20 grande fotógrafos africanos atuais dos quais você provavelmente nunca ouviu falar

Enquanto nos isolamos em nossas pequenas ilhas culturais, sociais, geográficas ou mesmo ideológicas, e reclamamos da pouca qualidade ou diversidade na arte e na cultura atual, esquecemos da real maioria do mundo, que produz arte e cultura com qualidade, originalidade e excelência. O Lagos Photo Festival é um exemplo – um festival que reúne a mais fina flor da fotografia do continente africano.

Trata-se do único festival de fotografia da Nigéria, reunindo em exposições, eventos, workshops e debates o melhor da fotografia africana contemporânea. Mais importante que o próprio festival, no entanto, é a certeza de que há uma produção forte e marcante na arte fotográfica do continente que o resto do mundo praticamente não toma conhecimento da existência – e o mesmo certamente pode ser dito de qualquer outra expressão artística.

Expandir os horizontes e conhecer mais e melhor aquilo que nossos irmãos mundo a fora produzem é fundamental – e o continente africano sabidamente não só é o berço da humanidade, como um dos focos mais impactantes e originais de toda produção artística. Assim, a partir do festival de Lagos, separamos aqui 20 fotógrafos africanos que provavelmente a maioria de nós não conhece – e que, como gritam as imagens, já está mais do que na hora de conhecermos.

Lakin Ogunbanwo

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Ima Mfon

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Kadara Enyeasi

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Hassan Hajjaj

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Aida Muluneh

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Fabrice Monteiro

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Emmanuel O Achusim

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Em’kal Eyongakpa

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Dawit L. Petros

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Zohra Opoku

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Zina Saro-Wiwa

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Omar Victor Diop

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TY Bello

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Namsa Leuba

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Mohau Modisakeng

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Mauro Pinto

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Mario Macilau

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Logor

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Leonce Raphael Agbodjelou

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© fotos: reprodução

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Elephant Parade São Paulo está com inscrições abertas para projetos de artistas

A Elephant Parede, evento que reúne dezenas de esculturas de elefantes bebês em tamanho real desenvolvidas por artistas locais e espalhadas pela cidade, está com as inscrições abertas para a edição que irá acontecer em São Paulo a partir de agosto deste ano.

A mobilização artística acontece em cidades de todo o mundo, e tem um objetivo bastante nobre: ajudar a preservar os elefantes, que estão ameaçados de extinção, além de tornar o mundo mais divertido e feliz.

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Harapan

Hoje, a Elephant Parade é a exposição de arte ao ar livre mais relevante do mundo. Por meio da arte, as exibições estimulam milhares de sorrisos, fomentam a conscientização e geram fundos para a conservação de elefantes e outras entidades carentes.

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As inscrições estão abertas há pouco mais de um mês, e mais de 100 artistas já enviaram seus projetos para participar da exposição pelas ruas paulistanas. Se você se interessou, é só se inscrever até o dia 10 de março através do site do evento.

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Imagens ©Reprodução

Esta fotógrafa registrou o auge da cena dancehall jamaicana nos anos 1980

Entre o fim da década de 1970 e o início dos anos 1980, o reggae roots que fez o mundo conhecer a Jamaica deu espaço ao dancehall, mais animado e voltado às pistas de dança. Beth Lesser, fotógrafa canadense, se envolveu com o ritmo e fez vários registros fotográficos deste momento.

A chegada de equipamentos musicais eletrônicos ampliou as possibilidades que os jamaicanos tinham para fazer música. Logo se formaram os soundsystems, conjuntos de DJs, MCs e engenheiros de som que fizeram – e fazem – habitantes da ilha e de todo o mundo dançar.

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Stur Mars e deejay U Brown

A diversão era o objetivo dos músicos: desde o nome do gênero, inspirado nas casas de dança jamaicanas dos anos 1940, até as letras das músicas, que destacavam festas e sexo enquanto a violência entre gangues e na política ameaçavam o país. Yellowman e Eek-A-Mouse são dois dos nomes mais marcantes do Dancehall.

Beth Lesser e seu parceiro, David Kingston, começaram a se envolver com o reggae quando editaram as fanzines Reggae Quarterly, sobre artistas do momento. Nos anos seguintes, fizeram várias viagens para Kingston e para Nova York – uma capital do dancehall fora da Jamaica – para documentar os grandes artistas do movimento. Ela é autora de Dancehall: The Story of Jamaican Dancehall Culture (A História da Cultura Dancehall Jamaicana), onde as fotos desta matéria foram publicadas.

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Yellowman com dois pequenos fãs

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Membros do Soundsystem Youth Promotion

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Deejay Tiger experimentando novos sons em casa

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El Figo Barker

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Eek-A-Mouse sempre tinha um novo visual para performar

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Membro do Youth Promotion e os equipamentos do grupo

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Cocoa Tea e Bobby Digital em ação

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Jah Stitch escolhe discos para apresentação do Youth Promotion

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Daddy Ants em reunião com amigos

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Satan durante gravação

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O produtor e deejay Prince Jazzbo posa com seu filho e o cantor Joe Lickshot

Todas as fotos por Beth Lesser

Esta é a forma mais criativa de anunciar uma gravidez dos últimos tempos

Anunciar uma gravidez se tornou algo muito mais complexo do que simplesmente dizer “estou grávida”. Inúmeros ensaios na internet comprovam que a criatividade tem pautado os casais na hora de contar sobre o novo membro da família. Simon Schaffrath e a esposa terão seu primeiro bebê em novembro, registrando o barrigão de maneira diferente.

À espera de Theodoro, o casal resolveu fazer um ensaio onde o corpo da mamãe foi pintado com tinta antialérgica, criando cenários com miniaturas e tudo mais. O pai ficou responsável por fotografar e editar as fotografias no Photoshop, dando a impressão de que o corpo da grávida é realmente uma cena de verdade.

Schaffrath compartilhou ainda um fato engraçado: durante a sessão de fotos, Theo chutava a barriga da mãe constantemente e a tinta acabava craquelando, então eles tinhan que retocar toda hora. Cada foto foi pensada numa mensagem para o filho. O resultado você confere abaixo:

Você pode alcançar tudo

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Você vai encontrar o seu caminho

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Aproveite o momento

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Saiba seus objetivos

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Todas as fotos © Simon Schaffrath