Este homem negro americano j√° converteu mais de 200 membros da KKK usando uma arma poderosa: a amizade

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Muitas vezes √© para seu maior inimigo que se deve oferecer sua melhor virtude. √Č isso, ao menos, o que nos ensina o americano Daryl Davis que, sendo negro, vem combatendo a organiza√ß√£o racista Ku Klux Klan com uma ‚Äúarma‚ÄĚ curiosa, um tanto singela e espantosamente eficaz: a amizade.

Davis, um m√ļsico de 58 anos, vem desde a d√©cada de 1980 ‚Äúdesconvertendo‚ÄĚ membros do Klan atrav√©s de sua simpatia, paci√™ncia e conversa.

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Enfrentar uma das mais violentas e reconhecidas organiza√ß√Ķes racistas do mundo (mesmo que hoje reduzida √† sombra da sombra do que j√° foi um dia) exige, por√©m, que se some uma boa dose de coragem √† simpatia de Davis. Para conseguir que mais de 200 antigos membros da KKK abandonassem a criminosa organiza√ß√£o, Davis frequenta as reuni√Ķes do Klan e, se por um lado j√° conquistou o respeito de alguns dos l√≠deres do gupo, por outro j√° se colocou em situa√ß√Ķes amea√ßadoras e at√© de enfrentamento f√≠sico, mas ele garante que venceu em ambos os casos.

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Al√©m de coragem, uma grande por√ß√£o de intelig√™ncia e conhecimento se fazem necess√°rias, e Davis garante que sabe mais sobre a KKK do que a maioria de seus membros ‚Äď e, assim, est√° sempre pronto para o debate.

Sua hist√≥ria de combate atrav√©s da amizade e do di√°logo √© contada no livro Klan-destine Relationships: A Black Man‚Äôs Odissey in the Ku Klux Klan (Rela√ß√Ķes Klan-destinas: a odisseia de um homem negro na Ku Klux Klan, n√£o editado no Brasil).

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Sua t√°tica √© bastante criticada por ambos os lados dessa disputa, mas Davis garante que tais cr√≠ticas surgem do desconhecimento sobre seu trabalho e seus resultados. Davis redimensiona a ideia de colocar em risco a pr√≥pria pele, mostrando que afeto, conversa, realidade e coragem podem ser armas eficientes no combate √† ignor√Ęncia que fomenta o √≥dio.

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© fotos: divulgação

Mulher alimenta p√°ssaros, registrando deslumbrantes close-ups enquanto eles comem

Quando Lisa M. Ca se mudou da Alemanha para o estado americano do Michigan, ela percebeu que, embora o clima e as esta√ß√Ķes fossem bastante semelhantes em ambos os lugares, as aves eram muito diferentes.

‚ÄúEu queria v√™-las um pouco mais de perto, e comecei a pesquisar que c√Ęmeras existiam que poderiam ser um complemento para a minha DSLR. E foi assim que eu encontrei o Bird Photo Booth‚ÄĚ, Lisa contou ao jornal Metro Times.

A mulher, que trocou de pa√≠s para viver com seu marido, conseguiu resultados maravilhosos usando o Bird Photo Booth, que √© uma esp√©cie de alimentador de p√°ssaros que vem com uma c√Ęmera para registr√°-los.

 

Lisa postou as imagens na rede social Facebook, e elas instantaneamente ficaram virais. Logo, ela decidiu come√ßar um blog para compartilhar seus cliques √ļnicos. Voc√™ pode seguir a p√°gina do Tumblr Ostdrossel para ver todas as fotos. [BoredPanda]

A Lagoa Azul em Oludeniz, na Turquia, √© simplesmente inacredit√°vel

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A Turquia est√° passando por muita instabilidade pol√≠tica e sempre acaba sendo not√≠cia por conta de incidentes violentos, no entanto o pa√≠s √© repleto de maravilhas que n√£o podem ser ignoradas. Uma delas √© a¬†cidade de Oludeniz (‚Äėmar morto‚Äô em turco), famosa por suas belas praias e locais hist√≥ricos, mas nada supera a maravilhosa Lagoa Azul, principal atra√ß√£o do local.

As √°guas claras cercadas por montanhas e vegeta√ß√£o √© uma reserva natural protegida e por isso seu acesso √© controlado ‚Äď para entrar o visitante tem que pagar 5 libras turcas e precisa estar ciente de que s√≥ √© permitido permanecer por l√° at√© 18h.

Apenas um banco de areia separa a lagoa da praia. Durante a √©poca de pico, entre maio e outubro, √Ėl√ľdeniz fica repleta de turistas. O destino √© popular entre¬†os cidad√£os brit√Ęnicos e muitos possuem casas l√°, ent√£o as vezes √© poss√≠vel at√© se esquecer de estar¬†na Turquia.

Oludeniz é considerado um dos melhores lugares para os fãs de parapente, portanto, se a ideia é experimentar esta aventura, este é o lugar ideal.

 Veja algumas fotos:

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* Imagens: Reprodução

10 forma√ß√Ķes de caverna incr√≠veis

As cavernas s√£o coisas incr√≠veis. √Āgua, vento, rochas, minerais, temperatura e press√£o todos trabalham em conjunto para formar cria√ß√Ķes geol√≥gicas deslumbrantes. Confira dez tipos particularmente interessantes:

10. Bacon

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Uma das forma√ß√Ķes mais comuns de caverna √© a forma√ß√£o em cortina. Nesse tipo, √°gua saturada com calcita rola lentamente para baixo do teto inclinado. Ao rolar, o di√≥xido de carbono √© perdido para a atmosfera, e a solu√ß√£o torna-se supersaturada com calcita, que endurece em seguida. V√°rias got√≠culas seguem esse mesmo caminho, depositando camada sobre camada. Eventualmente, formam folhas delicadas e finas de calcita que se parecem com cortinas penduradas. Pequenas ondula√ß√Ķes no teto causam ondula√ß√Ķes nessa ‚Äúcortina‚ÄĚ, particularmente ao longo da borda inferior. √Äs vezes, a √°gua rica em calcita tamb√©m tem √≥xido de ferro ou material org√Ęnico, deixando a forma√ß√£o com as cores amarela, marrom e laranja. Como as concentra√ß√Ķes dos produtos org√Ęnicos e √≥xidos de ferro mudam nas got√≠culas, elas deixam faixas multicoloridas que fazem essas cortinas se parecerem com bacon pendurado no teto.

Praticamente toda caverna no mundo tem cortinas, e muitas t√™m a do tipo ‚Äúbacon‚ÄĚ.
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9. Bal√£o

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Cavernas com bal√Ķes s√£o t√£o raras que pouco se sabe sobre essas forma√ß√Ķes. √Č especulado que eles se formam quando solu√ß√Ķes de alta press√£o infiltram-se atrav√©s dos poros em uma parede revestida com ‚Äúleite de lua‚ÄĚ. Leite de lua √© um dep√≥sito comum em cavernas formado por gotas nas paredes ou no teto, compostas de cristais brancos muito finos, geralmente carbonitos tais como calcita ou hidromagnesita. Quando molhado, o leite de lua √© pastoso como um cream cheese, e tem uma alta plasticidade. Se for feito de hidromagnesita, pode formar uma bolsa em torno da infiltra√ß√£o e expandir como um bal√£o ou uma bexiga.

Essas forma√ß√Ķes n√£o s√£o permanentes; elas acabam estourando ou secando e rachando, especialmente quando a caverna tem baixa umidade. Bal√Ķes s√£o encontrados na Jewel Cave em South Dakota, nos EUA, e tamb√©m nas cavernas das montanhas de Guadalupe no Novo M√©xico, tamb√©m EUA.

8. Flores

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Forma√ß√Ķes de flores s√£o feitas de sulfatos, geralmente gesso. Quando a √°gua absorve di√≥xido de carbono e enxofre e escorre atrav√©s de poros nas paredes, pode evaporar, deixando para tr√°s gesso. Ao contr√°rio de estalactites, que crescem a partir da ponta, flores crescem a partir do poro origin√°rio e se espalham para fora em curvas que parecem delicadas p√©talas. As curvas s√£o causadas por altera√ß√Ķes na taxa de fluxo de √°gua saturada.

Forma√ß√Ķes em flores podem ser encontrados em abund√Ęncia na Mammoth Cave, em Kentucky, nos EUA. Tamb√©m s√£o comuns em Lechuguilla Cave e Carlsbad Caverns, no Novo M√©xico.

7. Geada

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Forma√ß√Ķes em geada podem ser compostas de opala, gesso e at√© mesmo gelo, mas s√£o tipicamente feitas de aragonita. Enquanto s√£o normalmente brancas, podem vir em v√°rias cores. Cristais de aragonita t√™m uma apar√™ncia distinta de agulha. Com o tempo, crescem em ‚Äúarbustos‚ÄĚ. Essas forma√ß√Ķes s√£o uma anomalia qu√≠mica, porque aragonita n√£o √© est√°vel no ambiente de baixa press√£o e baixa temperatura de uma caverna. Nessa atmosfera, uma solu√ß√£o de carbonato de c√°lcio normalmente se precipita em calcita. Mas quando a solu√ß√£o √© infundida com √≠ons de magn√©sio, a precipita√ß√£o √© inibida, fazendo com que a solu√ß√£o se torne sobressaturada, formando a aragonita tipo agulha uma vez que se evapora.

Forma√ß√Ķes em geada s√£o comuns, mas sua beleza e fragilidade fazem com que seja f√°cil destru√≠-las. Portanto, podem ser vistas melhor em cavernas protegidas ou n√£o frequentadas por seres humanos. Elas s√£o encontradas na Austr√°lia, √Āfrica do Sul, Cor√©ia, Jap√£o, Rom√™nia, Noruega, Brasil e EUA.

6. Mesa ou prateleira de pedra

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Essa forma√ß√£o tem a apar√™ncia de uma mesa de caf√© com uma tampa de vidro. √Č quase sempre formada por calcita que se precipita sobre a superf√≠cie da √°gua em uma caverna. As part√≠culas precipitadas normalmente flutuam, formando ‚Äújangadas‚ÄĚ ultrafinas. Conforme mais calcita precipita, uma prateleira cresce lateralmente logo abaixo da superf√≠cie da √°gua, at√© que se liga a uma parede. Tamb√©m pode crescer para baixo, formando uma esp√©cie de mesa. O resultado √© uma forma√ß√£o que pode ser t√£o fina como um papel, ou espessa o suficiente para suportar o peso de uma pessoa. Se a √°gua cair para um n√≠vel inferior, m√ļltiplas camadas podem se formar na mesma √°rea, √†s vezes com cores diferentes.

Algumas dessas forma√ß√Ķes mais espetaculares podem ser encontradas na Lechuguilla Cave.

5. Caixa de papel√£o

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Como o nome sugere, essa forma√ß√£o se assemelha com caixas de papel√£o, s√≥ que onduladas e grudadas na parede. Ao contr√°rio de espeleotemas, que s√£o criados por precipita√ß√£o ou evapora√ß√£o, essas forma√ß√Ķes s√£o criadas por eros√£o ou dissolu√ß√£o de rochas. Basicamente, √© uma rede de veias t√£o finas quanto papel, feitas de cristais de calcita cimentados juntos por uma matriz de quartzo. Essas veias preenchem as rachaduras do teto ou paredes da caverna. A matriz de calcita √© mais resistente √† eros√£o e dissolu√ß√£o de produtos qu√≠micos do que a base, por isso sobrevive em sua forma cimentada conforme o alicerce se desgasta ou derrete. A oxida√ß√£o de sulfetos met√°licos d√° √† forma√ß√£o suas cores ocre, laranja ou marrom escuro.

As ‚Äúcaixas de papel√£o‚ÄĚ n√£o s√£o sempre quadradas; na verdade, podem variar em forma. S√£o raras e geralmente se desenvolvem em cavernas secas que n√£o t√™m √°gua pingando. Os melhores exemplos podem ser vistos na Wind Cave em South Dakota.

4. Pérola

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As p√©rolas se formam em piscinas rasas, por gotas de √°gua saturadas com calcita. Conforme o di√≥xido de carbono √© puxado da got√≠cula, a calcita se precipita e passa a cobrir detritos no fundo da caverna. Esses detritos podem ser qualquer coisa, de areia a ossos a peda√ßos de outras forma√ß√Ķes da caverna. Revestimentos sucessivos de calcita aumentam o di√Ęmetro da p√©rola em at√© 20 cent√≠metros. Mesmo se os detritos originais tiverem forma irregular, a p√©rola normalmente ir√° ser uma esfera (por ser a menor √°rea para maior dep√≥sito), mas tamb√©m pode ser el√≠ptica, cil√≠ndrica e at√© mesmo c√ļbica. Agita√ß√£o da √°gua pode impedir que a p√©rola se fixe no fundo, at√© ficar t√£o grande que nem mesmo essa agita√ß√£o pode mov√™-la.

Forma√ß√Ķes em p√©rolas s√£o comuns. Literalmente milh√Ķes podem ser encontrados na Gruta de las Canicas, por exemplo, um sistema de cavernas na regi√£o de Tabasco, no M√©xico.

3. Helictite

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Como a maioria das forma√ß√Ķes desta lista, helictites s√£o espeleotemas formados por √°gua com calcita. Geralmente come√ßam como estalactites no teto de uma caverna ou na parede. A √°gua flui atrav√©s de um poro, um tubo capilar, para a ponta, onde a calcita se precipita. Logo, uma estrutura para baixo vai se formando. Se algo interrompe o fluxo da √°gua e envia-o noutro sentido, pode criar uma forma√ß√£o que desafia a gravidade. Estas interrup√ß√Ķes podem ser causadas por impurezas da √°gua, obstru√ß√Ķes do tubo ou poro inicial, forma√ß√Ķes de cristais irregulares e mesmo correntes de ar. O resultado √© um grupo diversificado de forma√ß√Ķes que variam de filamentos delicados para crescimentos que parecem chifres e espirais graciosas. H√° at√© mesmo um tipo curioso de helictite que cresce na √°gua e se parece com um espaguete flutuante.

Helictites podem ser vistas em Lechuguilla, no Novo M√©xico. Tamb√©m existem na Black Chasm Cavern do estado americano da Calif√≥rnia; l√°, as forma√ß√Ķes s√£o t√£o bonitas que a caverna foi designada um marco natural nacional.
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2. Gelo

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Cavernas de gelo s√£o basicamente √°gua congelada, em vez de forma√ß√Ķes geol√≥gicas. Mas n√£o s√£o menos espetaculares, ostentando fluxos congelados, colunas de gelo e estalactites.

√Äs vezes, geleiras podem formar essas cavernas. As Mendenhall Caves, por exemplo, est√£o sob a geleira de mesmo nome, localizada nos arredores de Juneau, no Alasca. A geleira tem 19 quil√īmetros de comprimento, embora esteja derretendo e tenha perdido quase 3 km desde 1958.

Outro tipo de caverna de gelo pode acontecer quando neve desliza por uma montanha e se re√ļne na sua base. Os montes de neve podem ser esculpidos por √°gua. Exemplos populares incluem as quatro grandes cavernas de gelo no Mount Baker-Snoqualmie National Forest, em Washington, nos EUA. Em julho de 2015, um alpinista morreu quando o teto de uma delas colapsou.

Invernos muito frios tamb√©m podem criar uma caverna de gelo na entrada de uma caverna geol√≥gica. O primeiro quil√īmetro da Eisriesenwelt Ice Cave, de 42 km, na √Āustria, √© congelado a cada inverno. Na primavera, o gelo derrete na entrada, se infiltrando em √°reas mais baixas e criando espetaculares forma√ß√Ķes que permanecem durante todo o ver√£o. Voc√™ pode encontrar outro exemplo deste tipo de caverna de gelo em Skaftafell, na Isl√Ęndia.

1. Cristal gigante

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Uma formação curiosa são os cristais de selenita gigantes encontrados na mina de Naica, perto de Chihuahua, no México. Normalmente, as cavernas são frias, mas Naica fica no topo de uma intrusão de magma que aumenta as temperaturas a 44 graus Celsius, e a umidade a 100%. As pessoas que querem visitar esta maravilha natural devem usar respiradores e ternos com compressas de gelo. Mesmo assim, o passeio pode durar apenas 20 minutos.

A chamada Caverna dos Cristais foi descoberta em 2000. Por centenas de milhares de anos, √°gua saturada com sulfato de c√°lcio foi vertida ali. Esses min√©rios de c√°lcio ‚Äď particularmente gipsita ‚Äď se converteram em cristais de selenita. Com uma temperatura est√°vel (de mais de 50 graus Celsius) que durou mil√™nios, os cristais cresceram at√© tamanhos sem precedentes. Os maiores medem 11 metros de comprimento, tem 4 metros de di√Ęmetro e pesam cerca de 55 toneladas. S√£o estimados em pelo menos 600.000 anos. [Listverse]