Tente não se apaixonar por essa série do concurso de fotografia de viagem de Siena

O Siena International Photo Awards é um concurso de fotografia de prestígio que recebe inscrições de mais de 100 países ao redor do mundo. O resultado da competição 2016 acaba de ser anunciado.
As imagens abrangem inúmeros países, incluindo Índia, China, Bangladesh, Turquia, Cuba, Mianmar e Bahrein. Leyla Emektar ganhou o primeiro lugar na categoria Travel com a bela imagem de um catador de morango entre estufas coloridas na Turquia, enquanto o primeiro lugar para a categoria Open Color foi para Danny Yen Sin Wong pelo clique de uma mulher vietnamita fazer uma rede de pesca.
As fotografias vencedoras estão atualmente em exposição “Beyond the Lens”, realizada na cidade de Siena, Itália.
Confira as imagens vencedoras:
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Closes mostram como a expressão das pessoas muda quando elas ficam nuas

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Já parou para pensar em como o rosto é capaz de demonstrar coisas sobre nosso estado de espírito mesmo sem que percebamos? O fotógrafo canadense Dylan Hamm já, e, para tentar documentar essas microexpressões, ele criou o ensaio Naked Faces (“Rostos Nus”), em que fotografou pessoas com roupa e peladas.
Para deixar a dúvida na nossa cabeça, ele decidiu não divulgar em qual das imagens cada pessoa estava sem roupa, e fez questão de, aleatoriamente, distribuir as fotos das pessoas sem roupa na direita ou na esquerda de cada montagem.
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Dylan se surpreendeu com as diferentes reações dos fotografados: algumas pessoas mudaram totalmente de expressão após tirar as roupas, outras permaneceram praticamente iguais. As reações no momento em que ele pedia para que os modelos ficassem nus também variaram, entre risadas, gritos e piadas.
A experiência acabou não respondendo tão bem a questão de Dylan, mas levantou outras, em uma “investigação que vai continuar”, segundo ele. Fotografar as pessoas nessa situação lhe fez pensar sobre estereótipos de gênero, o subconsciente e como às vezes mudamos de forma insignificante para nós, mas perceptível para os outros.
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Todas as fotos © Dylan Hamm

Cientistas não conseguem explicar que objeto gigante está bloqueando a luz desta estrela

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Cientistas descobriram um estranho padrão de luz em torno de uma estrela distante, que simplesmente não conseguem explicar. O mistério é tão grande que até “tecnologia alienígena avançada” já foi considerada como uma possibilidade.

“Aliens devem sempre ser a última hipótese a se considerar, mas parecia ser algo que se esperaria que uma civilização alienígena construísse”, disse Jason Wright, astrônomo da Universidade Estadual de Pensilvânia, nos EUA, ao jornal The Atlantic.

KIC 8462852

A estrela, chamada KIC 8462852, está localizada a cerca de 1.500 anos-luz de distância de nós, entre as constelações do Cisne e Lira. Ela é mais brilhante, mais quente e mais massiva do que o nosso sol.

Descoberta pela primeira vez pelo telescópio espacial Kepler, da NASA, em 2009, vários cientistas cidadãos vasculhando os dados a apontaram “bizarra” e “interessante”. Assim, os astrônomos começaram a estudá-la.

O que ela tem de especial? Normalmente, as variações de brilho das estrelas são muito ligeiras – menos de 1% de escurecimento a cada poucos dias, semanas ou meses, dependendo do tamanho da órbita do planeta que a circunda.Mas a KIC 8462852 possui variações de brilho altamente irregulares. Não há nenhuma órbita periódica identificável, apenas bloqueios de luz estranhos e sem padrão discernível ocorrendo.

Escurecimento muito grande

Estes efeitos de escurecimento são significativos. Em um ponto, a quantidade de luz da estrela caiu em 15%. Em outro, 22%.

Mesmo um planeta do tamanho de Júpiter só bloquearia cerca de 1% deste tipo de luz da estrela, e ele é basicamente tão grande quanto um planeta pode ser.

O escurecimento não pode ser devido a outra estrela, também, ou os cientistas a teriam visto. A falta de um padrão é mais uma evidência de que não é uma estrela.O que quer que esteja bloqueando a luz de KIC 8462852 é grande, no entanto, com até a metade da largura da própria estrela.

Descartando teorias

A explicação mais óbvia para os eventos de escurecimento irregulares é que KIC 8462852 tem uma massa de lixo espacial – rochas e poeira de diferentes formas e tamanhos – a circulando em formação apertada.

O único problema é que isso só ocorre quando uma estrela é jovem, e a evidência aponta para a KIC 8462852 ser madura.

“Nós nunca tínhamos visto nada como esta estrela”, disse uma das pesquisadoras, Tabetha Boyajian, da Universidade de Yale nos EUA.Poderia ser um erro? Não. Os cientistas já descartaram a possibilidade de que a informação esteja errada. “Achamos que poderiam ser dados falsos ou um movimento defeituoso na nave espacial, mas tudo estava ok”, disse Boyajian.

Pensando fora da caixa

A melhor explicação que temos até agora, então, é que, em algum ponto, outra estrela passou pelo sistema KIC 8462852 e perturbou sua gravidade, puxando uma massa de cometas em direção a ele. Há outra estrela perto o suficiente de KIC 8462852 para tornar isso uma possibilidade.

Mas seria uma extraordinária coincidência, de acordo com os pesquisadores.Sem contar que nem todos estão convencidos de que uma massa de cometas bloquearia 22% da luz da estrela.

Wright afirma que precisamos considerar outras opções mais ousadas, como uma civilização alienígena avançada no processo de construção de algo enorme próximo a KIC 8462852.

Esfera de Dyson

Lembra da Esfera de Dyson? A gigantesca esfera feita de painéis solares que circunda completamente uma estrela, presente em muitas ficções científicas, é uma das hipóteses de tecnologia avançada alienígena que poderia explicar os eventos irregulares.

No entanto, Wright crê que devemos abordar essa suposição com ceticismo.O que isso significa? Significa que podemos ficar um pouco animados, não porque aliens são uma séria possibilidade, mas porque temos um mistério em nossas mãos, e disso deve sair algo novo para ciência.Em breve, mais pesquisadores devem se envolver no estudo da KIC 8462852 para resolver esse enigma. [ScienceAlert, TheAtlantic]

Morcego brasileiro é o animal voador mais rápido no mundo

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Os recordes esportivos estiveram em alta em 2016, e agora parece que até mesmo o reino animal tem um novo campeão, e um bastante inesperado. Uma criatura em que ninguém colocava suas fichas acabou de entrar nos livros de recordes como o animal voador mais rápido do mundo: o morcego de cauda livre brasileiro.

Em um novo estudo na revista Royal Society Open Science, os pesquisadores explicam que, até agora, os morcegos eram considerados mais lentos do que os pássaros, graças ao fato de que a morfologia de suas asas tende a gerar mais arrasto, enquanto suas orelhas grandes também os retardam enquanto voam pelo ar.

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No entanto, depois de medir a velocidade de vôo de sete morcegos de cauda livre brasileiros ao longo de uma semana, a equipe descobriu que eles são capazes de rajadas curtas de vôo horizontal extremamente rápidas, atingindo uma velocidade máxima de 160,2 quilômetros por hora. Não só esta velocidade não é igualada por qualquer outra espécie de morcego, mas também supera a maior velocidade de vôo horizontal já registrada em aves – 112 quilômetros por hora, registrada pelo andorinhão-preto.

 

Planando em alta velocidade

Para coletar os dados, a equipe anexou pequenos transmissores de rádio às costas dos morcegos e rastreou os sinais emitidos por esses dispositivos usando receptores em aeronaves que seguiram os mamíferos em suas viagens noturnas.

Segundo os pesquisadores, os morcegos foram capazes de atingir essas velocidades vertiginosas planando: eles aumentam os intervalos entre cada aba de suas asas e simplesmente deslizam através do ar.

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A equipe ficou um pouco surpresa com sua descoberta, e certamente não esperava descobrir que um morcego era o maior velocista aéreo do mundo. Em uma declaração, o co-autor do estudo, Kamran Safi, explicou que “dificilmente poderíamos acreditar em nossos dados, mas eles estavam corretos: às vezes, as fêmeas, que pesam entre 11 e 12 gramas, voavam a velocidades de mais de 160 quilômetros por hora, um novo recorde para o voo horizontal”. [I Fucking Love Science]

Este pequeno pug vive aventuras de dar inveja a muitos humanos

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O americano Jeremy Veach é um fotógrafo de 26 anos de idade que vive em busca de aventuras pelo mundo. Como companhias inseparáveis em suas viagens estão: sua câmera e seu fofíssimo cãozinho pug Norm.

Com o talento de um modelo profissional experiente, Norm posa para as lentes do amigo em paisagens deslumbrantes e faz o maior sucesso.

O Instagram onde Veach publica as fotos do pug possui mais de 330 mil seguidores absolutamente apaixonados pelo carisma do animalzinho.

Confira algumas fotos:

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* Todas as fotos: Reprodução Instagram

Conheça o museu feito de mais de 100 miniaturas hiperrealistas de cenários de filmes

Já pensou se você pudesse visitar todos os cenários de seus filmes preferidos em um só lugar e conferir de perto as locações que fizeram parte da história do cinema? Isso já é possível – pelo menos em parte. Na cidade francesa de Lyon se encontra o Musée Miniature et Cinéma, um museu que reúne mais de 100 miniaturas hiperrealistas de cenários de filmes.
Cada cena foi produzida com todo o cuidado por miniaturistas reconhecidos mundialmente, o que fará com que você praticamente se sinta como se estivesse vendo o cenário em tamanho real. Até mesmo a iluminação foi pensada de forma que as cenas estejam adequadas ao momento do dia e à posição geográfica de cada obra.
Será que você consegue adivinhar de quais filme são as miniaturas abaixo? Deixa suas sugestões nos comentários!
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Todas as fotos © Musée Miniature et Cinéma

Tóquio: dicas preciosas e nada óbvias para aproveitar o melhor da capital nipônica

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O mundo é muito grande e a vida muito curta para viajar sempre para o mesmo lugar. Por isso, ao invés de se ater a destinos óbvios como Nova York ou Paris, que tal dar uma chance para uma metrópole igualmente instigante, mas muito mais inusitada?

Estamos falando de Tóquio, a capital da Terra do Sol Nascente, o famoso ‘outro lado do mundo’. Morada de culturas milenares e mangás, e que está, cada vez mais, caindo no gosto de viajantes inquietos e curiosos do mundo todo.

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E não é por acaso. Esteja você em busca de gastronomia, design, tecnologia, arte, moda, arquitetura ou natureza, o Japão deve ser o seu destino, e Tóquio pode ser uma eletrizante e inesquecível porta de entrada. A Emirates tem excelentes opções de passagens para lá, além de oferecer uma experiência de voo única.

Vem dar uma espiada:

Shibuya: compras e mais compras

Shibuya é um dos bairros mais famosos de Tóquio e uma das principais ‘caras da cidade’. Mas o fato de ser muito conhecido não faz do local um ponto menos atrativo ou interessante. As ruas movimentadas com seus imensos letreiros e telões já inspiraram muitos filmes futuristas e são um convite às compras, grande atrativo da região. O mar de gente, os sons caóticos, as formas, cores e luzes dão a sensação de que, de alguma forma, o mundo inteiro está ali.

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As áreas de Udagawacho e Jinnan são o destino perfeito para quem está em busca de restaurantes e lojas. Na estação de Shibuya tem uma loja de cheesecake chamada Pablo (sim, o nome é esse mesmo!) e só os doces de lá já valem a ida ao outro lado do mundo.

Em Shibuya fica também o Yoyogi Park, perfeito para um passeio ou caminhada depois do almoço. A rua Takeshima com seu clima jovem e descolado também vale uma visita. Quando as lojas fecham, os letreiros dos clubes noturnos começam a piscar e uma infinidade de karaokês e bares te convidam a uma noitada muito divertida.

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Um outro local muito interessante é Akihabara, o famoso bairro dos eletrônicos em Tóquio. Quem é super high tech vai simplesmente adorar aquelas lojas incríveis repletas com os últimos lançamentos eletrônicos de tudo quanto é cor, forma, tamanho, etc. Todos os lançamentos tecnológicos acontecem em Akihabara com preços bem acessíveis.

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Tokyo Metropolitan Government Office: vista perfeita

O prédio do Tokyo Metropolitan Government Office tem a melhor vista da cidade sem sombra de dúvida. A entrada é gratuita e a vista panorâmica fica no 45º andar. Uma boa dica é ir pela entrada sul pois de lá, dependendo do tempo, dá pra ver o Monte Fuji!

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Shinjuku Golden Gai: noite e muita diversão

Se bateu aquela vontade de conhecer a boemia da cidade, essa região é o lugar certo. O local reúne uma infinidade de barzinhos. Escolha o que mais te chamar a atenção e entre sem muita cerimônia. Nossa recomendação é beber saquê (por favor!) e ir em pelo menos mais de dois bares na noite, pois um é completamente diferente do outro e eles são divertidíssimos.

Aqui não adianta querer ir de dia, a região funciona mesmo depois que o sol se põe. Outra dica preciosa é: quando for em qualquer bar ou restaurante peça o prato indicado pela casa. É sempre a melhor pedida! Para isso fale: OSUSUME, ONEGAI (O indicado, por favor).

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O Lamen mais maravilhoso da sua vida

O lamen vendido na própria estação de Shinjuku é a própria definição de amor verdadeiro. Não deixe de ir, por nada nesse mundo. Se tiver fila, encare! Outra dica: japoneses só entram em fila por coisas muito boas. Num país extremamente eficiente, perder tempo em fila só quando vale MUITO a pena. Quando chegar a sua vez você entenderá o motivo da espera.

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Izakaya: o típico boteco japonês

Quer escolher UM bar para visitar em Tóquio? Não pense duas vezes. O Bakawarai é um típico bar japonês, onde você vai poder tomar saquê de excelente qualidade e saborear petiscos e quitutes inesquecíveis. O Simon e a Martina, casal canadense de youtubers que morava na Coréia e agora vive no Japão, fizeram esse vídeo lá. Dá pra ter uma ideia de como esse lugar é maravilhoso.

Chibiusa Café: cores, sabores e Sailor Moon

Um outro lugar que vale super uma visita é o Chibiusa Café, um café temático da Sailor Moon. Não se deixe enganar pela aparência inocente da personagem do mangá. O Chibiusa é um lugar para viajar em cores e sabores e levar seu paladar a uma outra dimensão. Tantos os pratos salgados como os doces e bebidas são convites a experiências visuais e gastronômicas inesquecíveis. É possível que você tenha que enfrentar filas para conseguir se deliciar com as criações da casa, mas como dissemos há pouco, no Japão, as filas valem a pena.

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Tokyo-to, Minato-ku, Roppongi 6-10-1, Roppongi Hills 52nd floor.

Ama-San: as mulheres do mar

O Japão possui um dos maiores cultivos de pérolas do mundo, principalmente na Ilha de Mikimoto, que fica na Província de MIE-KEN a 278 Km de Tóquio. Desde 1987, quando o Sr Mikimoto inaugurou sua primeira empresa, ele cunhou a frase “Meu sonho é colocar um colar de pérolas no pescoço de cada mulher desse mundo”, e assim vem cumprindo sua promessa!

Para criar as pérolas cultivadas, as AMA-SAN são as mulheres mergulhadoras treinadas desde pequenas para pegar ostras, equipadas apenas com muita coragem e muito fôlego. Vestidas com uma combinação branca, um lenço branco na cabeça e uma máscara de mergulho, elas coletam ostras no fundo do mar e as colocam em tinas de madeira que ficam boiando na superfície. Essa é uma atividade tradicional que é feita da mesma maneira há séculos. Parece que ainda hoje, existem cerca de mil AMA-SAN em atividade no Japão. Vale a pena ir até lá e conferir essa tradição.

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Museu Nezu: a delicadeza da arte japonesa

Os admiradores da arte nipônica não podem deixar de visitar o Museu Nezu, com seus jardins tradicionais e seu rico acervo de arte asiática. Os objetos expostos foram colecionados por Nezu Kaichiro, presidente da Tobu Railways, falecido em 1940. O museu foi inaugurado em 1941 no local que havia sido sua residência. Além das peças milenares e centenárias de diversas partes da Ásia e do Japão, ali é possível contemplar ainda alguns dos famosos painéis de Ogata Korin.

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Working Title/Artist: Yatsuhashi, Ogata Korin Department: Asian Art Culture/Period/Location: HB/TOA Date Code: 09 Working Date: Japanese. Paintings-screens. 53.7.2 (flat) Edo Period, 18th Century Screen, six-panel, one of a pair: Iris and Bridge (Yatsuhashi) Ink, Color and gold leaf on paper H. 70-1/2 in. W. 146-1/4 in. transparency 5, photographed in 1993 scannned for burke cd-rom in 1999 (phc) Working Title/Artist: Yatsuhashi, Ogata Korin