As casinhas coloridas de São Francisco parecem feitas de açúcar

A cidade de São Francisco, Estados Unidos, é apaixonante por suas ladeiras, bondinhos, pela famosa Golden Gate e por suas encantadoras casas vitorianas, que levam este nome por causa da Rainha Victoria, da Inglaterra.

Construídas principalmente entre 1837 e 1910, as casas possuem arcos, enormes janelas e muitos detalhes que vão desde solários à desenhos florais encravados na madeira. Quanto às cores, até existem construções em tons discretos e comuns, mas são mesmo o que os americanos chamam de “ice cream colors” (cores vivas e chamativas) as mais populares por lá.

Em passeios explorando a arquitetura colorida da cidade, o usuário do Instagram @Patrix15 faz fotos maravilhosas.

Confira:

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* Imagens: @patrix15  fonte

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Série fotográfica capta a estética futurista das luzes de neon em Tóquio

O fotógrafo belga-português Xavier Portela nos faz viajar pelas ruas coloridas de Tóquio através das suas imagens. Ele captou as vias iluminadas repletas de letreiros da cidade, imortalizando através da fotografia as cores brilhantes deste que sem dúvida é um mundo a parte. Veja só:

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Fotos: reprodução;Fonte:via

10 dólares por dia é quanto gasta este homem que anda pelo mundo pedalando

Americanos trabalham cerca de 47 horas semanais. Esse tempo, somado `as horas gastas para se locomover de casa até o escritório, resulta numa jornada de cerca de 220 horas mensais. Algumas pessoas, porém, optam por não seguir o modelo estressante e prejudicial `a saúde imposto pela sociedade para viver de forma alternativa, trabalhando o mínimo possível.

É o caso de Ultra Romance, americano de Connecticut de 35 anos. Ele geralmente trabalha no máximo seis meses por ano e depois parte numa aventura pelo mundo em sua bike, com um modesto equipamento de camping. O jovem contou recentemente ao site Business Insider que não se envergonha por não gostar de trabalhar, algo que é muito antinatural, e que “há uma noção preconcebida do que é sucesso no mundo moderno“.

Veja um pouco de suas andanças por aí:

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Todas as fotos © Ultra Romance;Fonte:via

Brasileiro que foi de Londres a Mongólia num carro velho narra suas desventuras em livro

Já imaginou percorrer 1/3 da superfície da Terra num carro velho e sem perspectiva alguma de chegar ao destino final? O documentarista carioca Raphael Erichsen também não imaginou, mas ele fez. Participante do Rally Mongol, uma viagem insana com viés filantrópico, ele percorreu da Inglaterra a Mongólia com amigos e transformou todas as roubadas e desventuras – que não foram poucas! – dessa jornada em uma série e um livro.

Só para te situar na ideia, nesse rali de mais de 16.000 km o primeiro a chegar não é considerado vencedor, muito pelo contrário. As equipes têm que estar a bordo de carros velhos (quanto pior melhor) e quanto mais estranho for o seu veículo, mais legal é a sua equipe. Tem de tudo, carros de pelúcia, banheiras no capô e até touro mecânico no teto. O prêmio? Doar os veículos para uma ONG que cuida de crianças abandonadas na capital da Mongólia.

A viagem que mais parecia um filme de “altas confusões e muitas aventuras” (e que depois virou série do Multishow) aconteceu em 2012, obviamente quando o Raphael não estava num bom momento de sua vida pessoal. Com uma vida tediosa, o término do casamento, seguido de uma síndrome do pânico, recebeu um “chamado do além”, ou o que acredita-se ter sido um telefonema inesperado de três amigos com esse convite irrecusável. Com medo na mesma proporção de sua curiosidade, e somado à crise existencial, disse sim. Coitado.

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Todas as fotos por © Raphael Erichsen ;Fonte:via