Kelly Lund e sua aventuras com o seu Wolfdog

Instagram de Loki é realmente o produto dessa emoção difícil de descrever. Além disso, acredito que os cães não nasceram para viver as suas vidas em um quintal ou dentro de uma casa. Odeio ver isso. Espero que nós é inspirar as pessoas a sair, explore nosso mundo e fazer memórias com seus filhotes.

Junkie Food sem carne: conheça a Salad Days, hamburgueria 100% vegan em São Paulo

A vida de quem não ingere carne e derivados de animais está, enfim, ficando mais fácil com o aumento de ofertas no mercado. São Paulo é o reino das junkie foods, que nem sempre pensam nesse público e, quando muito, oferecem uma opção no menu. Agora a cidade ganhou uma hamburgueria 100% vegan e pasmem: não é só “pão com alface”!


Ironias a parte, o fato é que o consumo de carne está se tornando cada vez mais insustentável (isso é um fato). Assim, o veganismo tem alcançado um maior número de pessoas nos últimos anos, atendendo não só quem é adepto da ideologia, mas outros públicos, como intolerantes à lactose, celíacos e religiosos que não ingerem proteína animal.

Saindo da Rua Augusta, onde dividia espaço com outro estabelecimento, a Salad Days ganhou um novo endereço, todinho dela, e abriu as portas na Vila Mariana. Por lá você encontra opções presentes em qualquer hamburgueria que se preze na cidade, só que vegan, do leite do milkshake ao “omelete”, que é disfarçado de tofu. Aliás, a criatividade do vegano para cozinhar é uma coisa que eu considero mágica. Os preços dos lanches começam em R$ 10 e vão até R$ 24, incluindo batata frita.


Foto: © Brunella Nunes

Brunella Nunes foi até lá forrar o estômago porque conheceu os doces da Rosane Calegari, a idealizadora, no Festival do Chocolate Vegan . Achou surreal o cheesecake que ela faz, então já pensou nas possibilidades de comer junkie food sem culpa. Essa é a ideia que move a Salad, porque nem tudo que é sem proteína animal precisa ser “light”, “sem graça”, essas balelas todas.

Dividi um milk shake de brigadeiro (R$ 13), feito com leite de aveia, e pedi o hambúrguer número 2 (R$ 22), enquanto seu amigo pegou o número 3 (R$ 23). Saíram de lá felizes, satisfeitos, rolando e ainda levaram um brownie pra casa (servido com sorvete, custa R$ 9). Calma que esse post ainda não acabou!


Fotos: © Brunella Nunes

Se liga nos lanches e nas sobremesas:

número 1: Burguer de tofu com shitake, cebola e cenoura refogadas com “vegetarian barbecue sauce”.

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número 2: Pão, maionese, alface, tomate, hambúrguer de tofu com brócolis e alho poró e onion rings.

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número 3: Hambúrguer defumado, falso omelete de tofu e “cheddar” da casa.

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número 4: Pão integral, hambúrguer de quinoa com batata temperado com páprica defumada (hambúrguer sem glúten e grelhado), cebola roxa, pepino, tomate, rúcula, maionese de abacate e um chutney de manga.

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Brownie com sorvete

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Fotos: © Rita Dias e Paulo Bargagli – It´s Vegan!

Bolo Red Velvet

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Salad Days – Hamburgueria Vegana

5 incríveis e desconhecidos destinos para esquiar

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Nem só de sol, calor e praias vive o viajante! Um pouco de neve no roteiro também rende boas histórias e muita diversão. Confira alguns destinos e resorts alternativos que ainda são desconhecidos pelas multidões.

Kolašin, Montenegro

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A montanhosa República de Montenegro vai empolgar os amantes de esportes na neve. Kolašin é o resort de esqui mais procurado do país e tem uma paisagem acidentada devido à sua proximidade com o Parque Nacional Biogradska Gora, mesmo não sendo tão longe da capital, Podgorica.

Shahdag, Azerbaijão

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Shahdag é o primeiro e maior resort de inverno do país, localizado a uma altitude de 2.500 metros na Cordilheira do Cáucaso. A vista do topo, seja com céu azul ou logo acima das nuvens, é de hipnotizar. Ao redor, a paisagem intocada de vales profundos, desfiladeiros, lagos de montanha transparentes e geleiras pertence a um parque nacional, permanecendo protegida mesmo com grandes investimentos em turismo na região.

Pyeongchang, Coreia do Sul

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Pyeongchang será anfitriã dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de Inverno em 2018. Este é um ótimo momento para testar as pistas olímpicas, saltos, pistas de cross-country e o tradicional oncheon (spa com águas termais) e também para conhecer a atmosfera sem igual do inverno coreano. Fisicamente, há um enorme contraste com o típico resort alpino. O terreno com aparência mais selvagem e paisagem aberta proporcionam uma sensação de aventura que é realçada pela iluminação para esqui noturno.

Kvitfjell, Noruega

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Kvitfjell é um dos resorts de esqui mais modernos do mundo, com produção de neve em 80% de suas pistas. Foi criado para os Jogos Olímpicos de Inverno de 1994 e ainda é usado para competições olímpicas. Possui um ambiente de resort tranquilo e acolhedor, mas repleto de restaurantes, pubs e cafés aconchegantes.

Jahorina, Bósnia e Herzegovina

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Jahorina, outro resort que sediou os Jogos Olímpicos (em 1984), tem uma atmosfera realmente alpina e muita história, já que serviu como uma fortaleza estratégica durante a Guerra da Bósnia. Há uma grande variedade de pistas disponíveis, de descidas sem multidões para iniciantes e avançados até pistas estreitas com árvores e freerides com acesso por teleférico. Conte com uma vista espetacular, já que o resort fica nas encostas da segunda montanha mais alta da Bósnia, o Monte Jahorina com 1.916 metros de altitude.

Fonte: Booking

* Todas as fotos: Reprodução

Essas fotos do mestre Steve McCurry pelo mundo são a prova de que o amor pela leitura é universal

O fotojornalista Steve McCurry precisa de pouca coisa na mira de sua câmera para transformar algo supostamente banal em uma imagem forte e reveladora. Autor da icônica foto de uma menina afegã olhando impiedosamente com seu par de olhos verdes para a câmera, McCurry é capaz de transformar uma imagem absolutamente específica e particular em um sentimento universal, da mesma forma que a leitura é capaz – e esse é o tema de um de seus trabalhos mais recentes: pessoas, ao redor do mundo, simplesmente lendo.

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Espécie de hábito sem tempo nem espaço, dividido por qualquer sociedade, geração ou gênero, pouca coisa pode ser tão universal e ao mesmo tempo particular como a leitura. Entre a comunhão e a solidão, a capacidade de absorver seu leitor e transporta-lo para outro mundo, esteja ele onde estiver, é que moveu o interesse e as lentes de McCurry.

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Somos todos diferentes e todos o mesmo. Me encanta que seja você incrivelmente rico e sofisticado ou alguém vivendo nas ruas do terceiro mundo ou em uma sala de aula em um lugar remoto, o ato de ler é igual. É uma ligação comum na humanidade, algo que todos fazemos independentemente de onde estamos economicamente ou socialmente”, afirma McCurry.

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A seleção de fotos, batizada como On Reading (Sobre a leitura), é uma homenagem ao lendário fotógrafo húngaro André Kertész, que também publicou um livro com fotos de pessoas lendo. As imagens de McCurry foram reunidas ao longo de quatro décadas de suas viagens pelo mundo. Há, é claro, um texto para ser lido junto com as imagens, do premiado escritor Paul Theroux, e o livro pode ser adquirido pela Amazon.

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Todas as fotos © Steve McCurry