Ela começou a fazer pole dance aos 59 anos e hoje é capaz das acrobacias mais incríveis

Quando estava com 59 anos, a norte-americana Greta Pontarelli foi diagnosticada com osteoporose, uma condição que diminui drasticamente a densidade óssea, aumentando o risco de fraturas, entre outras coisas.

E uma das maneiras de fortalecer os ossos é fazer algum tipo de exercício que envolva levantar peso. “Mas levantar peso é muito chato. É por isso que procurei a pole dance”, contou a dançarina.

“Muitos pensam que mesmo com 40 ou 45 anos, já é tarde demais para começar algo novo, para encontrar um novo sonho. E eu estou feliz por poder mostrar que nunca é tarde demais para realizar seu sonho e ser feliz.”, completou.

Hoje, com 61 anos, Greta treina várias horas por dia, além de viajar o mundo competindo, encantando e inspirando pessoas das mais variadas idades, mostrando que nunca é tarde para fazer uma nova atividade, por mais ousada que ela pareça.

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Todas as fotos © Reprodução

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Artista usa pintura corporal para retratar homem camuflado em maravilhas históricas pelo mundo

Você já deve ter perdido as contas de quantas vezes já viu uma fotografia do Coliseu, em Roma, por exemplo. Afinal, todo mundo que visita a cidade parece ter como objetivo principal uma foto do local. Mas talvez você note algo de diferente no registro da nova-iorquina Trina Merry

Especializada em arte no corpo, ela quis brincar um pouco com a ideia de fotografias de viagem e colocou um modelo camuflado em fotos que registrou nas Sete Maravilhas do Mundo Moderno. A produção de cada foto demora entre 1 e 3 horas, já que o modelo precisa ter todo o seu corpo pintado para ficar escondido na paisagem, onde só podemos perceber os contornos de um corpo em meio às fotografia.

A série ganhou o nome Lost in Wonder (“Perdido nas Maravilhas”, em tradução livre) e promete fazer você olhar para esses locais sob uma nova perspectiva.

Vem ver:

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Necrópole de Gizé, Egito

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Muralha da China, China

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Petra, Jordânia

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Coliseu, Itália

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Stonehenge, Reino Unido

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Machu Picchu, Peru

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Ilha de Páscoa, Chile

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Chichén Itzá, México

Todas as fotos © Trina Merry

A incrível história do homem que cruzou o Atlântico com uma prancha adaptada e um remo

O brasileiro Amyr Klink foi a primeira pessoa a atravessar o Oceano Atlântico num barco a remo – em uma viagem de 100 dias e 7 mil quilômetros de duração em 1984. Os desafios na relação entre o mar e o ser humano – e o irrefreável desejo de explorar – nunca cessam, e o sul-africano Chris Bertish aos 42 anos acaba de cumprir uma nova façanha: atravessar o Atlântico em uma prancha adaptada de stand-up paddle. Tecnicamente, Chris cruzou o oceano de pé.

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Foram 93 dias e cerca de 7,5 mil quilômetros desde o dia 06 de dezembro até a última quinta-feira – do Marrocos até a ilha de Antígua, no Caribe. Diferentemente de Amyr, a viagem de Chris foi inteira monitorada por satélite. Em sua aventura, Chris tornou-se a pessoa a percorrer a maior distância em mar aberto sem qualquer ajuda.

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Desafiar o mar é já um hábito para o sul-africano, que é conhecido também por surfar ondas gigantes. Sua prancha possuía um compartimento na parte da frente, onde podia guardar alimentos e se abrigar, contra o tempo e a noite. Além da adaptação, um GPS, um rádio, um computador, um radar e um telefone – alimentados via satélite e por energia solar – ajudaram Chris em sua jornada.

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Uma das câmeras registrou a passagem de um tubarão

Ainda que o tempo ruim tenha o feito retroceder em seu caminho algumas vezes durante a viagem, ele nunca pensou em desistir – segundo o próprio, é no mar onde ele se sente mais seguro e à vontade – usar o computador para se comunicar e até compartilhar fotos nas redes sociais também ajudou. Com o dinheiro arrecadado de patrocinadores, Chris pretende ajudar instituições de caridade e construir cinco escolas na África do Sul.

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© fotos: acervo pessoal

Essa série de fotos é a prova de que a moda e o design são profundamente inspirados pela natureza

Se você se pergunta constantemente da onde vem a inspiração para os estilistas criarem suas roupas a cada vez que assiste um desfile de moda, a resposta pode estar muito mais próxima, evidente e ao nosso redor do que pensamos. Estudante de moda em Milão, Bianca Luini criou um blog dedicado a apontar similaridades entre a moda e a natureza –uma flor, um animal, ou no próprio mar.

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O espírito do blog é também o espírito da própria Bianca e do universo fashion de modo geral: “Eu vejo moda em todos os lugares, e tudo está na moda”. O blog começou como um projeto para uma universidade em 2013, mas aos poucos tornou-se uma verdadeira obsessão para Bianca.

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Desde então, eu não consegui mais deixar de notar semelhanças em fotos por toda a internet”, ela disse.

O blog, batizado apropriadamente de Where I See Fashion (Onde eu vejo moda), também aponta similaridades entre criações da alta costura e obras de arte. A percepção de Bianca, pensando bem, faz todo sentido – não só para o mundo da moda, mas para as artes e qualquer processo criativo – afinal, não há nada mais inspirador, elegante, imaginativo e, é claro, fashion do que a própria natureza.

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Todas as fotos © Where I See Fashion