Saiba onde curtir uma boa caminhada com direito a cachoeira em São Paulo

A imagem pode conter: planta, árvore, atividades ao ar livre, água e natureza

Pode acreditar: a Grande São Paulo conta com algumas belas cachoeiras para você curtir sem precisar enfrentar muitos quilômetros de estrada. E, para quem tem disposição, as águas podem ser um delicioso refresco após caminhar por belas trilhas.

Prepare o tênis, a roupa de banho e venha com a gente!

Cachoeira do Jamil

Foto: Patrícia Ribeiro

Foto: Patrícia Ribeiro

Localizada perto de Parelheiros, extremo sul da capital, a Cachoeira do Jamil é formada pelos rios Monos e Capivari. A corredeira acaba em uma queda pequena, mas capaz de banhar o espírito. Além disso, a enorme lagoa forma uma espécie de praia de água doce, cercada pela Mata Atlântica.

A cachoeira fica dentro da propriedade de Jamil Saade, que cobra 20 reais por visitante para fazer a conservação do local. Indo de carro, é preciso pegar a Estrada da Colônia e pedir informação para descobrir o melhor caminho. De ônibus, do ponto final da linha 6L05-10 Barragem, são 8 km de caminhada.

Cachoeira da Fumaça

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Foto: Reprodução

Paranapiacaba é um distrito de Santo André famoso por suas trilhas e cachoeiras. A da Fumaça é uma das mais conhecidas, graças à enorme queda principal, de 70 metros, mas há outras menores no curso das águas. O acesso é feito através de uma trilha de 3,5 km, e é aconselhável contratar um guia, já que o caminho é pela mata e cheio de ramificações.

Cachoeira do Marsilac

Foto: Desviantes

Marsilac, no extremo sul da capital, conta com um parque de ecoaventura com trilhas, corredeiras e atividades como rapel e tirolesa. Isso sem falar, é claro, na cachoeira. Está localizado na Estrada do Capivari, dentro de um terreno da Sabesp, e é possível nadar ao longo do rio, além de curtir a queda d’água formada pelas pedras. De fácil acesso, costuma ficar bem cheia em finais de semana e feriados.

Cachoeira do Engordador

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Foto: Reprodução

Dentro do Parque Estadual Cantareira, na zona norte da capital, fica a Cachoeira do Engordador, acessada por uma trilha de três quilômetros, que passa também por duas outras quedas, a Cachoeira do Tombo e a Cachoeira do Véu. As quedas são pequenas, mas ótimas para aliviar o calor durante a trilha.

Cachoeira do Sagui

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Essa cachoeira fica dentro da Fazenda Maravilha, uma propriedade privada em Embura do Alto, na região de Parelheiros. Localizada em uma região de mata preservada, durante a trilha é possível avistar antas, jaguatiricas e outros animais da fauna da mata atlântica. No caminho ficam também as cachoeiras do Oásis e do Fornão.

Foto: Reprodução

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Este site mostra o que David Bowie estava fazendo com a sua idade

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Conhecer a história cronológica de certos artistas do século 20 pode ser um suplício e um profundo banho de autocrítica, especialmente para aqueles que gostam de se comparar. George Harrison, por exemplo, tinha 27 anos quando os Beatles acabaram – John Lennon tinha 30. Rita Lee foi mandada embora dos Mutantes com 25 anos – a mesma idade de Glauber Rocha quando dirigiu Deus e o Diabo na Terra do Sol e um ano a menos que Pablo Picasso quando pintou o revolucionário quadro Les Demoseilles d’Avignon.

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Há alguns artistas, no entanto, que a linha cronológica não impressiona somente pela pouca idade e os grandes feitos – há aqueles que passaram toda a vida revolucionando, reinventando, criando novos mundos e assombrando a todos com um talento que parece vir de uma fonte que jamais secou. E dentre os artistas dessa estirpe, poucos podem se comparar com a vida e a obra de David Bowie.

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Desde 1969, quando alcançou o estrelato com Space Oddity aos 22 anos, a impressão que se tem é que não houve um só mês da vida de Bowie que não explodisse em criatividade. Aos 18, mudou de nome para David Bowie; aos 34, lançou o hit Under Pressure, com o Queen; aos 36, lançou Let’s Dance – e assim por diante.

David Bowie in the ‘Tokyo Pop’ vinyl bodysuit that Yamamoto Kansai designed for his Aladdin Sane tour, 1973

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Assim, um site resolveu oferecer o prato cheio para quem gosta de se comparar (e sofrer), e a premissa do Supbowie é simples: o que Bowie estava fazendo com a sua idade? Basta digitar o número que o site te revela o que David Bowie estava fazendo com seus anos de idade. Pode ser uma experiência um tanto cruel e frustrante, mas ao mesmo tempo, é uma perspectiva impressionante do quanto fez um dos maiores artistas de nosso tempo, ao longo dos seus 69 anos de vida.

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© fotos: divulgação

Se não quiser saber como é uma coruja sem penas, não clique aqui

https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/e/e5/Athene_cunicularia_1_edited.JPG

Você já se perguntou como uma coruja se parece sem penas? Provavelmente não.Se quer saber mesmo assim, é só continuar descendo a página. Alerta: você já deve ter sacado, mas não é uma coisa muito bonita.

Corujas, é claro, são incríveis. Elas podem girar a cabeça em quase 360 graus, seus ouvidos são 50 vezes mais sensíveis do que os humanos, mas quase não aparecem – enquanto a orelha esquerda é inclinada para baixo para captar sons vindos de baixo, a direita é voltada apenas para captar sons vindos de cima -, e são símbolos famosos de sabedoria.

Nada disso, no entanto, serve para nos impedir de ficar em choque com a visão desses animais “nus”, ou seja, sem nenhuma pena.

A usuária do Twitter Dana Schwartz, curiosa e corajosamente, procurou no Google as palavras agora imortais “como as corujas se parecem sem penas”, e decidiu compartilhar a imagem que encontrou com o mundo:

E não para por aí:

Depois de superar o horror inesperado, quando você repara bem, as fotos são realmente fascinantes. Elas mostram como as corujas são feitas basicamente de penas. Tal plumagem deve, no mínimo, dobrar o tamanho do pássaro.

Não é Photoshop

Jeffrey Meshach, vice-diretor do World Bird Sanctuary (Santuário Mundial de Pássaros), confirmou ao portal Buzzfeed que as fotos são de espécimes de coruja-das-torres.

Referindo-se a segunda imagem, disse: “O pássaro no centro é como uma coruja-das-torres pareceria com quase nenhuma pena. É realmente uma ótima foto para revelar como as penas mudam a aparência de um pássaro”.

Então, é isso. Não há como voltar atrás – agora você sabe como as corujas são peladas, e pode ter se arrependido tanto quanto aquela noite em que bebeu demais em um boteco de esquina numa quinta-feira carente. [IFLS, MegaCurioso]

Cientistas inovam e usam material inusitado para criar obras de arte

As bactérias não são propriedade apenas do mundo da Ciência. Alguns microbiologistas conseguiram provar que elas podem ser aplicadas no mundo da arte. Através de germes e micróbios foram criadas pinturas originais e releituras de icônicas obras.

As composições competiram no American Society for Microbiology’s, nos Estados Unidos, na primeira edição do desafio Agar Art. Cientistas do mundo todo criaram suas pinturas usando diferentes tipos de bactérias, micróbios e ágar, substância gelatinosa proveniente de algas marinhas.

Conheça algumas obras abaixo:

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Releitura de Starry Night, de Van Gogh, feita com Proteus mirabilis, Acinetobacter baumanii, Enterococcus faecalis e Klebsiella pneumonia.

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Flowering Sunshine, feita com Shigella e Salmonela.

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Neurons, por Mehmet Berkmen e Maria Pernil, feita com Nesterenkonia, Deinociccus e Sphingomonas.

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The Great Wave of Candida, por Cristina Marcos, feita com Candida albicans, Candida glabrata e Candida parapsilosis.

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The Streptomyces Sky, feita com Streptomyces coelicolor.

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People’s choice: Cell to Cell, por Mehmet Berkmen e Maria Pernil, feita com Nesterenkonia, Deinociccus e Sphingomonas.

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Third place: Harvest season por Maria Eugenia Inda, feita com Saccharomyces cerevisiae.

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Yeast Go Viral, feita com S. cerevisiae e L-A vírus.

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Células, Nesterenkonia, Deinociccus e Sphingomonas.

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Jellyfish, por Maria Penil, feita com Nesterenkonia, Deinociccus, Sphingomonas e Bacillus.

Todas as imagens: Reprodução