes paisagens, como a floresta Amazônica ou  as serras que enfeitam Minas Gerais? Se você é fã de adrenalina, confira aqui onde escalar os cinco picos mais altos do país:
Pico da Neblina
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Localizado na Serra do Imeri, no Amazonas, o Pico da Neblina está a 2.995 metros acima do nível do mar. Para alcançá-lo, você vive uma verdadeira odisséia: parte da cidade de São Gabriel da Cachoeira numa viagem até a reserva indígena do Balaio. Segue depois por dois dias numa voadeira transpondo as águas do Yamirim para caminhar por cerca de uma semana, rumo ao topo.
O pico está localizado no Parque Nacional do Pico da Neblina, criado para proteger a região e as comunidades indígenas que alí vivem,  como Tucanos e Yanomamis. É preciso pedir autorização da AYRCA (Associação Yanomami do Rio Cauaburís e Afluentes) para encarar o percurso.
Pico 31 de março
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Também na Serra do Imeri (AM),  o Pico 31 de Março tem 2.974 metros de altura e pode ser alcançado a partir do Pico da Neblina, na mesma expedição cheia de aventuras.
Pico da Bandeira 
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Se você quer vistas altas sem ter que suar (tanto!) a camisa, o Pico da Bandeira, de 2.891 metros de altura, localizado na Serra do Caparaó, entre Minas Gerais e Espírito Santo, é o seu lugar. Localizado no Parque Nacional do Caparaó, uma das áreas do território capixaba  que conserva melhor a Mata Atlântica, o Pico da Bandeira proporciona uma vista inesquecível do nascer do sol. Para contemplá-la, encare sua subida durante a lua cheia do mês de julho, quando as noites estão mais iluminadas.
Pedra da Mina
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Com 2.798 metros, a Pedra da Mina está localizada em Serra Fina, entre Minas Gerais e São Paulo. Para alcançar o seu pico o viajante encara uma das travessias consideradas mais complexas do Brasil, portanto, a empreitada é alpinistas experientes e não marinheiros  de primeira viagem. São 6 horas de subida íngreme e depois, 5 horas de descida. Aconselha-se dormir lá em cima, para recuperar o fôlego para a volta.
Pico das Agulhas Negras
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Dentro do Parque Nacional do Itatiaia, no Rio de Janeiro, o Pico das Agulhas Negras têm 2790 metros e é o quinto mais alto do Brasil. No parque existem trilhas de vários níveis para explorar a região: uma que chega até a sua base e dura 45 minutos, a 1300 metros de altura, e  partir dela, mais duas horas de subida íngreme até o pico, com o auxílio de cordas.
Fotos: Wiki Commons

Ele transforma pinturas ‘rejeitadas’ adicionando personagens inusitados a elas

A arte de misturar duas obras diferentes para criar uma terceira obra, também conhecida como mashup, não se restringe à música. O artista canadense David Irvine se vale dessa técnica para trazer de volta à vida quadros “abandonados” em sua versão original – incluindo sobre pinturas conhecidas, figuras do imaginário pop.
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O trabalho foi batizado de arte redirecionada, e traz o homem-aranha, Pac Man, Darth Vader e os Caça-Fantasmas, entre muitos outros, como personagens de quadros outrora clássicos, agora transformados em cenários insólitos para cenas hilárias e surpreendentes. Os quadros que servem de base para sua arte redirecionada são comprados em brechós, vendas de quintal ou encontrados no lixo.
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David jamais rasura ou apaga a assinatura dos autores originais dos quadros, questionando assim o próprio estatuto da autoria na arte. O artista pega tudo emprestado, para criar uma outra realidade, onde não há diferença entre o elevado universo da arte e o diluído universo do pop – tudo se encaixa, tudo é possível e bem vindo, mantendo o estilo e as cores originais, do Mickey ao Godzila, de arcanjos aos campos bucólicos.
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© David Irvine