Espetacular show de luz aparece no Canadá

No fim de semana passado, o fotógrafo semi-profissional Timothy Joseph Elzinga acordou no início da manhã para atender seu filho de dois anos chorando. Quando olhou pela janela, foi recebido com uma visão rara e espetacular conhecida como Pilares de Luz. Inteligentemente, ele pegou sua câmera e capturou algumas das imagens mais incríveis já vistas deste fenômeno natural.

Estes feixes verticais de luz multicolorida parecem auroras boreais, mas aparecem quando a luz natural ou artificial é ressaltada pelos cristais de gelo flutuando perto do solo.

“Aqui, o ar do norte de Ontário estava tão frio que os cristais de gelo se formavam no alto, refletindo as ruas e as luzes da cidade” disse ele. Elzinga, que mora em North Bay, observou esta exibição de luzes majestosa por cerca de 45 minutos a partir da 1h30 no horário local.

“Eu fui capaz de capturar essas imagens porque as luzes eram tão brilhantes e pronunciadas e porque eu usei as configurações manuais em meu telefone para ajustar o tempo de abertura para oito segundos”, disse ele ao portal Gizmodo. “Eu também abri a janela e removi a tela para que eu pudesse ter uma visão desobstruída. Então eu usei as cristas na trilha da minha janela do banheiro como um tripé improvisado para evitar o borrão de movimento”.

Elzinga correu para fora para ver se conseguia tirar mais algumas imagens, e até foi dar uma volta. Mas os pilares claros pareciam ser melhores do ponto de vista original, uma vez que uma grande colina arborizada atrás de sua casa oferece proteção contra a poluição luminosa. Na época, ele não estava ciente do que ele estava olhando, e só descobriu o nome do fenômeno depois de fazer uma pesquisa.

“Foi quase sobrenatural e, embora as imagens sejam bastante surpreendentes, eu diria que foi ainda mais legal na vida real”, conta. [Gizmodo]

 

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Estas fotos mostram nosso planeta como você nunca viu antes

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A imagem acima é de uma magnânima caverna de gelo brilhando em azul safira rodeada de neve.É bela, é forte, é emocionante. E é apenas uma das fotos premiadas pela competição “International Landscape Photographer of the Year” (algo como “Fotógrafo Internacional de Paisagem do Ano”) de 2016.

Veja algumas mais:

Hougaard Malan

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Malan, da África do Sul, ganhou o principal prêmio com esta foto das Quedas do Ruacaná, no norte da Namíbia. A mesma imagem também venceu a categoria “Cachoeira”.

Simone Cmoon

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O segundo lugar geral foi ganhado por Simone Cmoon por esta imagem de Lofoten, na Noruega.

Eberhard Ehmke

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Eberhard Ehmke ficou em terceiro lugar com esta foto aérea de Hessen, na Alemanha.

Alex Noriega

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Alex Noriega ganhou o prêmio pelo conjunto de sua obra. Nesta imagem, vemos o vento e a luz dourada nas dunas de areia de Death Valley, Califórnia, nos EUA.

Já na imagem abaixo, árvores emergem de um prado coberto de neve no Monte Rainier, Washington, EUA.

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Noriega também fotografou a floresta Queets Rainforest em Washington.

Another image from the photographer of the year's collection, Noriega's shot of Queets Rainforest in Washington feels lush and soothing.

Abaixo, Noriega captura uma visão fascinante do Planalto Colorado na quarta imagem de seu prêmio pelo conjunto da obra.

Here, Noriega captures a mesmerizing view of the Colorado Plateau in the fourth image from his winning body of work.

Kath Salier

Kath Salier came in second in the "Photographer of the Year" award for her work. Here we see a stark view of Iceland.

Salier ficou em segundo lugar no prêmio pelo conjunto de sua obra. Acima, temos uma visão da Islândia.

E, abaixo, uma caverna de gelo perto de Jokulsarlon, também na Islândia.

In a second shot from Salier's work, we see an ice cave near Jokulsarlon, Iceland, which feels powerful in a primordial way.

A fotógrafa ainda capturou o movimento constante da água em um parque da Tasmânia, na Austrália.

Here in a third photo from the second-place body of work, she captures the constant motion of water at Mt. Field National Park in Tasmania, Australia.

Este clique na praia de Flakstadoya, na Noruega, é a quarta imagem da coleção de Salier.

This shot of Flakstadoya Beach in Norway feels like a living fossil. It's the fourth image in Salier's second-place collection.

Peter Poppe

Peter Poppe came in third in the "Photographer of the Year" contest. Here he shows us Sandwich Harbour, near Swakopmund, Namibia.

O terceiro lugar pelo conjunto da obra nos mostrou Sandwich Harbor, perto de Swakopmund, na Namíbia.

Abaixo, o contraste de textura em Deadvlei, Sossusvlei, Namíbia.

Another other shot from Namibia from Poppe's third-place winning body of work looks like a dream of a desert.

Outro clique da Namíbia.

There's something haunting in Poppe's shot from Deadvlei, Sossusvlei, Namibia. A third image from the third-place winner of the "Photographer of the Year" contest.

Mais uma vez Deadvlei, com um aspecto assombroso.

And the contrast in texture here in this other shot from Deadvlei, Sossusvlei, Namibia, is fascinating. A fourth image from the third-place winner of the "Photographer of the Year" contest.

Guy Havell

Guy Havell won the black and white image contest with this evocative photo of Ingjaldsholl Church on the Snaefellsnes Peninsula of Iceland.

Guy Havell ganhou a categoria “Branco e Preto” com esta foto sugestiva da igreja de Ingjaldsholl, na península de Snaefellsnes, Islândia.

Leonardo Papära

Leonardo Papära's shot of the Northern Lights from Godafoss, Nordurland, Iceland, won the "Dominant Sky" award.

A foto de uma aurora de Leonardo Papära em Godafoss, Nordurland, Islândia, ganhou o prêmio “Céu Dominante”.

Kalan Robb

Kalan Robb took the "South America" category award with this incredible perspective on Mirador in El Alto, Bolivia.

Robb recebeu o prêmio na categoria “América do Sul” com esta incrível perspectiva do Mirador em El Alto, Bolívia.

Ignacio PalaciosIgnacio Palacios won the "Square Arial" award with this painting-like image from Marismas del Guadalquivir, Spain.

Palacios venceu com esta bela imagem de Marismas dp Guadalquivir, na Espanha. [BusinessInsider]

Professora capixaba realiza ensaio sensual para comemorar seu divórcio e elevar autoestima

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Todo divórcio é uma boa notícia – uma dura e dolorida boa notícia, mas ainda assim boa. Nenhum casal, afinal, se separa por se amar, por estar feliz ou por querer estar junto. A professora capixaba Josi Manhães encarnou essa máxima ao extremo, transformando a dor de uma separação precoce em uma afirmação pública (e sensual) de felicidade e saúde.

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Josi se casou com a pessoa com quem namorava havia 11 anos, e 2 meses depois descobriu uma traição. Segundo ela, na mesma velocidade com que foi traída, se separou.

O divórcio aconteceu em dezembro de 2016 e, como um desabafo e uma maneira irônica e inteligente de anunciar seu novo status, ela transformou a notícia pública de sua separação em um ensaio fotográfico em uma praia do Espírito Santo. Junto com o ensaio, uma franca e direta “Carta para o amor que acabou”.

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Obrigada! Obrigada por ter sido apenas por 2 meses meu engano; Obrigada por não usufruir mais do meu sorriso, do meu corpo, da minha companhia, da minha alma, de tudo que com total sinceridade te entreguei; Obrigada por ter me feito acreditar em contos de fadas pelo menos “uma vez” na vida; Obrigada por tirar de mim qualquer ilusão que me fizesse crer em um homem, um amigo, um parceiro, um cristão; Obrigada por não permanecer! Obrigada por me deixar mais forte, sem ilusões; Mesmo que eu diga que vou ti esquecer, é mentira! Porque a mulher que me tornei é resultado da sua traição, e mesmo que por um segundo eu quiser acreditar de novo …vou lembrar sempre do que você, meu melhor amigo, parceiro, cristão, foi capaz de fazer comigo!”, escreveu Josi.

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Apesar da dor, Josi deixa claro que o ensaio foi um gesto de afirmação. Grafitar o vestido, tirar a roupa e sorrir foi uma maneira não só de exorcizar seu divórcio, como também de ajudar outras mulheres a terem a coragem necessária para atravessar tal processo com dignidade e força.

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Todas as fotos © Filipe Aragao/Reprodução Instagram

Monemvasia

Monemvasia é uma vila, município e unidade municipal do costa sul da Grécia continental. Faz parte da unidade regional da Lacónia e da região do Peloponeso. A unidade municipal, cuja sede é a cidade de Molaoi, situada noutro município, tem 947 km² e em 2001 tinha 23 853 habitantes (densidade: 25,2 hab./km²). No mesmo ano, o município de Monemvasia tinha 4 660 habitantes, dos quais 1 405 residiam na vila.

Geografia

A vila situa-se à beira do mar Egeu, numa pequena ilha ao largo do sudeste do Peloponeso. A ilha está ligada ao continente por um dique com 200 metros de extensão, que a transforma numa península artificial. A maior parte da ilha consiste num planalto com altitude média de cerca de 100 metros, cerca de um quilómetro de comprimento no sentido leste-oeste e uma largura máxima de 300 m. A encosta costeira norte é muito abruta, descendo quase a pique para o mar, enquanto que a encosta sul, onde se encontra a vila tem um declive menos acentuado. A ilha é dominada por uma imponente fortaleza medieval. Outros vestígios medievais são numerosas igrejas bizantinas e as muralhas da vila.

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O nome da vila deriva das palavras gregas Mόνη (mone) e Eμβασία (emvasia), que significam “entrada” ou “embarcadouro único”. O seu nome em italiano, Malvasia, deu nome à casta de uvas Malvasia, disseminada por todo o Mediterrâneo e comum em Portugal, onde é usada, por exemplo, na elaboração de vinho do Porto e da Madeira.

Monemvasia é também chamada de Gibraltar do Oriente e “O Rochedo”, pela semelhança de um grande penedo situado na vila com o Rochedo de Gibraltar. A vila encontra-se numa encosta junto à extremidade sudeste da ilha, a sudeste do rochedo, ocupando uma parte deste, em frente à baía de Palaia Monemvasia.

Além da pequena vila situada situada no local da antiga cidade medieval, existe uma aglomeração urbana, mais moderna, situada no continente, em frente à ilha: o bairro de Géfyra, onde se situa o porto e a maior parte das infraestruturas turísticas. A parte antiga é chamada Kastro (“castelo”), e ela própria também está dividida em duas partes: a “vila alta”, no cimo do rochedo, atualmente abandonada, e a “vila baixa”, situada abaixo. Muitas das suas ruas são muito estreitas e só acessíveis a pé. A noroeste do centro há ainda um pequeno conjunto de dez casas.

História

A localidade e fortaleza foram fundadas em 583 por gentes da Lacónia que procuravam fugiram da invasão da Grécia por Eslavos e Ávaros. A história dessa invasão e ocupação do Peloponeso foi narrada na Crónica de Monemvasia, escrita na Idade Média. No século VIII foi construído um hospital, um centro de luta contra a propagação da peste, que promovia os princípios hipocráticos de higiene.

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A partir do século X, a cidade tornou-se um centro marítimo e mercantil importante. A fortaleza resistiu a tentativas de invasão de Árabes e Normandos em 1147. Nessa época, os campos de trigo cultivados dentro da fortaleza davam para alimentar 30 homens.

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Em 1204, durante invasão do Império Bizantino pelos Cruzados, Monemvasia foi assediada sem sucesso pelos Venezianos. Apesar da maior parte do Peloponeso ter caído nas mãos dos “Latinos”, a cidade permanece bizantina. Guilherme II de Villehardouin, príncipe de Acaia, conquistou-a em 1248, após três anos de cerco. Em 1259, Guilherme foi capturado pelos Bizantinos depois da batalha de Pelagónia e em 1262 Monemvasia foi devolvida a Miguel VIII Paleólogo como parte do resgate de Guilherme.

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O governador imperial e comandante militar bizantino Miguel Cantacuzeno reagrupa de novo os habitantes de Monemvasia, a qual passa a sua capital e uma base de apoio para a reconquista do Peloponeso aos barões francos e para a constituição do despotado grego da Moreia. Além de ser o principal porto de exportação do vinho Malvasia, a cidade é então um porto de abrigo para a marinha genovesa (aliada dos Bizantinos, ao passo que os Venezianos eram aliados dos Francos) e para os corsários de Creta, que atacam os navios latinos.

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Monemvasia, a quem os imperadores concederam valiosos privilégios, torna-se reduto dos corsários mais perigosos do Levante. Isso leva o almirante catalão Rogério de Lauria a saqueá-la em 1292. Em contrapartida, em 1302, a cidade deu as boas vindas aos mercenários da Companhia Catalã que se dirigiam para oriente.

Em 1333, é a vez dos piratas turcos de Umur Beg, emir de Aydin, pilharem a cidade; é a primeira vez que os Turcos aparecem na região. Em 1384, o arconte local Paulo Mamonas opõe-se ao déspota da Moreia, Teodoro I Paleólogo, que pretende entregar a região aos Venezianos. Dez anos mais tarde, em 1394, Mamonas paga tributo ao sultão otomano Bayezid I e em 1397 é deposto por Teodoro. Mamonas apela então a Bayezid, que envia tropas para lhe devolver o poder.

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Em 1419, o rochedo parece ter caído nas mãos dos Venezianos, mas regressou rapidamente à posse do déspota. Cerca de 1401, o historiador Jorge Frantzes nasceu na cidade. Depois da Queda de Constantinopla em 1453, Monemvasia resistiu aos ataques das tropas de Mehmed II em 1458 e 1460, tornando-se o último domínio do déspota da Moreia Tomás Paleólogo, o pretendente ao trono imperial bizantino. Como não tinha forças para defender Monemvasia, ofereceu-a ao sultão mas acabou por vendê-la ao papa.

Em 1464, os habitantes acharam que o representante do papa era fraco e que o papa era incapaz de os proteger, pelo que admitiram uma guarnição veneziana. A cidade foi relativamente próspera sob o domínio veneziano até à paz de 1502-1503, quando perdeu as terras agrícolas que eram a fonte de alimentos e do vinho Malvasia. Os mantimentos tinham que vir por mar ou de terras em mãos dos Turcos, e o cultivo da vinha definhou sob o domínio turco. O rochedo foi mantido pelos Venezianos até ao tratado de 1540, que custou à Sereníssima República Monemvasia e Náuplia, as suas duas última possessões no continente grego. Os habitantes que se recusaram a viver sob o domínio otomano receberam terras noutros lugares. Os Otomanos governaram a cidade até que esta foi novamente ocupado pelos Venezianos entre 1690 e 1715. O segundo período de domínio otomano prolongou-se entre 1715 e 1821.

Sob os Otomanos, a cidade era conhecida como Menekşe (“violeta” em turco) e era o centro dum sandjak (distrito) da província de Mora (nome turco do Peloponeso). A importância comercial de Monemvasia manteve-se até à Revolta de Orlov (1770), durante a guerra russo-turca, durante a qual se assistiu a um severo declínio. A cidade foi libertada do jugo otomano a 23 de julho de 1821 por Tzannetakis Grigorakis e o seu exército privado, que a cercaram durante a Guerra de independência da Grécia.

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A fortaleza não é habitada desde 1920. Durante a Primeira Guerra Mundial, foi bombardeada por navios alemães, austro-húngaros e turcos. Pela sua importância estratégica, ainda que modesta, Monemvasia foi ocupada por tropas italianas entre junho de 1941 e outubro de 1943. Aos italianos seguiram-se os alemães até outubro de 1944, quando a ilha foi ocupada pelos britânicos, que só a abandonariam em outubro de 1949. Depois de ter estado algo esquecida e isolada durante a década de 1950, nos últimos anos a assistiu-se ao crescimento do turismo. Os edifícios medievais foram restaurados e alguns deles convertidos em hotéis. Devido à maior parte das ruas não estarem adaptadas ao trânsito automóvel, a vila preserva a sua tranquilidade e um carácter muito original. Em 1971 foi construída a estrada que liga a ilha com o continente, quebrando um isolamento de séculos.

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