A Biblioteca Nacional da França reabriu após 10 anos e é de visita obrigatória

Os arquitetos Bruno Gaudin e Virginie Brégal trabalharam por uma década na reforma da Biblioteca Nacional da França, que finalmente abre suas portas novamente.

Localizada na rue de Richelieu, em Paris, o complexo histórico abriga coleções e salas de leitura, um museu  de moedas e medalhas,  o escritório de artes performáticas e, desde 1993, também é sede da Biblioteca Nacional de Arte Francesa.

A renovação foi dividia em duas fases, e a conclusão da segunda está prevista para 2020. Mas desde já, o espaço vale a visita! Veja só:

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Todas as fotos © Takuji Shimmura

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Ele viajou por todos os estados do Brasil de carona atrás de cerveja artesanal

A viagem começou no dia primeiro de maio de 2014. A escolha da data não foi por acaso. O paranaense Edson Carvalho Jr, 37 anos, decidiu que deixaria sua vida de rotina de trabalho para trás e sairia em busca de um sonho, conhecer todo o Brasil provando as melhores cervejas artesanais e dando dicas de onde encontrá-las. E assim nasceu o projeto Viajante Cervejeiro.

O que a princípio seria uma viagem de um ano, se estendeu por dois anos e meio. “O Brasil é imenso e em cada estado que eu passava, minha vontade era de ficar mais dias e conhecer novos lugares“, afirma o viajante.

Boleia em caminhão

Viajar de carona e se hospedar na casa das pessoas que ia conhecendo pelo caminho foi a forma de viabilizar a viagem. Além disso foi dando aulas sobre cerveja artesanal e palestrando sobre as aventuras de suas viagens, o que garantia um certo rendimento financeiro para dar continuidade ao projeto.

Toda experiência foi relatada nas redes sociais, Instagram (@viajantecervejeiro) e Facebook (fb.com/viajantecervejeiro), e foi por lá que começou a receber convites para visitar novas cervejarias e novos bares, além de convites para se hospedar em casas e até hotéis. De acordo com Edson, “a ideia de ficar na casa das pessoas, fora o lado de economizar, é que você tem uma experiência muito mais rica na viagem, pegando dicas com os moradores locais, vivendo a rotina deles e dessa forma, fugindo do turístico, que normalmente é caro e muitas vezes fake“.

De barco rumo ao Macapá
De barco rumo ao Macapá

Vivendo apenas com uma mochila nas costas, dormindo em todo tipo de lugar, viajando com pouco dinheiro e conhecendo um monte de lugar interesante, Edson partiu de Porto Alegre (RS) e terminou sua saga em Palmas (TO). Passou por todos os 26 estados, incluindo o Distrito Federal, 117 cidades, 28.500km percorridos, 344 bares e pegou mais de 350 caronas, seja por terra ou por rio, e com isso viveu muita história para contar.

As aventuras vividas nesses dois anos pelo país virará um livro, programado para sair perto de agosto, e será publicado antes de que ele saia para uma próxima viagem, dessa vez, explorando a cena cervejeira de outros países. Quem sabe não esbarramos no Edson em um desses bares espalhados pelo mundo, dividindo uma porter em Londres ou uma weissbier em Munique.

De carona em algum lugar na Bahia

De carona em algum lugar na Bahia

De carona em um caminhão cegonha rumo à Roraima

De carona em um caminhão cegonha rumo à Roraima

De carona para Chapada Diamantina

De carona para Chapada Diamantina

De Manaus a Porto Velho pela BR-319

De Manaus a Porto Velho pela BR-319

No Rio Grande do Norte pedindo carona para Mossoró

No Rio Grande do Norte pedindo carona para Mossoró

Pedindo carona para Petrópolis, RJ

Pedindo carona para Petrópolis, RJ

Pantanal Sul Matogrossense a caminho de Corumbá

Pantanal Sul Matogrossense a caminho de Corumbá

Seis dias de barco de Belém a Manaus dormindo na rede

Seis dias de barco de Belém a Manaus dormindo na rede

Viagem de barco no Rio Amazonas

Viagem de barco no Rio Amazonas

Todas as fotos © Viajante Cervejeiro

Esse garoto de 14 anos imaginou a ‘Aleppo do futuro’ e o resultado é uma luz de esperança

Aleppo costumava ser a maior cidade da Síria, com uma população de mais de 2 milhões de pessoas. A milhares de anos, era lá que a Rota da Seda terminava. Era uma cidade cheia de sonhos e promessas.

Hoje, após a guerra civil que iniciou em 2011 e está longe de ter um fim, a cidade está devastada. Estima-se que pelo menos 30 mil pessoas morreram, e outras 20 mil fugiram para outras cidades e países.

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É o caso de Mohammed Qutaish, um refugiado sírio de apenas 14 anos, que hoje vive na Turquia com sua família. Mohammed sempre teve o lado artístico aflorado, e sua verdadeira paixão era desenhar. Durante 3 anos, ele trabalhou em um projeto simples e incrível, batizado pelo jovem de “Aleppo do Futuro”, onde se dedicou a redesenhar sua cidade natal, dando vida e esperança a um lugar que hoje está totalmente destruído.

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A obra de Mohammed chamou a atenção de um curador norte-americano, e “sua cidade” foi parar no Mmuseumm de Nova York. A próxima parada será em uma exposição sobre o futuro do design, no Victoria and Albert Museum, de Londres. “Quando eu crescer, eu quero ser arquiteto. Eu quero que esses edifícios de papel se tornem edifícios reais.”, contou o jovem ao Vice. É um sonho ambicioso, mas ainda mais necessário em tempos de guerra.

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E Mohammed ainda manda um recado para todos os pais de crianças e adolescentes sírios. “Se seu filho tem algum dom, por favor, ajude-os a desenvolver suas habilidades. Nos ajude a reconstruir nosso país e nossa sociedade”, completou o jovem, que apesar da pouca idade, tem um coração do tamanho do mundo.

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Todas as fotos © Annie Julia Wyman

Mulheres fazem ensaio nu com os filhos em cachoeira para mostrar a beleza de ser mãe

A maioria das fotos de mulheres que vemos por aí mostra corpos perfeitos, sem nenhuma celulite ou estria e que passam bem longe da ideia de gorduras localizadas. Mas a gente sabe que, na vida real, as coisas não são bem assim, principalmente após a maternidade… Foi pensando nisso que a fotógrafa e doula Kalu Brum convidou mulheres para uma sessão de fotos nuas em uma cachoeira, na cidade de Nova Lima, próximo de Belo Horizonte.

Com o nome de Natureza Mãe, o ensaio busca mostrar a beleza de ser mãe e mulher. Após a divulgação do ensaio, Kalu conta que recebeu vários e-mails de mulheres que se reconheciam no que havia sido mostrado nas imagens. Ao todo, nove mulheres e sete crianças participaram da sessão, que aconteceu de forma natural: “Elas tiraram a roupa e se acomodaram nas pedras. Não dirigi o ensaio. Foi quando percebi que era a única com roupa e, então, tirei a minha também“, conta a fotógrafa.

O sucesso foi tanto que Kalu pretende fazer novos ensaios, um ainda este mês e o outro em novembro. Neste último, o foco são mulheres com mais de 40 anos e a sessão será aberta para gestantes e mulheres com filhos, para mostrar a relação entre mães e seus filhos.

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Todas as fotos © Kalu Brum