Cães de Zen: Fotógrafo capta o estado ‘Relaxado’ do melhor amigo do homem

Fotógrafo de animais principal da Austrália, Alex Cearns acaba de lançar um nunca antes visto, mundo primeira foto série “cães ZEN”. A série de fotografias é um alegre e edificante série de retratos de vira-lata, mostrando cada cão em um Zen como posição, relaxada e feliz, com os olhos alegremente fechados.
Alex Cearns fotografias mais de 800 cães do animal de estimação amados cada ano em seu estúdio em Perth, na Austrália e em 2013, Alex capturou uma imagem de Suzi o Sharpei, onde os olhos do Suzi foram fechados e uma tinha um grande sorriso no rosto. Ela ligou a imagem “Cão ZEN” e tornou-se interessada em captar a emoção e o momento de ser um cão de”ZEN” para outros cães que visitaram seu estúdio; Desde então, Alex tem sido com o objetivo de capturar pelo menos uma imagem de “Cão de ZEN” para cada sessão de fotos que ela realiza.
As imagens de captura de um piscar de fração de segundo de assuntos de cão de Alex, congelando o momento no tempo. Sentado um de distância, Alex relógios cada assunto de cachorro com cuidado para pegar no seu padrão piscante e leva a uma série de imagens pouco antes de ela prevê a piscar. As imagens são o primeiro de seu tipo e mostram que podemos aprender muito com os cães”ZEN”.
Os amantes dos animais vão saber os cães são espontâneos, despreocupado e tudo dar 110%, mesmo durante seus períodos de relaxamento. Esta série de imagens é um lembrete suave e positivo para parar e fazer uma pausa, para relaxar e descontrair, para estar totalmente presente em cada experiência e respirar isso tudo.

Gigantesco monumento de pedra é encontrado no Cazaqustão

monumento-pedras-cazaquistao
Arqueólogos descobriram um gigantesco monumento de pedra perto do Mar Cáspio, com área equivalente a 200 campos de futebol. A novidade foi publicada na revista Ancient Civilizations from Scythia to Siberia.

As estruturas são feitas “de placas de pedras inseridas verticalmente no chão”, segundo descrição dos pesquisadores. Cada uma das pedras tem um tamanho diferente, sendo que algumas medem apenas quatro metros, enquanto outras metem 34m por 24m. Os pesquisadores ainda não sabem por que elas são tão variadas.

Quem está estudando a região são Andrey Astafiev, da Reserva Histórica e Cultural Magistaus do Cazaquistão, e Evgenii Bogdanov, da Academia Russa de Estudos.

 

Tudo começou em 2010, quando um homem conhecido como F. Akhmadulin explorava a região com um detector de metais e notou algo estranho: pedaços de prata perto de uma enorme placa de pedra na região de Altÿnkazgan.

Não é incomum que arqueólogos façam uma grande descoberta ao seguir dicas de amadores, então os pesquisadores logo se interessaram pelas informações do homem.

A descoberta que mais animou os pesquisadores foi uma sela de prata com decoração em alto-relevo, com imagens de javalis, veados e animais que parecem ser leões.

Quatro anos de espera

pedras
“Infelizmente, a situação socioeconômica da região não é uma em que é fácil se envolver em pesquisas arqueológicas, e foi apenas em 2014 que os autores deste artigo conseguiram escavar certas partes deste local”, escreveram os autores.

Quando as escavações começaram em 2014, os arqueólogos tralharam na estrutura de pedra onde Akhmadulin encontrou a sela. Eles localizaram mais partes de selas e outros artefatos, incluindo dois objetos de bronze que são pedaços de um chicote.

Quem era o dono da sela?

sela
“Certas características da construção e detalhes das pedras de Altÿnkazgan nos permite dizer que elas foram deixadas ali por tribos nômades. O design das decorações da sela indica que ela foi feita quando o Império Romano estava se despedaçando e um grupo chamado Hunos estavam viajando pela Ásia e Europa.

O dono da sela provavelmente era alguém de poder e riqueza consideráveis. Os símbolos chamados “tamgas” encontrados acima das cabeças dos predadores podem ser uma indicação do status privilegiado do dono da sela, assim como uma ligação com o clã do qual ele fazia parte, explicam os pesquisadores.

Por que as selas estavam ali?

sela-2
Ainda não ficou claro por que as selas foram colocadas na estrutura de pedra, mas é possível que isso tenha acontecido por conta de algum ritual, como em um enterro. Restos de um esqueleto foram encontrados abaixo da estrutura, mas ele é muito mais recente do que a sela.

As pesquisas continuam para responder a essa e outras perguntas, e a dupla de pesquisadores pretendem publicar um novo artigo em 2017. “Espero que um dia haja um filme sobre as escavações arqueológicas de Mangÿshlak, sobre civilizações antigas e habitantes modernos”, diz Bogdanov ao Live Science. [Live Science, Science Alert]

O sapo que carrega filhotes em buraquinhos nas costas e outros animais estranhos

A vida no mundo é tão diversa que mesmo assistindo a incontáveis documentários e lendo dezenas de matérias sobre animais bizarros, ainda conseguimos nos surpreender.

Confira esta lista com quatro animais muito estranhos:

4. Neoclinus blanchardi

sarcastic-fringehead-fish
Este peixe de cerca de 30 cm vive no Oceano Pacífico, próximo à costa oeste dos Estados Unidos. Quando este peixe está tranquilo, parece um exemplar comum, sem nada de especial. Mas quando é ameaçado, abre sua boca desta forma assustadora. Pior ainda se a ameaça vier de outro Neoclinus blanchardi. A dupla se prende em uma “luta de bocas” que mais parece digna de um filme sobre alienígenas.

https://i0.wp.com/yoylo.com/app/uploads/2016/02/4-6.jpg

 

Este peixe gosta de viver em conchas abandonadas, ficando apenas com a cabeça de fora. Se outro competidor se interessar pela mesma concha, a briga começa. A espécie é conhecida por ser territorial.

3. Pipa pipa

https://i.ytimg.com/vi/YTPEIL3WZlY/maxresdefault.jpg

Conhecido como pipa, sapo-aru ou sapo-pipa, essa espécie de sapo nativa da América do Sul tem muitas características estranhas: tem corpo achatado, cabeça pontuda e as fêmeas incubam os ovos nas próprias costas.

Os buraquinhos de seu dorso causam agonia até em quem não sofre de trifobia, que é o desconforto, coceira, arrepios e até ataques de pânico ao ver imagens com vários pequenos buracos.

Apesar da estranheza inicial que pode causar, o Pipa pipa é um ótimo exemplo de cuidado dos pais em relação aos seus filhotes. Ao mantê-los pertinho de si, a mãe garante que eles não serão atacados por predadores, fato que não é tão observado em répteis quanto em mamíferos.

2. Hypsignathus monstrosus

https://i2.wp.com/static.inaturalist.org/photos/346181/original.JPG
Este morcego pertence à família Pteropodidae e é encontrado na África Ocidental e Central. Apenas os machos da espécie têm esse rosto que lembra o de um alce.

https://i2.wp.com/static.inaturalist.org/photos/436335/original.jpg

Há uma razão por trás disso: os machos produzem sons parecidos com buzinas para atrair parceiras, explica Rob Mies da Organization for Bat Conservation, de Michigan. A laringe dos machos ocupa mais da metade de seu corpo. Os solteirões se reúnem em grupos e batem suas asas para chamar atenção das fêmeas. “Essa música e dança é um grande espetáculo”, diz Mies.

1. Idalus herois

https://farm4.staticflickr.com/3900/14469789910_b682c88d7b_b.jpg

https://s-media-cache-ak0.pinimg.com/originals/67/1a/26/671a26cec3b23a97160027929214c4a5.jpg
Este é outro dos nossos animais brasileiros, mas também é encontrado na Venezuela e México. O mais curioso sobre esta mariposa colorida é que ela emite um som que atrapalha o sonar dos morcegos. Fazer o som de “clique” também é uma forma de alertar aos possíveis predadores de que ela tem um gosto ruim. [National Geographic]

A vila indiana onde se celebra o nascimento de cada menina plantando mais de 100 árvores

Na Índia, assim como em diversos países orientais, o nascimento de um bebê do sexo feminino nem sempre é celebrado. Culturalmente, a mulher é vista com pouco valor e quase não tem funções além de engravidar. Contudo, na pequena vila de Piplantri, que não tem mais de 8 mil moradores, as coisas estão mudando. Há oito anos, Shyam Sundar Paliwal, um dos moradores, perdeu sua filha ainda jovem e decidiu que o mesmo não aconteceria com as outras famílias. Ele criou um programa que garante que meninas e árvores cresçam de forma saudável.
Agora, toda vez que nasce uma menina na vila, os moradores precisam plantar 111 árvores e criar um fundo de US$ 520, ao qual a garota terá direito quando completar 20 anos, caso conclua sua educação básica e não se case antes da idade legal. As regras propostas por Paliwal tiveram um grande impacto na pequena vila: até então mais de 250 mil árvores foram plantadas – 111 para cada menina nascida e 11 para cada pessoa que morre –, a atitude dos homens com as mulheres melhorou e o índice de criminalidade caiu drasticamente. Além disso, as árvores têm sido usadas como matéria prima medicinal e o mercado de trabalho relacionado a isso aumentou bastante.
Com essa iniciativa, Piplantri está mais verde e mais feliz. O nascimento de uma menina é tão celebrado quanto o de um garoto e as mulheres têm tido a chance de, enfim, assumirem um papel de empoderamento e independência também em outras vilas da região. Em uma sociedade em que mulheres são desvalorizadas, dificilmente terminam os estudos e casam-se aos 15 anos, iniciativas como esta são transformadoras.
piplantri 
piplantri2 
piplantri3
Todas as fotos © Piplantri