Artista questiona marcas deixadas pela humanidade no mundo

A nova série de pinturas do artista estadonidense Josh Keyes apresenta animais, objetos feitos pelo homem ou naturais, carregando marcas de pichação. Uma baleia com o rabo cheio de assinaturas com tinta, um ônibus espacial, satélites e até os icebergs não foram poupados. São superfícies que não costumamos ver com essas marcas humanas.

O trabalho é um questionamento sobre as marcas deixadas pelas atividades humanas no planta, e as pichações vêm acompanhado o trabalho do artista há dez anos, sempre como imagem de fundo de suas obras.

O iceberg, por exemplo, tem como principal mensagem: “eu vou derreter com você”. Se estivesse em um muro de uma cidade qualquer, seria provavelmente uma declaração de amor por alguém, mas neste inesperado cenário é um aviso da própria natureza sobre as consequências do abuso humano sobre o planeta.

“Existem coisas ou lugares que não deveria haver grafite?”, pergunta ele ao site Colossal. “Quem define qual superfície deve ser mantida limpa de grafite? Minha preocupação pessoal é que isso vai ser a realidade algum dia, e em maior escala fala sobre o problema com o nosso relacionamento com o mundo natural. O satélite e grafite espacial dão dicas de que mesmo se colonizarmos mundos, que marcas deixaremos? Não importa onde vamos, deixamos evidências de nossa presença”, reflete ele.

Esses e outros quadros do artista estarão em exibição em 2017 na Thinkspace Gallery em Los Angeles. O artista é natural da cidade de Tacoma, no estado de Washington e vive na cidade de Portland, em Oregon. Ele é formado pela School of the Art Insittute of Chicago e pela Yale University School of Art. [This is Colossal, Josh Keyes]

 

Os 10 cães mais obedientes do mundo

Não há uma maneira fácil de avaliar a inteligência dos cães. Como o psicólogo Stanley Coren escreveu nos anos 90, há a inteligência adaptativa (isto é, a capacidade de inventar coisas), a inteligência funcional (capacidade de seguir ordens) e a inteligência instintiva (isto é, talento inato) – sem mencionar coisas como inteligência espacial, inteligência cinestésica, e inteligência interpessoal, entre outras.

Como o behaviorista animal Frans de Waal argumentou, os seres humanos tendem a julgar a inteligência animal em termos limitados e injustos e muitas vezes estragam a experiência.

Enquanto os laboratórios de Yale e Duke, e em todo o mundo, estão estudando esta questão, agora temos dados sobre pelo menos uma forma de medir a inteligência dos cães: a inteligência de trabalho.

Em seu livro “A Inteligência dos Cães”, Coren apresentou os resultados de uma longa pesquisa com 199 juízes de obediência de cães. As respostas, disse ele, foram notavelmente consistentes. No entanto, ele observou que muitos juízes disseram que há exceções em cada raça e que muito se resume a treinamento.

Coren fornece uma lista com os 10 cães de trabalho mais brilhantes, que tendem a aprender um novo comando em menos de cinco segundos e obedecer em pelo menos 95% do tempo. [I Fucking Love Science]

10. Boiadeiro australiano

9. Rottweiler

8. Spaniel anão continental

7. Labrador

6. Pastor-de-shetland

5. Doberman

4. Golden retriever

3. Pastor alemão

2. Poodle

1. Border collie

 

FRASE DO DIA

Que eu possa agradecer a Vós,
minha cama estreita,
minhas coisinhas pobres,
minha casa de chão,
pedras e tábuas remontadas.
E ter sempre um feixe de lenha
debaixo do meu fogão de taipa,
e acender, eu mesma,
o fogo alegre da minha casa
na manhã de um novo dia que começa.

Cora Coralina

Conheça a cerveja brasileira criada especialmente para cães

 

No happy hour você reúne os amigos e capricha na cerveja gelada. Mas e o seu melhor amigo, como fica? A ingestão de álcool é extremamente prejudicial ao cães, mas isso não quer dizer que ele não possa te acompanhar numa gelada. Aqui no Brasil foi criada a Dog Beer, um petisco líquido que tem cara de cerveja e que promete deixar seu dog com um sorriso de orelha a orelha.

A cerveja especial foi desenvolvida em 2012 no Centro de Tecnologia e Aleimnetos e Bebidas do Senai, em Vassouras/RJ. Sem álcool ou gás carbônico em sua composição, a bebida é como os ossinhos e biscoitos caninos que você já conhece, só que em uma apresentação líquida.

A marca foi adquirida pelo empresário paulista Lucas Marques, que redesenhou o rótulo e quer popularizar a marca. “Por ser a primeira cerveja para cachorros, ela chama a atenção das pessoas. Os donos gostam de postar fotos com o produto e seus animais de estimação para mostrar aos amigos e isso facilita muito a popularização da Dog Beer“, afirma.

O produto está disponível nos sabores Carne e Frango e é feito à base de malte, ingrediente que faz bem para os rins caninos. Só não dá pra confundir as garrafas na geladeira, ok?

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Todas as fotos © Dog Beer