O emocionante último pedido deste morador de rua com um câncer terminal

A imagem pode conter: 3 pessoas, cachorro e chapéu

Quando Clifford James Herbert foi diagnosticado com câncer terminal e soube que teria apenas algumas semanas de vida, ele não podia pensar em outra coisa. Sua única preocupação era encontrar um lar para a companheira que sempre o havia protegido: a cadelinha Baby precisava de novos tutores urgentemente.

Clifford é morador de rua e muitas pessoas em sua situação pensariam apenas em encontrar uma maneira de viver melhor seus últimos dias. Mas ele sabia que não poderia deixar Baby de lado. Quando Jenine-Lacette DShazer o encontrou abraçado à cadela e com muito frio, nas ruas da Califórnia, ele pediu que ela o ajudasse a encontrar um lar para o animal.

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O morador de rua já foi dono de uma mecânica e trabalhava em uma fazenda, mas perdeu o emprego após sofrer com complicações decorrentes de uma cirurgia cardíaca que o impediram de continuar trabalhando. Foi assim que ele acabou parando nas ruas. Após ser diagnosticado com câncer, Clifford passou a buscar alguém para cuidar da cadelinha Baby.

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Após Jenine conversar com ele e saber mais sobre sua história, resolveu ajudá-lo montando uma campanha de doações através da plataforma GoFundMe, onde conseguiu juntar dinheiro suficiente para que ele passasse seus últimos dias em uma pousada. Jenine também ajudou-o a encontrar um lar para sua companheira. Hoje, Baby está vivendo com uma família que possui outros cães e muito espaço para que ela possa correr livremente, enquanto Clifford continua sua batalha contra o câncer.

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Fotos: Reprodução GoFundMe

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Foto: The Fresno Bee

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10 estonteantes fractais encontrados na natureza

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Um fractal é um padrão interminável. Ele é infinitamente complexo e similar através de suas escalas diferentes.Os fractais são criados ao repetir um processo simples em um loop contínuo. Dirigidos pela recursividade, são imagens de sistemas dinâmicos – as imagens do caos.

Tais padrões são extremamente familiares, uma vez que a natureza está cheia de fractais, como árvores, rios, montanhas, nuvens, conchas etc.

A coleção de imagens abaixo, recheada de exemplos, foi tirada da página no Facebook “Fractalgasm”:

1. Pinheiro-baboso

Vulgarmente conhecida como pinheiro-baboso ou pinheiro-orvalhado, essa planta é uma espécie carnívora da família Drosophyllaceae.

2. Samambaia

Close de uma fronde de samambaia, que vai se abrir em uma folha (neste caso, muitas folhas).

3. Vitória-régia

“Costas” da planta aquática vitória-régia, da família das Nymphaeaceae, típica da região amazônica.

4. Cristal de bismuto

O bismuto de grande pureza pode formar diferentes cristais coloridos.

5. Desmídeo

Desmídeos são algas de célula única. Existem mais de 5.000 espécies diferentes, encontradas principalmente em ambientes de água doce. Elas são divididas em duas metades simétricas, conectadas por uma fina ponte onde reside o núcleo.

6. Templo de Buda

Essa planta suculenta do gênero Crassula é conhecida em inglês como “templo de Buda”.

7. Cristais de neve

Cristais de neve ampliados usando um microscópio eletrônico de varredura.

8. Pinheiro

Um pinheiro crescendo em espiral.

9. Lagarta de vidro

Esse é a lagarta de uma espécie de mariposa conhecida como Isochaetes beutenmuelleri.

10. Conchas


Variedade de conchas de ouriços-do-mar. [FractalFoundation]

A incrível jornada do bebê que a própria mãe chamou de “feio”

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O momento em que você vê o rosto do seu filho pela primeira vez fica enraizado na sua memória para sempre. Este momento era ainda mais impactante no passado, quando não havia exames pré-natais para ter um vislumbre de seu bebê antes do parto.

Na década de 1970, quando o australiano Robert Hoge nasceu, se o seu filho tivesse uma anormalidade facial, você não saberia até o momento em que o olhasse nos olhos, face a face.

Foi o que aconteceu com Robert, hoje um homem de 44 anos que nasceu com um grande tumor facial – fato que fez sua mãe o chamar de “feio”.

Infância difícil

Sua mãe Mary teve uma reação clara quando viu seu quinto filho Robert pela primeira vez. Ela disse à irmã que “ele era muito feio”. Embora muitas pessoas a vão julgar imediatamente por dizer uma coisa tão má sobre seu próprio filho, também é verdade que ela teve que lidar com o choque de dar à luz uma criança com problemas físicos substanciais.

Na época, Mary simplesmente não queria levá-lo para casa. A família, é claro, acolheu o pequeno Robert, mesmo depois que foi sugerido que ele fosse colocado em uma instituição.

O garoto teve que se submeter a várias cirurgias após o nascimento, incluindo uma para a remoção do tumor facial que tinha crescido a aproximadamente o tamanho de uma bola de tênis, e a amputação de ambas as pernas.

Aceitação

Desde pequeno, quando as outras crianças lhe perguntavam: “Por que você tem um nariz esmagado?”, ou outras questões sobre sua aparência incomum, Robert simplesmente respondia: “Eu nasci assim”.

“Provavelmente, 9 a cada 10 vezes, as perguntas não iam muito além disso… Isso os satisfazia, e certamente me satisfazia”, acrescentou.

Mais tarde na vida, Robert teve a opção de se submeter a cirurgia reconstrutiva para esconder a marca deixada por operações passadas, mas decidiu não fazer isso quando tinha 14 anos. “Como eles iriam mover meus olhos um pouco mais perto um do outro, havia uma chance – e não insignificante – de eu ficar cego”, conta.

Após 24 cirurgias até esse ponto de sua vida, ele decidiu que queria ficar do jeito que estava.

Inspiração

Robert não deixou que sua aparência parasse sua vida. Aos 30 anos, ele se casou com sua esposa Sue e teve uma filha.

Robert hoje é um autor e palestrante motivacional, e também já trabalhou como assessor político do ex-primeiro-ministro de Queensland.

Suas experiências têm servido como inspiração para um livro, “Ugly” (em português, “Feio”). Robert quer que as crianças se sintam confortáveis com cada tipo de ser humano, independentemente da aparência.

Na obra, ele detalha sua jornada de vida e suas várias lutas diárias. A mensagem que ele quer transmitir é que precisamos expor as crianças ao belo e amplo espectro da humanidade.

As crianças precisam ouvir que ninguém é apenas bonito, ou apenas feio, ou apenas esperto, ou apenas pobre, ou apenas alguém em uma cadeira de rodas. “Ninguém é apenas uma coisa”, resume. [Diply]

O pub londrino que dispensa a cerveja e oferece xícaras de chá de dia e drinques de chá de noite

 

Frequentar pubs e tomar chá são hábitos ingleses que, em breve poderão ser feitos no mesmo lugar. Brew – The Tea Pub (Pub do Chá) é uma ideia desenvolvida pelo empresário Alex Holland que foi financiada com sucesso por uma campanha de crowdfunding.

O primeiro pub de chás do mundo tirará de suas torneiras chás preparados com folhas terceirizadas de pequenos produtores, podendo ser servido no bule, pote e, ao cair da noite, na forma de coquetéis temáticos, como o English Breakfast Martini… feito com chá. A intenção de Alex é resgatar a tradição da bebida nacional em seu estado natural, abolindo o uso de sachês e outras formas industrializadas de consumir a bebida: “O pub é uma instituição britânica clássica e tratará o chá como uma bebida séria. Como a maneira que o CAMRA trata a sua cerveja, vamos tratar o nosso chá, com respeito”, alega.

O Brew oferecerá oportunidade de trabalho para ex-detentos em parceria com instituições de caridade, como BounceBack e Switchback. Para saber mais sobre a novidade que está a caminho, leia a entrevista com Alex sobre o projeto e acompanhe a página do pub no Facebook. Um brinde!

Brew a Pub for Tea – Champions wanted to help take back the high street for tea

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A equipe Brew

Imagens via Facebook e Tea Explorer