Casal deixa empregos e construiu uma casa sobre rodas e pegar a estrada

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Veja agora a historia de um casal que deixaram seus empregos e e colocou o pé na estrada com sua minúscula casa movel.

dois anos meu parceiro, Guillaume, e que foram ambos sobrecarregada pela alta renda, uma infinidade de pertences, dívida de faculdade e carreiras que nos permitiram manter esse estilo de vida. Eu estava começando a acreditar que eu nunca seria capaz de prosseguir a minha paixão pela escrita e Guillaume sentia o mesmo sobre a sua fotografia. Em seguida, nos deparamos com pequenas casas. Estas habitações minúsculas artisticamente concebidas nos inspiraram para suplantar a nossas vidas e perseguir nossos sonhos. Nós viemos com um plano de jogo: 1) construir uma pequena casa, 2) viajar pela América do Norte durante um ano e 3) criar um portfólio de jornalismo de viagem sobre estilos de vida alternativos. Ele ia fotografar. Gostaria de escrever.

Começamos nossa compilação de casa minúscula com zero experiência de construção e uma atitude de “Vamos aprender como podemos ir”. O que não sabíamos era que nós não apenas construir uma casa, nós também foram desafiandona repensar a idéia de “casa” completamente. Depois de dezenas de erros, lições de vida e um brutal downsize, vamos para a estrada com nossa casa minúscula de um-de-um-tipo sobre rodas!
Seis meses e 10.000 milhas depois, nossa morada minúscula tomounos em uma aventura selvagem. Ao longo do caminho, nos conhecemos inúmeras pessoas que constroem e residem em pequenas estruturas, tais como: pequenas casas, casas de árvore, tendas, barcos casa de caseiro, etc. Guillaume fotografa estes pioneiros do estilo de vida alternativo em suas moradias inovadoras, enquanto eu escrever suas histórias.

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Animais de abrigo experimentam uma cama pela primeira vez e o resultado é emocionante

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Os abrigos para animais costumam fazer lindos trabalhos de resgate e cuidado dos animais de rua. Mas os gastos com alimentação, veterinários e manutenção dos locais geralmente são altos, e se torna praticamente impossível fazer alguns mimos para os bichinhos.

Pensando nisso, a RSPCA Victoria, ONG da Austrália responsável pela prevenção contra a crueldade aos animais, teve uma ideia incrível. Para toda caminha comprada na sua loja, eles pediam que os donos doassem as camas antigas dos seus animais.

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Dessa maneira, conseguiram arrecadar mais de 100 camas para animais de diversos abrigos da cidade, que nunca tiveram a oportunidade de experimentar uma. O resultado é essa fofice toda que você confere no vídeo abaixo:

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Todas as imagens © Reprodução YouTube

Chile acaba de ser eleito o melhor lugar do mundo para turismo de aventura

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O World Travel Awards, considerado o Oscar do turismo, acaba de anunciar os vencedores da edição 2016. O Chile foi eleito o melhor destino de aventura do mundo desbancando países como Canadá, Austrália, Japão, Nova Zelândia, Tailândia, Estados Unidos e Equador.

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A escolha do país sul-americano – feita por pessoas do mundo todo que votaram no site da premiação – não é de surpreender, pois o destino realmente oferece inúmeras opções para os sedentos por aventura. A lista inclui explorar os desertos de Atacama, fazer caminhadas no deslumbrante parque nacional Torres Del Paine e conhecer algum de seus vulcões que seguem ativos.

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Este reconhecimento ratifica o que estamos realizando em matéria de promoção turística internacional, onde a natureza e a aventura são os eixos sobre os quais estamos trabalhando e também a estratégia de diversificação da oferta.”, afirmou a subsecretária de turismo do Chile, Javiera Montes, através de nota.

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Em outras categorias, Baros, nas Maldivas, ganhou como o ‘Resort Mais Romântico’ e a Jamaica como ‘Principal Destino de Cruzeiro do Mundo’.

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Outros países sul-americanos na lista de premiados foram o Peru, que ficou em primeiro lugar na categoria “Principal Destino Culinário do Mundo” e o Equador, premiado como “Principal Destino Verde do Mundo”.

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* Todas as fotos: Reprodução

Fotos censuradas dos campos de concentração japoneses nos EUA são reveladas e transformadas em livro

A imagem pode conter: 11 pessoas, pessoas em pé, filho e atividades ao ar livre

É difícil admitir em si horror similar ao que, no outro, fez dele seu inimigo. Depois do ataque japonês à base de Pearl Harbor, nos EUA – que precipitou a participação americana na Segunda Guerra Mundial – uma onda de histeria e temor contra os cidadãos de origem oriental tomou conta do país.

Rumores de levantes dos centenas de milhares de cidadãos nipo-americanos para tomar o país provocaram uma reação americana bastante similar com os métodos alemães contra quem os próprios americanos lutavam: de 1942 a 1948, cerca de 120 mil pessoas de etnia japonesa foram forçados a viver em campos de concentração dentro dos EUA.

Photograph of Members of the Mochida Family Awaiting Evacuation

A fotógrafa Dorothea Lange, então já reconhecida por seu trabalho durante a grande depressão americana, na virada da década de 20 para a seguinte, foi chamada pelo governo para registrar a evacuação, o transporte e o estabelecimento desses campos – habitados em sua grande maioria por cidadãos oficialmente americanos, removidos aos campos simplesmente por sua origem oriental. As condições dos campos eram muitas vezes terríveis, e os cidadãos basicamente foram detidos feito prisioneiros, ainda que não tivessem cometido crime algum.

Quando viram as fotos do Dorothea, o exército americano identificou rapidamente a oposição da fotógrafa à ideia de remover os cidadãos nipo-americanos (a fotógrafa aceitou o trabalho por saber que tais fotos seriam importante documento no futuro, ainda que rejeitasse profundamente a medida). Por isso, as imagens foram confiscadas, e permaneceram censuradas, guardadas no Arquivo Nacional sem acesso permitido desde então até 2006, quando foram enfim liberadas.

San Francisco, California. High school boys, on balcony of Japan

Rapidamente as fotos foram reunidas em um livro, que traz também depoimentos dos prisioneiros e da própria fotógrafa. Somente em 1988 o governo americano desculpou-se oficialmente pelo estabelecimento dos campos, admitindo que tal medida se baseava em “preconceitos raciais, histeria bélica e a deficiência da liderança política”. Não é preciso muito esforço de memória para se ter certeza de que infelizmente de que muitos países ainda terão muitos pedidos de desculpas para fazer nos anos por vir.

Sacramento, California. Rooming House in the Japanese section of

Woodland, Yolo County, California. Ten cars of evacuees of Japan

San Bruno, California. This assembly center has been open for tw

Stockton, California. Young mother of Japanese ancestry has just

San Francisco, California. Flag of allegiance pledge at Raphael

San Bruno, California. Many evacuees suffer from lack of their a

San Bruno, California. A sign at the main entrance of the Tanfor

San Bruno, California. This scene shows one type of barracks for

Manzanar Relocation Center, Manzanar, California. Street scene o

Manzanar Relocation Center, Manzanar, California. Mealtime in on

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Manzanar Relocation Center, Manzanar, California. Little evacuee

Manzanar Relocation Center, Manzanar, California. William Katsuk

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Manzanar Relocation Center, Manzanar, California. Lawns and flow

Todas as fotos © Dorothea Lange