Preguiças nadam muito bem; assista

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Depois de divulgar a cena de sucesso do bebê iguana fugindo de terríveis cobras, a BBC continua apresentando pequenos trechos da segunda parte dos documentários Planet Earth.

Um dos destaques é a preguiça nadadora, que apesar de parecer muito lenta para esse tipo de atividade, mostra que consegue cumprir a tarefa com facilidade. Os pontos fortes da série – emocionante trilha sonora e imagens de altíssima qualidade – tornam o vídeo ainda mais prazeroso de ser assistido.

A preguiça em questão não está nadando apenas para passar o tempo, e sim para procurar sua parceira para criar descendentes. Ao ver uma fêmea no topo de uma árvore, nossa estrela até acelera o passo para se aproximar, mas tem uma péssima surpresa ao constatar que sua companheira em potencial já carrega um filhote nos braços.

 

A fêmea não vai cruzar novamente até que o filhote seja independente, em cerca de seis meses. Por isso, a preguiça protagonista deve continuar sua busca em outro lugar.

A cena foi gravada na isolada ilha do Caribe Isla Escudo de Veraguas, que fica no Panamá. O trecho entrou no primeiro episódio exibido do ano, chamado “Ilhas”, que apresenta os desafios únicos de animais que vivem isolados neste tipo de ambiente.

O Planet Earth II chega às telas das televisões exatamente uma década depois da primeira parte, que fez estrondoso sucesso em 2006. A série é apresentada e narrada por Sir David Attenborough, com trilha sonora principal criada por Hans Zimmer.

O primeiro episódio do Planet Earth II foi ao ar no dia 6 de novembro no Reino Unido, e é a primeira série da BBC produzida in ultra-high-definiton (4K). A série de seis episódios de 60 minutos de duração está programada para ir ao ar nos Estados Unidos apenas em janeiro de 2017, e pode chegar ao Brasil ao redor desta data.

A trilha sonora completa com 49 músicas começa a ser vendida digitalmente no dia 11 de novembro.

Confira o trecho divulgado:

Poon Lim, o homem que sobreviveu 133 dias em uma balsa de madeira

Poon Lim era um chinês que trabalhou como mordomo em um navio britânico durante a Segunda Guerra Mundial, o qual viajava desde a Cidade do Cabo até Suriname. Os alemães interceptaram o barco a cerca de 1200 km a leste da Amazônia e um par de torpedos afundou o barco em dois minutos. Lim foi o único homem dentre os 53 a bordo que sobreviveu ao ataque. Ele bateu o recorde como o homem que sobreviveu por mais tempo em uma jangada no mar como um náufrago. Ele nasceu em Hainan, no maior arquipélago do Mar do Sul da China e foi para a escola, não como a maioria das crianças da sua idade, graças ao dinheiro enviado por seus irmãos que trabalhavam em fábricas.
 
 
Quando Lim tinha 16 anos, seu pai, acreditando que a vida seria melhor em qualquer lugar e impulsionado pelo medo de ter que enviar seu filho para a luta contra os japoneses, enviou Lim com um de seus irmãos em um barco de passageiros britânicos para trabalhar como garçom. 
 
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O navio no qual embarcou Lim, o Ben Lomond, estava armado, mas movia-se lentamente e navegava sozinho e sem rota da Cidade do Cabo até o Suriname. O barco alemão U-172 o interceptou em 23 de novembro e o bombardeou com dois torpedos. Enquanto o navio estava afundando, Poon Lim pegou um colete salva-vidas e saltou ao mar antes que as caldeiras do navio explodissem. Após cerca de duas horas na água, ele encontrou um quadrado de madeira de dois metros quadrados e meio e pousou sobre ele.
A balsa tinha várias latas de biscoitos, uma garrafa de 40 litros de água, um pouco de chocolate, um saco de torrões de açúcar, dois pacotes de fumo e uma lanterna. À princípio, Poon Lim se manteve vivo bebendo a água potável e comendo os alimentos encontrados na balsa, mas, em seguida, começou a se manter através da pesca e da água da chuva, a qual ele recolhia com a lona de seu colete salva-vidas.
 
Ele não nadava muito bem e às vezes amarrava uma corda em seu pulso, a qual prendia ao barco, para caso ele caísse no oceano. Ele utilizou o cabo da lanterna para fazer um gancho e usou uma corda para a linha. Ele também pregou pregos ao longo da balsa de madeira e os dobrou em forma de ganchos para capturar peixes maiores. Quando capturava peixes, ele os abria com uma faca que tinha sido criada a partir de uma lata de biscoitos e afiada e secada com o cânhamo da balsa. Uma vez, uma grande tempestade o alcançou e levou consigo tudo aquilo que ele possuía à bordo. Poon, que mal se mantinha vivo, caçou um pássaro e bebeu seu sangue para sobreviver.
Quando via tubarões, não fugia. Em vez disso, ele tentava pegá-los. Ele utilizou os restos do pássaro que havia caçado como isca. O primeiro tubarão que mordeu a isca não media mais que um metro. O tubarão agarrou a isca e puxou a linha de pesca muito fortemente, mas, anteriormente, Poon havia trançado a linha de corda a deixando mais espessa e resistente. Além disso, ele envolveu as mãos em uma lona para pegar o animal.
 
Uma vez, um tubarão o atacou quando ele conseguiu montar na balsa e usar a garrafa de água, já preenchida com água do mar, como uma arma. Depois de capturar o tubarão, Poon Lim o cortou, o abriu e bebeu o sangue de seu fígado. Não tinha chovido por dias e ele não possuía água. Sendo assim, o sangue acalmou sua sede. Ele cortou vários bifes e os secou ao sol, uma iguaria de Hainan. Além disso tudo, Poon também teve de lidar com queimaduras solares, o mar dos mares e a agonia de ver alguns barcos passando à distância. Na primeira vez, um carregador passou não muito longe de onde estava, mas não o viu. Em seguida, também assistiu a uma patrulha de aviões dos Estados Unidos passando por ali.

Poon acreditava não ter sido resgatado por ser chinês. Ele também sabia que era típico dos navios alemães deixar náufragos para emboscar seus inimigos. Um barco alemão chegou a ver o pobre Poon, mas não o salvou. Poon contou os dias fazendo nós em uma corda, mas depois de passar tanto tempo em alto mar decidiu que era inútil contar os dias e começou a contar as luas cheias. No entanto, após 133 dias no mar, três pescadores brasileiros descobriram a jangada.

Ele havia perdido 9 kg e passou quatro semanas em um hospital, onde se recuperou totalmente. Até hoje ninguém sobreviveu tanto tempo em uma jangada no mar. É um registro de um recorde… Como disse Poon em seu testamento antes de morrer: “Espero que ninguém precise quebrá-lo.” O Rei George VI concedeu-lhe a Medalha do Império Britânico e a Marinha Real incorporou sua história nos manuais de sobrevivência. Após a guerra, Poon Lim decidiu emigrar para os Estados Unidos, mas a quota de imigrantes chineses já tinha sido ultrapassada.
No entanto, por causa de sua fama e a ajuda do senador Warren Magnuson, recebeu tratamento especial e ganhou cidadania dos Estados Unidos. O que você achou da sua história? Ele realmente se armou de coragem para permanecer vivo…

Via: thevintagenews

Artistas oferecem tattoos de graça para políticos que topem marcar na pele suas promessas eleitorais

Para alguns (ou muitos) políticos, suas promessas eleitorais não possuem valor algum.  Tatuá-las no estúdio canadense Mtl Tattoo também não. Seus tatuadores decidiram então desafiar os candidatos às eleições do país Stephen Harper, Tom Mulcair, Justin Trudeau e Gilles Duceppe a tatuarem suas promessas. Na faixa!

O grupo de tatuadores lançou um vídeo convidando abertamente os candidatos. Eles dão o recado: “se você realmente acredita no que você diz, venha nos ver antes do dia das eleições e nós tatuaremos em você uma de suas promessas de campanha de graça. Porque, assim como a tatuagem, uma promessa é pra vida”. Belo argumento, não?

Assista ao vídeo e conheça as sugestões de promessas para marcar na pele:

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“1, 3 milhões de empregos até 2020” – Stephen Harper

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“1 milhão de novos espaços de assistência para crianças a $15/Dia” – Tom Mulcair

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“Imposto de renda de 33% para mais de 200 mil” – Thomas Mulcair

Todas as imagens: Reprodução YouTube

Como que Hitler morreu ?

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Ele é considerado como um dos maiores vilões e ícones da história mundial. Suas ideologias e ações foram promulgadas na cidade de Berlim, a capital escolhida para ser um império de cerca de mil anos.O chanceler alemão filho de Klara Polz e Alois Hiedler teve alguns indícios de parentes em alguns países pelo mundo.

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Muitas são as teorias sobre a morte de Hitler. A versão de documentos divulgados pelo FBI, por exemplo, relata que o ditador nazista conseguiu escapar do ataque russo com a ajuda dos serviços de inteligência aliados.

Uma outra versão bastante popular e considerada uma das mais célebres é que Hitler teria fugido do ataque russo e vindo parar na América do Sul, com o intuito de se esconder no Brasil.

Essa é a versão trabalhada na dissertação de mestrado (“Hitler no Brasil – sua vida e sua morte”) da pesquisadora brasileira Simoni Reneé Guerreiro Dias. A teoria da pesquisadora é de que o ditador nazista escapou dos ataques do bunker ao final da Segunda Guerra Mundial e morreu no Brasil, no ano de 1984, na cidade de Nossa Senhora do Livramento, aos 95 anos, a 42 km de Cuiabá, no Mato Grosso.

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Segundo ela, Hitler fugiu para a Argentina e seguiu para o Paraguai antes de se alojar no Mato Grosso, passando a usar o nome falso de Adolf Leipzig. Outra teoria conta que Hitler fugiu da Alemanha logo depois da Segunda Guerra e morreu tempos depois por conta de uma doença que não tinha cura.

Já um grupo de historiadores são contrários às explicações de fuga para o Brasil ou da doença sem cura. Eles afirmam que o ditador morreu devido a uma grande destruição em seu esconderijo contra ataques de guerra a menos de 2 metros da superfície terrestre.

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Segundo os registros históricos e oficiais sobre a época, Hitler e Eva Braun morreram no dia 30 de abril de 1945 por meio de um anúncio feito pelo almirante alemão Karl Donitz via rádio. Ele relatou que o ditador havia caído em batalha em luta contra os soviéticos.

Diante da chegada do exército vermelho, Hitler suicidou junto com Eva. De acordo com os livros de história, Hitler deu veneno à esposa e atirou contra a própria cabeça, em seguida os corpos encontrados foram queimados com gasolina do pátio do bunker, enquanto os restos mortais eram saudados pelos soldados alemães.

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Segundo historiadores, os restos mortais de Hitler foram enterrados, mas foram exumados pelos russos que os transferiram para um cemitério militar de Magdeburg. Anos mais tarde, em 1970, foram jogados numa canalização.

A mandíbula de Hitler foi levada para Moscou, onde está até hoje. O crânio está em posse das autoridades russas, mas nunca foi autentificado oficialmente.