10 LUGARES ABANDONADOS QUE PARECE CENÁRIOS DE FILMES

Sabe aquela imagem que vocĂȘ tem de um local devastado, tomado pela natureza, abandonado logo apĂłs uma grande tragĂ©dia? VocĂȘ nĂŁo precisa sobreviver ao apocalipse para ver como as grandes cidades vĂŁo ficar depois dele. VocĂȘ pode simplesmente observar exemplos do mundo pĂłs-apocalĂ­ptico escondidos bem no meio da nossa civilização:

10. Escola PĂșblica de Manhattan 186

A Escola PĂșblica de Manhattan 186 (Nova York, EUA) Ă© hoje um prĂ©dio abandonado tomado por ĂĄrvores que crescem para fora das janelas e atestam o fato de que ninguĂ©m usa o local hĂĄ mais de 40 anos. Dentro, pilhas de escombros e cadĂĄveres de animais espalhados completam o look sinistro. A escola, aberta em 1903, começou a ter problemas na dĂ©cada de 1970. Como nĂŁo atendia aos cĂłdigos de segurança contra incĂȘndios, as portas do piso tĂ©rreo tinham que permanecer abertas o tempo todo para garantir que as crianças nĂŁo ficassem presas. Essas portas abertas atraĂ­ram criminosos que roubavam os pais dos alunos, e uma professora auxiliar chegou atĂ© a ser estuprada em sala de aula. Quando os inspetores de incĂȘndio constataram que o alarme da escola nĂŁo funcionava, em 1972, o prĂ©dio declarou seu fim, finalmente fechando em 1975. A escola deveria ter sido renovada em 1980, mas o “Boys and Girls Club of Harlem“, que comprou o edifĂ­cio, decidiu demoli-lo em vez disso. Moradores pediram para salvar o prĂ©dio, mas os proprietĂĄrios disseram que ficaria muito caro. Enquanto o embate segue, o local parece cada vez mais com um estĂșdio de filmagem de “Eu Sou a Lenda”.

9. North Brother Island

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Localizada a apenas meio quilĂŽmetro de Manhattan, no rio East de Nova York (EUA), fica um santuĂĄrio de pĂĄssaros conhecido como North Brother Island. Na dĂ©cada de 1880, pessoas com doenças infecciosas eram levadas para lĂĄ em quarentena, no Hospital Riverside. A moradora mais famosa do local foi Mary Mallon, tambĂ©m conhecida como Maria TifĂłide, que morreu na ilha em 1938. Mais tarde, a regiĂŁo passou a abrigar veteranos da Segunda Guerra Mundial e foi a base de um centro de tratamento para drogados. Em 1964, os Ășltimos residentes da ilha foram embora, e ela fechou para o pĂșblico. Ocasionais turistas podem visitĂĄ-la entre setembro e março, quando as aves nĂŁo estĂŁo em perĂ­odo de nidificação. Entre a vegetação espessa que agora cobre a ilha, sĂŁo vistos enormes edifĂ­cios de tijolos, bangalĂŽs e uma capela. Uma sala de aula com dezenas de livros antigos espalhados pelo chĂŁo completa o cenĂĄrio pĂłs-apocalĂ­ptico. Segundo o fotĂłgrafo Christopher Payne, o local passa a sensação de estar desconectado do resto do mundo, embora seja impossĂ­vel esquecer o quĂŁo perto fica do resto de Nova York – de lĂĄ, dĂĄ para ouvir atĂ© o barulho de caminhĂ”es da famosa cidade americana.

 

8. Marine Stadium


Naumaquia eram batalhas navais simuladas que ocorreram em coliseus inundados na Roma antiga. Quer local melhor para uma batalha Ă©pica dessas do que uma arena marĂ­tima abandonada e com aparĂȘncia totalmente pĂłs-apocalĂ­ptica, como o Marine Stadium de Miami (EUA)? Com capacidade para 6.600 pessoas, a arena foi inaugurada em 1960 como um local para corridas de lancha. Fechada em 1992 apĂłs o furacĂŁo Andrew, a estrutura de concreto imponente desde entĂŁo se tornou um refĂșgio para artistas e grafiteiros. Hoje, hĂĄ um debate sobre o que fazer com o estĂĄdio. A instituição The Friends of Miami Marine Stadium quer restaurĂĄ-lo, jĂĄ outros acreditam que ele deveria ser deixado como estĂĄ: um monumento aos grafiteiros que o adotaram ao longo das dĂ©cadas.

7. Box Hill Brickworks

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Box Hill Brickworks, em Melbourne, AustrĂĄlia, Ă© a planta de uma fĂĄbrica de tijolos construĂ­da em 1884 e operada por um sĂ©culo. Fechada em 1988, sua chaminĂ© de tijolos ainda domina a paisagem local, mas seu verdadeiro charme estĂĄ escondido dentro da antiga empresa. Labirintos de passarelas pairam acima de mĂĄquinas enferrujadas, e registros de vendas antigos escritos Ă  mĂŁo sĂŁo vistos espalhados em um escritĂłrio. Os objetos essencialmente inalterados desde 1880 dĂŁo uma atmosfera de “cĂĄpsula do tempo” ao local. AlĂ©m disso, o ambiente pega fogo de vez em quando, quando gĂĄs metano a partir de resĂ­duos enterrados na regiĂŁo explodem. NĂŁo Ă© necessĂĄria nenhuma ação para provocar essas explosĂ”es, mas Ă© fato conhecido que jovens gostam de desencadear ainda mais incĂȘndios jogando fĂłsforos no subsolo da planta. Detalhe: ela fica perto de um parque com playground.

6. Bloomgindale Railway

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A Bloomgindale Railway, em Chicago (EUA), Ă© uma estrada de ferro de quase cinco quilĂŽmetros de extensĂŁo abandonada acima da movimentada cidade americana. Sua abdicação pela Canadian Pacific Railway, em 2001, deixou os trilhos cobertos de vegetação. Logo, eles tornaram-se populares como uma rota para corredores e ciclistas. Um projeto de restauração em breve deve transformar a antiga ferroviĂĄria em um parque moderno. Embora isso seja, sem dĂșvida, bom para Chicago, as pessoas que aprenderam a amar a estrada de ferro ao longo da Ășltima dĂ©cada dizem que vĂŁo sentir falta da paisagem pĂłs-apocalĂ­ptica.

5. Centro Financeiro Confinanzas


Centro Financeiro Confinanzas Ă© um arranha-cĂ©u inacabado em Caracas, Venezuela. A construção começou em 1990, mas uma crise bancĂĄria deixou o prĂ©dio incompleto. O edifĂ­cio de 45 andares tem um heliporto, mas nĂŁo tem elevadores, janelas e grades. Desde os anos 1990, 3.000 pessoas fizeram desse local peculiar sua casa. A “Torre de Davi”, apelidada por seu patrocinador principal, que morreu em 1993, Ă© agora a favela mais alta do mundo. Motocicletas sĂŁo usadas como tĂĄxis para transportar as pessoas atĂ© os primeiros 10 andares, e de lĂĄ ao 28Âș sĂł Ă© possĂ­vel ir a pĂ©. NinguĂ©m vive em andares mais altos do que esse, mas Ă© possĂ­vel chegar ao topo. HĂĄ encanamento e eletricidade improvisados em algumas ĂĄreas, mas Ă© a economia bizarra que surgiu lĂĄ dentro que aumenta o ar apocalĂ­ptico do local. Lojas, salĂ”es de beleza, creches e atĂ© um dentista atendem os moradores. Alguns apartamentos parecem acolhedores, mesmo que os corredores que levem a eles sejam rachados e perigosos. Adolescentes usam as luzes de seus celulares para navegar pelo breu das escadas. A comunidade tem uma mĂĄ reputação e as pessoas tĂȘm receio de estranhos. No entanto, fora deste pequeno mundo, as ruas ao redor do prĂ©dio continuam sua vida em uma tĂ­pica cidade moderna.

4. Insurgentes 300

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Insurgentes 300 Ă© um edifĂ­cio da Cidade do MĂ©xico que entrou em guerra com as forças da natureza. Embora esteja tecnicamente em pĂ©, nĂŁo se pode dizer que venceu a batalha. Do lado de fora, o prĂ©dio parece estar se deteriorando, mas por trĂĄs do vidro quebrado hĂĄ todos os tipos de profissĂ”es que o tornam Ăștil. Prostitutas, advogados e contadores de traficante dividem o Insurgentes 300 com professores da dança e vendedores. O antigo prĂ©dio de 420 escritĂłrios agora Ă© habitado parcialmente, mas convive com uma inclinação de 10 graus devido a danos estruturais causados por um terremoto em 1985. As autoridades ordenaram que fosse evacuado, mas os ocupantes nĂŁo quiseram deixar o local e atĂ© hoje lutam por uma restauração. Em vez de receber manutenção, eles foram apenas processados.

3. The New York Port Authority Grain Terminal

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A coisa mais prĂłxima que Nova York tem de uma fortaleza Ă© o The New York Port Authority Grain Terminal em Red Hook, Brooklyn. Suas paredes de concreto tĂȘm 20 centĂ­metros de espessura, o prĂ©dio tem 12 andares de altura, e parece com um cruzamento entre uma fĂĄbrica, uma prisĂŁo e um templo. Em caso de nevoeiro, fica arrepiante. Para completar sua aparĂȘncia horrenda, sĂł faltam zumbis. VĂĄrias peças do edifĂ­cio desabaram, e outras parecem prestes a fazer o mesmo. O prĂ©dio, que fechou na dĂ©cada de 1960, Ă© extremamente popular entre desbravadores urbanos, embora seja difĂ­cil de explorar. Um explorador disse que requer pesquisa, persistĂȘncia e criatividade, mas principalmente coragem, jĂĄ que vocĂȘ nĂŁo sabe o que vai encontrar lĂĄ dentro. No entanto, a viagem pode valer a pena apenas pelo pĂŽr do sol incrĂ­vel que Ă© possĂ­vel assistir de uma de suas muitas janelas quebradas.

Bonsai de 391 anos sobreviveu bomba de Hiroshima e continua crescendo


Qualquer ĂĄrvore centenĂĄria jĂĄ Ă© interessante por si sĂł, mas este bonsai de 391 Ă© ainda mais especial, jĂĄ que sobreviveu ao ataque nuclear dos norte-americanos Ă  cidade de Hiroshima.

A årvore é da espécie Pinus strobus, e foi plantada em 1625 pela família Yamaki, especialista em bonsais que em 1945 vivia a apenas 3 km de distùncia do ponto de explosão da bomba que matou 140 mil pessoas. Como um milagre, tanto a årvore quanto a família sobreviveram relativamente sem ferimentos.

 
 

Em 1976, o integrante da família e também especialista em bonsais, Masaru Yamaki, presenteou os Estados Unidos com a årvore. Atualmente ela fica no Arboreto Nacional dos EUA, e Washington D.C..

 

A equipe do arboreto considerava o pinheiro importante por sua técnica de plantação e idade, mas nem desconfiava de sua conexão com o evento histórico. Em 2001, netos de Masaru visitaram o local e explicaram a sua história. [Bored Panda]

NASA: melhores fotos espaciais da Terra de 2016

Da Estação Espacial Internacional, os eventos na Terra assumem uma perspectiva diferente. Veja as melhores fotos feitas pela NASA em 2016:

Tempestades nas Filipinas


Sobre o mar das Filipinas, as tempestades registradas em 25 de junho de 2016 assumem uma visão etérea.

Últimos pedaços de luz


Conforme o sol se pĂ”e sobre o Oceano AtlĂąntico em 27 de outubro de 2016, a Estação Espacial Internacional exibe os Ășltimos raios coloridos na atmosfera.

 

Tempestades na China


Tempestades em 29 de julho de 2016 sobre o Mar do Sul da China em um frenesi de tirar o fĂŽlego.

Atol da Ilha Weda


Esta Ă© uma visĂŁo Ășnica do Atol da Ilha Weda no nordeste da IndonĂ©sia, conforme observado a partir da Estação Espacial Internacional em 8 de março de 2016.

Salar de Uyuni


Em 4 de março de 2016, membros da tripulação a bordo da Estação Espacial Internacional fizeram esta interessante foto de construçÔes no Salar de Uyuni, no Atacama, Chile.

Glaciar Perito Moreno


Da Estação Espacial Internacional, tripulantes viram o Glaciar Perito Moreno na PatagÎnia Argentina em 24 de setembro de 2016.

Aurora austral


Sobre o oceano da AustrĂĄlia ocidental, esta vista espetacular de uma aurora austral foi possĂ­vel em 11 de agosto de 2016.

SĂŁo Francisco


O rio São Francisco, que serpenteia pelo leste do Brasil, abriga o reservatório de Itaparica, como visto nesta imagem de 15 de agosto de 2016 tirada da Estação Espacial Internacional.

VulcĂŁo Sangeang Api


Acima do vulcão Sangeang Api, na Indonésia, nuvens flutuam nesta foto feita em 4 de setembro de 2016.

Caldera Santorini


Em 9 de setembro de 2016, esta imagem da Caldera Santorini no sudeste da Grécia foi tirada da Estação Espacial Internacional.

Deserto de Namibe


No sudeste da África, o deserto de Namibe é como uma arte abstrata e geométrica nesta imagem de 27 de março de 2016.

Monte Fuji


A neve e as nuvens destacam os campos verdes que cercam o Monte Fuji em Honshu, no JapĂŁo, nesta foto de 8 de fevereiro de 2016.

Lago Urmia


O lago Urmia, no noroeste do IrĂŁ, parece mostrar evidĂȘncias de mudanças climĂĄticas nesta imagem de 12 de setembro de 2016 feita da Estação Espacial Internacional.

Nuvens stratus


Um campo de nuvens stratus cresce sobre o Oceano AtlĂąntico nesta imagem de 26 de junho de 2016.

Lago Nasser


Esta imagem do lago Nasser, no Egito, foi feita em 21 de junho de 2016.

Dubai


Dubai e o nordeste dos Emirados Árabes Unidos brilham na noite nesta imagem de 11 de março de 2016. [Space]

Eli, o lindo bebĂȘ que nasceu sem nariz

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Eli Thompson nasceu no estado norte-americano de Alabama no inĂ­cio de 2015, com um problema de formação que apenas um em cada 197 milhĂ”es de bebĂȘs enfrentam: ele nasceu sem nariz e sem seios da face. Apenas 43 casos de arinia congĂȘnita completa foram registrados desde a primeira documentação da malformação, em 1931.

Durante os cinco primeiros dias de vida, ele respirou pela boca, mas isso dificulta a deglutição do leite materno. Para melhorar a alimentação do bebĂȘ, os mĂ©dicos recomendaram um traqueotomia, a abertura da traqueia para passagem de ar.

Os pais, Brandi McGlathery e Troy Thompson, decidiram nĂŁo realizar nenhum procedimento estĂ©tico no bebĂȘ atĂ© que ele cresça e decida por si mesmo. “Ele Ă© perfeito do jeito que Ă©. Meu maior medo para Eli Ă© que o mundo nĂŁo o veja como o menino corajoso e lindo que eu vejo”, afirmou a mĂŁe.

 

“Eu estava em trabalho de parto hĂĄ 23 horas. Para ser honesta, eu pensei que estava alucinando quando notei que ele nĂŁo tinha nariz”, relembra Brandi.No momento do nascimento, os mĂ©dicos acreditavam que ele nĂŁo tinha nenhum seio da face, mas aos trĂȘs meses de idade foi possĂ­vel confirmar que ele nĂŁo tinha as seios que ficam atrĂĄs do nariz, mas que tinha os seios que ficam nas maçãs do rosto. Exames nos olhos e no crĂąnio revelaram que ele nĂŁo tem nenhuma outra malformação.

 

Brandi conta que o cĂ©u da boca do filho nĂŁo se formou completamente, e que seu cĂ©rebro Ă© um pouco mais baixo que o normal. “A cada trĂȘs a seis meses vamos ter que voltar ao mĂ©dico para fazer exames, pelo menos pelos prĂłximos dez anos”, adianta a mĂŁe.Aos seis meses de vida ele jĂĄ começou a ingerir alimentos sĂłlidos, e sua mĂŁe relata que ele tem desenvolvimento normal.

 

Outros casos


Graças Ă  internet, Brandi encontrou outra mĂŁe na Irlanda que estĂĄ enfrentando os mesmos desafios que ela. A pequena Tessa Evans, de dois anos e meio, tambĂ©m tem arinia congĂȘnita. Aos sete meses de vida, Eli se encontrou com Tessa, e as mĂŁes trocaram experiĂȘncias.

Tessa nasceu com mais alguns problemas do que Eli. Seu olho esquerdo tinha catarata e com apenas 11 semanas de vida ela teve que passar por uma cirurgia para corrigir o cristalino. A bebĂȘ enfrentou complicaçÔes na cirurgia e acabou completamente cega deste olho.

Em junho de 2015, Tessa foi a primeira pessoa a passar por um implante nasal cosmĂ©tico. Por enquanto, apenas um molde impresso em 3D foi inserido embaixo de sua pele. Conforme ela cresce, este molde serĂĄ trocado por moldes maiores, atĂ© que ela atinja a adolescĂȘncia e a prĂłtese definitiva seja colocada. EntĂŁo, as narinas serĂŁo tatuadas, para dar noção de profundidade.