Meu Catography em preto e branco revela sua beleza hipnotizante

“Eu costumo tirar fotos coloridas, mas recentemente tenho me fascinado com a fotografia preto e branca. Eu estava um pouco com medo que gatos não olhem especiais sem suas cores (embora não olham sempre especiais?). Espero que eu evitei isso e você pode se concentrar sobre o gato e seu catness.”Palavras da fotográfa Monika Małek
Eu gostaria de convidálo para passar alguns minutos olhando para essas fotografias em preto e branco.

National Geographic anuncia as melhores fotografias de 2016

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A prestigiada revista National Geographic acaba de anunciar as melhores fotografias de 2016. A lista conta com 52 imagens, que vão desde animais, natureza e viagens até diversas situações cotidianas.

As fotos foram selecionadas entre mais de 2,3 milhões de imagens, e entre elas temos uma de um navio de pesquisa norueguês no Ártico, a de um mergulhador ‘congelado’ enquanto um tubarão passa ao seu lado e também a de um bebê pangolim montado nas costas de sua mãe.

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São fotos poderosas, que nos levam a lugares que nunca estivemos antes, nos conectando emocionalmente de alguma maneira. Confira todas aqui.

Todas as imagens © Reprodução

O ensaio sensual deste homem é o que você precisava para entrar definitivamente no espírito natalino

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Após estrelar ensaios fotográficos com temas de praia e patriotismo, agora foi a vez do modelo ‘dudeoir’ (termo americano para fotos sensuais feitas por homens barbudos) Joshua Varozza acaba de lançar um calendário especial de Natal.

Com toda a renda revertida para a Wheelers for the Wounded, uma organização sem fins lucrativos que apoia veteranos de guerra, as fotos foram feitas pela sua amiga Tami Bears, que também clicou seus antigos ensaios.

O resultado são fotos divertidíssimas, que com certeza deixarão seus dias mais alegres! Confira:

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Todas as fotos © Tami Bears

Esta aranha malandra se disfarça de folha seca

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Uma ótima estratégia de sobrevivência na natureza é a camuflagem. Ela é ótima para se esconder de predadores e atacar presas que nem desconfiam da sua presença.

Uma espécie de aranha do gênero Poltys acaba de ser oficialmente identificada. Isso só foi acontecer em 2016 porque ela tem um disfarce impecável de folha seca. A descoberta foi publicada em um estudo, mas o aracnídeo ainda não tem nome científico, e a sua descrição detalhada ainda não foi feita. A descoberta aconteceu em 2011, mas foram necessários cinco anos de pesquisa para confirmar que era uma espécie nova.

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O gênero Poltys contém mais de 3 mil espécies, sendo que uma delas é famosa na literatura e cinema infantis: a Araneus cavaticus, a aranha Charlotte, amiguinha do porco que mora no curral na clássica história A teia de Charlotte.

 

O que surpreende sobre a espécie que se finge de folha seca é que essa camuflagem é muito mais comum em insetos, e não em aracnídeos. A ordem Phasmatodea, por exemplo, tem centenas de espécies de bicho-pau, que parecem galhinhos de árvores.

Cerca de 100 espécies de aranha têm características que as fazem parecer com um animal inanimado ou com algo com gosto ruim, como raminhos de árvores, detritos de árvores e até cocô de passarinho. Essa é a primeira espécie de aranha, porém, que tem forma de folha.

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Descoberta acidental

A descoberta dessa espécie aconteceu sem querer, de acordo com o autor do trabalho, Matjaz Kuntner, do Centro de Pesquisa Científica da Academia Eslovena de Artes e Ciências.

Os pesquisadores fotografaram o aracnídeo em 2011, enquanto procuravam por outros tipos de aranha na China. Eles encontraram o indivíduo – uma fêmea – em um galho, cercada de folhas mortas e sem nenhum sinal de teia nas redondezas.

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Eles então notaram que as costas do animal pareciam uma folha verde, enquanto a parte de baixo parecia uma folha morta, com uma protuberância em seu abdômen semelhante a um pecíolo de uma folha.

As folhas ao redor da aranha estavam presas com seda, o que indica que ela as colocou ali deliberadamente, para melhorar sua camuflagem. No entanto, uma melhor observação é necessária para confirmar este comportamento, diz Kuntner.

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Depois de estudá-la por duas semanas, o pesquisador e sua equipe só conseguiram encontrar mais uma aranha da espécie, um macho jovem.

A equipe voltou sua atenção para museus de vida natural ao redor do mundo, para saber se aquela espécie já havia sido registrada. “Depois de notar sua raridade na natureza, conversamos com curadores e estabelecemos sua radidade geral”, explica o pesquisador.

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Um espécime semelhante acabou aparecendo entre a coleção de um museu, uma fêmea encontrada no Vietnã. Mas os pesquisadores suspeitam que este exemplar do Viatnã pertença a uma espécie diferente das duas aranhas encontradas na China.

Os pesquisadores concluíram o trabalho publicado dizendo que os hábitos discretos da aranha e seu estilo de vida noturno contribuíram para que ela fosse evitada tanto pelos predadores quanto pelos cientistas. [LiveScience]

O ataque mais veloz do reino animal: vídeo

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O camarão mantis (stomatopoda), também chamado de tamarutaca, lacraia-do-mar ou lagosta-boxeadora, é um minúsculo animal marinho com muitos talentos especiais.Existem mais de 400 espécies de camarão mantis em todo o mundo, sendo que a maioria vive em águas subtropicais e tropicais.

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O vídeo abaixo, produzido pelo pessoal da série Deep Look do canal KQED de San Francisco, nos EUA, mostra como algumas espécies usam golpes poderosos para abrir as conchas de caracóis saborosos, e como outras lançam apêndices afiados para capturar peixes.

Miríade de superpoderes

As espécies que golpeiam suas presas com garras que lembram martelos aceleram tão rápido quanto uma bala de calibre 22, algo possível graças a adaptações moleculares na superfície dessa garra.

Ela é feita de um mineral duro chamado hidroxiapatita, disposto em pilares verticais. A quitosana, um carboidrato encontrado em conchas de crustáceos, fica empilhada atrás desta zona de impacto em diferentes orientações, o que torna difícil para uma única rachadura viajar através da casca do animal. Uma região estriada ao longo dos lados da garra comprime a estrutura inteira como uma fita em torno dos nós do punho de um pugilista.

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Inspirados pela natureza, os cientistas querem desenvolver materiais sintéticos que imitam a garra do camarão mantis. Eles esperam usar esses materiais para melhorar produtos como armaduras, capacetes de futebol e até mesmo carros e aviões.

Visão

O vídeo do KQED se concentra em outra das adaptações do camarão mantis: sua visão. Os olhos do camarão são estranhos de várias maneiras. Para começar, cada globo ocular tem seis pupilas através das quais entra a luz. Isto faz da percepção de profundidade de camarão excelente, o que é muito importante dado que seu método de caça requer pontaria perfeita.

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O camarão também tem sistemas visuais únicos que usam 12 receptores separados para detectar cores. Em comparação, os seres humanos usam apenas três receptores para ver o arco-íris. Estranhamente, o camarão parece ter uma visão de cor menos clara do que a dos seres humanos. Um estudo de 2014 descobriu que os animais podem diferenciar as cores com comprimentos de onda de cerca de 25 nanômetros de distância, em comparação com os seres humanos, que podem diferenciar cores com comprimentos de onda apenas um nanômetro ou dois.

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No entanto, os receptores de cor estranha do camarão mantis podem permitir que ele faça seu processamento de cor no olho, ao invés de no cérebro, como os humanos. Isso poderia significar que os animais percebem cores muito rapidamente. Eles também podem ver a luz ultravioleta, que os seres humanos não podem.

Polarização e comunicação

Os camarões mantis inegavelmente batem os seres humanos em uma área de visão: eles podem ver a luz polarizada. A luz solar atinge o olho de forma caótica, com comprimentos de onda viajando em todas as direções. Algumas superfícies, como as escamas de peixe, polarizam essa luz, reunindo, essencialmente, os comprimentos de onda e refletindo-os de forma mais organizada. O olho humano não pode ver essa polarização, mas o olho do camarão mantis pode.

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Algumas partes do corpo do animal também desempenham este truque de polarização, o que indica que o camarão talvez se comunique com outros usando essa coloração polarizada.A polarização é interessante para os pesquisadores médicos porque algumas lesões nos tecidos e até mesmo as células cancerosas aparecem de forma diferente sob uma lente polarizada.

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Em 2014, pesquisadores liderados por Viktor Gruev da Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, nos EUA, desenvolveram um biossensor usando nanoestruturas metálicas que imitam o olho do camarão mantis. Um objetivo é usar este biossensor para detectar cânceres gastrointestinais mais cedo do que é possível usando a colonoscopia tradicional. [LiveScience]

Por que você precisa adotar o Oosouji, tradição milenar japonesa da faxina de fim de ano

A imagem pode conter: uma ou mais pessoas, pessoas no palco, pessoas sentadas e sapatos

Se muitos rituais ou manias de fim de ano podem ser vistas como meras superstições, o tradicional ritual japonês de Oosouji não pode ser acusado do mesmo. Trata-se de um hábito milenar de realizar uma enorme e detalhada faxina, não só em suas casas, mas nos locais de trabalho, escolas, praças e até nas ruas. O ritual visa a higiene, ao mesmo tempo que serve como “purificador”, do ponto de vista espiritual, para o novo ano que se inicia.

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Como as empresas costumam entrar em recesso alguns dias antes do ano novo, nos locais de trabalho o Oosouji acontece 2 ou 3 dias antes do réveillon. Para as residências, o ritual implica em realizar a faxina mais detalhada do ano, tirando todos os móveis de lugar, e limpando com afinco cada cantinho esquecido e principalmente jogando fora ou doando coisas que você não utiliza mais.

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O Oosouji serve como perfeita oportunidade para trocar o tapete, o papel de parede ou qualquer outra parte velha da casa por uma nova e limpa.

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Independentemente do sentido ou do efeito místico – se o ritual de fato joga fora o lixo espiritual e organiza nossas energias para o ano por vir – o fato é que uma bela faxina é sempre uma boa ideia.

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O ritual demonstra também o compromisso com o espaço público e a comunidade que a população japonesa possui, e que seria muito bem vindo por aqui, além de literalmente organizar a vida e nos traz o prazer de cumprir uma dura tarefa – e a recompensa de se estar em uma casa tinindo de limpa, o que é necessariamente um bom espirito para entrar no ano que começa.

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© fotos: divulgação

Que tal viajar na ‘rota dos contos de fadas’?

Imagine dormir no castelo da Bela Adormecida, ver a vista da torre onde Rapunzel teria jogado suas tranças e conhecer a casa em que os sete anões abrigaram a Branca de Neve. Vivenciar esses roteiros na pele é a proposta da Rota Alemã dos Contos de Fadas, que percorre mais de 600km de estradas que ligam cidades medievais alemãs.
A rota segue a partir da cronologia da história de seus autores, os irmãos Grimm, e passa por Hanau, sua cidade natal, Steinau, onde tours são guiados por atores que representam personagens clássicos de Jacob e Wilhelm, como o Gato de Botas e ruma para Marburg, onde os Grimm estudaram direito e entraram em contato com os primeiros contos infantis.
Continua em Bergfreiheit, onde é possível visitar a casa da Branca de Neve, cujos jardins abrigam estátuas dos setes anões e o interior suas respectivas camas; e em Kassel, onde está o Museu dos Irmãos Grimm, que abriga raridades como suas anotações feitas a mão, que geraram muitas das histórias que conhecemos.
Quem vai passa ainda por Schwalmstadt, cidade onde começou a história da Chapéuzinho Vermelho e por Sababurg, onde está o castelo de 1334 que foi tido como morada oficial da Bela Adormecida. Atualmente, lá funciona o hotel Dornröschenschloss Sababurg, que organiza jantares em que a princesa e seu príncipe participam.
Veja algumas fotos aqui:
Museu dos Irmãos Grimm
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Castelo da Bela Adormecida
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Irmãos Grimm
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Fotos: reprodução