Post no Facebook ajuda jovem a encontrar vestido de noiva feito pela sua tataravó há 147 anos

As redes sociais são terra fértil para a proliferação de memes inúteis, notícias falsas e muita discórdia, mas vez ou outra também podem servir para coisas verdadeiramente boas. A escocesa Tess Newall que o diga. Ela reencontrou um vestido de família de quase 150 anos após ter feito um apelo em seu Facebook.

Tess se casou com Alfred Newall em junho de 2016 e na cerimônia usou um vestido feito por sua tataravó há 147 anos. Em setembro ela levou o vestido à lavanderia Kleen Cleaners, em Edimburgo, na Escócia e pouco tempo depois, o local faliu e fechou as portas.

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Em entrevista à BBC, Tess afirmou que a lavanderia havia dado um prazo longo para entregar a peça e a família começou a ficar desconfiada. Sempre que entravam em contato com o estabelecimento lhe diziam que o vestido não estava pronto e então em novembro eles decidiram ir ao local. O que encontraram foi apenas uma placa informando sobre a falência da empresa.

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Para tristeza da família, a Wylie&Bisset, a empresa responsável pela renegociação os bens da lavanderia, afirmou que o vestido havia sido vendido. Foi quando ela resolveu pedir ajuda e escreveu um post no Facebook.

Acabei de descobrir que a lavanderia perdeu o meu amado vestido de casamento. Esta peça foi feita por minha tataravó em 1870 (eu alterei a parte de cima) e o usei em junho de 2016. A Kleen Cleaner em Edimburgo costumava ser a melhor, mas recentemente caiu em mãos erradas e faliu. Parece que o vestido foi levado para ser vendido e por isso poderia estar em qualquer lugar. Por favor, compartilhem essa publicação no caso de alguém estar com ele. Sei que há problemas muito maiores no mundo, mas isso significa o mundo para nós”, escreveu.

Em pouco tempo a publicação viralizou recebendo 48 mil reações e mais de 300 mil compartilhamentos. O resultado de toda divulgação não poderia ter sido melhor. Em um novo post ela celebrou o fato da peça ter sido encontrada.

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Recebemos uma ligação do gentil proprietário da loja que havia lido sobre o caso. Ele foi checar o que havia sido deixado pela Wylie&Bisset e encontrou um vestido antigo de renda em uma pilha amassada no chão. Minha mãe e meu pai foram lá e, para o espanto e alegria deles, é o nosso vestido! (Não lavado, mas ainda com o nosso bilhete)”, postou ela.

Todas as imagens: Reprodução Facebook

Série de fotos torna visível o medo que grávidas no Brasil sentem de pegar doenças através do aedes aegypti

Como tornar o medo visível? Como expor um fantasma que assombra, em suas mais normais rotinas, justo as mulheres gestantes, que tanto deveriam seguir tranquilas e saudáveis para atravessarem os 9 meses que a separam da enorme e bela condição de serem mãe?

Foram essas as perguntas que moveram a fotógrafa Marília Scarabello ao criar a série Invólucro. A ideia era registrar em um ensaio o medo que hoje toda grávida sente, no Brasil, de contrair algumas das doenças transmitidas pelo mosquito aedes aegypti, em especial o Zika vírus.

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Tudo que começou quando Marília viu uma gestante, tomada de angústia, comprando diversos repelentes em uma farmácia. Mais do que um registro psicológico, porém, o ensaio não foge de sua provocação como forma de denúncia: é seu propósito também reforçar a necessidade de que nos preocupemos mais uns com os outros, e que sejamos capazes de nos comprometermos com mudanças em nossos hábitos, a fim de combatermos o surgimento do mosquito.

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Da mesma forma, o ensaio também aponta para o crescimento descontrolado das grandes cidades brasileiras, lembrando do impacto de tal crescimento no meio ambiente e no surgimento de tais epidemias. Invólucro foi realizado em São Paulo com uma modelo de fato grávida, que topou participar do ensaio por justamente dividir de tais angústias.

Não podemos tratar como algo normal situações que poderíamos resolver”, diz Marília. Seu trabalho é sobre isso.

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Todas as fotos © Marília Scarabello

Jovem de 31 anos que viaja o mundo há 5 explica como se planejou para isso

Um mês antes de seu 26º aniversário, Nina Ragusa aterrissou em Bangkok, Tailândia. Antes disso, por dois anos inteiros ela (que vivia em Tampa, na Flórida) se preparou e economizou para fazer uma viagem de duração indeterminada.

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Durante o dia, ela trabalhou em um escritório de advocacia e algumas noites por semana fez pequenos bicos em bares e eventos promocionais. Ela conseguiu guardar 16 mil dólares dos quais usou 10 mil para quitar contas do cartão de crédito e antecipar oito meses de seu financiamento estudantil.

Ela chegou a Bangkok em maio de 2011 com 6 mil dólares no bolso e um certificado obtido nos EUA que a qualificava para ensinar Inglês. Então conseguiu um trabalho de ensino ao norte da cidade no qual ficou por dois semestres.

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Em 2012, ela conseguiu dois empregos inesperados: ensino de inglês online e escritora freelancer. “Por ter caído nesses dois trabalhos acidentalmente, aprendi que mesmo que você não tenha certeza de como as coisas vão acontecer, se você se continuar procurando, assumindo riscos e fazendo um esforço contínuo, realmente pode fazer algo acontecer“, disse ela ao Business Insider.

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Viajando pelo Sudeste Asiático, ela conseguia ganhar entre US $ 1.000 e US $ 2.000 por mês e utilizava apenas US $ 700 ou menos para viver.

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Seu método preferido de viagem é se estabelecer em algum lugar por curtos períodos. “Eu moro no exterior para que eu possa conhecer o país e a região um pouco melhor“, diz. “Então, uso esse lugar para visitar as redondezas e me aventurar em lugares próximos”, contou.

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Sobre como é um dia típico em sua vida, ela explica: “Tento me comunicar em outros idiomas, compro minha comida nos mercados, ando com meios de transporte interessantes, conheço novas pessoas, experimento a cultura, vejo algo de tirar o fôlego, tomo uma cerveja e acordar para fazer a mesma coisa no dia seguinte”.

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Atualmente, Nina está sediada na Austrália, onde trabalha como bartender e como vendedora em uma loja de surf. Ela está economizando para uma viagem pelo continente com seu namorado. Seu objetivo é viver em todos os sete continentes.

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É engraçado. Este estilo de vida parece tão fácil quando você está do lado de fora. As pessoas só veem a foto de biquíni ou a foto do pôr-do-sol perfeitamente enquadrada. O trabalho é inevitável, apesar da história que a foto pode retratar. Esta vida nem sempre é fácil de manter. É um fluxo constante de desafios que você tem que superar, mas vale a pena cada gota de suor, lágrimas e cervejas“, conta.

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Todas as fotos © Nina Ragusa

Povo Afar da Etiópia

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Os afares vivem em uma área do continente africano chamado Triângulo de Afar, no Djibouti e na Etiópia do Nordeste. Em meados de 1988, existiam cerca de 543.000 afares, que diziam ser descendentes dos árabes, apesar de falarem a língua cuchítica (também cuchítica). Sua cultura provém de crenças antigas, com influências do islamismo moderno.

São também conhecidos como Danakil, nome usado especificamente para se referir aos afares do norte, enquanto os afares do sul são conhecidos como Adel (ou Adal), de maneira análoga ao antigo Sultanato de Adal.A língua afar, que faz parte do ramo cushítico da família linguística afro-asiática, é falada por todo o território habitado pelo grupo étnico; como os afares são, no entanto, tradicionalmente pastores nômades, seu idioma também está presente em outras regiões.Os afares se converteram ao islamismo no século X, após estabelecerem contato com mercadores árabes vindos da península Arábica.

História

A menção mais antiga registrada aos afares foi feita no século XIII, pelo escritor árabe ibn Sa’id, que relatou que eles habitavam a área em torno do porto de Suakin, estendendo-se a sul, até Mandeb, perto de Zeila.Foram também mencionados com frequência, nos registros etíopes, primeiro por ter ajudado o imperador Amda Seyon numa campanha no território depois do rio Awash, e um século depois, quando auxiliaram o imperador Baeda Maryam em sua campanha contra um povo vizinho, os dobe’a. No fim do século XVII surgiu o Sultanato de Aussa, dominando por um primus inter pares dos soberanos afares.

Em 1975 a Frente de Liberação Afar iniciou uma revolta, sem muito sucesso, liderada por um antigo sultão afar. O Derg estabeleceu a Região Autônoma de Assab (atual Aseb, na Eritreia), embora ainda assim alguns focos de insurreição tenham continuado a existir até o início da década de 1990. No Djibuti um movimento similar foi iniciado ao longo da década de 1980, culminando na Insurgência Afar de 1991.

Africa: Afar girl, EthiopiaSome say the Afar of Ethiopia and Eritrea are descendants of ancient Egyptian . They share many physical traits: hawk-nosed features, hair style, shawls draped loosely over their shoulders, words of their language, and use they symbols reminiscent of hieroglyphics to mark their camels.:

Cultura e estilo de vida

Embora alguns afares tenham migrado para cidades e adotado um estilo de vida urbano, a maioria permaneceu como pastores nômades, criando gado bovino, ovino e caprino no deserto. Durante a estação das secas, a maioria acampa nas margens do rio Awash. Camelos são usados como meio de transporte pelos afares, enquanto migram de uma fonte de água a outra. Com a chegada da estação das chuvas, em novembro, a maior parte dos afares volta então para territórios mais altos, evitando as enchentes e os mosquitos.

Uma casa típica afar consiste de uma espécie de tenda, conhecida como ari, feita com varas de madeira cobertas por tapetes; camas feitas com os mesmos tapetes e madeiras também são usadas. Cada burra, “acampamento”, consiste de dois ou mais ari, e é de responsabilidade das mulheres. Os afares complementam sua dieta de leite e carne com produtos que obtêm vendendo o sal que escavam do deserto, além de leite e peles de animais, nos mercados de Senbete e Bati.

Politicamente, a sociedade afar se organiza em sultanatos, formados por sua vez por diversas aldeias, chefiadas por um dardar. Tradicionalmente a sociedade se divide em famílias (clãs), e em classes: os asaimara, “vermelhos”, formam a classe dominante, enquanto os adoimara, “brancos”, são a classe trabalhadora.

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A circuncisão é praticada tanto em garotos quanto garotas. Um jovem é julgado por sua bravura ao suportar a dor do ato, e após ser circuncisado por escolher a garota que desejar como sua esposa (geralmente alguém de seu próprio círculo étnico).

Os afares possuem uma relação forte com o seu meio ambiente e a vida selvagem da região, partilhando a terra e seus recursos com os animais e tentando não lhes fazer mal. Este comportamento teria sido responsável pela preservação de animais em sério risco de extinção, como o burro selvagem africano (Equus africanus), que se tornou extinto em ecossistemas mais vulneráveis.

A cultura afar apresenta alguns hábitos exclusivos em termos de vestimenta:

  • Mulheres casadas tradicionalmente vestem um lenço negro chamado de shash ou mushal.
  • O principal item do vestuário de homens e mulheres é o sanafil, uma pano vestido na cintura. As mulheres o tingem de marrom (embora hoje em dia utilizem de diversas cores), enquanto os homens não pintam os seus.

Os Afar dizem ser descendentes de Cam, filho de Noé. Os Afar que vivem no deserto habitam uma das regiões mais resistente do mundo, conhecida como a planície de Afar ou deserto de Danakil. A maioria dos Afar são nômades que pastoreiam ovelhas, cabras, gado e camelos. A riqueza de um homem é medida pelo tamanho de seus rebanhos. Os Afar rurais vivem em campos cercados por barreiras de espinho, para protege-los dos ataques de animais selvagens ou tribos inimigas. Eles são muçulmanos, mas muitos ainda vivem os costumes de crenças pré-islâmicas. Eles acreditam que algumas árvores e bosques tem poderes sagrados. Acreditam que espíritos dos mortos sejam muito poderosos.

Afar man with butter in his hair, Ethiopia:
Obstáculos ao Ministério
Seguir a Jesus entre os Afar é correr o risco de perder status na comunidade, bem como, eventualmente, perder a família e amigos. Estes são prejuízos graves

Crença religiosa

Devido a influência muçulmana, a maioria dos afares são sunitas, embora essa religião (o sunismo) também possua influências de uma crença antiga, pré-islâmica, de adoração a um deus do céu chamado Wak. Apesar dessas influências antigas, os afares não comem carne suína, bebem pequenas porções de álcool e, aqueles que possuem condições, fazem peregrinações à Meca.

 

Circuncisão

Os afares fazem a circuncisão de ambos mulheres e homens. No caso das mulheres, a vagina é costurada, o que também é feito por alguns grupos de bantos e outros cuchitas. Os homens são circuncidados quando atingem a maturidade.

 Afar Tribe Girl, Assaita, Afar Regional State, Ethiopia:

Patrilinearidade

A sociedade dos afares é baseada na divisão dos clãs, os quais são divididos por classe. Enquanto que é simples observar que os homens herdarão as características físicas e espirituais da mãe, é compreensível o fato de que muitos deles desenvolvem sua personalidade baseada na figura do pai. Em razão disso, os homens são nomeados líderes e as mulheres executam o serviço doméstico.

 

Nômades

Os afares são nômades e o rebanho é composto por ovelhas, camelos e cabras. Porém, também existem os pescadores, e também possuem vacas quando existe terreno propício para elas. Por esse motivo, sua alimentação é composta em grande parte por carnes e derivados do leite.

 

As duas classes

Tradicionalmente, existem duas classes dentro da sociedade afar, os Asaimaras e os Adoimaras. Os Asaimaras, também chamados de vermelhos, são considerados os nobres, enquanto que os Adoimaras, os brancos, são os plebeus.

Casamento

As mulheres são eleitas ao casamento quando atingem os 10 anos de idade, enquanto os homens podem se casar depois de matarem alguém em batalha, pela tradição. Os casamentos dos afares são monogâmicos, apesar do islamismo permitir o homem ter até quatro cônjuges, e quando os parceiros são escolhidos, dá-se preferência aos primos.

Foco Escritura
“O sétimo anjo tocou a trombeta, e houve no céu grandes vozes, dizendo: O reino do mundo se tornou de nosso Senhor e do seu Cristo, e ele reinará pelos séculos dos séculos.” Apocalipse 11.15 (via)

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Afar woman Los Afar llevan una vida dura. Su habitat es uno de los más duros del laneta. El punto más caluroso de la tierra; el abrasador Desierto del Danakil. ETIOPIA:

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Etheopian Tribe

Para quem quiser pesquisar mais sobre as tribos africanas, aqui vão os nomes de algumas: Afar, Éwés, Amhara, Árabes, Ashantis, Bacongos, Bambaras, Bembas, Berberes, Bobo, Bubis, Bosquímanos, Chewas, Dogons, Fangs, Fons, Fulas, Hútus, Ibos, Iorubás, Kykuyus, Masais, Mandingos, Pigmeus, Samburus, Senufos, Tuaregues, Tútsis, Wolofes e Zulus.