10 inspira√ß√Ķes reais para coisas m√≠ticas

O que nos inspira a contar hist√≥rias de monstros e her√≥is m√≠ticos? √Č tudo um simples produto da imagina√ß√£o humana, ou a m√°xima ‚Äútoda mentira tem um fundo de verdade‚ÄĚ vale para essas narrativas?

Vamos al√©m de mitos e da Hist√≥ria para descobrir qual das famosas lendas humanas s√£o verdadeiras, m√≠ticas, ou em algum lugar entre as duas op√ß√Ķes:

10. Gilgamesh

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A Epopeia de Gilgamesh, gravada em 12 tabletes de argila, é um dos mais antigos trabalhos literários que conhecemos. Ela veio do conto de Gilgamesh, rei de Uruk, que diz que ele deixou tudo para trás para se aventurar e caçar monstros. Quando seu parceiro morre, Gilgamesh embarca em uma nova missão para obter a imortalidade, uma busca em que acaba falhando. Ele volta para Uruk e é enterrado no local onde o rio Eufrates parte.

Se buscarmos essa hist√≥ria t√£o longe quanto em 2.600 aC, torna-se dif√≠cil separar a verdade do mito. Gilgamesh aparece na Lista de Reis Sum√©rios, mas seu governo √© posto em exagerados 126 anos. Os reinados de seu filho e neto, no entanto, s√£o colocados em n√ļmeros bem mais realistas, de 30 e 15 anos. Evid√™ncia b√≠blica tamb√©m confirma a exist√™ncia de figuras hist√≥ricas associadas √† Gilgamesh. Em 2003, uma equipe de arque√≥logos mapeou digitalmente a cidade de Uruk, que agora est√° enterrada sob o deserto iraquiano, e as imagens revelaram que ela era exatamente como descrita no √©pico, incluindo um t√ļmulo real no lugar de onde o Eufrates flu√≠a. A origem do mito de Gilgamesh pode de fato ser o pr√≥prio homem.

9. Grifos

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Grifos são criaturas aladas com o corpo de um leão e a cabeça de uma águia, conhecidas por guardar tesouros. Elas também são símbolos do poder divino, e muitas vezes aparecem em emblemas. Os grifos são representados em artes da Grécia antiga, e também da Pérsia e do Egito, datando de 3.300 aC.

A pesquisadora Adrienne Mayor acredita que o mito do grifo pode ser rastreado até os ossos de dinossauros encontrados em minas de ouro no deserto de Gobi. A região das minas é tão repleta de fósseis de protocerátopos, criaturas com bicos com um corpo do tamanho de um leão, que muitos amadores poderiam tê-los visto. Eles eram tão comuns na região que poderiam ser descobertos por nada mais do que o vento soprando a areia. O paleontólogo Jack Horner, o homem que inspirou Alan Grant de Jurassic Park, gosta dessa teoria. Ele acha interessante que os povos antigos tenham sido capazes de deduzir a estrutura do dinossauro melhor do que os cientistas modernos, que os imaginavam apenas como lagartos de pele lisa.

8. Kappa

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Kappa √© um monstro m√≠tico japon√™s que habita c√≥rregos e rios rasos. √Č mais comumente descrito como um peixe ou tartaruga do tamanho de uma crian√ßa pequena, com pele escamosa, dentes afiados e garras. Sua caracter√≠stica √ļnica √© que eles t√™m cabe√ßas c√īncavas como tigelas, que, quando cheias de √°gua, lhes d√£o for√ßa sobre-humana. Diz-se que o kappa arrebata animais e pessoas perto da borda da √°gua e os arrasta para o fundo para com√™-los. Essas coisas horr√≠veis tamb√©m gostam de pepinos e de lutar sum√ī.

Certamente, n√£o pode haver nada real que se pare√ßa com isso, certo? Bem, voc√™ ficaria surpreso com o que se esconde em √°guas rasas. Jeremy Wade, do programa de televis√£o ‚ÄúRiver Monsters‚ÄĚ, procurou a base hist√≥rica do kappa, e encontrou o que ele acreditava ser a fonte do mito: a salamandra gigante japonesa. Animais adultos s√£o maiores do que a mostrada no epis√≥dio, chegando a 1,50 metros e 25 kg. A salamandra gigante tem garras e dentes afiados, e sua pele √© coberta de muco. Embora sua cabe√ßa n√£o seja em forma de tigela, √© plana o suficiente para que as pessoas exagerem seu formato. Quando amea√ßada, a salamandra secreta uma subst√Ęncia leitosa e pegajosa que cheira como pimenta.

7. Sirenes

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Sirenes (ou sirenas) s√£o criaturas mal-intencionadas que aparecem como mulheres bonitas. Elas cantam m√ļsicas doces e hipn√≥ticas que deixam marinheiros loucos e os atraem em sua dire√ß√£o at√© que batem seu navio contra cost√Ķes rochosos. (Nota: as sereias foram baseadas nas sirenes, mas s√£o criaturas diferentes. Enquanto as √ļltimas v√™m da mitologia grega, as sereias surgiram apenas na Idade M√©dia).

No mito germ√Ęnico, h√° uma sirene chamada Lorelei que vive em uma pedra no rio Reno. Muitos marinheiros afirmam ter ouvido uma mulher cantando docemente sobre a rocha e, de fato, a can√ß√£o sedutora de Lorelei n√£o √© mito ‚Äď s√≥ n√£o √© uma criatura m√≠stica quem produz o som. Os sons de uma forte corrente do rio se combinam com o ru√≠do de uma cachoeira nas proximidades da rocha, criando um efeito de eco que soa como uma mulher cantando. A pedra de Lorelei tamb√©m fica na parte mais estreita e mais trai√ßoeira do rio, onde a corrente puxa os barcos para a costa recortada.

No conto de Jas√£o e os Argonautas, Orfeu vence as sirenes tocando uma melodia mais doce em sua lira, abafando sua m√ļsica. Na vida real, a can√ß√£o de Lorelei foi abafada pelo tr√°fego, e s√≥ pode ser fracamente ouvida hoje.

6. Banshee

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A banshee √© um press√°gio de morte no folclore irland√™s. √Č um esp√≠rito que lamenta (tecnicamente uma fada), e que aparece se algu√©m est√° prestes a morrer. Se v√°rios banshees aparecem, o evento sinaliza a morte de uma pessoa importante.

Em um funeral tradicional irland√™s, h√° normalmente uma mulher chamada de ‚Äúkeener‚ÄĚ contratada para cantar um lamento pelo falecido. Pessoas ricas tinham v√°rias keeners, e lendas cresceram em torno dos cl√£s mais poderosos alegando que suas keeners eram fadas. Estas keeners poderiam supostamente sentir a morte de um membro do cl√£ mesmo que estivessem muito longe, fazendo com que seu lamento fosse a primeira not√≠cia de uma morte na fam√≠lia.

Quando o catolicismo dominou a Irlanda, esse ‚Äúritual de lamento‚ÄĚ virou tabu e se tornou quase extinto. Como keeners e banshees tradicionalmente t√™m o mesmo trabalho, √© prov√°vel que o mito da banshee tenha surgido de contos embelezados dessas cantoras f√ļnebres.

5. Rato gigante de Sumatra

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Em ‚ÄúA Vampira de Sussex‚ÄĚ, o detetive Sherlock Holmes faz uma √ļnica observa√ß√£o aludindo a uma aventura anterior: ‚ÄúMatilda Briggs n√£o era o nome de uma jovem mulher, Watson‚Ķ Era um navio que est√° associado com o rato gigante de Sumatra, uma hist√≥ria para a qual o mundo ainda n√£o est√° preparado‚ÄĚ. Sir Arthur Conan Doyle nunca escreveu qualquer hist√≥ria sobre o rato gigante de Sumatra, nem o mencionou em qualquer outro livro sobre o detetive. F√£s foram √† loucura com a ideia, no entanto, interpretando a alus√£o sob diferentes aspectos, julgando que seria uma criatura h√≠brida da Ilha da Caveira de King Kong ou um monstro alien√≠gena escrito por Lovecraft.

Somos tentados a acreditar que, como em ‚ÄúA Vampira de Sussex‚ÄĚ, onde n√£o havia nenhum vampiro, n√£o existe nenhum rato gigante. Ou que, como em ‚ÄúO C√£o dos Baskervilles‚ÄĚ, onde o c√£o √© um exagero, o rato √© tamb√©m exagerado. No entanto, existe uma esp√©cie de verdade literalmente conhecida como o rato gigante de Sumatra. Ela possui entre 48 e 63 cent√≠metros de comprimento e pesa entre 230 e 600 gramas. Se Arthur Conan Doyle estava realmente falando desta esp√©cie ou se coincidentemente inventou uma criatura que j√° existia, ningu√©m sabe.

4. Behemoth

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O Behemoth é um animal bíblico descrito por ninguém menos que o próprio Deus no Livro de Jó. A imagem acima é uma representação de Behemoth com base nessa descrição. Será que parece familiar?

√Č porque √© provavelmente um hipop√≥tamo. Frases como ‚Äúo poder nos m√ļsculos do seu ventre‚ÄĚ e ‚Äúescondido entre os juncos no p√Ęntano. As flores de l√≥tus o ocultam em sua sombra; os choupos pelo rio o rodeiam‚ÄĚ s√£o alus√Ķes ao seu f√≠sico e seu ambiente. ‚ÄúSua cauda balan√ßa como cedro‚ÄĚ √© mais dif√≠cil de explicar se voc√™ n√£o interpret√°-la como um exagero. No entanto, o rabo de um hipop√≥tamo tem uma apar√™ncia de escova como uma reminisc√™ncia de um ramo de cedro.

Deus descreve Behemoth a J√≥ porque quer ilustrar seu poder. A li√ß√£o √© que f√ļtil da parte de J√≥ interrog√°-lo, porque s√≥ ele poderia criar algo t√£o poderoso e, em seguida, control√°-lo como um animal de estima√ß√£o ‚Äúcom um anel atrav√©s de seu nariz‚ÄĚ.

3. Wendigo

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Um wendigo √© um ser sobrenatural do folclore da tribo norte-americana Algonquin, que se alimenta de carne humana. √Č alto e magro, a ponto de sua pele parece estar ‚Äúembalada‚ÄĚ sobre seus ossos. Tamb√©m tem poderes espirituais que se relacionam com o inverno e a fome. Tribos Algonquin acreditavam que as pessoas que comiam carne humana, especialmente se houvesse uma fonte de alimento alternativa nas proximidades, eram condenadas a se transformar em wendigos.

Durante a fome nos invernos frios do norte, os Algonquins passavam por momentos extremos. Para alguns, suas fam√≠lias isoladas come√ßavam a se parecer com comida. Eles temiam se transformar em canibais. Alguns chegavam a pensar em suic√≠dio para evitar comer seus entes queridos. Psic√≥logos modernos t√™m apelidado esta condi√ß√£o paranoica de ‚Äúpsicose wendigo‚ÄĚ. Seus sintomas s√£o espec√≠ficos √† essa cultura, o que significa que s√≥ aconteceu aos Algonquins. Os antrop√≥logos acreditam que o mito do wendigo nasceu com esta condi√ß√£o, com prop√≥sito de refor√ßar o tabu cultural de comer carne humana. Caso voc√™ esteja se perguntando, a resposta √© sim, existem relatos documentados de pessoas que sucumbiram a essa doen√ßa e se comportaram como wendigos.

2. Beowulf

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O poema épico anglo-saxão Beowulf é provavelmente parte lenda, parte história. Ele fala sobre a vida do herói titular, a partir de sua batalha contra um troll temível chamado Grendel a sua batalha contra a mãe de Grendel, chegando a sua eventual realeza. Como rei, Beowulf luta contra um dragão, e ambos perecem.

Ao longo do poema, Beowulf encontra muitos reis e tribos diferentes. Personagens como Hygelac, o rei Hrothgar e o povo de Skj√∂ldr s√£o geralmente aceitos pelos historiadores como seres que realmente existiram ‚Äď tanto que o √©pico √© usado como uma fonte para recolher mais informa√ß√Ķes sobre a Escandin√°via do sexto s√©culo. Escava√ß√Ķes em Eadgils mostram consist√™ncia com o que est√° descrito em Beowulf. Quanto ao pr√≥prio Beowulf, provas circunstanciais apontam para um local em Skalunda, que ainda n√£o foi investigado, como seu lugar de descanso final.

1. Golias

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O mais famoso gigante lend√°rio foi provavelmente Golias, com contos dizendo que tinha 2,97 metros de altura. No in√≠cio dos anos 90, arque√≥logos descobriram os ossos de um verdadeiro gigante do s√©culo III em Roma, com altura total estimada em 2,02 metros. Isso n√£o √© nem mesmo alto o suficiente para jogar na NBA, mas a verdade √© que o verdadeiro Golias, dos primeiros escritos, tinha apenas 2,06 metros. Sua altura foi impulsionada em vers√Ķes posteriores.

O gigante encontrado em Roma foi o primeiro esqueleto antigo que conclusivamente possu√≠a gigantismo, uma condi√ß√£o causada pelo excesso de produ√ß√£o de horm√īnios de crescimento. A prova encontra-se em seu cr√Ęnio, onde h√° dano consistente com um tumor na hip√≥fise, que teria perturbado a gl√Ęndula pituit√°ria e causado o excesso de horm√īnios. A altura de Golias pode n√£o parecer impressionante hoje, mas a pessoa m√©dia era bem menor na √©poca. Quando voc√™ v√™ um gigante moderno como Andre Roussimoff, n√£o √© um exagero imaginar que os povos antigos atribu√≠ram qualidades m√≠ticas para pessoas t√£o grandes. [Listverse]

Este menino virou sensa√ß√£o por um motivo maravilhoso: nasceu com o desenho de um cora√ß√£o no rosto

A imagem pode conter: 5 pessoas, pessoas sorrindo, close-up e atividades ao ar livre

Quando o pequeno Çinar Engin nasceu, em Ankara, na Turquia, ninguém podia acreditar no que via: o rosto do menino tinha uma marca no formato de um coração. Tanto os pais quanto as enfermeiras do hospital ficaram eufóricos com a novidade, e ele passou a ficar conhecido como o “bebê do amor“.

Hoje, Çinar já tem 14 meses e continua com sua marquinha característica, que faz com que pessoas parem na rua para admirá-lo. Segundo os pais do menino, Murat e Ceyda, contaram ao Daily Mail, ele teria sido o primeiro bebê na família a nascer com a marca característica e todos acreditam que o sinal é especial e sinal de boa sorte. Tanto é que o pequeno chama atenção por onde passa e já até se acostumou a ser parado na rua por fãs querendo fotografá-lo.

Afinal, n√£o tem como n√£o se apaixonar por esse menino.

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Todas as fotos © Caters News Agency

16 fotos da Isl√Ęndia que voc√™ n√£o vai acreditar que s√£o deste planeta

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Apesar de n√£o ser o pa√≠s com acesso mais f√°cil do mundo, principalmente em rela√ß√£o √† Am√©rica do Sul, a Isl√Ęndia tem paisagens que recompensam os viajantes que v√™m de longe. Os vulc√Ķes, fiordes, montanhas com pontas afiadas e geleiras s√£o um belo presente para os olhos, especialmente para quem gosta de turismo de natureza.

O pa√≠s de 320 mil habitantes vem recebendo cada vez mais visitantes do mundo inteiro. Enquanto √© poss√≠vel encontrar promo√ß√Ķes de passagens de avi√£o, o que pesa no bolso do turista √© a hospedagem e alimenta√ß√£o. Uma refei√ß√£o comum custa em m√©dia R$120. A boa not√≠cia √© que √© poss√≠vel acampar nesta bela paisagem, com total seguran√ßa.

Enquanto o preço da hospedagem é mais barato no inverno, os dias são muito curtos e as temperaturas muito baixas. Já no verão praticamente não há horas no escuro, mas os pontos turísticos são mais abarrotados por visitantes.

 

Para quem valoriza experi√™ncias mais do que refei√ß√Ķes completas, a dica √© aproveitar para provar as deliciosas bolachas, iogurtes e outros lanchinhos comprados em supermercados que permitem tapear o est√īmago por alguns dias. Diga um tchau tempor√°rio √† carne, frutas e verduras, que parecem ser feitos de ouro neste pa√≠s.Confira esta compila√ß√£o de imagens registradas por v√°rios fot√≥grafos, e prepare-se para colocar o pa√≠s na lista de locais que pretende visitar antes de morrer.

16. Raposa do √°rtico, registrada por Benjamin Hardman

15. Igreja Hofskirkja, por Menno Shaefer

Esta igrejinha fica na pequena vila de √Ėr√¶fi, no sul da Isl√Ęndia, e √© cercada por musgos. Constru√≠da em 1884, a casa tem teto de pedras cobertas por musgo para ajudar a manter o isolamento t√©rmico.

14. Litlanesfoss, por YourBurrito

Esta cachoeira na regi√£o leste da Isl√Ęndia n√£o tem um acesso muito f√°cil. H√° um estacionamento onde a trilha come√ßa, sempre subindo com um pouco de dificuldade. Quem quer parar para descansar e aproveitar a vista pode usar os v√°rios bancos instalados no caminho. A trilha fica na beirada de um penhasco, por isso √© preciso prestar aten√ß√£o por onde pisa.As lendas folcl√≥rica dizem que existem duendes na regi√£o. Em 2013 dois homens que percorriam a trilha relataram ter ouvido uma can√ß√£o chamada ‚ÄúHonra a Deus no c√©u‚ÄĚ. Eles tamb√©m ouviram um pequeno sino sendo tocado, mas n√£o encontraram ningu√©m e seguiram o caminho.Depois de cerca de 1,2 km de trilha, o visitante chega √† cachoeira Litlanesfoss, onde √© preciso chegar √† beiradinha do penhasco para v√™-la melhor. A cachoeira de 30 metros de altura √© cercada por belas colunas de basalto, que se forma com a erup√ß√£o de vulc√Ķes. Outro nome para a queda d‚Äô√°gua √© ‚ÄúQueda das colunas de basalto‚ÄĚ. O melhor momento para tirar fotos desta regi√£o escura √© no come√ßo da manh√£, j√° que h√° mais luminosidade.

13. Rio congelado, por Andre Ermolaev

12. Landmannalaugar, por Max Rive

Esta √© uma regi√£o termal no sul do pa√≠s, na regi√£o de Sudurland. Foi formada por uma erup√ß√£o que aconteceu em 1477, e √© famosa por suas montanhas singulares. Aqui est√£o algumas das trilhas mais populares entre os turistas que visitam a Isl√Ęndia, sendo poss√≠vel percorr√™-las a cavalo.

11. Aurora boreal perto de uma igreja, por Wim Denijs

10. Jökulsárlón, por Miko Marchetti

J√∂kuls√°rl√≥n √© um lago glacial que fica perto de uma praia de areia negra, pr√≥ximo ao Oceano Atl√Ęntico. Tem √°rea de 18 km¬≤ e profundidade de 284 m.

9. Arco-íris sobre Kirkjufell, por Peter Hammer

Conhecida como ‚ÄúMontanha da Igreja‚ÄĚ, essa √© uma das vistas mais valorizadas pelos turistas do pa√≠s. A montanha tem 463 m de altura e fica na costa norte da pen√≠nsula de Snaefellsnes, perto da cidade de Grundarfjorour.

8. Cratera, por Benjamin Hardman

Esta cratera se oxidou e agora exibe cores avermelhadas.

7. Casinha com relva, por AngryRedditorsBelow

Esta √© uma vers√£o moderna das tradicionais casas com relva no telhado. Ela parece ter sido constru√≠da na primeira metade do s√©culo XX, e n√£o utiliza a relva como meio de isolamento t√©rmico, mas sim como homenagem √† arquitetura antiga do local. As casas tradicionais eram constru√≠das com pedras e musgo, j√° que os vikings da regi√£o cortaram a maior parte das √°rvores do pa√≠s, e n√£o havia madeira para ser utilizada nas constru√ß√Ķes. Esta fotografia foi registrada na cidade de Borgarfjorour, na regi√£o leste do pa√≠s.

6. Restos do avi√£o DC-3, por Mikko Lagerstedt

Esta imagem foi registrada pelo fotografo finland√™s especializado em imagens noturnas, Mikko Lagerstedt. Ele se define como um ‚Äúcontador de hist√≥rias visuais‚ÄĚ. Al√©m de fotografar no norte da Europa, ele j√° esteve na patag√īnia, fazendo belos trabalhos.

5. Caverna Loftsalahellir, por Fritz Bacon

Esta caverna tem vista para o estuário de Dyrhólaós. Para chegar lá basta pegar a estrada Dyrhólaey. A caverna era utilizada por vikings.

4. Montanha com vapor, por Benjamin Hardman

Estas montanhas ficam na região norte do país, perto de Myvatn. O que parece ser neblina na verdade é vapor se erguendo do solo. Visitantes da região relatam que o cheiro é de dióxido de enxofre.

3. Kirkjufell à noite, por Andy Lee

2. Caverna de gelo, por Einar Runar Sigurdsson

Esta caverna fica em Vatnajokull, na região sudeste do país. Esta é a segunda maior calota de gelo da Europa em termos de área e de volume. Einar conta que estava gravando imagens da caverna com uma equipe de cinematografistas quando parou para fazer um café com um fogareiro. Aí decidiu fazer esta bela fotografia.

1. Península Reykjanes, por Jonathan Esper

Jonathan conta que passou uma semana fotografando na Isl√Ęndia. A pen√≠nsula Reykjanes costuma ser a primeira paisagem observada pelos turistas que chegam ao pa√≠s, j√° que fica perto do aeroporto internacional de Keflav√≠k, a principal porta de entrada do pa√≠s. [Bored Panda]

Esta jovem reformou uma velha van para viajar por a√≠ com seu cachorro

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Marina Piro tem um caso sério de wanderlust (desejo incontrolável de viajar). Ela nasceu na Itália, vive no Reino Unido e agora está viajando pelo mundo com Odie, um cão que resgatou da rua, em uma velha van chamada Pam.

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O veículo é um Renault Kangoo de 5 portas 2001 e ela o restaurou com suas próprias mãos depois de pesquisar e estudar o projeto por dois meses. Marina retirou os bancos e inseriu piso, cama, cortinas, fogão, algumas luzes LED e até mesmo algumas plantas.

‚ÄúA principal raz√£o pela qual escolhi viajar de van foi por que eu queria ter Odie comigo‚Äú, escreveu Marina em seu site. ‚ÄúUma van parecia a op√ß√£o mais vi√°vel. Muitas companhias de √īnibus, trem e avi√£o n√£o aceitam c√£es, isso sem mencionar as dificuldades para encontrar uma hospedagem adequada‚ÄĚ, explicou.

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Atualmente a dupla está na Itália e é possível acompanhar suas aventuras incríveis aqui.

Veja fotos do processo de reforma do automóvel:

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Todas as fotos © Marina Piro