As mini casas mais fofas e diferentonas em que você pode se hospedar pelo AirBnb

Casinhas pequenas brotam em todos os cantos do mundo. Apresentam-se como uma forma mais barata e nova de se construir, tão interessante quanto as residências de inúmeros quartos. Alguns optam por comprá-las, outros por construí-las.  E tem gente que quer dar esse mergulho, mas não está totalmente certo quanto à decisão.

Será que uma casinha pequena é do tamanho do seu sonho? Talvez a melhor forma de descobrir é testar,  alugando algum pequeno paraíso escondido por esse mundão. É uma forma perfeita de se pesquisar e, de quebra, conhecer lugares novos. Com fontes como Airbnb, as casinhas estão mais acessíveis do que nunca. Conheça aqui algumas para se apaixonar:

Bow Top Gypsy Wagon

Localizada em Cornwall, Inglaterra, a Bow Top Gypsy Wagon acomoda duas pessoas e parece uma legítima caravana cigana!

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Serene Peaceful Tower Retreat

Localizada em Carmel Valley, na Califória, essa simpática torre acomoda duas pessoas e proporciona vistas de tirar o fôlego!

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Silo Studio Cottage

Localizada em Berkshires, Massachusetts, a casinha fica no meio da floresta e acomoda duas pessoas.

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Stockholm Writers Cabin

A  Stockholm Writers Cabin  fica em Lidingo, na Suécia: 

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Mushroom Dome Cabin

Mushroom Dome Cabin têm formato de cogumelo e fica em  Aptos, na Califórnia.

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Fotos: reprodução Airbnb

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Fotógrafo combate a depressão clicando imagens incríveis dos queridinhos da internet: os gatos

Depressão nem sempre é apenas uma fase e muito menos frescura. Cerca de 350 milhões de pessoas mundo afora são atingidas pela doença. A notícia boa é que muita gente acha um caminho para sair dela.

Felicity Berkleef achou o dele, por exemplo, tirando fotografias de gatos. De acordo com ele, era um rapaz inseguro na época de escola, sofria bullying e chorava quase todos os dias. As coisas chegaram a piorar quando sua mãe ficou doente a ponto de ficar a beira da morte por duas vezes.

A tristeza só começou indo embora quando o jovem estava no primeiro ano da faculdade de design gráfico, onde estudou um pouco sobre fotografia. O que o fez comprar uma câmera e se tornar um “viciado” em clicks para colocar em seu perfil no Flickr. Segundo Berkleef, o que ele mais gostava de fotografar e o que o afastava da tristeza eram os gatos. Isso porque os olhares dos gatos são temperamentais e transmitem histórias de vários contrastes.  

A fotografia mudou minha vida. Saber que consigo compartilhar isso com o mundo todo me torna uma pessoa muito feliz”, diz Berkleef.

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Todas as fotos © Felicity Berkleek

Entre mutilação genital feminina e moda, fotógrafo cria série poderosa para falar sobre África

O fotógrafo queniano Osborne Macharia não se importa em levantar polêmicas. Seu novo projeto brinca com os limites da fotografia documental ao registrar um grupo de mulheres que nunca existiu ao mesmo tempo em que faz uma crítica suave à intervenção cultural nos países africanos.

Suas histórias são identificadas como Afrofuturismo e elas resgatam justamente esses grupos de pessoas que nunca existiram no continente, mas que poderiam muito bem existir. No caso das Magadi, o portfólio do artista as define como “a história de um grupo de ex-circuncidadoras femininas que vivem nas vastas planícies salgadas do lago Magadi, que abandonaram a sua prática anterior e assumiram a moda étnica como um meio de vida alternativo. Eles agora abrigam jovens que escapam do casamento precoce, ensinando-as sobre as habilidades de moda, como estilo, design de moda, trabalho de impressão e modelagem para as passarelas locais e internacionais.“.

O resultado é cativante:

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Todas as fotos © Osborne Macharia

10 inventores que se arrependeram de suas maiores criações

Grandes invenções, capazes de transformar o mundo, costumam trazer fama e fortuna para seus inventores, e a garantia de um futuro próspero dentro da área de atuação em questão. Acontece que nem sempre o mundo mudar é uma boa notícia e, ainda que as invenções aqui dispostas tenham trazido todos esses louros aos seus ‘pais’, algumas delas mudaram de tal forma o mundo para pior que, apesar do sucesso, nem mesmo seus inventores as viram posteriormente com bons olhos.

Na maior parte dos casos, é verdade, o propósito original de tais adventos acabou sendo subvertido, na direção de resultados realmente nefastos ou simplesmente pouco práticos, chatos, desagradáveis ou opostos ao seu sentido original. A maioria dos inventores aqui expostos garante que tinham planos diferentes para suas criações dos quais elas acabaram servindo. Assim, selecionamos aqui 1o inventores que se arrependeram publicamente de suas invenções, e pediram desculpas pela forma como mudaram o mundo.

1. Alfred Nobel e a dinamite

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Se hoje o nome Nobel é diretamente ligado ao prêmio que celebra avanços importantes para a humanidade – inclusive o mais célebre de todos, a quem tenha prestado serviços pela paz – , sua origem se deu basicamente pelo enorme sentimento de culpa que tomou conta de Alfred Nobel, depois que enriqueceu por ter inventado a dinamite, em 1867.

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Nobel, em suas memórias, garantiu que seus planos para sua invenção eram o oposto do que acabaram se tornando. No lugar de um intensificador das guerras, ele acreditou que a dinamite poderia acabar com os conflitos. “No dia em que dois exércitos puderem mutuamente aniquilar um ao outro em um segundo, todas as nações civilizadas irão certamente reconhecer o horror e recolher suas tropas”.

Mal sabia ele o que estava por vir. Reconhecido como “mercador da guerra” por enriquecer com os conflitos, Nobel deixou grande parte de sua fortuna para criar o instituto e o prêmio com seu nome.

2. Tim Berners-Lee e a barra dupla nos endereços da internet

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Se hoje a maior parte dos navegadores não exigem que se escreva o http:// nos endereços de internet, antigamente era necessário faze-lo manualmente a cada novo site que se visitava. Digitar os sete caracteres antes de cada busca era nada além de um processo chato – e desnecessário.

Segundo seu próprio inventor, Tim Berners-Lee, ele e sua equipe poderiam simplesmente ter retirado a barra dupla do processo, e a internet teria funcionado igualmente.

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É claro que, de todas as invenções arrependidas, ou mesmo das perdas de tempo que a internet nos trouxe, essa é uma das mais inofensivas da lista – mas não para Berners-Lee, que vê a barra dupla como o grande arrependimento de sua carreira. Assim, em 2009 ele admitiu seu erro, e pediu perdão ao mundo pelo desperdício de esforço manual e intelectual que ele provocou.

3. Robert Oppenheimer, Albert Einstein e a bomba atômica

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Foi J. Robert Oppenheimer, enquanto diretor do laboratório que desenvolveu a bomba atômica, nos EUA, quem assinou sua maldita criação. Ela não seria possível, no entanto, sem o trabalho de Albert Einstein – e ambos arrependeram-se profundamente, plenos de razão, dessa “conquista” – ainda que Einstein de forma muito mais clara e direta que Oppenheimer.

Eu não tenho remorsos sobre a feitura da bomba”, disse Oppenheimer. “Mas eu não sinto que tenha sido usada de forma correta. O ultimato dado ao Japão era cheio de platitudes, e nosso governo deveria ter sido mais frontal e claro em dizer ao mundo o que a bomba significava”, afirmou, um tanto escorregadio diante de talvez a pior invenção da história.

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Einstein não participou do processo de criação da bomba, mas sua famosa fórmula E=mc2 foi o que permitiu que descobrissem como a energia seria liberada em uma explosão atômica.

Por medo de que os nazistas desenvolvessem a tecnologia, ele escreveu ao então presidente americano Franklin Roosevelt incentivado que a bomba fosse feita pelos americanos. Depois da guerra, Einstein afirmou, no entanto, que estava arrependido, e se soubesse que os nazistas não seriam capazes de criar sua própria bomba, jamais teria incentivado o processo.

4. Ethan Zuckerman e os pop-ups

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Ainda que bastante inofensivo, diante dos males do mundo, como a barra dupla, essa invenção de fato é capaz de nos levar à loucura, e atrapalha um bocado a experiência de navegação na internet, hoje tão parte de nossas vidas. Ethan Zuckerman é o nome a se xingar quando um pop-up surgir na tela de seu computador – e ele mesmo admite isso.

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Em um ensaio oportunamente intitulado “O pecado original da internet”, Zuckerman explicou que trabalhava para uma empresa que fornecia sites de graça, e que passou cinco anos desenvolvendo uma maneira de tornar a empresa lucrativa. A solução viria da boa e velha propaganda, e o meio acabou se tornando o pop-up.

Ele garante, no entanto, que a intenção era boa: criar uma maneira de se anunciar nas páginas sem comprometer ou mesmo associar a propaganda ao conteúdo. “Eu escrevi o código para que uma nova página se abrisse, e rodasse um anúncio. Peço desculpas. Nossas intenções eram boas”.

5. Mikhail Kalashnikov e o rifle AK-47

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Criado ao fim da segunda guerra mundial, o AK-47 surgiu da percepção de seu inventor, o russo Mikhail Kalashnikov, dos terríveis ferimentos que os soldados – ele incluído – sofreram durante o conflito. O sofrimento de Kalashnikov – um cristão ortodoxo – começou quando ele teve noção do quanto sua arma passou a ser usada por criminosos, em propósitos nada nobres como a defesa de uma nação.

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Kalashnikov morreu em 2014, a tempo de tomar conhecimento de que sua arma havia matado mais pessoas do que qualquer outra na história. “A dor espiritual é insuportável”, ele escreveu. “Eu sigo diante da mesma questão insolúvel: se meu rifle tirou a vida das pessoas, então não seria eu… um cristão ortodoxo, o culpado por essas mortes?”.

Ainda que a igreja russa o tenha perdoado, considerando que a invenção foi feita para proteger sua terra, Kalashnikov morreu diante de sua questão – e dos assombrosos resultados de sua invenção.

6. Dong Nguyen e o Flappy Bird

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Esse seria um inofensivo caso de sucesso simplesmente, não fosse a consciência do inventor ter falado mais alto, por um motivo ao mesmo tempo nobre (temos que admitir, afinal, que ele tinha uma certa razão) e um tanto cômico. O vietnamita Dong Nguyen criou em 2013 o Flappy Bird, um dos jogos mais baixados da história. 50 milhões de downloads depois – quando Nguyen faturava uma média de 50 mil dólares por dia – ele simplesmente tirou o aplicativo do ar.

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Sua razão foi clara e direta: o jogo era excessivamente viciante, e estava sendo usado demais. Em sua declaração oficial, pelo Twitter, Nguyen arrematou: “Eu não aguento mais”.

Sua decisão, no entanto, não acabou com o fenômeno: além de receber ameaças de morte, Nguyen viu telefones com o aplicativo instalado serem vendidos por pequenas fortunas pela internet. O jogou voltou a ser oferecido pela Amazon Fire, mas não foi relançado em nenhuma outra plataforma.

7. Robert Propst e o cubículo de escritório

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A ideia do escritório do futuro, desenvolvida por Robert Propst, era de retirar as paredes do local de trabalho para, assim, oferecer maior flexibilidade e circulação aos trabalhadores, criando um ambiente fluido. O projeto dos cubículos, conhecido então como Action Office, era interessante, produtivo, e principalmente, mais barato. As empresas aderiram instantaneamente.

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Aos poucos, porém, os espaços foram se transformando em cubículos de fato, transformando os locais em, segundo o próprio Propst, “caixas como labirintos de ratos”. No lugar do espaço fluido e comunitário que ele pensou, o que se viu foi, como ele mesmo chamou, uma “insanidade monolítica”. O escritório do futuro veio – e era bem pior do que ele pensava.

8. Vincent Connare e a fonte Comic Sans

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Criada para substituir a dura e sóbria fonte Times New Roman nos balões de diálogos em um aplicativo infantil, a Comic Sans se tornou uma das fontes mais populares do mundo – e esse foi seu principal problema segundo seu próprio inventor, o designer Vincent Connare.

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E foi ele mesmo quem melhor ofereceu o veredito sobre sua criação: “Se você a ama, você não sabe nada sobre tipografia”, ele disse. Sublinhando, porém, que o problema está no seu uso excessivo, e não propriamente no resultado gráfico – como concordam a maioria dos especialistas – ele seguiu em seu decreto: “Se você a odeia, você também não entende nada de tipografia, e devia procurar outro hobby”.

9. John Sylvan e as cápsulas de café

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Amado e consumido nos quatro cantos do mundo, o café expresso em cápsulas foi inventado por John Sylvan em 1992 como um produto inocente, do qual ele não tinha conhecimento que tomaria o mundo – fisicamente inclusive.

A invenção das cápsulas de café e suas máquinas é uma tragédia ambiental, e só no ano passado foram jogadas ao lixo uma quantidade de cápsulas capaz de dar a volta ao mundo 10 vezes.

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E não para por aí: Sylvan também perde o sono pelo efeito que sua invenção provoca na vida e no corpo de seus milhões de usuários. “É como um cigarro para o café, uma máquina capaz de oferecer uma dose de uma substância viciante”. Ele hoje trabalha em uma empresa de energia solar, a fim de amenizar o impacto de sua principal criação.

10. Anna Jarvis e o Dia das mães

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Arrasada pela morte de sua mãe em 1905, a americana Anna Jarvis decidiu, três anos depois, transformar um memorial em homenagem a sua mãe numa comemoração pela vida de todas as mães. Para tal, ela comprou a flor preferida de sua mãe, e trabalhou para que a festa fosse reconhecida como uma celebração da maternidade.

A criação da data também se deu por Jarvis estar cansada de tantas homenagens públicas aos feitos masculinos, e tão poucas aos esforços e conquistas da mulher.

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Seus esforços, no entanto, deram certo demais para seu gosto por, começando pela indústria de flores, a data ter sido subvertida de seu sentido original, em nome de um propósito promocional e comercial. Jarvis tentou lutar contra a comercialização da data através do registro de sua criação, mas sem sucesso.

Enojada pelo que havia acontecido com sua celebração, ela se referia aos que vendiam cartões e presentes de dia das mães como “charlatões, bandidos, piratas, sequestradores, insetos que usaram sua ganância para destruir um dos movimentos comemorativos mais nobres e verdadeiros”.

© fotos: divulgação