Suíça é eleita o melhor país do mundo

Após avaliar 80 países em diversas critérios, como poder, influências econômicas, cidadania e qualidade de vida, a U.S. News & World Report elegeu as 17 melhores nações para se viver. E a primeira colocada da lista é a Suíça, o melhor lar para mulheres, para criar crianças e para uma vida em contato com a natureza.

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De acordo com Brian Kelly, editor  e diretor de conteúdo da U.S. News, a Best Countries combina métricas baseadas em fatos para captar como as nações são vistas em escala global. E ajudar cidadãos, líderes de negócios e governos a evoluirem, considerando uma série de questões globais importantes.

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Enquanto no Brasil e em outras nações a burocracia reina e os escândalos de corrupção explodem, a Suíça aparece ainda como o melhor território para se sediar uma empresa. Aqui, reina a paz, a quietude e a prosperidade! Que o resto do mundo se inspire nela!

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Fotos: Free Stock Photos, Flickr

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Confira o top 5 de países mais e menos verdes do mundo

Essa lista vai alegrar e também apertar o seu coração. Explicamos: será notável as chocantes diferenças entre um país desenvolvido e um país que, infelizmente, vive em guerras. O Índice de Desempenho Ambiental (Environmental Performance Index) avalia os países através do quão bem eles protegem as pessoas de danos ao meio ambiente e como eles protegem os ecossistemas da invasão humana. Os dados são divididos em nove categorias, desde qualidade do ar à preservação de florestas e saúde marinha.

O estudo também revela como as tendências estão indo em direções diferentes. Por um lado, 2 bilhões de pessoas têm acesso à água potável e saneamento decente, em comparação a 1990, além do aumento de áreas do oceano e de terra que estão agora protegidos contra o desenvolvimento. Por outro lado, a qualidade do ar está ficando pior em muitos lugares, e alguns cardumes de peixes são frequentemente sobre-explorados.

A Suíça, como sempre, continua no topo de rankings como este, fazendo um bom trabalho de gestão ambiental e de proteção a saúde humana. Outros países similares com ela ou entre si também figuram na lista, inclusive as paisagens são parecidas. A Alemanha ficou com o sexto lugar, enquanto o Brasil ficou na posição 77.

Top 5 : Os países mais verdes

1 . Suíçasuiça

2 . Luxemburgoluxemburgo

3 . Austráliaaustralia

4 . Cingapurasingapura

5 . República Checarepublica-checa

Já entre os piores do índice figuram os países que vivem à margem da guerra, como Afeganistão, Haiti e Somália – este último tem, atualmente, grande parte de suas cidades simplesmente destruídas, tornando difícil a tarefa de encontrar fotos que não figurassem a constante guerra.

Os Países Menos Verdes (número de acordo com o ranking):

174 . Afeganistãoafeganistao

175 . Lesotolesotho

176 . Haitihaiti

177 . Malimali

178 . Somáliasomalia

O relatório foi preparado pelo Centro Universitário de Yale.

Fotos: Via,

Este pitbull quase foi abatido até descobrirem que ele tinha salvado a vida de uma criança

Em uma história profundamente trágica, ao menos uma injustiça pôde ser evitada, e aquele que parecia o vilão em verdade se revelou o verdadeiro herói.

Uma criança de nove anos de idade foi levada a um hospital nos arredores do rio Murray, na Austrália, para cuidar de uma mordida de um cão. O animal – um pitbull chamado Buddy (companheiro) – foi devidamente detido pela polícia, e estava pronto para ser sacrificado, quando os fatos se desenrolaram, e uma verdadeira tragédia se evidenciou – que, apesar do horror, tinha o animal como herói.

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O que a polícia investigou e descobriu foi que a mãe do menino (que não pôde ter sua identidade revelada por motivos legais) na realidade havia ido até o rio para afogar a ele e a seu irmão menor. A descoberta se deu depois do corpo do irmão menor, de apenas cinco anos de idade, foi encontrado. O cachorro havia simplesmente salvado a vida do outro menino, e tirado ele do rio com a boca – por isso a marca de mordida que o levou ao hospital.

O cão também atacou a mãe, enquanto ela afogava o outro menino, que veio a falecer.

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Fotos da busca realizada pela polícia no rio

A situação do cachorro, no entanto, continuava incerta. O dono do animal afirmou que Buddy jamais teve um histórico de violência, e nunca havia mordido ninguém. O dono também confirmou que o cão havia na realidade salvado um dos meninos. Uma petição online então reuniu mais de 50 mil assinaturas, pedindo que o cachorro voltasse para casa.

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A mãe foi acusada de assassinato e tentativa de assassinato e, por mais que a história nos lembre o quanto o ser humano pode tornar-se doente, a polícia local retirou o pedido de sacrifício e Buddy, por sua vez, pôde voltar para casa, apesar da tragédia, como um herói.

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© fotos: divulgação

A primeira fotojornalista japonesa está com 102 anos e segue fotografando

Tsuneko Sasamoto é uma renomada fotógrafa japonesa que nasceu em 1 de setembro de 1914, ou seja, ela tem 102 anos de idade! Considerada a primeira fotojornalista do país, ela começou a fotografar aos 25 anos e precisou romper diversos tabus sociais para seguir a carreira.

Quando eu era jovem, geralmente me falavam ‘você é só uma mulher, como você pode pensar em ser uma fotógrafa?’ Mas depois vi a fotografia de Margaret Bourke White e soube que poderia ser como ela algum dia”, contou a fotógrafa ao Artscape Japan.

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Com quase 80 anos de profissão, Tsuneko registrou momentos históricos e políticos, documentou o Japão pré e pós-guerra e sempre amou fotografar a força e as conquistas das mulheres japonesas.

“Até depois da Segunda Guerra Mundial, as mulheres japonesas encararam discriminação e não tinham poder. Elas não tinham o direto de votar, e eram tratadas como crianças. Mas, ainda assim, havia mulheres que tinham empregos e estavam criando famílias. Eu tenho tanto respeito por elas e retratá-las se tornou uma obsessão”, contou Sasamoto à NHK World.

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Atualmente, mesmo após quebrar as duas pernas e a mão esquerda em 2014, ela continua a fotografar.

Seu mais recente projeto, “Hana Akari” (Brilho das flores), é uma homenagem a seus amigos falecidos. “A meu modo, eu acredito que o homem e as flores estão profundamente correlacionados … Quando penso nos meus queridos amigos, quero relacionar cada um deles com flores e deixar que as flores entreguem meu apreço e impressão …”, disse ao site de notícias japonês NHK Online.

Veja algumas fotos de Tsuneko Sasamoto:

Escola de gueixas, 1951
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Destruição após a bomba de Hiroshima, 1953 / Tsuneko Sasamoto
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Retrato do jornalista e historiador Soho Tokutomi, 1957 / Tsuneko Sasamoto
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Navio Antárctico Soya, 1956 / Tsuneko Sasamoto
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Político Inejiro Asanuma, 1955 / Tsuneko Sasamoto
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Fotos: Reprodução/Tsuneko Sasamoto