Esse ensaio subaquático feito com modelos pin-up nos anos 30 é pura magia

O fotógrafo norte-americano Bruce Mozert, falecido em outubro de 2015 aos 98 anos, foi pioneiro em fotografias subaquáticas. Seus ensaios foram amplamente divulgados no mundo inteiro, além de ter também várias fotos publicadas em diversas revistas de renome, como Life e National Geographic.

E um de seus ensaios chama a atenção pela delicadeza e magia que o envolve. São fotos com modelos pin-up feitas em 1938 Silver Springs, na Flórida, residência de Bruce por quase toda a sua vida.

Para esta série, ele capturou imagens surreais de mulheres submersas lendo jornal, bebendo e falando ao telefone. Tudo isso possível graças a caixas impermeáveis para câmeras que ele mesmo desenvolveu. O resultado são estas imagens incríveis que você confere abaixo:

underwater-10-900x712

underwater-4-900x1135

underwater-8-900x1139

underwater-1-900x709

underwater-3-900x1116

underwater-5-900x1125

underwater-2-900x1129

underwater-0-900x715

underwater-6-900x708

underwater-9-900x1118

underwater-11-900x1114

Todas as fotos © Bruce Mozert

Anúncios

A impressionante cratera de Batagaika, na Sibéria, é um alerta contra o desmatamento

Localizada no coração da floresta boreal da Sibéria, a cratera de Batagaika à primeira vista parece um fenômeno natural, mas no entanto é uma ilustração perfeita do tipo de processo que o aquecimento global pode desencadear. O que antes era somente um trecho desmatado de floresta, ao longo de 50 anos se transformou em um enorme buraco com mais de um quilômetro de extensão e cem metros de profundidade – tudo por conta do aquecimento.

Cratera6

O processo começou nos anos 1960, depois que um pedaço da floresta foi desmatado para uso industrial. Esse nada mero gesto desencadeou uma série de eventos geológicos catastróficos, que seguem paulatinamente acontecendo até hoje. Era, afinal, a vegetação que mantinha o solo resfriado, impedindo que os raios solares aquecessem a superfície da floresta.

A camada subterrânea de gelo permanente

A camada subterrânea de gelo permanente

A remoção dessa vegetação aqueceu o solo, que fez com que uma camada de gelo subterrânea supostamente permanente começasse a derreter, inundando o buraco e, aos poucos, aumentando a depressão. E o buraco segue aumentando, ao ritmo do aquecimento do planeta.

Cratera2

Imagem de satélite da cratera

Imagem de satélite da cratera

Especialistas garantem que não só a cratera de Batagaika seguirá aumentando como, por conta da temperatura que segue subindo anualmente na Sibéria, outras mega crateras deve surgir em breve. Imagens de satélite já mostram dezenas de lagos formados no norte da Sibéria a partir do derretimento dessa camada de gelo “permanente”.

Cratera1

Esse não é um processo veloz, é claro, mas as consequências, no futuro, podem ser apocalípticas: o derretimento desse gelo subterrâneo poderá liberar uma abissal quantidade de gás metano, provocando uma intensificação enorme do aquecimento, e precipitando a Terra a um cenário extremo. Enquanto isso, gananciosos e poderosos seguem encenando a própria dúvida sobre se devemos ou não cuidar do nosso próprio planeta…

Cratera4

© fotos: reprodução

Dois estudantes de Harvard criaram mini casas que podem ser o futuro do nomadismo digital

As vezes tirar férias dá mais trabalho do que se pensa: você gasta um monte de dinheiro, viaja para longe e volta para a casa com o bolso vazio e a cabeça cheia de preocupações. Pensando em mudar esse cenário, Pete Davis e Jon Staff, colegas de Harvard e fundadores da startup Getaway, lançaram pequenas casas para alugar. É como acampar, mas de uma forma bem mais confortável!

São 12 casinhas em áreas remotas de Massachusetts e Nova York , que variam entre 160 e 200 metros quadrados.  Os hóspedes podem  reservá-las por $99 (cerca de R$ 310)  ou $ 129 ( aproximadamente R$ 405) por noite! Veja só:

UPS1

Ups2

Ups 3

Ups 4

Ups 5

Ups6

Ups 7

UPS8

UPS(

UPS10

UPS 11

UPS 12

UPS13

UPS 14

Todas as fotos © Gateway

Documentário tocante revela cura que pode revolucionar o problema da cegueira em comunidades carentes

A catarata ainda é um problema comum em comunidades mais pobres, onde costuma ser causa frequente de cegueira. Apesar disso, a doença tem cura – mas a um custo de cerca de US$ 500 (R$ 2 mil). Embora o valor possa parecer razoável para a maioria das famílias de classe média, ele ainda é um empecilho para pessoas que vivem em regiões carentes.

É justamente sobre essas pessoas – e sobre uma cura revolucionária da cegueira ocasionada pela catarata – que trata o documentário Open Your Eyes, de 2015. Dirigido pela cineasta Irene Taylor Brodsky, o filme mostra que 90% das pessoas que sofrem com catarata vivem nos países mais pobres do mundo.

open1

Ao acompanhar o casal nepalense Manisara e Durga, o documentário narra a rotina de quem vive junto, mas não se vê há mais de 15 anos. Ambos tiveram sua cegueira ocasionada pela doença. Durante três dias, o diretor acompanha suas vidas e o caminho em busca da cura através de estradas sinuosas.

A esperança está em uma cirurgia desenvolvida por Larry Brilliant e que pode ser feita gratuitamente na cidade de Palpa, no Nepal, por pacientes que não disponham de condições financeiras para pagar. O procedimento é comparado à substituição de papel fotográfico amarelado por um novo. O único porém é que muitas pessoas que convivem com a doença não tem condições físicas de encarar a caminhada até o local da cirurgia – mas Manisara e Durga estarão bem acompanhados nessa jornada em busca da visão.

O trailer emocionante da produção você confere abaixo:

open5

open4

open3

open2

Todas as imagens: Reprodução YouTube