Artista visual Meredith Woolnough que costura para capturar a beleza da natureza frágil com bordado

Veja agora a história de uma artista visual Meredith Woolnough que costura lindos desenhos inspirados no fundo do mar.

Espero que capturar o poder, a beleza e a fragilidade da natureza em segmentos de bordado com nó. O trabalho explora as possibilidades esculturais de uma técnica de bordado exclusivo que utiliza uma máquina de costura doméstica e um tecido de base que se dissolve na água. Por costura repetidamente tópicos em estruturas densas criar composições openwork intrincada e complexa que imitam formas naturais e estruturas.

 

Eu sempre achei inspiração no mundo natural. Explorar, coletando e desenho tornase uma grande parte da vertente de trabalho de campo da minha prática, que me uma ótima desculpa para ir para os lotes de caminhadas em busca de material de referência. Eu também sou um mergulhador de manter e gostam de explorar o mundo abaixo das ondas também.
Eu sempre foram fascinada pela estrutura das coisas, desde as formas difíceis de colônias de coral para as veias arteriais minutos nas folhas. Eu gosto de traçar paralelos entre o crescimento e os sistemas de vida de vários organismos no meu trabalho, comentando sobre a interligação de todos os seres vivos.
 
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Esse casal goiano vai fazer uma viagem de carro do Brasil até a China

Você é daqueles que acha super cansativo fazer viagens de carro mesmo que isso signifique ir de São Paulo a Curitiba? Pois o casal Amandio Palhares, 48 anos, e Joselle Pinheiro, 42, vão dirigir um total de 70 mil quilômetros de São Paulo até a China!

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A bordo de uma Chevrolet S10 que será seu lar por cerca de 12 meses, a dupla vai passar por países como Argentina, Chile, Malásia, Singapura, Tailândia, Camboja, Vietnã, Laos, Myanmar e Índia.

Para que seja possível chegar até o final da aventura, o veículo – de 4 metros quadrados – foi adaptado e acomodou uma cama de casal, banheiro e cozinha equipada com fogão e geladeira.

Esta será a segunda grande aventura de carro do casal que em 2014 foi dirigindo até o Alasca numa viagem que durou 9 meses passando por 16 países no caminho.

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Todas as fotos © Viajando Nós 4×4

Série de fotos fascinante mostra Marilyn Monroe se apresentando para milhares de soldados na Coreia em 1954

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Em janeiro de 1954, a maior estrela de Hollywood da época (e provavelmente de todos os tempos), havia se casado com o maior jogador de baseball da época (e definitivamente de todos os tempos). Para alegria dos paparazzi, das revistas de fofoca e da própria indústria cultural americana e mundial, Marilyn Monroe e Joe DiMaggio trocaram alianças.

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Para a lua de mel, escolheram o Japão. DiMaggio, porém, tinha compromissos profissionais no extremo oriente, e Marilyn aproveitou para visitar as tropas americanas na península coreana, que lá estavam para a manutenção do fim da Guerra da Coreia, que havia se dividido um ano antes.

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Artistas visitarem tropas em regiões de conflito já é tradição norte-americana (especialmente considerando a frequência irrefreável com o que o país se envolve em batalhas pelo mundo), mas a visita de uma artista do calibre de Marilyn era como uma bomba no instante de sua explosão. A atriz, em 4 dias, apresentou-se em 10 diferentes shows para cerca de 100 mil soldados espalhados pelas diversas bases americanas.

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A visita intensificaria profundamente o ciúme de seu marido, e o casamento teria fim somente 8 meses depois mas, para Marilyn, a visita à Coréia se tornaria um marco em sua vida. “Foi a melhor coisa que me aconteceu”, ela disse. “Eu jamais havia me sentido antes como uma estrela em meu coração. Foi tão maravilhoso ver tantos sorrisos carinhosos para mim”.

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Sempre estonteante, seja com um vestido justo e brilhante, seja com uma larga roupa militar, Marilyn trouxe calor e diversão para os soldados vivendo no extremo de um campo de batalha e tão saudosos de casa – um sorriso capaz de fazer de uma guerra uma memória maravilhosa.

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© fotos: reprodução

O emocionante adeus dessa cadelinha ao seu dono com doença terminal

Uma hemorragia cerebral súbita tirou a vida do jovem Ryan Jessen, aos 33 anos. Enquanto toda a família pôde despedir-se de Ryan em seu último leito, um único membro teria de ficar de fora dessa cerimônia de adeus: Molly, a doce e muito amada cadela de Ryan. Em um inesperado e comovente gesto, a equipe do hospital permitiu que Molly visitasse seu humano uma última vez – a família filmou o momento, e o vídeo é sinceramente comovente.

A ideia era não só que Molly pudesse se despedir, mas também oferecer uma chance para que a saudade que a cadelinha viria a sentir fizesse sentido – que ela soubesse, à maneira dela, a razão pela qual Ryan nunca mais voltaria pra casa. “Se vocês conhecessem meu irmão, saberiam o quanto ele amava sua doce cadela”, escreveu Michelle, irmã de Ryan, em um post no Facebook.

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Apesar da dor, duas notícias são reconfortantes: Michelle rapidamente pediu que ninguém se preocupasse com o futuro de Molly, pois ela, como parte da família, seguiria devidamente amada com eles, e que o coração de Ryan seria doado para salvar a vida de uma pessoa de 17 anos – ainda a tempo para o Natal.

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© fotos: reprodução