Empresa utiliza comida que iria para o lixo para criar incrĂ­veis banquetes

Muita gente continua passando fome em nosso planeta. Assim como o desperdício de comida em países industrializados e em desenvolvimento ainda é gigantesco. Segundo uma pesquisa recente apresentada pela Organização das NaçÔes Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO), cerca de 1/3 dos alimentos produzidos anualmente no mundo para consumo humano é perdido ou desperdiçado.

Os países industrializados e em desenvolvimento desperdiçam 670 e 630 milhÔes de toneladas, respectivamente. Só na Alemanha, cerca de 11 milhÔes de toneladas de alimentos são jogados no lixo por ano. Chocadas com a informação, as berlinenses Lea Brumsack e Tanja Krakowsk decidiram fazer algo a respeito.

Formadas em Design, as amigas tinham uma queda pela culinĂĄria e resolveram apostar no ramo a fim de combater o desperdĂ­cio de comida no paĂ­s e fornecer ao pĂșblico opçÔes sustentĂĄveis de alimentação. Elas criaram em 2011 a Culinary Misfits, uma empresa que tem como matĂ©ria-prima alimentos em Ăłtimo estado como hortaliças, tubĂ©rculos, frutas e verduras, que sĂŁo jogados fora por armazĂ©ns, feiras, supermercados e afins, por serem esteticamente inadequados.

Culinary Misfits

Desde então a dupla estå no mercado para desmistificar padrÔes simétricos provando com muita criatividade que qualquer alimento é lindo e saboroso. Lea e Tanja preparam comes para eventos de pequeno e médio porte e feiras livres, como sanduíches, petiscos, saladas, doces e compotas.

A Culinary Misfits procura levar consciĂȘncia sobre o desperdĂ­cio ao pĂșblico com workshops onde ensinam suas receitas e ministram palestras e consultorias em locais voltados para a culinĂĄria.

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Todas as fotos © Culinary Misfits

Impressionantes novas fotos de tribo isolada da AmazĂŽnia

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Novas fotografias aéreas de uma tribo isolada da AmazÎnia nos dão mais detalhes sobre um modo de vida neolítico que quase desapareceu da face da Terra.

As imagens de alta resolução, tiradas de um helicóptero na semana passada pelo fotógrafo brasileiro Ricardo Stuckert, oferecem um vislumbre sem precedentes de uma vibrante comunidade indígena vivendo em completo isolamento nas profundezas da selva amazÎnica.

 

“Eu me senti como se eu fosse um pintor no sĂ©culo passado”, disse Stuckert, descrevendo sua reação ao ver os nativos. “Pensar que no sĂ©culo 21, ainda hĂĄ pessoas que nĂŁo tĂȘm contato com a civilização, vivendo como seus ancestrais faziam 20.000 anos atrĂĄs – Ă© uma emoção poderosa”.

Como o grupo nunca teve contato pacĂ­fico com o mundo exterior, seu nome Ă© desconhecido. As autoridades brasileiras simplesmente se referem a eles como “índios isolados do Alto Humaitá”.

Novos olhares

As fotografias de Stuckert foram feitas perto da fronteira do Brasil com o Peru, e mostram detalhes anteriormente desconhecidos sobre esses Ă­ndios, como o uso de pintura corporal elaborada e a forma como cortam seus cabelos.

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“Pensamos que todos cortavam os cabelos da mesma maneira”, disse JosĂ© Carlos Meirelles, que estuda tribos indĂ­genas brasileiras hĂĄ mais de 40 anos. “NĂŁo Ă© verdade. VocĂȘ pode ver que eles tĂȘm muitos estilos diferentes. Alguns parecem muito punk”.

A mesma tribo ganhou atenção global em 2008, quando agentes da Fundação Nacional do Índio – FUNAI – publicaram fotografias de membros do grupo com pintura corporal vermelha lançando flechas em seu avião de baixa altitude.

A tribo mudou-se vĂĄrias vezes desde aquele avistamento, segundo Meirelles. O especialista da FUNAI esteve no voo de helicĂłptero do Ășltimo domingo, assim como em missĂ”es anteriores em 2008 e 2010 que tambĂ©m renderam imagens extraordinĂĄrias.

“Esses grupos mudam de local a cada quatro anos”, disse Ă  National Geographic. “Eles se movimentam. Mas Ă© o mesmo grupo”.

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O susto

Stuckert chegou no inĂ­cio deste mĂȘs no estado do Acre, no extremo oeste da AmazĂŽnia, como parte de um projeto de um ano para fotografar tribos indĂ­genas em todo o Brasil.

No Ășltimo domingo, embarcou num helicĂłptero com Meirelles para visitar o posto avançado da selva de JordĂŁo, perto da fronteira com o Peru. Quando trovoadas forçaram o helicĂłptero a fazer um desvio no meio do voo, seus ocupantes de repente se viram voando diretamente sobre o povoado isolado. Os habitantes ficaram evidentemente surpresos, espalhando-se pela floresta circundante com a aproximação da aeronave.

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O pĂąnico inicial da tribo deu lugar Ă  curiosidade no momento em que a equipe retornou algumas horas depois. “Eles pareciam mais curiosos do que temerosos”, disse Stuckert Ă  National Geographic. “Eu sentia que havia uma curiosidade mĂștua, de sua parte e da minha”.

O aparente bem-estar da tribo foi encorajador para Meirelles. As pessoas pareciam bem alimentadas e saudáveis. As culturas de milho, mandioca e bananas que rodeavam o conjunto de cabanas – conhecidas como malocas – pareciam capazes de sustentar de 80 a 100 pessoas. Juntamente com outras malocas próximas da mesma tribo, Meirelles acredita que a população excede 300.

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Igualmente impressionante para Meirelles foi a barragem de flechas que os homens da tribo dispararam contra o helicĂłptero, que ele tomou como um sinal saudĂĄvel de resistĂȘncia. “SĂŁo mensagens”, disse ele. “Essas flechas significam ‘Deixe-nos em paz. NĂŁo perturbe’”.

Perigo

Ao contrårio de outras regiÔes da AmazÎnia brasileira, o Estado do Acre impÔe uma vigilùncia rigorosa sobre suas florestas e habitantes indígenas. As tribos isoladas do Acre parecem estar seguras, por enquanto.

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Mas as selvas da fronteira no Peru estão repletas de equipes ilegais de exploração madeireira, garimpeiros de ouro e traficantes de drogas, representando o tipo de ameaças que acabaram com tribos inteiras no passado.

“Uma vez que seu territĂłrio Ă© invadido por madeireiros ou garimpeiros, os grupos isolados estĂŁo acabados”, afirma Meirelles. “Eles poderiam desaparecer da face da Terra, e nĂłs nem sequer saberĂ­amos”.

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Embora busquem evitar o contato direto com pessoas de fora, os Ă­ndios nas nascentes dos rios Envira e HumaitĂĄ hĂĄ muito tempo fazem uso de ferramentas de aço. “Datando de 1910, tem havido relatos de que invadiram assentamentos e saĂ­ram com machetes e machados”, explica Meirelles. “Eles estĂŁo usando essas ferramentas por um longo tempo. Elas sĂŁo praticamente parte de sua cultura. Elas permitiram que eles limpassem grandes extensĂ”es de floresta para expandir a produção de alimentos”. [NatGeo]

‘Eu tenho 3 coraçÔes’: BeyoncĂ© anuncia gravidez de gĂȘmeos com ensaio arrasador

Nesta quarta-feira (1), a cantora BeyoncĂ© ‘quebrou’ o Instagram ao revelar a segunda gravidez com foto mostrando a barriga que jĂĄ estĂĄ bastante evidente. A foto recebeu mais de 8 milhĂ”es de curtidas. Na publicação ela escreveu um texto dizendo que gostaria de compartilhar a felicidade pela famĂ­lia que estĂĄ crescendo ‘por dois’.

“Nós gostaríamos de compartilhar nosso amor e felicidade. Fomos abençoados duas vezes. Estamos extremamente gratos que a nossa família vai crescer por dois e nós agradecemos por seus desejos de bem. – Os Carters“, escreveu.

A diva pop voltou a surpreender seus fĂŁs nesta quinta-feira (2) ao divulgar outras imagens do mesmo ensaio em seu site oficial. No tĂ­tulo da sĂ©rie de imagens ela esclareceu que estĂĄ a espera de gĂȘmeos: “Eu tenho trĂȘs coraçÔes”.

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Em uma das fotos, Bey posou usando apenas uma calcinha cor da pele contemplando intensamente a cĂąmera. A imagem foi inspirada na obra “O Nascimento de Venus” de Sandro Botticelli, que acredita-se ter sido criada em meados da dĂ©cada de 1490.

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Beyonce estĂĄ casada com com Jay-Z hĂĄ 9 anos e tem uma filha de 5 anos, Blue Ivy Carter.

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* Todas as fotos: Reprodução