Animais, ficando confortável com equipamento fotográfico

Fotografia animal requer muita paciência e precisão. Às vezes é preciso gastar muitas horas para tirar boas fotos de animais e até mesmo fotógrafos mais tempo para levar mais impressionantes. Os animais fazem o que eles gostam, então, infelizmente, você não pode pedir-lhes para posar como você quer ou fazer algo interessante. Tudo o que você pode fazer é esperar e estar preparado para o momento certo.
Isto é o que acontece, porém, quando fotógrafos dar um passo longe de seus equipamentos e deixem animais para tomálo. Eu amo essas fotos incríveis de animais fofos, ficando confortável com equipamento fotográfico, então eu convido você a compartilhar o seu próprio trabalho e votar em seus favoritos!
 
Selfie Master
 
Hide And Seek
 
Smile Buddy!
 
Chipmunk Sleeping On Camera
 
A Wild Grey Squirrel Getting To Grips With An Slr Against A Background Of Fallen Leaves
 
Cat With Nikon Camera
 
Cheeeese!
 
Blue Hummingbird On Camera
 
Leopard With Camera
 
A Wild Bank Vole Taking Selfie
 
Now It´s Mine! Or Give Me A Kiss!
 
Great Titmouses Like Camera
 
Kitty Likes Taking Photos
 

Conheça a história da senhora que ficou noiva e se casou pela primeira vez aos 80

Maria Teresa Cobar vivia há 1 ano no asilo Aventura Plaza, nos Estados Unidos, quando conheceu Carlos Victor Suarez. Ela com 80 anos e ele com 95, se apaixonaram à primeira vista.

“Quando eu a vi, meu coração se encheu de alegria”, contou ao jornal Miami Herald.

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Daí em diante, a história dos dois seguiu como a de qualquer casal, de qualquer idade. Eles passaram a se encontrar todos os dias e o sentimento que sentiam um pelo outro só aumentou. Oito meses depois se casaram no salão principal do asilo e, para Maria, este foi seu primeiro e único casamento.

“Maria nunca se casou, e quando me lembrei do meu casamento, isso me motivou a fazer tudo especial para eles. Eu queria que ela tivesse a experiência de se casar com a sua alma gêmea”, contou Allison Almirola, coordenadora de atividades do Adventure Plaza.

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Maria se mudou da Guatemala para os Estados Unidos na companhia da filha, Ana Cobar. Na época a mãe solteira precisou quebrar muitas barreiras para sustentar a filha e por conta disso, Ana se diz uma das pessoas mais felizes com a união da mãe com Carlos.

“Minha mãe nunca se importou em procurar um marido, eu fui a sua prioridade durante toda a vida. O dia finalmente chegou e eu estou tão feliz por ela”, declarou.

De agora em diante o casal viverá junto em um suíte no asilo: “Eu fui solitária por muitos anos. Nunca é tarde para achar o amor”, disse a feliz recém-casada.

* Todas as fotos: Reprodução

Brasileiro viajante já construiu 210 casas, 4 escolas e segue em trabalhos voluntários pelo mundo

Ele saiu de Natal para, inicialmente, um intercâmbio de seis meses na Irlanda. O que não dava para prever é que a viagem se esticaria por sete anos, cruzaria fronteiras e tomaria rumos como a dedicação ao trabalho voluntário. O aventureiro Danniel Oliveira já ajudou a construir 210 casas e quatro escolas ao redor do mundo, distribuiu alimentos para refugiados e, entre tantas outras coisas, impactou a vida de muita gente com seu espírito solidário.

Por onde o brasileiro passa, um legado é deixado para a comunidade que mais precisa. É isso o que torna sua jornada tão inspiradora. Olhando suas fotos, fica muito claro o quanto ele mudou, do cabelo à roupa que usa. Mas agora imagina o quanto tantas experiências enriquecedoras e multiculturais conseguiram transformá-lo por dentro.

E engana-se quem acha que é preciso atravessar milhas para fazer algo significativo. No Brasil, Danniel começou o trabalho em comunidades carentes, trazendo recursos como dentistas, assistência jurídica, aulas de computação, entre outros suportes; além de distribuir alimentos para moradores de rua.

Na Índia, ensinou inglês para crianças e mulheres, dava aula de computação e aplicava jogos. Na primeira visita ao Nepal trabalhou num asilo, cuidando da higiene e alimentação de idosos; já na segunda ida ao país, logo após o terremoto que aconteceu em abril de 2015, ajudou a reconstruir casas, escolas e também na compra e distribuição de alimentos.

No inverno da Mongólia cuidava da alimentação e higienização de animais, em temperaturas que chegaram a 45 graus negativos. Na Rússia, esteve em orfanatos e escolas de Vladivostok; fez trabalho voluntário numa escola de inglês na Chechênia, em Grozny, até chegar no Iraque recentemente, onde distribuiu alimentos para refugiados de guerra e trabalhou num hospital que cuidava de crianças com câncer. Com muitas histórias para contar, ele conversou comigo sobre suas experiências e planos futuros.

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Todas as fotos © Danniel Oliveira

Os 8 países com a maior qualidade de vida do mundo

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A Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) recentemente classificou os 34 países que fazem parte dela para ver qual tinha a melhor qualidade de vida. O índice engloba nações de todos os continentes, inclusive o Brasil.
As classificações são baseadas em onze fatores: moradia, renda, empregos, comunidade, educação, meio ambiente, engajamento cívico, saúde, satisfação pessoal, segurança e vida/trabalho. Cada país é avaliado em uma escala de 10 pontos. A renda líquida ajustada per capita é mostrada sempre em dólares americanos. A título de comparação, a renda média do ranking da OCDE é de US$ 29.016 por ano.
Confira os oito países com as maiores qualidades de vida, e como o Brasil se compara a eles:
 

8. Holanda

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 27.759

Os Países Baixos classificam-se no topo em equilíbrio vida-trabalho e estão acima da média em emprego e rendimentos, moradia, educação e qualificações, bem-estar subjetivo, qualidade do meio ambiente, segurança pessoal e estado de saúde.

Quase 73% das pessoas com idades entre 15 a 64 anos nos Países Baixos têm emprego remunerado, acima da média da OCDE, de 66%. Além disso, menos que 0.5% dos empregados trabalha horas extras, muito abaixo da média da OCDE, de 13%.

Em termos da qualidade de seu sistema educacional, o aluno médio obteve pontuação de 519 no domínio de leitura, matemática e ciências, no Programa Avaliação de Estudante Internacional (PISA – iniciais em inglês) da OCDE. Esta pontuação é superior à média da OCDE, de 497, fazendo da Holanda um dos países mais fortes com relação às habilidades estudantis.

7. Suécia

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 28.859

A Suécia posiciona-se acima da média em quase todas as dimensões: qualidade do meio ambiente, engajamento cívico, educação e qualificações, equilíbrio vida-trabalho, estado de saúde, bem-estar subjetivo, emprego e rendimentos, moradia, segurança pessoal e conexões sociais.

Um dos destaques diz respeito à esfera pública. Os suecos possuem um forte senso comunitário e têm altos níveis de participação cívica. 92% das pessoas acreditam conhecer alguém com quem poderiam contar em um momento de necessidade, acima da média da OCDE, de 88%. A participação eleitoral foi de 86% durante as últimas eleições, número também acima da média da OCDE, de 68%.

6. Canadá

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 30.474

O Canadá tem bom desempenho em muitas medidas de bem-estar e está acima da média em moradia, segurança pessoal, estado de saúde, renda e riqueza, conexões sociais, qualidade ambiental, emprego e rendimentos, educação e qualificações, equilíbrio vida-trabalho e engajamento cívico.

 

De maneira geral, os canadenses estão mais satisfeitos com suas vidas do que a média da OCDE. Quando questionados sobre a sua satisfação em uma escala de 0 a 10, os canadenses consideram que estão em um nível de 7,4, acima da média de 6,5.

5. EUA

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 41.071

Os Estados Unidos classificam-se no topo em moradia, renda e riqueza e estão acima da média no estado de saúde, emprego e rendimentos, educação e qualificações, conexões sociais, segurança pessoal, bem-estar subjetivo, qualidade do meio ambiente e engajamento cívico.

A renda média doméstica dos americanos não só é superior à média, como é a mais alta da OCDE. Mas há uma diferença importante entre os mais ricos e os mais pobres – os 20% mais favorecidos da população ganham cerca de oito vezes mais do que os 20% menos favorecidos.

4. Austrália

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 33.138

A Austrália encontra-se entre os melhores países em termos de engajamento cívico e está acima da média em renda e riqueza, qualidade do meio ambiente, estado de saúde, moradia, emprego e rendimentos, educação e qualificações, bem-estar subjetivo e conexões sociais.

Obter uma boa educação e qualificações são requisitos importantes para conseguir um emprego. Na Austrália, 77% dos adultos com idades entre 25 e 64 anos completaram o ensino médio, próximo à média da OCDE, de 76%.

No que diz respeito à esfera pública, há um forte senso comunitário e altos níveis de participação cívica na Austrália, onde 95% das pessoas acreditam conhecer alguém com quem poderiam contar em um momento de necessidade. A participação eleitoral foi de 93% durante as últimas eleições, mas reflete o fato de que votar é obrigatório na Austrália.

3. Suíça

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 35.952

A Suíça está acima da média no bem-estar subjetivo, emprego e rendimentos, renda e riqueza, estado de saúde, conexões sociais, qualidade do meio ambiente, educação e qualificações e segurança pessoal, mas abaixo da média em engajamento cívico.

Mais que 80% das pessoas com idades entre 15 a 64 anos na Suíça têm emprego remunerado, acima da média de 66%, e uma das mais altas da OCDE. Aproximadamente 84% dos homens têm um emprego remunerado, comparado a 75% das mulheres.

A Suíça apresenta excelente desempenho em termos de qualidade da água, pois 97% das pessoas declaram estar satisfeitas com a água que recebem, comparado com a média da OCDE de 81%.

2. Islândia

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 27.918

A Islândia se classifica no topo em empregos e rendimentos, conexões sociais, bem-estar subjetivo, estado de saúde, qualidade do meio ambiente, segurança pessoal, educação e qualificações, mas está abaixo da média em moradia e equilíbrio vida-trabalho.

Cerca de 82% das pessoas com idades entre 15 a 64 anos na Islândia têm emprego remunerado, a taxa mais alta da OCDE.

O nível de PM2,5 atmosféricas – minúsculas partículas de poluentes do ar pequenas o suficiente para entrar e causar danos aos pulmões – é de 7,2 microgramas por metro cúbico, muito abaixo da média da OCDE, de 14,05 microgramas por metro cúbico. A Islândia também apresenta bom desempenho em termos de qualidade da água – 97% das pessoas estão satisfeitas, uma das taxas mais altas da OCDE.

1. Noruega

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 33.393

A Noruega classifica-se no topo em qualidade do meio ambiente, segurança pessoal e bem-estar subjetivo, e pontua acima da média em emprego e rendimentos, educação e qualificações, moradia, equilíbrio vida-trabalho, engajamento cívico, conexões sociais e estado de saúde.

A expectativa de vida no nascimento, na Noruega, é de 82 anos, dois anos a mais do que a média da OCDE, de 80 anos. O nível de PM2,5 atmosféricas é de 6 microgramas por metro cúbico, consideravelmente abaixo da média. Além disso, 97% das pessoas declararam estar satisfeitas com a qualidade de sua água.

A participação eleitoral foi de 78% durante as últimas eleições, acima da média da OCDE, de 68%. O status social e econômico podem afetar os índices de votação, entretanto. A participação eleitoral para os 20% mais favorecidos da população está estimada em 85% e para os 20% menos favorecidos está estimada em 72%, uma diferença em linha à diferença média da OCDE, de 13 pontos percentuais.

De maneira geral, os noruegueses estão mais satisfeitos com suas vidas do que a média da OCDE. Eles consideram que estão em um nível de 7,6, acima da média de 6,5 e uma das taxas mais altas da OCDE.

Bônus: Brasil

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Renda média doméstica disponível por ano: US$ 11.487

Na última década, o Brasil fez progresso em termos de qualidade de vida, evidenciando recorde de crescimento da inclusão e redução da pobreza. Todavia, apresenta bom desempenho em poucas medidas em relação a outros países: está acima da média no bem-estar subjetivo e conexões sociais, mas abaixo da média em renda e riqueza, emprego e rendimentos, moradia, qualidade do ambiente, estado de saúde, educação e qualificações.

 

Aproximadamente 67% das pessoas com idades entre 15 a 64 anos no Brasil têm emprego remunerado, um pouco acima da média de empregos da OCDE de 66%. Porém, 10% dos empregados trabalham horas extras, abaixo da média da OCDE, de 13%.

Apenas 46% dos adultos com idades entre 25 e 64 anos completaram o ensino médio, menos do que a média da OCDE, de 76%. O aluno médio obteve pontuação de 402 no domínio de leitura, matemática e ciências do Programa Avaliação de Estudante Internacional (PISA – iniciais em inglês), pontuação inferior à média de 497.

Com relação à saúde, a expectativa de vida no nascimento é de 75 anos, cinco anos a menos do que a média da OCDE, de 80 anos. O Brasil também poderia ter um desempenho melhor em termos de qualidade da água, pois 73% das pessoas declararam estar satisfeitas com a qualidade de sua água, menos do que a média da OCDE, de 81%.

Há um forte senso comunitário no Brasil, onde 90% das pessoas acreditam conhecer alguém com quem poderiam contar em um momento de necessidade, acima da média da OCDE de 88%.

De maneira geral, os brasileiros estão na média no quesito satisfação com a vida: numa escala de 0 a 10, consideram que estão em um nível de 6,5, alinhado com a média da OCDE. [BusinessInsider, OCDE]