Fotos raras dos bastidores do Kiss mostram eles mesmos fazendo as maquiagens antes dos shows

Antes de poderem se auto-intitular “o maior show da terra”, o Kiss um dia foi somente uma banda lutando para popularizar sua música e principalmente sua imagem. Pois mesmo no início de sua carreira, a banda se apresentava com suas indefectíveis maquiagens, com a diferença é que, sem qualquer super produção, eram os próprios músicos que pintavam seus rostos e desenhavam as “máscaras” de seus personagens.

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A polêmica sobre se o Kiss copiou ou não a banda brasileira Secos & Molhados – que de fato alcançou um estrondoso sucesso com os rostos maquiados quando o Kiss ainda engatinhava em sua carreira – provavelmente jamais será resolvida. O importante diante dessas fotos da banda, no entanto, não é a originalidade, a música, nem mesmo a maquiagem, mas sim a curiosidade em poder espiar os bastidores do comprometimento inesgotável que alçar uma banda ao topo do sucesso exige de seus participantes.

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Waring Abbott é um dos grandes fotógrafos da indústria fonográfica americana, e trabalhou registrando o Kiss por diversos anos. Essa imagens foram tiradas em 1975, quando a banda começava a solidificar de fato seu sucesso – e a maquiagem era parte tão ou mais importante do que a própria música. Vê-los maquiando-se nos bastidores, portanto, é como ver a banda de fato criando – se tornando aquilo que só podem ser quando, juntos, formam o Kiss.

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© fotos: Waring Abbott

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Rara descoberta: peixe é encontrado congelado enquanto engolia outro


Dois irmãos, Aton e Alex, foram pescar em um rio congelado no estado de Indiana (EUA) em meados de último mês de janeiro quando encontraram uma coisa não muito comum. Primeiro eles viram um peixe com metade do corpo para fora do gelo. Ao investigar melhor, perceberam que havia um outro enorme peixe de boca aberta engolindo o primeiro.

O peixe menor era um bass, que de acordo com os pescadores tinha cerca de 30 cm de comprimento. Já o maior era um pike, sem tamanho divulgado. Os irmãos tiraram algumas fotos no primeiro dia de pesca e compartilharam no Facebook, mas foram acusados de ter feito uma montagem.

Para provar que essa não era mais uma história de pescador, eles retornaram ao lago Wawasee no dia seguinte com uma serra elétrica para mostrar os peixes por todos os ângulos.

Um dos irmãos, Alex, conta que quando ele retirou os peixes do gelo, o pike já estava em decomposição e exalava cheiro ruim. Por isso, eles tiraram algumas fotos, gravaram um vídeo e devolveram a pedra de gelo no local original para que outros visitantes pudessem curtir a descoberta.

Pescadores experientes duvidam que os peixes foram congelados no momento da mordida, mas sim que o bass morreu primeiro e começou a flutuar embaixo de uma fina camada de gelo. O pike teria aproveitado a ótima oportunidade de ter um belo jantar e tentou engolir o bass, mas acabou morrendo engasgado. Apenas depois da morte dos dois é que eles teriam flutuado, congelado e ficado presos no gelo grosso que se formou posteriormente. [National Geographic]

Aos 74 anos ele adotou uma rua da cidade pra tirar o lixo e plantar árvores; sem ganhar nada por isso

Muita gente espera a aposentadoria para relaxar, pensando em não fazer mais nada da vida. Para o Eliaquim, de Mandaguari, no Paraná, a idade veio apenas ajudá-lo a transformar sua cidade em um lugar mais limpo e bonito. Aos 74 anos, ele acorda todos os dias bem cedo para limpar a avenida dos Pinheiros quando o sol ainda está ameno.

Eliaquim encarou a tarefa de transformar a cara da cidade há alguns anos. No começo, ele comprava luvas e sacos de lixo e fazia a limpeza gastando seu próprio dinheiro. Com o tempo, outros moradores da cidade se comoveram com sua dedicação e passaram a guardar sacos de lixo para ajudá-lo.

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O trabalho começou próximo à sua casa, onde ele plantou várias mudas de árvores e passou a limpar alguns trechos do lugar. A cada dia, uma parte nova era limpa. Com o tempo, o trabalho de Eliaquim se estendeu tanto que o seu objetivo atual é limpar toda uma rua que atravessa a cidade.

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Fotos: Divulgação

 

Berço de tintos e rosés, a Espanha esbanja quantidade e qualidade

 
Fernando Bustamante/AP

A Espanha tem atualmente a maior área ocupada por vinhedos no mundo, zona que corresponde a grande parte da Península Ibérica. A variedade de solos e microclimas do país refletem nos diversos tipos de vinho encontrados por lá. Não por acaso, a região é a terceira maior produtora da bebida no mundo — com ênfase em tintos e rosés. Os espanhóis flertam com a bebida predileta do deus Baco desde a época em que os romanos dominaram a área. Há registros de que videiras são cultivadas por lá desde 4.000 a.C.

 

A região que, há mais de um século, é considerada a maior expoente na produção vitivinícola é Rioja — primeira a projetar a bebida espanhola no mercado mundial. Tradicionalmente, os produtores locais definiam a qualidade de seus vinhos pelo uso da madeira: o costume era deixar a bebida armazenada por longos períodos. A partir da década de 1970, a maceração passou a ser o processo mais demorado, e o estágio em madeira ficou mais curto. Nos barris, o carvalho americano passou a ser substituído pelo francês. Com isso, vinhos doces têm conquistado espaço.

Outra região de destaque é Mancha, famosa por conta do escritor Miguel de Cervantes, autor da obra Dom Quixote. No livro, há várias referências à bebida, entretanto, poucos sabem que essa é a maior área vitivinícola contínua do planeta, que abrange 182 municípios em quatro províncias: Albacete, Ciudad Real, Cuenca e Toledo. Segundo um provérbio local, o clima da Mancha é de “nove meses de inverno e três meses de inferno”. Devido à escassez de chuvas, as vinhas são plantadas de modo espaçado e crescem rente ao solo.

Encorpados

Por outro lado, a Cataluña, situada no norte da Espanha, é a região com maior número de Denominações de Origem Qualificada (DOs) do país. Há cerca de trinta anos, vitivinicultores migraram para lá e passaram a produzir tintos de estilo — quase negros, encorpados e concentrados — que acabaram por alcançar alto valor no mercado e atraíram investimentos para a região.

Ribera del Duero, provavelmente a mais importante entre as denominações espanholas, passou a ser conhecida há apenas vinte anos. Hoje, produz rosés a partir da uva granacha e, além disso, disputa a hegemonia dos vinhos tintos com a região da Rioja.

Luis Cañas/Divulgação

Bodegas Luis Cañas (Rioja)

Além dos passeios convencionais, a Luis Cañas oferece cursos como o de “Introdução a Degustação”, destinado a quem quer ter noções básicas para compreender e apreciar mais os vinhos. O curso de degustação e harmonização com chocolates, queijos e geleias atrai bastante público. Esses e outros cursos são ministrados a pequenos grupos, com agendamento prévio.

Finca Antigua/Divulgação

Bodega Finca Antigua (Mancha)

A vinícola mescla tradição e inovação, a começar pelo edifício sede, feito de aço, pedra e cimento — exemplar genuíno da arquitetura de vanguarda. As visitas aos vinhedos começam com uma parada no mirante e seguem por uma rota guiada pelas instalações da bodega. Ao fim, os turistas degustam e conversam sobre os vinhos, produzidos em processo artesanal. Os passeios têm duração média de duas horas e custam por volta de 10 e 40 euros.

Abadal/Divulgação

Abadal (Cataluña)

A bodega oferece diversas atividades relacionadas ao universo do vinho: cursos de degustação, provas comentadas, visitas a vinícolas e passeios por florestas. Na visita guiada com degustação, o turista conhece uma adega datada do século 12 (localizada no porão do edifício sede), e o museu da indústria e dos transportes de vinhos — uma verdadeira turnê pela história da vitivinicultura na região.

Aalto/Divulgação


Aalto (Ribera del Duero)

Uma das poucas com visitas gratuitas, a Aalto oferece ao visitante um passeio completo pelo ciclo da uva na temporada de colheita. Os turistas podem conhecer a zona de recepção e seleção das uvas e o processo de prensagem. A melhor pedida é finalizar a caminhada nas zonas subterrâneas de envelhecimento, onde acontece a degustação dos rótulos da casa. O passeio tem duração média de 90 minutos.