Artistas criam série misturando McDonald’s e o nazismo em um pesadelo pós-apocalíptico infernal

O pior pesadelo para os artistas Jake e Dinos Chapman mistura Ronald McDonald e símbolos religiosos com soldados nazistas em um cenário pós-apocalíptico zumbi. Pode parecer aleatório e descabido, mas talvez depois de ver as imagens criadas pelos irmãos ingleses, ele também se transforme no seu.

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Na internet especula-se qual seria o significado por trás do trabalho: há quem não veja nada além de sobreposição de ícones, há quem enxergue uma crítica ao capitalismo ou veja no trabalho a revelação da verdadeira face por trás da falsa alegria vendida pela lanchonete, e há que reconheça no trabalho uma menção direta ao terceiro e quarto círculo do inferno de Dante, que se referem à gula e à cobiça respectivamente – e provavelmente todos têm razão.

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Seja qual for o verdadeiro sentido, a certeza é que nesse mundo não há McLanche feliz.

Todas as fotos © Jake e Dinos Chapman

Conheça o brasileiro Brian Gomes, que se inspira na arte tribal da Amazônia para criar tatuagens incríveis

Brian Gomes, artista plástico e tatuador brasileiro, desenvolveu um estilo único para as suas tatuagens. Inspirado na geometria sagrada e nos desenhos indígenas de milhares de anos, Brian tem inspirado à todos com seu trabalho bastante peculiar.

“Sou constantemente inspirado pelos gráficos indígenas brasileiros, pela geometria sagrada, e também pelos padrões islâmicos e orientais”, disse. E seu trabalho vai além do visual. O artista contou também ser profundamente influenciado por seus estudos na filosofia xamânica, que acredita num mundo espiritual diretamente ligado ao nosso físico.

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Isso faz com que suas tatuagens sejam bastante complexas, além de aderirem a certos padrões espirituais, cada um cuidadosamente projetado para proteger e trazer boa sorte para aqueles que as carregam em seus corpos.

“Busco resgatar para a pele, as vibrações da alma de cada um, um trabalho muito profundo e especial, feito com carinho, uma conversa de alma para alma.”, completou Brian.

É possível acompanhar o trabalho do artista através da sua conta no Instagram.

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Todas as fotos © Brian Gomes

Eles NÃO deixaram seus empregos para viajar por 9 países com sua filha de 3 anos

Quantas vezes ouvimos falar sobre pessoas que abandonam seus empregos para fazerem coisas que sempre desejaram? A maioria delas, inclusive, para viajar. O casal Łajka e Wadyń,  porém, prova que não é preciso necessariamente abandonar o trabalho para explorar o mundo.

Eles são apaixonados por viajem, têm empregos corporativos mas organizam cada minuto de seu tempo livre para que possam embarcar, junto com a filha Zazu, de três anos, para mais lugares do que qualquer um poderia imaginar.

Em depoimento no site Bored Panda, contam que sempre têm um plano: para o final de semana, o mês, ou para os próximos seis meses. E na maioria dos casos, tratam-se de viagens. Nos últimos dez meses, visitaram nada menos 39 destinos, em 9 países e 3 continentes!

Veja aqui um pouco dessas peripécias:

Pileh Lagoon, Tailândia

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Railay West, Tailândia

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Phra Nang Cave Beach, Tailândia

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Ukunda, Quênia

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Mazuri, Polônia

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Wicie, Polônia

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Viena, Áustria

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Filtvet Fyr, Noruega

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Diani Beach, Quênia

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Taita Hills, Quênia

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Taita Hills, Quênia

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Kompong Phluk, Camboja

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Angkor Wat, Camboja

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Bayon, Camboja

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Tonle Sap, Camboja

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Atenas, Grécia

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Davit Gareji, Geórgia

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A língua até pode ser um problema, mas se quiser acompanhar as aventuras desse casal em imagens, vale a pena seguir o site e o Facebook deles.

Todas as fotos © Owadybezo

7 cidades pelo mundo que estão se livrando dos carros

Esta é sem dúvida uma das maiores mudanças que nossas cidades estão enfrentando. O reinado do automóvel chegou ao fim e o espaço das ruas está sendo aos poucos devolvido às pessoas.

São cada vez mais evidentes os efeitos negativos que os automóveis criam nos espaços urbanos, entre poluição do ar, acidentes de trânsito e, claro, todo o espaço que ocupam, gerando congestionamentos e ambientes desagradáveis para as pessoas que caminham.

Em muitas cidades hoje em dia, o automóvel não é a forma mais eficiente de se deslocar. Por exemplo, em Londres os automóveis têm uma média de velocidade inferior a das bicicletas. Os motoristas de Los Angeles passam 90 horas por ano presos em engarrafamentos e, segundo um estudo britânico, os condutores passam 106 dias de suas vidas procurando uma vaga para estacionar seu carro.

Por enquanto, pelo Brasil se mantêm os argumentos para o uso intenso de carros, seja porque o transporte coletivo é inseguro e ineficaz, porque há superlotação. Mas será mesmo só isso ou ainda o carro no Brasil exerce um poder de status social que a classe média brasileira não deseja perder?

Até que alguma coisa mude, temos pelo menos estas inspirações:

1. Madri, Espanha

Madri proibiu os automóveis em certas ruas do centro da cidade, e durante janeiro, a região peatonal se amplia  ainda mais. Essa zona se estende por mais de um quilômetro quadrado, permitindo que os moradores possam entrar com seus carros, porém, que não mora na região recebe uma multa de US$ 100,00.

Esse é um dos primeiros passos de um plano mais amplo para tornar o centro de uso exclusivo peatonal dentro dos próximos cinco anos.  Em 2015 Madri restringirá o acesso de automóveis em 352 hectares de seu centro

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2. Paris, França

O ano passado Paris teve um dos episódios mais críticos de poluição do ar na historia. Como resposta a este problema, restringiram os carros por alguns dias e ofereceram transporte público de graça durante o estado de emergência. A poluição foi reduzida em 30% e graças a esta medida, a cidade propõe diminuir o uso do carro. As pessoas que não moram no centro da cidade não podem entrar de carro durante o final de semana.

Existe esta medida e os planos “Zona de encontro” (zonas de total preferência a ciclistas e pedestres com velocidade maxima de 20 Km/hr) e “Zona 30″ (zonas de velocidade máxima 30 km/hr).

Para 2020 está previsto duplicar as ciclovias na cidade. Em 2001, 40% dos parisienses não eram proprietário de um carro. Hoje 60% não possui carro. 

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3. Chengdu, China

Uma nova cidade satélite no sudoeste de China, foi desenhada especialmente para pedestres e para não precisar de carro, pois todos os serviços necessários se encontram a 15 minutos de caminhada.

O plano, desenhado pelos arquitetos Adrian Smith e Gordon Gill, não proíbe os carros completamente mas só a metade das ruas permitirá veículos motorizados. A cidade estará bem conectada com outras cidades mas a idéia principal é que de uma população prevista de 80 mil pessoas, a maioria delas seja capaz de ir caminhando para o trabalho.

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4. Hamburgo, Alemanha

Hamburgo está  fazendo cada vez mais fácil uma vida sem carro. Uma nova “rede verde” que estará completamente terminada nos próximos 15-20 anos, conectará os parques de toda cidade para ser possível ir neles caminhando ou de bicicleta. A rede cubrirá 40% do espaço da cidade.

O plano é eliminar o uso do carro em nos próximos 20 anos.

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5. Helsinki, Finlândia

Helsinki espera muitos novos residentes nas próximas décadas, só que a regra será que quantos mais residentes a cidade receber, menos carros serão permitidos. Um novo plano estabelece um design urbano que transforma cidades satélite dependentes do carro em comunidades densas, caminháveis e vinculadas ao centro. Um novo aplicativo para smartphones está sendo testado, este, permitirá aos cidadãos pegar facilmente um carro compartilhado, uma bicicleta compartilhada ou um taxi compartilhado, também será possível encontrar o trem ou ônibus mais próximo.

Helsinki espera que daqui a uma década seja completamente desnecessário ter um carro. 

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6. Milão, Itália

Milão está testando uma nova forma de manter os carros fora do centro da cidade prometendo aos condutores que se deixarem seus carros em casa, serão recompensados com bônus gratuitos de transporte público. Através do sistema de localização  de carros, será possível saber se o auto foi usado para ir pro trabalho ou não e assim por cada dia que o auto ficou em casa, é enviado ao condutor um vale do mesmo valor que uma passagem de transporte público.

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7. Copenhague, Dinamarca

Há 40 anos, o trânsito era tão ruim em Copenhague como em qualquer outra cidade. Hoje, mais da metade da população vai pro trabalho de bicicleta.

Copenhague começou introduzir áreas de pedestres na década de 1960 no centro da cidade. As zonas livres de carros se estenderam lentamente por toda cidade nas seguintes décadas. Além de muitos quilômetros de ciclovias, construíram novas “bicipistas” (estradas de alta velocidade para bicicletas) para chegar nas cidades satélite. Copenhague possui uma das taxas mais baixas de proprietários de carros na Europa.

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