O que é o ‘banho de floresta’ e por que precisamos incorporá-lo na nossa rotina

Basta uma pequena caminhada em meio à natureza para se ter certeza do bem estar que ela nos traz, ao ponto que muitas vezes temos a impressão de que andar entre árvores, plantas e animais pode melhorar até mesmo nossa saúde. Pois estudos comprovam que não se trata de mera impressão: o contato com a natureza de fato faz bem à saúde. Não é por acaso que no Japão foi desenvolvido o shinrin-yoku, um “banho de floresta” que pode nos trazer benefícios físicos e mentais.

Desenvolvido no início dos anos 1980, o banho de floresta pode ser praticado de diversas maneiras, sempre, no entanto, rodeado pela natureza e entrando em contato com o estado que a floresta nos traz. Pode-se simplesmente caminhar sem rumo ou pressa, se sentar e observar as nuances e detalhes das plantas e árvores de forma geral (respirando profundamente o bom ar limpo que a floresta oferece), tudo em um certo tom de meditação. Tocar as plantas, sentir as diferentes texturas, ouvir os sons, perceber os aromas – tudo isso faz parte do banho.

Tal prática pode ser realizada dentro das cidades, em parques ou nos jardins botânicos, contanto que o usuário permita-se mudar sua velocidade, sua ansiedade, e busque expandir o olhar e as sensações em comunhão com a natureza. Recomenda-se praticar o shinrin-yoku sozinho, e sem estar em posse de qualquer equipamento eletrônico.

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Estudos realizados desde o início das práticas comprovam que os “banhos” diminuem o cortisol (hormônio causador do estresse), reduzem a pressão arterial, melhoram a concentração, a imunidade, fortalecem o metabolismo e elevam o bem-estar emocional.

A ideia do banho não se dá, no entanto. somente pelo benefício direto de nossa saúde, mas também para aumentar nosso contato com a natureza, e a conscientização da importância de tal relação. No mais, o simples fato de se poder tirar umas férias da floresta de concreto das cidades grandes, e do ritmo inclemente da vida moderna, mesmo que somente por uma tarde, já é o suficiente para melhorar nossa saúde.

© fotos: divulgação

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A intrigante história do físico da NASA que largou tudo para se dedicar ao origami

Muita gente se impressiona ao saber que Robert Lang largou uma carreira na NASA para trabalhar fazendo origamis. Porém, muito mais intrigante do que essa mudança de vida é a maneira como ele cria as mais diversas formas apenas usando papel dobrado – e mostra que o origami pode ser uma verdadeira ciência.

De acordo com um vídeo criado pelo canal do Youtube Great Big Story, Lang explica como o origami pode servir para que possamos entender muitas coisas. À medida que percebemos os padrões pelos quais o papel se dobra e desdobra, podemos replicar estes padrões em diversos outros objetos, criando desde foguetes a airbags.

Foi apenas em 2001 que o físico teve coragem de largar seu emprego na NASA para se dedicar inteiramente à sua maior paixão: os origamis. Lang utilizou todo seu conhecimento em matemática para criar desenhos feitos com a arte de dobrar papel, estudando todas as possibilidades de dobras possíveis. Graças a isso, ele criou uma série de obras de arte em origami únicas, que incluem reproduções de estruturas de animais extremamente complexas.

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Criando estes designs há mais de quarenta anos, o artista se tornou conhecido como um dos principais ícones na confecção de origamis, tendo mais de 500 desenhos catalogados. Alguns de seus designs podem chegar a incluir um processo de até mil dobraduras, mas o resultado é incrível!

Chega mais para ver:

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Todas as fotos © Robert Lang

Esse galo gigante que viralizou na internet é mesmo real

Imagens do que parecia ser uma galinha absurdamente grande se tornaram virais na rede social Twitter nos últimos dias.

O vídeo bizarro levantou exclamações de descrença e temor, como era de se esperar, enquanto os telespectadores observavam a ave gigante descer os degraus de seu poleiro.

Mas e aí? Uma coisa dessas é possível, mesmo?

O vídeo

Compartilhado pelo usuário @LifesBook_Ceo no dia 19 de março, o tweet não incluía nenhuma informação de identificação sobre o animal ou sua localização.

Vários comentários, no entanto, sugeriram que a galinha era provavelmente uma da raça Brahma, um tipo grande de galinha doméstica (Gallus gallus domesticus) – ou seja, não é uma espécie separada.

 

Embora não seja claro a partir do vídeo exatamente quão grande o bicho seja, parece ter pernas muito mais longas e um corpo mais esticado do que a galinha média.

Os machos da raça Brahma já foram documentados pesando até 8 quilogramas, embora a galinha Brahma média esteja mais perto de 5 kg.

História

Os galos e galinhas Brahma foram desenvolvidos nos Estados Unidos, criados principalmente a partir de animais grandes que se originaram na China, e foram descritos como uma raça oficial pela American Poultry Association American Standard of Perfection em 1874.Há três variedades de cor – claro, escuro e lustre. A ave do vídeo parece ser um Brahma claro: na maior parte branco, com penas escuras nas pontas de suas asas e cauda e na parte mais baixa de seu pescoço.

As galinhas Brahma são frequentemente referidas como “O Rei de Todas as Aves” e são famosas por sua resistência em climas frios, sua produção de ovos grandes e suas grandes quantidades de carne. [LiveScience]

Casal americano adota quatro irmãos de Pernambuco para que eles não se separem

Há três anos, Brandon e Jennifer Pratt decidiram aumentar a família. O casal vive em Iowa, nos Estados Unidos, e optou pela adoção. O primeiro passo foi ir atrás das informações sobre o processo, que aqui no Brasil é bastante demorado, podendo chegar a anos de espera.

Por estarem familiarizados com a cultura do Brasil, já que a irmã de Jennifer se casou com um brasileiro, eles decidiram entrar com o pedido aqui mesmo no país. E, de cara, já decidiram que dariam preferência a adoção de irmãos, já que gostariam de ter mais de um filho. “Nós optamos por adotar irmãos, pois sabíamos da dificuldade do processo de adoção e queríamos passar por tudo isso de uma só vez”, explicou Brandon ao site Achei USA.

Brandon e Jennifer contrataram uma agência de confiança para ajudá-los no processo, que durou cerca de dois anos e meio. Durante este tempo, procuraram por uma família de irmãos até encontrarem Leandro, Cristiano, Enzo e William, que tem entre 2 e 6 anos.

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Os irmãos estavam vivendo em um orfanato em Recife, Pernambuco, pois a mãe das crianças perdeu a guarda por negligência. Após um período de adaptação obrigatório de 30 dias, a família se mudou para os Estados Unidos em 22 de dezembro do ano passado.

Brandon conta que, apesar de chegarem lá sem falar inglês, os meninos tiveram uma boa adaptação. Hoje, poucos meses depois da adoção, já estão integrados com a nova rotina na escola e em casa, além de já terem progredido rapidamente no inglês.

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“Estamos sempre atentos para oferecer aos meninos a maior quantidade de experiências possíveis. Nós vimos um grande progresso no idioma logo que chegamos aos EUA. Eles são meninos fáceis de lidar e a adaptação está sendo bem mais fácil do que imaginávamos”, finalizou.

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Imagens © Reprodução Facebook

Artista cria cenas surreais em pontos turísticos de Porto Alegre

Já reparou como algumas vezes nós passamos tanto pelo mesmo lugar que nos esquecemos de olhar para ele? Foi isso que levou o artista visual Israel Severo a ressignificar espaços públicos de Porto Alegre, sua cidade natal, usando-os para criar cenas surreais.

Ao todo, foram sete pontos turísticos que ganharam uma nova cara. Cada cenário envolve fotografias, manipulação digital e também um toque de ilustração. O resultado são cenas malucas, em que o Super Mario dá seus pulos em meio ao Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha (a “Redenção”); ou um cenário mágico com peixes multicoloridos surge na hora de ver o pôr-do-sol no Guaíba.

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Todas as cenas foram clicadas pelo fotógrafo Gerson Turelly e a concepção, bem como o processo de manipulação digital das imagens foram feitos por Israel. O projeto ganhou o nome de “Olha de Novo” e pretende “criar uma conexão lúdica com a bagagem de memórias de cada indivíduo em relação aos espaços e pontos turísticos de sua cidade“.

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No site do artista, é possível acompanhar detalhes sobre como cada imagem foi criada, além de ver mais informações sobre o projeto, como o vídeo abaixo, que mostra o processo de composição de uma de suas criações.

Lindas fotografias da Galáxia de Andrômeda vista de uma pequena cidade suíça

O fotógrafo Sandro Casutt mora num vilarejo remoto na Suíça, com visões impressionantes da Galáxia de Andromeda. E a vila de Vals, com 990 habitantes, é uma localização privilegiada para enxergar a galáxia mais próxima da Via Láctea. Assim, Casutt e seu irmão, Markus, começaram há dois anos o projeto Cosmic Art Photography, para dividir com o mundo seu amor pelo universo.

Dono de um estúdio de tatuagem, Cassut passa noites a procura do registro perfeito do céu. O resultado são imagens captadas em diferentes estações, com visões de tirar o fôlego da Galáxia de Andromeda. Ela é a maior de um aglomerado de 54 galáxias, conhecidas como o Grupo Local. Têm 220.000 anos-luz de extensão e deverá entrar em colisão com a Via Láctea em 4,5 bilhões de anos. As imagens vão te deixar boquiaberto. Veja só:

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Fotos: reprodução

Sete imagens impressionantes mostram o impacto de 100 anos de aquecimento global nas geleiras do Ártico

O fotojornalista sueco Christian Aslund, que trabalha para o Greenpeace, reuniu uma série de fotografias das geleiras do Ártico feitas por ele em 2002 com outras tiradas no início dos anos 1900, cedidas pelo Instituto Polar Norueguês.

As diferenças entre uma e outra imagem são inacreditáveis, e chocam pela degradação sofrida pelas geleiras ao longo dos anos. A ideia de Christian é promover a #MyClimateAction, uma campanha da National Geographic que visa encorajar a discussão sobre as mudanças climáticas, além de servir como protesto contra as companhias de petróleo que exploram a região.

Confira as imagens impressionantes:

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Imagens © Christian Aslund/Instituto Polar Norueguês