Conheça o vilarejo real que inspirou Tolkien na criação de Valfenda

A imagem pode conter: montanha, céu, atividades ao ar livre e natureza

John Ronald Reuel Tolkien, ou simplesmente J. R. R. Tolkien, é a mente brilhante por trás de obras como “O Senhor dos Anéis”, “O Hobbit” e “O Silmarillion”. Se você já deixou sua imaginação pairar pelo universo criado pelo escritor, provavelmente sabe sobre Valfenda (Rivendell, em inglês), a fictícia cidade citada em várias de suas obras que está situada no continente da Terra Média.

Descrita como um lugar paradisíaco em meio a florestas, montanhas e cachoeiras, a cidadela foi inspirada em um lugar real. Em 1911, quando tinha 19 anos, Tolkien viajou para um vilarejo que possui menos de três mil habitantes, localizado no vale de Lauterbrunnen, na Suíça.

O local ficou tão marcado em sua mente que em 1967, 56 anos após aquela viagem, ele enviou uma carta ao filho Michael comentando a respeito:

A viagem do hobbit (de Bilbo) de Valfenda ao outro lado das Montanhas Nevoentas, incluindo a descida pela encosta nevada e de pedras escorregadias até o bosque de pinheiros, é baseada em minhas aventuras em 1911”, escreveu.

Tolkien chegou a fazer uma ilustração da fictícia Valfenda e fica bastante nítida a semelhança com o vilarejo suíço. Confira abaixo:

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* Todas as fotos: Reprodução

Macacos sofrem quando seu amigo robótico morre

 

Os documentários da vida animal acabam de atingir um novo patamar, com a ajuda das novas tecnologias. A BBC tem se destacado nesta vertente, com as belíssimas imagens de alta qualidade do Planet Earth II. Mas esta série não é a única produzida e exibida pelo canal BBC One.Outro trabalho inovador é a Spy in the Wild, que insere bichos robóticos em grupos de mamíferos e répteis, para registrar o comportamento dos animais da forma mais natural possível. Apesar de os olhos dos robôs serem um pouco artificiais para nós, os animais parecem aceitá-los sem problemas.Logo no primeiro episódio da série, podemos nos deleitar com a interação entre os robôs espiões e macacos langur, crocodilos e cachorros da pradaria. Enquanto o cachorro da pradaria falso se insere no grupo respondendo a chamados dos outros integrantes e se erguendo, o filhote de crocodilo robótico registra o nascimento dos irmãozinhos de carne e osso.

Mas o grande destaque da estreia é a interação entre o invasor e os macacos langur. O filhote espião é colocado sentado em um galho, emitindo sons característicos e exibindo expressões faciais realistas. Um dos macacos, curioso, pega o bebê robô, mas ele cai no chão e “morre”. Desesperado, o macaco pega o filhote do solo e o abraça, mas ele não reage.

O grupo se reúne ao redor do pequeno corpo, e parece lamentar a morte do novato como se fosse um de seus próprios bebês. [Sploid]

Confira:

Robô x macaco

Robô x crocodilo

Robô x cachorro da pradaria

 

Um enorme disco de gelo foi registrado rodando em um rio nos EUA; veja


Um morador de Michigan registrou na última semana um fenômeno natural que não é muito comum: um enorme e perfeito círculo de gelo flutua no rio, girando razoavelmente rápido. À primeira vista pode parecer que este círculo foi feito por pessoas, de tão artificial que parece, mas a ciência explica como ele se formou naturalmente.

Por mais de um século, pesquisadores investigaram o fenômeno físico por trás da formação deste perfeito disco de gelo, e através dos séculos ficou claro que não havia nada de simples relacionado a este círculo.

A explicação mais comum para os discos de gelo que giram é que conforme ar gelado e denso entra em contato com um ponto do rio em que se formam redemoinhos, á água da superfície congela desta forma peculiar. Conforme a água vai girando, qualquer ponta mais saliente do gelo é raspado pelo atrito com o resto do gelo do rio.

Mas isso pode ser apenas parte da história, já que discos desse tipo podem ser encontrados de todos os tamanhos, entre 1 a 200 metros de raio e as leis da física fariam com que eles se comportassem de outra maneira – por exemplo, se quebrando ou se colando com outros pedaços de gelo.

Outras questões curiosas sobre esses discos de gelo é que não importa o seu tamanho – que pode variar entre 1 a 200 m de raio – ou localização, eles parecem sempre girar na mesma velocidade.

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Liége (Bélgica) decidiu desvendar este fenômeno de uma vez por todas. Usando discos de gelo feitos em uma placa de Petri, eles simularam o que aconteceria quando o disco de gelo que flutua na água começa a derreter.

Eles observaram que o disco começa a girar espontaneamente. Isso os levou a concluir que a rotação está mais relacionada com o derretimento do gelo e as mudanças de temperatura da água do que com as correntes e redemoinhos de um rio.

Conforme Ryan Mandelbaum explicou ao Gizmodo, a água fica no ponto mais denso a 4ºC. “Nos experimentos, os cientistas mediram a circulação da água embaixo do gelo, e descobriram que o disco esfriava a água ao seu redor. Quando a água circundante atingia os 4ºC, ela ia para o fundo e um vortex se formava. É justamente este vórtex que gira o gelo que está flutuando”, explica. [Science Alert]

Confira:

 

Fotos impressionantes mostram cavernas nos EUA que serviram de abrigo a uma civilização extinta há milhares de anos

As civilizações que marcaram nossos primórdios ainda são alvo de fascínio e muito estudo. Recentemente, foram divulgadas fotos incríveis das grutas onde viviam os Anasazi em meados do ano 200, que permaneceram no local em Utah, Estados Unidos, durante mais de mil anos. O fotógrafo amador Wayne Pinkston capturou ainda um dos maiores tesouros desta área: um céu maravilhosamente estrelado.

Tanta beleza, porém, está num lugar inóspito, onde foram construídos edifícios de pedra e aldeias que não davam fácil acesso às tribos inimigas. Não há muitas informações sobre esta civilização, que abandonou as grutas em meados de 1.300 d.C, conforme reportagem do Daily Mail Online. “Este lugar tem uma grande atmosfera e é fascinante à noite”, explicou o explorador e fotógrafo. “É cativante e até muito primitivo olhar lá para fora e ver o mesmo que eles viram há tantos anos”.

Sobrevivendo durante um milênio nestas terras deslumbrantes, os Anasazi tiveram o desfortúnio de desaparecerem sem um motivo aparente. O que se sabe é que davam preferência aos locais de difícil acesso, viviam em vilas bem organizadas e que as paredes de grandes desfiladeiros foram escavadas para os proteger durante o inverno, quando há chuva e neve, e do calor de verão. Com este visual, dá pra querer voltar a povoar o espaço rapidinho.

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Todas as fotos © Caters News Agency via Daily Mail