O incrível museu das pedras fluorescentes

O Museu Sterling Hill Mining, em Nova Jersey, Estados Unidos, é conhecido por sua variedade de exposições imersivas e educacionais, mas é ainda mais conhecido por sua enorme coleção de minerais fluorescentes.

As exposições fluorescentes são exibidas ao longo das paredes do chamado túnel arco-íris que foi escavado em 1990. As paredes do túnel são revestidas com minerais raros que brilham um verde vermelho brilhantes sob luz ultravioleta.

O museu originalmente era uma das mais antigas minas de zinco do país, tendo sido inaugurada em 1739. Quando fechada em 1986, foi comprada por Richard e Robert Hauck e inaugurada como um museu em 1990.

A mina possui profundidade de 777 abaixo da superfície através de túneis que totalizam mais de 53 km de comprimento. Sterling Hill é o tesouro dos minérios e é igualmente famosa por seus minérios fluorescentes. Quase 90 diferentes espécies de minérios foram documentadas como fluorescentes.

Todos os minerais têm a capacidade de refletir a luz. Isso é o que os torna visíveis ao olho humano. Alguns minérios têm uma propriedade física interessante conhecida como “fluorescência”. Estes minerais têm a capacidade de absorver temporariamente uma pequena quantidade de luz e um instante mais tarde liberar uma pequena quantidade de luz de um comprimento de onda diferente. Esta mudança no comprimento de onda causa uma mudança temporária da cor do mineral no olho de um observador humano.

A mudança de cor de minerais fluorescentes é mais espetacular quando são iluminados na escuridão pela luz ultravioleta (que não é visível para os seres humanos) e liberam a luz visível.

De acordo com um artigo no site da Universidade de Washington em St. Louis, cerca de 15 por cento dos minerais são fluorescentes.

Confira algumas fotos deste incrível museu:

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Jeff Glover/Smithsonian

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Jeff Glover/Smithsonian

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Jeff Glover/Smithsonian

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Fonte [Jeff Glover/Smithsonian  via ]

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As incríveis lojas subterrâneas de Sofia, na Bulgária

Os vendedores ambulantes são uma visão comum em cidades em todo o mundo. A incapacidade de pagar aluguel elevado, ou a indisponibilidade de espaço comercial barato, empurraram esses pequenos comerciantes para as ruas e, em alguns casos, para o subsolo, como na capital da Bulgária, Sofia.

Conhecido como ‘lojas klek’, estas lojas de porão são únicas para a cidade de Sofia. As lojas ficam nos porões dos edifícios que contêm uma pequena janela que se abrem nas calçadas, geralmente abaixo do nível do joelho. É por isso que elas são conhecidas como “lojas klek” -Klek significa joelho.

Os produtos são exibidos no lado de fora na calçada, mas para pedir algo, os clientes precisam se agachar na janela e olhar para o rosto mal iluminado do comerciante dentro do porão.

Os donos dos Klek foram alguns dos primeiros empresários da Bulgária depois da queda do comunismo há mais de vinte anos. Quando o comunismo caiu e as propriedades privadas das produções tornaram-se legais, estas foram uma das primeiras pequenas empresas a aparecer. Os porões foram transformados em pequenas lojas, que ofereciam aos cidadãos que passavam bebidas, lanches, álcool e cigarros. Coloridas, com prateleiras cobertas de vidro ao redor da janela mostram o que a loja tem para oferecer.

Algumas lojas klek fazem reparos de calçados e outros tipos de serviços. Muitas lojas permanecem abertas até tarde ou funcionam 24 horas todos os dias da semana.
Infelizmente, as lojas klek estão lentamente desaparecendo com o tempo.

Confira algumas fotos:

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Todas as fotos: sograph/Flickr  fonte

As modernas e coloridas tattoos cubistas de Mike Boyd

A tatuagem é mesmo uma forma de arte, e o britânico Mike Boyd é mais um a comprovar isso. Com um estilo impressionante, inspirado principalmente no cubismo de Pablo Picasso, os desenhos do tatuador podiam muito bem ser expostos em galerias.

Mike vive em Londres, mas está sempre viajando para entrar em contato com novas formas de tatuagem e incorporar o que vê ao seu próprio traço. “Quero ver tudo que eu puder, desenvolvendo meu estilo em novas formas para ter vantagem numa indústria tão competitiva”, diz.

Cores vivas, traços retos, geometria e elementos da cultura pop se misturam nos desenhos de Mike, que diz adorar quando as pessoas veem sua arte com um misto de estranhamento e curiosidade. “Eu amo as justa posições esquisitas de cores e ângulos, e o fato de que mesmo assim os desenhos são reconhecíveis. Eu gosto de que… não pareça exatamente certo”, define.

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Imagens via Mike Boyd – não deixe de segui-lo no Instagram! fonte

O inacreditável templo dos monges voadores, na China

Sim, a pequena criatura laranja que flutua acima da construção futurística aos pés da montanha de Songshan, na China,  é de fato um monge.  Mas não é bem o que parece.  Ele não está flutuando pelo poder da meditação e sim porque há um enorme ventilador escondido no interior da estrutura, um túnel de vento vertical, usado também para a prática do paraquedismo.

Idealizado pela equipe do escritório de arquitetura Mailītis Architect, o Templo dos Monges Voadores  é atualmente um anfiteatro de 230 lugares, onde os monges Shaolin apresentam-se semanalmente. De acordo com os arquitetos, o túnel de vento foi construído ali para ajudar a contar a história do Zen e do Kung-Fu por meio das performances artísticas.

A boa notícia é que ele também pode ser usado pelo público, e não só pelos monges. Veja só:

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Fotos: reprodução fonte