Foi o turismo e não ‘o álcool’ que matou os simpáticos porquinhos das Bahamas

As Bahamas são famosas pelo sol, a água cristalina, a areia branquinha e… Por abrigar porcos nadadores! Que infelizmente, estão morrendo. 

Sim, até dez dos porquinhos foram encontrados mortos em Big Major Cay, uma de suas ilhas. E apesar de reportagens sugerirem que a causa do óbito foi o consumo de doses de bebidas alcoólicas oferecidas pelos turistas, o inspetor da Bahamas Humane Society, Ventoi Bethune, contou a National Geographic que a provável razão foi a ingestão de areia.

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Veterinários que visitaram o local encontraram grandes quantidades dessa substância nos estômagos dos animais mortos, e de acordo com Bethune, isso pode ter acontecido por conta do alto fluxo de visitantes, que jogam pequenas quantias de comida na praia.

Bethune garante que os porcos vivem nesta ilha há muito tempo, e estão acostumados a caçar seu próprio alimento. Mas com o aumento do fluxo de turistas, eles estão confiando nos “presentes” dos seres humanos para se alimentar.  “Agora, eles passam mais tempo na praia do que na floresta”, contou.

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As mudanças climáticas também podem ter colaborado com a morte dos porcos, já que ouve uma seca incomum nas Bahamas em janeiro. A fonte natural de água dos porquinhos secou acredita-se que este fato também pode estar relacionado com a causa da sua morte.

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Os porcos nadadores populam a região das Bahamas há décadas, mas sua origem atual é um mistério. Reza a lenda que eles nadaram até a terra depois de um naufrágio, ou foram deixados na ilha por marinheiros que planejavam voltar para comê-los, mas nunca mais apareceram.

Fotos: reprodução

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A mulher que visitou todos os países do mundo conta quais são os 10 preferidos

Desde julho de 2015, Cassandra De Pecol, de Connecticut, passou por todos os 196 países existentes no mundo. Esta aventura a tornou a mais jovem e veloz americana a carimbar completamente seu passaporte.

Depois desta incrível jornada, ela tem ministrado palestras e seminários sobre como desenvolver projetos de viagem ou outras paixões. Certamente, depois de completar sua viagem em apenas 18 meses, ela adquiriu uma enorme gama de conhecimento para compartilhar.

Esta Expedição realmente não foi apenas sobre mim. Meu objetivo era provar como as pessoas são gentis e hospitaleiras em todo o mundo, mas especificamente em regiões que muitas pessoas consideram perigosas“, escreveu em seu site.

Depois de suas andanças, ela fez uma lista seus 10 países preferidos.

10. EUA

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As folhas coloridas do outono de Nova Inglaterra deixaram uma impressão durável para esta nativa de Connecticut, que diz que todos devem visitar pelo menos uma vez.

9. Costa Rica

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Por que Costa Rica? “Macacos, frutas frescas, boa música e vulcões … preciso dizer mais?”, Cassandra disse ao The Telegraph.

8. Peru

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Tanto a floresta amazônica quanto as Águas Calientes – a porta de entrada para Machu Pichu – não podem ser perdidas quando estiver em visita ao Peru. (Imagem via skeeze)

7. Tunísia

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A cultura africana com uma sensação do Oriente Médio, juntamente com incrível arqueologia, colocam a Tunísia na lista de países imperdíveis.

6. Omã

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Visitar o deserto e montanhas de Omã deu uma perspectiva de estilo de vida diferente daqueles que vivem na região.

5. Paquistão

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Após uma espera de quatro meses para um visto, a visita de Cassandra ao Paquistão não decepcionou. Ela ficou especialmente apaixonada pela gastronomia paquistanesa.

4. Vanuatu

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Vanuatu é o lar de algumas das pessoas mais gentis que Cassandra encontrou em sua aventura de 18 meses.

3. Maldivas

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Água cristalina e praias imaculadas colocaram as Maldivas na lista.

2. Butão

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O menor estado da Ásia ficou em segundo lugar por seu ambiente pacífico e seu estilo de vida.

1. Mongólia

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Imergir no deserto e montar cavalos selvagens foram a razão que fizeram com que Cassandra escolhesse a Mongólia como seu destino preferido.

Cassie De Pecol: WebsiteInstagram | Twitter

Todas as fotos: Cassandra De Pecol

Se essas fotos te incomodam, provavelmente você sofre de talassofobia, o medo do mar

Os dicionários definem a talassofobia como um “medo mórbido do mar“. Quem sofre com esse problema geralmente evita o contato com o mar, seja não indo à praia ou deixando de fazer viagens de barco, por exemplo.

Separamos algumas foto assustadoras do mar que prometem deixar muita gente desconfortável – e se elas te incomodam muito, pode ser que você também sofra com esse problema.

Espia só nossa seleção.

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Foto: Terrifying/Twitter

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Foto: theyork2000/reddit

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Foto © Diogo Mendes

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A Civilização Iorubás

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Os iorubás ou iorubas (em iorubá: Yorùbá), também conhecidos como ou yorubá (io•ru•bá) ou yoruba, são um dos maiores grupo étno-linguístico ou grupo étnico na África Ocidental, composto por 30 milhões de pessoas em toda a região. Constituem o segundo maior grupo étnico na Nigéria, com aproximadamente 21% da sua população total.

Origem

As lendas contam que Ilé-Ifé teria sido o próprio berço da humanidade. Ali Todos os povos e reinos descenderiam do deus-rei Odudua, fundador da cidade sagrada. Outra lenda diz que Odudua seria o condutor de uma gente vinda do Leste.

Após a fundação da cidade sagrada o povo teria se espalhado pela região e tomou forma final por volta do final do primeiro milênio. Possível época da fundação de Oyo, capital política dos iorubas. Cidades independentes com seus governantes, camponeses. O Senhor do reino ratificava o poder dos mandantes de cada cidade que era chamado de Bale e tinha a assembléia dos notáveis, que era na realidade a detentora da autoridade. O guarda muralhas, em geral era um mágico, o babalaô, que recolhia os impostos. Uma aristocracia improdutiva controlava as armas, o poder político, o comércio local, nacional e internacional.

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As comunidades iorubas que se desenvolveram principalmente no sudeste da atual Nigéria constituíram um dos grandes centros civilizatórios da Guiné e chegaram a influenciar outras civilizações da região, como o reino de Benin. Esta irradiação cultural não se restringiu apenas ao continente africano.

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A maioria dos iorubás vivem em grande parte no sudoeste da Nigéria; também há comunidades de iorubás significativas no Benin, Togo, Serra Leoa, Cuba e Brasil. Os iorubás são o principal grupo étnico nos estados de Ekiti, Kwara, Lagos, Ogun, Ongo, Osun, e Oyo. Um número considerável de iorubas vive na República do Benin, ainda podendo ser encontradas pequenas comunidades no campo, em Togo, Serra Leoa, Brasil e Cuba.

Milhares de iorubas escravizados foram desembarcados no Brasil, fecundando a cultura e a história do nosso país. Uma explicação plausível sobre a gênese do povo ioruba, seria as diversas migrações através das regiões entre o Lago Chade e o Níger.

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Bem como tendo acesso ao mar, eles compartilham fronteiras com os Borgu (variadamente chamados Bariba e Borgawa) no noroeste, os Nupe (que eles chamam muitas vezes, “Tapa”) e os Ebira no norte, os Edo que também são conhecidos como Bini ou povo benin (não-relacionado com o povo da República do Benin), e os Ẹsan e Afemai para o sudeste. Os Igala e outros grupos relacionados, encontram-se no nordeste, e os Egun, Fon, e outros povos de língua Gbe no sudoeste. Embora a maioria dos iorubás vivam no oeste da Nigéria, há também importantes comunidades yorubás na República do Benin, Gana e Togo.

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A maioria dos iorubás são cristãos, com os ramos locais das igrejas Anglicana, Católica, Pentecostal, Metodista, e nativas de que são adeptos. O islamismo inclui aproximadamente um quarto da população iorubá, com a tradicional religião iorubá respondendo pelo resto. Os iorubas têm uma história urbana que data de 500 d.C. As principais cidades iorubás são Lagos, Ibadan, Abeokuta, Akure, Ilorin, Ogbomoso, Ondo, Ota, Shagamu, Iseyin, Osogbo, Ilesha, Oyo e Ilé-Ifè.

Arte

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Peça clássica, em terracota, produzida durante o reino Ifê ou Ilé-Ifê iorubá, na Nigéria, entre o século IX e o século XII.

Os Yorubas do Sul da África Ocidental (República do Benin, Nigéria e Togo, incluindo também peças de Gana, Camarões e Serra Leoa), tem uma muito rica e vibrante comunidade artesanal, criando arte contemporânea e tradicional. O costume de arte e artesãos entre o Yoruba é profundamente assinalado no corpo literário Ifá que indica os orixás Ogun, Obatala, Oxum e Obalufon como central à mitologia de criação inclusive a obra artística (isto é a arte da humanidade) Ao longo dos anos, muitos já vieram cruzar idéias estrangeiras da obra artística e arte contemporânea com as formas de arte tradicionais encontradas na África Ocidental.

Língua

O iorubá ou ioruba (Èdè Yorùbá, “idioma iorubá”) é um idioma da família linguística nigero-congolesa, e é falado ao sul do Saara, na África, dentro de um contínuo cultural-linguístico, por 22 milhões a 30 milhões de falantes.

A língua iorubá vem sido falada pelo povo iorubá há muitos séculos. Ao lado de outros idiomas, é falado na parte oeste da África, principalmente na Nigéria, Benim, Togo e Serra Leoa.

No continente americano, o iorubá também é falado, sobretudo em ritos religiosos, como os ritos afro-brasileiros, onde é chamado de nagô, e os ritos afro-cubanos de Cuba (e em menor escala, em certas partes dos Estados Unidos entre pessoas de origem cubana), onde é conhecido também por lucumí).

Pesquisas

Segundo diversos pesquisadores o termo iorubá é recente. Segundo Biobaku, aplica-se a um grupo linguístico de vários milhões de indivíduos. Ele acrescenta que, “além da [língua] comum, os iorubas estão unidos por uma mesma [cultura] e tradições de sua origem comum, na cidade de Ifé, mas não parece que tenham jamais constituído uma única entidade política, e também é duvidoso que, antes do século XIX, eles se chamassem uns aos outros por um mesmo nome”. A. E. Ellis mencionou-o, judiciosamente, no título do seu livro The Yorùbá speaking people (“O povo que fala iorubá”), dando a significação de língua a uma expressão que teve a tendência a ser posteriormente aplicada a um povo, a uma expressão ou a um território. Antes de se ter conhecimento do termo iorubá, os livros dos primeiros viajantes e os mapas antigos, entre 1656 e 1730, são unânimes em chamar Ulkumy ou Ulcuim, com algumas variantes. Depois de Snelgrave, em 1734, o termo Ulkumy desapareceu dos mapas e é substituído por Ayo ou Eyo (para designar Oyo).

Francisco Pereira Mendes, em 1726, comandante do forte português de Ajudá, já mencionava em seus relatórios enviados à Bahia os ataques dos ayos contra os territórios de Agadjá, rei de Daomé chamado de “o Revoltoso” por haver atacado Allada em 1724, e que iria, posteriormente, conquistar Uidá, em 1727. Foi esse povo, chamado atualmente uidá (glébué para os daomeanos, igéléfé para os iorubás, ajudá para os portugueses, juda ou grégoy para os franceses, Whidah para os ingleses e fida para os holandeses) e habitado pelos hwéda, que se tornou o principal ponto de exportação dos escravos originários das regiões vizinha.

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