Narizes de plantão: os estudantes da área da saúde que encarnam palhaços para levar alegria a hospitais

Para se tornar médico, é preciso passar milhares de horas estudando, aprendendo e se especializando. Mas um bom médico não se faz só com conhecimento: a empatia e a vontade de tornar a vida do paciente melhor são tão importantes quanto a parte técnica.

Foi com o objetivo de aprofundar as relações entre médico e paciente que um grupo de estudantes do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, criou em 2010 o projeto Narizes de Plantão. Há sete anos, os integrantes do programa se fantasiam de palhaços e visitam hospitais para tornar a rotina dos internados mais leve.

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Não são só os médicos em formação que fazem parte do Narizes: futuros enfermeiros, nutricionistas, fisioterapeutas, terapeutas ocupacionais e biomédicos também se dedicam a aprender com os pacientes, afinal, não é só na sala de aula que se ganha conhecimento.

Até o fim de 2016, 144 estudantes tinham passado pelo projeto, que somava 696 horas de treinamento e 174 oficinas artísticas. Foram 391 visitas a hospitais e mais de 34.000 encontros com pacientes, acompanhantes e funcionários! No site, eles divulgam estudos sobre o impacto que o humor tem na vida dos pacientes e vendem produtos cuja renda ajuda a manter o programa.

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O blog é um espaço onde os integrantes compartilham histórias e experiências. A página no Facebook serve para divulgar as atividades e eles também têm um canal super bacana no YouTube com vídeos sobre as atividades. Vale a pena conhecer!

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Todas as fotos © Narizes de Plantão fonte

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Veja quais os destinos mais populares entre quem faz sua primeira viagem internacional

A primeira viagem internacional a gente nunca esquece, certo? Tenho certeza de que a sua está na ponta da língua! Pensando em mapear os destinos mais procurados por quem embarca para fora do país pela primeira vez, o site Booking.com, fez uma pesquisa com 15 mil viajantes, que revela os dez países mais procurados para a primeira viagem no exterior. E ao contrário do que você pensou, a Disney dos EUA está longe de ser a primeira da lista. Nove dos dez países vencedores estão na Europa, com exceção de Sydney, na Austrália. Veja só:

1 – Paris, França

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2 – Barcelona, Espanha

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3 – Londres, Inglaterra

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4 – Viena, Áustria

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5 – Málaga, Espanha

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6 – Veneza, Itália

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7 – Roma, Itália

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8 – Sydney, Austrália

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9 – Zurique, Suíça

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10 – Berlim, Alemanha

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Fotos: Pixabay, Flickr, Wikimedia Commons fonte

Essa brasileira nômade te ajuda a imortalizar viagens em vídeos

Muitas vezes, gravamos vídeos durante nossas viagens, que acabam perdidos em HDs ou pen drives  porquê  raramente sabemos o que fazer com eles.

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Pensando nisso, a viajante e editora de vídeos Julia Zettel, criou um serviço em seu site para mudar o destino dessas imagens. Você envia para ela os registros das suas andanças e com eles ela prepara um vídeo, que pode ser postado nas suas redes sociais ou ser assistido de vez em quando para recordar aqueles momentos. E como uma boa nômade digital, ela faz isso de qualquer canto do mundo, já que os arquivos podem ser enviados a partir da internet.

VVV

Julia produz vídeos não só com os arquivos das férias, mas com materiais brutos de família, como vídeos e fotos de natais, aniversários e outros eventos familiares. O orçamento pode ser feito através de seu site, Viaju, onde também é possível ver exemplos trabalhos feitos para outros viajantes.

Espia só o vídeo que ela fez do seu mochilão pela América do Sul, de ficar com água na boca!

Todas as fotos: fonte

Câmeras registram texugo enterrando uma vaca inteira; veja

 

Câmeras espalhadas pelo deserto de Utah (EUA) registraram uma cena impressionante. Um texugo Taxidea taxus enterrou uma vaca inteira sozinho. Detalhes da observação foram publicados na revista Western North American Naturalist.

 

Texugos são conhecidos por enterrar pequenos mamíferos como coelhos e outros roedores, mas ninguém imaginava que eles seriam capazes de fazer o mesmo com um animal quatro vezes maior que ele. Os texugos fazem isso para comer a carcaça aos poucos, sem chamar atenção de outros animais como abutres e para proteger a carniça da exposição ao sol, tornando a decomposição mais lenta.

A imagem foi captada porque pesquisadores da Universidade de Utah estavam investigando a atividade de animais necrófagos nos meses de inverno na região do deserto. Para isso, sete câmeras com sensor de movimento foram espalhadas pelo local no mês de janeiro de 2016. Para atrair esses animais, sete bezerros foram colocados como isca na frente das câmeras.

Uma semana depois, o pesquisador Evan Buechley voltou aos locais para ver o estado das carcaças e copiar as imagens das câmeras. Um dos bezerros, porém, havia desaparecido. Acreditando que um coiote havia levado o bezerro embora, o pesquisador ficou desanimado. “Fiquei chateado porque é difícil trazer essas carcaças até aqui. Pensei ‘já perdemos uma depois de uma semana’”, relembra ele.

Mas então Evan notou que o solo onde a carcaça havia sido colocada estava revirado. “Bem ali eu fiz o download das imagens da câmera. Não queríamos estudar texugos especificamente, mas o texugo se declarou para nós”, diz ele. A expectativa era de filmar abutres, e a presença dos texugos surpreendeu os pesquisadores.

Texugo trabalhou por cinco dias seguidos

O texugo macho levou cinco dias para cavar e enterrar o bezerro morto, um feito impressionante levando em conta a diferença de tamanho entre os animais. Assim que a tarefa foi concluída, o texugo descansou por alguns dias e depois retornou ao local por várias semanas para se alimentar da carcaça. Essa rotina durou até o começo de março de 2016.

 

Outro texugo tentou fazer o mesmo com outra carcaça, mas não foi tão eficiente quanto o primeiro. [Gizmodo]

Confira o processo todo:

 
Por: Juliana Blum fonte