Antes e depois mostra como adolescentes rebeldes dos anos 1980 e 1990 estão hoje

Quem nunca experimentou uma dose de rebeldia durante a adolescência não sabe o verdadeiro significado dessa palavra. Entretanto, enquanto muita gente passou horas tentando convencer os pais de que não era “só uma fase”, a verdade é que (por sorte) a adolescência passa, mas ficam as fotografias da época para nos lembrar do que vivemos.

Para brincar com essa ideia e mostrar que mudamos muito à medida que vamos amadurecendo, um tópico no Reddit pediu aos seus leitores que compartilhassem fotos suas de quando eram adolescentes emos e cliques tirados atualmente. Mais de mil pessoas responderam e algumas compartilharam suas fotografias e histórias com o site.

Abaixo nós reproduzimos as melhores delas. Espia só:

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Todas as fotos: Reprodução Reddit

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A rotina desse casal de pilotos é viajar por aí: e o resultado é apaixonante

EserVolkan são casados há cinco anos e já visitaram 30 países, desde a Costa Rica até a Jordânia. Eles trabalham como pilotos e têm uma agenda apertada, mas encontram tempo para voar lado a lado como passageiros e explorar o mundo.

Eser passou a documentar suas andanças ao lado do marido no Instagram, e angariou nada menos que 59 mil seguidores! Ela pilota três semanas por mês e tem sete dias de folga, tempo que usa para viajar ao lado do marido. E embora planejem suas jornadas com antecedência,  gostam também de mudar os planos na última hora ou reservar hotéis no último minuto, administrando suas concorridas agendas.

Volkan e Eser curtem relaxar, mas acima de tudo, imergir na cultura dos locais por onde passam, ao invés de ver o dia passar tostando na praia ou refrescando-se na piscina do hotel.

Juntos, o casal de pilotos viveu diferentes aventuras, desde mergulhos no oceano Índico até passeios de balão na Capadócia, Turquia. Veja aqui um pouco dessas aventuras:

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Todas as fotos © Eser e Volkan

Estas fotos de um garoto feliz mostram por que nada substitui uma avó

Tem coisas que só uma avó pode fazer por você… A norte-americana Patricia Manning provou isso ao preparar uma surpresa para seu neto, Dresden, de cinco anos, inspirada nos vídeos do canal favorito do garoto no Youtube, o Guava Juice.

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Um dos temas recorrentes do canal são desafios em que Roi Wassabi entra numa banheira cheia de coisas como salgadinhos, espuma e até filhotes de cachorros. A avó do garoto, então, encheu uma banheira com quase sete quilos de macarrão colorido para a alegria de Dresden.

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Segundo Brandon, pai do menino, a avó levou cerca de três horas para cozinhar todo o macarrão, que ela mesma coloriu usando corantes comestíveis. Dresden amou a surpresa, brincando na banheira por mais de duas horas. As imagens do garoto falam por si.

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Após a brincadeira, Patricia não levou mais do que dez minutos para limpar tudo. O macarrão foi jogado fora, mas a família doou uma quantidade igual àquela usada na banheira para uma instituição local. “As avós costumam criar suas próprias regras, e a primeira normalmente é: não há regras”, resumiu Brandon.

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Todas as fotos © Brandon Manning

Naufrágio contendo quase R$ 67 bilhões em tesouro é descoberto na costa colombiana

San José em 1708

Um naufrágio contendo até US$ 17 bilhões (quase R$ 67 bilhões, no câmbio atual) foi descoberto ao largo da costa caribenha da Colômbia, mais de 300 anos depois de ter sido afundado por um esquadrão britânico que pretendia roubar seu tesouro.

Faz anos que pesquisadores tentam localizar o galeão San José. O navio é considerado o maior tesouro submerso do mundo.

Na década de 1980, as procuras se intensificaram. No entanto, só agora o governo colombiano divulgou um comunicado anunciando sua descoberta, e afirmando que a identidade do naufrágio está “além de qualquer dúvida”.

Localização secreta

Embora a localização precisa do galeão permaneça um segredo de Estado, autoridades afirmaram que a descoberta ocorreu “nas imediações da costa do Caribe”, perto da cidade portuária de Cartagena, onde o navio foi atacado em 8 de junho de 1708.

As tentativas anteriores de localizar os destroços haviam se concentrado nesta região, embora os relatórios oficiais do governo indiquem que o San José foi encontrado em um local “nunca antes referenciado em estudos anteriores”.

História

Lançado em 1696, o San José tinha uma tripulação de mais de 500 pessoas. Em 1708, fazia parte de um comboio de 15 navios que viajavam de Portobelo, no Panamá, para Cartagena, mas foi emboscado por um esquadrão britânico comandado pelo Capitão Charles Wager, que destruiu o galeão na tentativa de capturar seu tesouros.

Enquanto relatos históricos sugerem que o navio foi destruído, o governo colombiano alega que a recente descoberta pinta um quadro diferente dos acontecimentos. “Ainda é muito cedo para tirar conclusões, mas a evidência sugere que o barco não explodiu, como foi dito nos livros de história”, diz o comunicado.

Confirmação

Uma vez localizado o navio, usando uma técnica chamada Prospecção Sistêmica Regional, que envolve o uso de tecnologia sonar, bem como a análise detalhada de mapas e dados meteorológicos, a equipe de pesquisa foi capaz de detectar um número de características que eles acreditam que pertencia ao San José.

Mais tarde, a identidade do navio foi confirmada utilizando um veículo subaquático autônomo, que tirou fotos do naufrágio revelando “a presença de canhões de bronze” com gravuras específicas que indicam que eles pertenciam à San José.

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Parte da estrutura do galeão original e da sua riqueza – estima-se que esta consista em até 11 milhões de moedas de ouro, além de outras preciosidades – também foram encontradas.

Para quem vai o dinheiro?

A localização do achado pode ser de grande importância a fim de estabelecer quem possui a propriedade do naufrágio e seu conteúdo.

No início de 1980, a empresa americana de salvamento marítimo Sea Search Armada (SSA) foi premiada com direitos a 35% da riqueza do galeão, após fornecer informações sobre a sua localização provável.

Só que o governo colombiano mais tarde aprovou uma lei dando a si mesmo a propriedade plena do galeão – como patrimônio histórico e cultural do país -, desencadeando uma batalha judicial longa da SSA contra a nação sul-americana, com processos abertos na Colômbia e nos EUA.

O anúncio oficial da descoberta não faz qualquer menção a contribuição da SSA, alegando ao invés que o navio foi encontrado graças aos esforços do “Ministério da Cultura, sob a orientação científica do Instituto Colombiano de Antropologia e História”, juntamente com uma equipe de “especialistas internacionais”.

A exploração do San José e seu tesouro pode levar vários anos, com a equipe por trás da descoberta explicando que ela representou apenas o primeiro passo de um projeto de longo prazo. [IFLS]

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